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Archive for Fevereiro, 2009

expo-lingua

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Cá está outro Vídeobili – desta vez, um original:  alguns alunos do 12º B, o Rodrigo,  a Andreia, o João , o André, a Márcia, o Vasco e  a Rita, aceitaram o desafio e publicaram o seu trabalho.

Venham mais!

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A estante do Pai Natal

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A estante do ecologista

 

ecologista

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vamos-gigglar

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Coyote Bar é um filme que conta a história de uma rapariga, Violet, que sai coyote-barda casa do pai numa cidade pequena, Nova Jersey, para ir morar em Nova Iorque, para seguir o seu sonho: ser compositora. Só que ela é uma rapariga muito tímida e para mostrar as músicas que já compôs tem que as cantar. Porém, como não é bem sucedida, ao fim de algum tempo fica sem dinheiro e tem que procurar um emprego. Violet encontra então um bar onde necessitam de mais uma rapariga. Ela começa a trabalhar nesse bar onde terá que perder a sua timidez, pois é um bar onde as raparigas dançam em cima do balcão e é a partir desse momento que começa a cantar as suas músicas sempre que há “confusões”, para mais tarde começar a cantá-las regularmente. Ela também se apaixona por um rapaz que a ajuda a perder o medo do palco, pois descobre que ela consegue cantar quando ninguém está por perto. No final do filme, ela vai finalmente dar um concerto mas, como não consegue cantar logo de início, o seu namorado desliga as luzes do palco e, quando ela finalmente começa a cantar, as luzes acendem-se de novo.

A moral deste filme é que não devemos de ter receio de seguir os nossos sonhos e devemos de descobrir uma maneira de ultrapassar os nossos medos.

Daniela Babo, 12º A

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panoramica121

Graças ao nosso especialista ;), o Sérgio, o Portal do Centro de Recursos (de que o Bibli faz parte) já se encontra actualizado.

Assim, os utentes já podem ter acesso a um formulário de sugestões/reclamações, um tutorial para pesquisa na nossa base de dados (esperemos que os equipamentos informáticos do nosso CR não tardem em funcionar a 100%), e Formação online para quem esteja interessado no tema da Gestão e integração das Bibliotecas Escolares no Projecto Educativo das escolas.

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Tony Stark (Robert Downey JR.), um industrial multimilionário que ficou ao comando da empresa do seu falecido pai, é um brilhante inventor. Numa ida ao Afeganistão para a apresentação de uma das mais poderosas armas homem-de-ferroalguma vez por ele construída – Jericho – é sequestrado e a sua liberdade fica dependente de ele construir para os terroristas que o raptaram o Jericho. Não tendo outra alternativa, e apostando nos seus conhecimentos de pura engenharia e tecnologia, constrói uma armadura de alta tecnolgia que usa para escapar. Quando se apercebe que as suas armas estão a cair nas mãos erradas, usa esse mesmo conceito de armadura de alta tecnologia (embora muito aperfeiçoado) para combater o crime que é gerado, em grande parte, pelas armas que fabrica.

Tinha  grandes expectativas em relação ao filme desde que vi o trailer e devo dizer que foram completamente superadas. O filme tem de tudo um pouco: acção, embora não em demasia, o que é bom, algum súbtil romance, aviões, mísseis, carros, metralhadoras, e… claro um fato de alta tecnologia, de que Tony Stark se serve para combater o crime. O filme tem ainda humor, tendo uma banda sonora fantástica – Black Sabbath – que combina na perfeição com o estilo do filme e que intervem mesmo nos momentos certos. Tem ainda efeitos especiais espectaculares, muito bem conseguidos.

Recomendo vivamente que vejam o filme: é puro entretenimento e diversão, que nos mostra, ao mesmo tempo,  o lado bom e mau da actual tecnologia, tendo ainda vários momentos divertidos e cómicos muito bem conseguidos pela óptima equipa de actores que parecem ter sido feitos à medida para estes papeis.

Tobias Oliveira, 12ºA

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Temos vindo a comemorar aqui no Bibli, através de notícias e outros posts, os 200 anos do nascimento de Darwin e os 150 da publicação da sua obra A Origem das Espécies. Recomendamos agora uma visita ao blogue de apoio à exposição na Fundação Gulbenkian a ele dedicada, e inaugurada a 12 de Fevereiro, data do seu nascimento.

blog-sobre-darwin2

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E, se quiser saber mais sobre a própria exposição,  pode aceder também ao seu sítio oficial.

clique para visitar o sitio oficial da exposição

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Nos Limites do Silêncio é um drama que fala sobre um psicólogo, Michael Hunter, cuja vida profissional se desmoronou desde o suicídio do seu filho.

