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Archive for Março, 2015

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sobre um poema

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poesia e primavera

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Entre  algumas as atividades previstas para a Semana da Leitura (que este ano tem como tema Palavras do Mundo), destacamos uma performance poética levada a cabo pelo Ateliê de Expressão Dramática (dinamizado pelo colega Carlos Amaral) que, à semelhança do ano anterior, animará o espaço da BE no intervalo das 11:45 nos dias 17 e 18 de março. Para além de integrar a Semana da Leitura promovida pelas BE do agrupamento, esta atividade pretende ainda antecipar a celebração do Dia Mundial da Poesia que terá lugar a 21 de março.

Estão todos convidados!

cartaz semana da leitura

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relogio2Muitas vezes, ao longo do dia, perdemos alguns segundos a ver as horas: quanto falta para a aula de português acabar; para saber se o autocarro daquela carreira rotineira já passou; quantas horas teremos de sono. Enfim, são inúmeras as ocasiões em que perdemos tempo preocupando-nos com o tempo.

Dispensando agora um pouco do nosso tempo para falar sobre ele, concluímos que a este se pode chamar  ingrato. Ora passa rápido, ora passa devagar. Por exemplo, quando estamos a fazer algo aborrecidos ou contrariados, o tempo vira-se contra nós, demorando a passar. Assim que este nos vê felizes, a fazer algo prazenteiro, parece que faz de propósito e acaba com essa nossa felicidade, fazendo com que essas horas ou minutos pareçam uns míseros milésimos de segundo.artlimited_img330827

Tal como já foi referido, é um ingrato. Resta-nos a nós, submissos ao tempo, tentar manipulá-lo – missão impossível… pois, enquanto tentamos manipulá-lo, ele continua a passar e continuamos a dar-lhe a atenção que não merece, não escondendo o que sentimos.

Por isso, antes que o tempo acabe, devemos ver cada situação do dia a dia de forma positiva, até ao último segundo, antes que este nos tire o pouco tempo que temos.

Filipa Beirão, Joana Carrilho e Micaela Pina, 10º I/J

imagens editadas daqui e daqui

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A temporada dos prémios cinematográficos continuou em fevereiro com destaque para o Bernilane, Festival de cinema de Berlim e os Óscares da Academia de Hollywood. No primeiro evento, o Urso de Ouro foi para Taxi do perseguido realizador iraniano Jafar Panahi que, embora esteja proibido de filmar, continua a fazê-lo de forma clandestina e, neste caso, com uma câmara num táxi que é conduzido pelo próprio Panahi.

No rescaldo da 87ª edição dos Óscares, Birdman  (ou a Inesperada Virtude da Ignorância) de Alejandro González Iñárritu foi o grande vencedor ao conquistar quatro estatuetas douradas, entre elas a de Melhor Filme e Melhor Realizador, enquanto Grand Budapest Hotel de Wes Anderson recebeu quatro galardões, a maioria em categorias técnicas, e Whiplash três entre os quais o de melhor ator secundário atribuído a J.K.Simmons. Como melhor ator, foi galardoado Eddie Redmayne, em A Teoria de Tudo, e Patricia Arquette, em Boyhood: Momentos de uma vida, como melhor atriz secundária.

Entre as estreias do mês, referência especial para o comovente O meu nome é Alice de Richard Glatzer e Wash Westmoreland com um soberbo desempenho de Julianne Moore, que mereceu o Óscar de melhor atriz no papel de uma brilhante professora universitária de linguística a quem é diagnosticada uma forma precoce da doença de Alzheimer o que provocará progressiva degradação física e mental e consequentes alterações a nível familiar.

Numa outra vertente uma parte importante da história política recente dos E.U.A. no que respeita à defesa dos direitos civis dos negros é apresentada em Selma, a marcha da liberdade de Ava DuVernay, que ganhou o Óscar de melhor música com o emotivo tema Glory, de John Legend. Relatos selvagens de Damian Srifon, candidato argentino ao Óscar de melhor filme estrangeiro, é uma excelente obra de humor negro e absurdo sobre seis histórias do quotidiano.

O prémio de melhor filme estrangeiro foi atribuído ao polaco Pawel Pawlikowski com o misterioso Ida, que tem acumulando inúmeros prémios, entre os quais o de melhor filme europeu. Igualmente com nomeações para os Óscares Vício intrínseco de Paul Thomas Anderson, adaptação de um romance de Thomas Pynchon, apresenta Joaquim Phoenix no papel de um detetive policial dos anos 70 que circula no meio de um caleidoscópio de personagens bizarras. Referido, inúmeras vezes, como um dos melhores filmes do ano transato, Um ano muito violento de J. C.Chandor é um intenso drama com uma excelente fotografia que carateriza a sombria Nova Iorque, durante o inverno de 1981, estatisticamente o ano mais perigoso na história da cidade, com Oscar Isaac e Jessica Chastain nos principais papéis de uma inquietante história sobre a crença na honestidade num ambiente de corrupção e rivalidades políticas e económicas.

O excêntrico Tim Burton realizou Olhos grandes com uma temática diferente do que nos habitou, mas é agradável ver como a pintora Margaret Keane lutou para ser reconhecida como autora dos famosos quadros com crianças de olhos grandes, cuja autoria tinha sido usurpada pelo seu marido. Com temas de atualidade nomeadamente sobre a responsabilidade dos media perante os atos de violência Mil vezes boa noite de Erike Poppe é também um drama pessoal em que Juliette Binoche encarna uma repórter fotográfica dividida entre a sua profissão e os deveres como mãe e esposa. Igualmente atual Os cartoonistas –soldados de infantaria da democracia de Stéphanie Valloatto apresenta doze profissionais da escrita que em diferentes latitudes geográficas defendem, corajosamente, o direito à liberdade de expressão.

Quando se comemora 70 anos do fim da 2ª guerra mundial, é aconselhável ver como decorreu a reconstrução em Inglaterra no documentário de grande realismo social O espírito de 45 de Ken Loach. Podemos verificar não só como se fez a reconversão da economia de guerra e as transformações em todos os setores da vida económica como também muitas das conquistas do pós – guerra que consolidaram o estado social, nomeadamente o Serviço Nacional de Saúde, se degradaram nas últimas décadas.

Por fim, e para quem deseja passar momentos divertidos, Kingsman-serviços secretos de Matthew Vaughn cómico filme de espionagem com Colin Firth e Samuel L. Jackson, adaptação da série de banda desenhada de Mark Millar.

Fica ainda ao registo de dois eventos cinematográficos a decorrer em Lisboa no mês que agora se inicia: de 4 a 8 de Março no cinema São Jorge decorre o evento Judaica –Mostra de Cinema e Cultura, cujo programa pode ser consultado em http://www.judaica-cinema.org/, e celebrando quinze anos, de 12 a 22 março, teremos a Monstra-festival de Cinema de Animação de Lisboa, que regressa ocupando 18 espaços da cidade de Lisboa com a animação japonesa e da América Latina em destaque.

Luísa Oliveira

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