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Archive for Novembro, 2009

Pelo segundo ano consecutivo, a ESDS participa no projecto Escola Electrão para recolha de material eléctrico em fim de vida e que permite o seu reencaminhamento para centros de reciclagem e reaproveitamento de componentes. No ano anterior, conseguimos recolher 5 toneladas e, dado o sucesso dessa participação, os professores Rudolfo, César, Isabel, Felicidade, Lígia, Leonett e Elza dinamizam este ano esta 2ª edição da iniciativa.

Dê a sua contribuição para um mundo sustentável: promova a reutilização/reciclagem trazendo para a escola electrodomésticos que já não utiliza – e não se preocupe com o tamanho pois a Junta de Freguesia da Charneca e provavelmente a da Sobreda farão a recolha.

Para saber mais, dê uma espreitadela ao site:

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Um dos mais antigos projectos da nossa escola, o Biomuseu, Clube de Aquariofilia, já com 12 anos, continua a desenvolver e expandir as suas actividades graças a professores como Énia Sena e, actualmente, Carla Vaz e Marina Andrade, e alunos entusiastas – todos amantes da aquariofilia e estudiosos dos ecossistemas aquáticos. Uma visita a não perder.

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Mais uma sugestão do Letra pequena

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A Lua de Joana é sem dúvida, e desde há anos, um livro que tem impressionado muitos jovens leitores – aqui fica então um post duplo do Filipe e da Ana que, apesar de terem cada um “a sua vida”, escolheram, sem qualquer combinação prévia, esta história como tema do seu artigo.


O livro de que vou falar tem como título A Lua de Joana, escrito por Maria Teresa Maia Gonzalez. Este livro é sobre uma rapariga chamada Joana, que acabou de perder a sua melhor amiga, Marta, que morrera de overdose de drogas, e desde então, como Joana sente imensa falta da Marta, começa a escrever cartas, para a amiga que já morreu, sobre o seu dia-a-dia (o livro é constituído pelas cartas da Joana), pois sentia-se sempre muito sozinha.

Joana é uma excelente aluna, muito admirada pelos seus colegas e professores, contudo esconde de todos a infelicidade que sente com a perda da sua melhor amiga a ausência da sua família, pois os seus pais não lhe dão atenção, e a única pessoa em quem Joana podia confiar e desabafar é com a sua avó, a avó Ju, pois ela era a única que lhe dava atenção e a compreendia.

Os pais de Joana raramente estavam “atentos” a ela porque a achavam  uma jovem responsável, e por isso não se preocupavam com ela, mas também não eram pais presentes nas acções dos filhos. O pai era um médico consagrado, dando mais importância ao seu trabalho e pacientes que à família; a mãe era dona de uma loja de vestuário, dando mais importância à loja e ao irmão de Joana, Jorge, a quem pelas roupas e aspecto chamava “Homem das Cavernas” e “Traumatizado”.

As coisas complicam-se quando a avó Ju morre, deixando Joana completamente infeliz e ainda mais isolada das pessoas: pois as mais importantes da sua vida tinham morrido. Com o passar dos dias, Joana vai-se sentindo fraca pela solidão que passa, até que conhece uma rapariga que era amiga da Marta, a Rita. Estas começam a conhecer-se melhor e foi através da Rita que a Joana começou a consumir droga (a Marta também começou a consumir através da Rita), para ter uma sensação diferente do que a solidão lhe permitia.

Acho importante referir que a origem do título do livro é um baloiço que a Joana tinha no quarto, pois tinha a forma de uma lua que, de acordo com a posição, representava o estado de espírito da Joana (se tivesse em quarto minguante estava triste, se tivesse em quarto crescente estava feliz).

Escolhi este livro pois fala sobre a triste realidade das drogas e a sua influência negativa na  própria pessoa, na família e nos amigos, afectando toda a nossa sociedade. O livro também chama a atenção para os pais desatentos, para aqueles que colocam a profissão em primeiro lugar, deixando a família para trás.

Filipe Hanson 10ºB


A Lua de Joana é o livro da minha vida, até agora.