Após o suicídio do filho de Michael, Bárbara, uma ex-aluna do psicólogo, no-limite-do-silencio-poster021pede-lhe ajuda para tratar Tommy, um jovem que vive numa residência colectiva; após reflectir e ao mesmo tempo com alguma pressão por parte de Bárbara, Michael acaba por aceitar ajudar o rapaz que, em muitos aspectos, o faz recordar o seu filho. Michael empenha-se no caso de Tommy, pois nele vê uma oportunidade para enfrentar os remorsos que sente pela morte do seu filho e um caminho para recuperar a sua própria vida. Ocasionalmente, Tommy conhece Shelly, a filha de Michael, e surge entre eles uma relação inocente; finalmente, Michael descobre a verdade sobre Tommy e ao saber que este se encontra às escondidas com a sua filha, tem agora não só que salvar a sua filha como enfrentar o seu próprio passado.

Este foi um dos filmes que eu mais gostei de ver porque mostra que, por vezes, as pessoas que nos tentam ajudar já passaram por uma situação semelhante à nossa e, nesse confronto, ganham força para conseguirem enfrentar os seus próprios problemas.

Tatiana Martins, 12º A

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ac6107e5-1c6e-4a13-b4e7-973648b7f447_sexta-feira13_190x232Por que razão quando se junta um determinado dia da semana (por sinal tão perto do descanso do fim-de-semana) com um certo dia do mês, muitos temem o azar, pensando que algo fatídico e terrível pode acontecer?

Dizem os  numerologistas que é a irregularidade trazida pelo 13, que se segue à perfeição completa  do 12, que faz dele o “intruso à mesa”.

O 12 sugere a ordem, a quantidade adequada: são os meses do ano, a metade do dia, os apóstolos de Cristo, os signos do Zodíaco, as tribos de Israel – o 13 vem então perturbar essa ordem com o “elemento inesperado”, muitas vezes associado ao mal.

A Sexta-feira, por seu turno, é, segundo os crentes, o dia da morte de Cristo, tendo sido também  numa Sexta-feira, 13 que se deu início à perseguição dos Cavaleiros Templários.

Será isto suficiente para temermos o dia? Penso firmemente que não; mas, se tal acontecer, saibam que sofremos de  Triscaidecafobia.

Assim, com ou sem cabalas, espero que vos aconteça algo de bom hoje, caso contrário podem sempre esperar por uma sorte romântica amanhã, 14.

De qualquer forma…. acontece.

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O livro é um mudo que fala, um surdo que responde, um cego que guia, um morto que vive…

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O filme inicia-se no ambiente formal e sombrio da Welton Academy. Meninos entre os 6 e os 17 anos despedem-se dos pais, que os “abandonam” no dito melhor colégio de ensino secundário dos Estados Unidos, como apregoa o director, pois cerca de 90 % dos alunos saem directamente para as melhores universidades.

Neste colégio dá-se primazia aos resultados, descurando-se a forma como se ensinam as crianças e os adolescentes a tornarem-se independentes e capazes de enfrentarem o mundo real. Venera-se a quantidade em desprimor da qualidade (onde é que eu já vi isto? – é um tema bem actual…)

O Clube dos Poetas Mortos ou, como carinhosamente o trato, DPS (Dead Poets Society), é uma obra prima de Peter Weir que tento, sempre que possível, trabalhar com os meus alunos em sala de aula, quer quando lecciono Inglês, quer quando tenho a sorte de ter um horário de Português.

O filme aborda temas relacionados com a poesia, ou melhor, o amor pela arte poética por parte de Mr. Keating e a sua crítica às clubedospoetasmortos2interpretações “quadradas”, maniqueístas e inflexíveis dos críticos literários da época; ilustra o ensino nos anos 50 e a rigidez e rectidão das regras impostas, desde tenra idade, aos alunos e a consequente rebeldia em rompê-las, inerente aos adolescentes; demonstra-nos a relação pais-filhos, onde o autoritarismo cego de um pai infanticida, atrofia as escolhas do seu talentoso filho, Neil Perry; como não podia faltar, surge também o amor puro, sincero e romântico presente na personagem de Knox Overstreet pela encantadora Christine; apresenta-nos ainda a timidez de Todd Anderson que é combatida, corajosamente, na célebre última cena do filme (Sim… aquela que nos arranca sempre uma lagrimazita ao canto do olho):

“Oh, Captain, my Captain”.

clube_dos_poetas_mortosDestaco ainda uma das minhas cenas favoritas: Todd está sentado junto às ameias do palacete onde o colégio está inserido com um conjunto de secretária junto dele. Neil chega para saber o que se passa e fica a saber que o amigo faz anos nesse dia e está triste porque os pais lhe ofereceram a mesma prenda que haviam oferecido no aniversário passado. Para animar o companheiro de quarto, Neil convence-o a lançar o presente pelo ar e diz:”Não te preocupes. Para o ano recebes outro.”. Esta cena é toda ela ilustrativa do desinteresse dos pais por este filho, que, segundo eles, deverá seguir as pegadas do irmão mais velho, que era um “génio”.