Escolhi este livro pois adorei lê-lo: é bastante cativante e mostra-nos uma realidade na vida de vários adolescentes: o mundo das drogas.

A protagonista do livro é a Joana, uma rapariga de 17 anos,que perdeu a sua melhor amiga, a Marta. Marta, também de 17 anos, começou a enveredar pelo caminho das drogas, ficando assim viciada e acabando por falecer.

Mª Teresa Gonzalez

Após a morte de Marta, Joana começou a escrever um diário como se fosse dirigido a Marta. Nele, Joana desabafava sobre os probelemas com os pais e não só. Um tempo depois de Marta ter falecido, Joana começou a falar com o irmão dela, tendo mesmo começado a namorar. Como qualquer casal, tiveram algumas discussões mas o pior estava para chegar: tal como Marta, o irmão também seguiu o mesmo caminho. Talvez para tentar perceber porque é que a irmã tinha escolhido aquele caminho, ou até mesmo por estar revoltado com o que tinha acontecido com ela. Quando Joana se apercebeu do que se passava com o namorado, já era tarde demais, pois ele já estava demasiado “dentro” do mundo da droga e quase não havia volta a dar. Revoltada com tudo o que se passava, Joana acabou por entrar também nesse mundo, um pouco pressionada pelo namorado. Porém, no fim, os dois decidem fazer reabilitação para deixarem as drogas.

Gostei imenso do livro, contudo não gostei do final pois a Joana não se consegue curar e acaba por morrer. Eu penso que é interessante pessoas da minha idade lerem este livro pois ele ilustra uma realidade bem verdadeira e ilustra também o perigo das drogas.

Ana Silva, 10ºB

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Gonçalo Batista, 8º C

Inês Coimbra, 8º C

Inês Coimbra, 8º C

Inês Marques, 8º B

João Sousa, 8º C

Leandro, 7º B

Raquel Gomes, 8º C

Tiago, 7º B

Eva Nunes, 8º C

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Gulliver era um rapaz que estudava para ser enfermeiro nos navios. Quem o ensinava era um senhor já de idade, com quem ele aprendeu muito.

Um dia, esse senhor morreu e Gulliver já não tinha ninguém para ensiná-lo. Então  teve de se tornar marinheiro. Quando viajava com o resto da tripulação, houve uma enorme tempestade, que arrasou com o barco. Mas, ao avistar a costa, decidiu salvar-se a nado. Contudo, nadou pouco, porque ele e o resto da tripulação tinham bebido bastante cerveja. Quando chegou à areia,  deixou-se dormir, exausto.

Quando acordou, estava todo amarrado com pequenas cordas e até o cabelo estava amarrado. Enquanto se tentava soltar, viu uma coisa muito pequena em cima do seu nariz: era um liliputiano. Esforçou-se para desamarrar as mãos e os braços, mas os liliputianos começaram a atirar-lhe com setas que, embora muito pequeninas, o picavam como agulhas. Passado algum tempo, lá acabaram por soltá-lo.

Gulliver acabou então a viver no meio daquela gente pequena. Certo dia, o castelo do rei liliputiano começou a arder e Gulliver foi ao lago e, enchendo a boca de água, chegou ao castelo onde estava a princesa e cuspiu a água com a intenção de apagar as chamas. Porém, quando chegou o rei, Gulliver foi acusado de ter cuspido na princesa.

Gulliver foi então expulso de lá e foi até a costa para se ir embora. Entretanto chega um outro povo liliputiano, para fazer a guerra aos que o tinham expulsado. Gulliver impede-os e consegue que os dois reis concordem em fazer as pazes.

Assim, a princesa pôde casar com o outro príncipe. Mas Gulliver ainda não sabia como voltar para casa.

Os reis decidiram construir uma caravela gigante para o recompensar e deram a Gulliver uma vaca, um cavalo e uma ovelha. Eles acabaram a caravela e ele partiu.

Quando chegou a casa, contou a história ao seu pai, mas ninguém acreditou. Foi então que Gulliver meteu as mãos nos bolsos e tirou de lá os animais!

Gostei desta história, porque é uma grande aventura.

Bárbara Viana, 7ºB

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