Enfim, é dos filmes mais completos que já vi. Os valores transmitidos, o sentido de humor, a mensagem do Carpe Diem, a camaradagem e a traição de Cameron, a poesia sempre presente como forma natural de descrever o mundo que nos rodeia e o nosso íntimo são os ingredientes que fazem parte desde soberbo filme dos anos 90.

Prof.ª Ana Costa Arruda

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viagens-literariasA Teresa Pombo, que já foi professora na nossa escola (e até fez parte da equipa da CR) assina um site muito interessante: Viagens Literárias.

mapaantigo_peq1Se és aluno do 9º ou do 12º, podes consultar o mapa da Viagem de Vasco da Gama à India, clicando na imagem da direita e, se tiveres instalado o Google Earth, podes igualmente seguir a rota no globo terrestre com informações detalhadas sobre diversos episódios da obra Os Lusíadas, associados às diversas etapas da viagem. Recomendamos, no entanto, quer a alunos, quer a professores, uma visita ao site, que fornece instruções mais pormenorizadas para a “navegação”, assim como um tutorial para a construção de uma nova viagem.

Parabéns à Teresa pelo excelente material didáctico! O Bibli vai estar atento a próximas Viagens.

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Já foi escolhido o leitor, ou melhor,

leitora, do mês de Janeiro – quer saber

quem é?

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Iniciamos agora mais uma rubrica do Bibli – O Vídeobibli – em que pensamos juntar as palavras, os sons e as imagens.

Dedicamos assim este primeiro post, com um fac-simile da capa da Mensagem e um excerto do filme homónimo, com a recitação do poema Nevoeiro, aos alunos do 12º Ano que estão neste momento a estudar esta obra e que têm sido os mais activos produtores de textos para o Bibli. Como sabemos  😉 que eles são bons realizadores, esperamos assim que queiram participar também nesta rubrica e não deixem o que já têm “a criar pó” nos computadores lá de casa.

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O nevoeiro que hoje envolve e faz entristecer um Portugal cada vez mais distante de si próprio, será o cenário para o surgimento do Encoberto e o início de um mundo novo: o Quinto Império…

Excerto do filme “Mensagem”, dirigido e montado por Luis Vidal Lopes, estreado no cinema S.Luiz, em Lisboa, no dia 13 de Junho de 1988 e baseado no livro homónimo de Fernando Pessoa. Argumento e texto de Manuel Gandra e Luis Vidal Lopes. Poemas, cartas e textos originais de Fernando Pessoa. Fotografia de Manuel Costa e Silva. Musica de Richard Wagner. Produção de Cristina Hauser. Filipe Ferrer no papel de Fernando Pessoa.

in http://www.youtube.com/watch?v=EUHPKNxyJ1Q&feature=related


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Quando me sugeriram escrever sobre um filme, uma música ou um livro, da nossa vida, fiquei entusiasmada. Acabei por escolher o filme Aeon Flux, porque achei engraçada a maneira como resolveram apresentar como é a vida depois da morte.

aeon-flux-1Aeon Flux é um filme de acção, com um pouco de romance, que se passa num futuro 400 anos à nossa frente, quando uma epidemia extermina a maioria da população da Terra, excepto uma cidade bem protegida chamada Bregna, governada por um Congresso de Cientistas.

Theron interpreta o papel da personagem Aeon Flux, principal agente secreta de um movimento rebelde conhecido como Monikan, liderado por Handler, no século XXV.

Aeon é a única esperança dos rebeldes para derrubarem a estéril sociedade “perfeita”.

As complicações começam quando Aeon Flux encontra o marido “da outra vida”. Naquela cidade, quando uma mulher estava grávida, matavam-na – foi o que se sucedeu com Aeon, sendo o marido “da outra vida” a contar-lhe o sucedido, visto que ele fazia parte do Congresso de Cientistas. Assim acaba por surgir um clima de romance entre Aeon Flux e o marido “da outra vida”.aeon-flux-2

Contudo, durante uma missão para abater o líder do governo, Aeon descobre muitos outros segredos, que podiam alterar de forma radical o futuro do mundo, o que a faz questionar tudo em que acreditava até então. Mas Aeon Flux acaba por tomar a decisão correcta.

Querem saber qual foi? Vejam o filme! Não se vão arrepender!

Ana Rita Cavadas, nº3, 12ºA

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