Feeds:
Artigos
Comentários

Archive for Maio, 2013

À medida que se aproxima o mês de Junho, alunos do 9º, 11º e 12º anos começam a pensar, ainda não nas férias que se avizinham, mas nos exames. Assim, aqui fica uma Estante com algumas sugestões da nossa BE que os poderão ajudar, não só nas disciplinas específicas em que vão ser avaliados mas também no método e atitude mais adequada para terem sucesso.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Deixamos igualmente a sugestão de dois sítios com informação relevante, particularmente para os finalistas do Ensino Secundário: o Guia Geral de Exames, do Ministério da Educação e Ciência, e o Guia do Estudante, disponibilizado com atualizações frequentes pelo Jornal Expresso.

gexpress

clique para aceder

logo

clique para aceder

Finalmente, publicamos uma interessante proposta de uma ferramenta didática para a disciplina de Matemática do Ensino Básico feita pela psicóloga da nossa escola, Teresa Alves Soares.

Lições de MATEMÁTICA em casa – Uma ideia que vale a pena divulgar

O meu primeiro contacto com a Academia Khan foi há cerca de dois anos, através de uma TED Talk do próprio Salman Khan. Desde então, tenho usado a KhanA, como uma wiki, geralmente quando tenho alguma dúvida sobre história mundial ou economia.

ka-simplified-logo-white

clique para aceder

Mas a história desta Academia começa muito antes, em 2004, quando Salman Khan, o seu fundador, que vivia em Boston, decidiu dar explicações de Matemática aos seus primos que viviam em Nova Orleães. Perante os 2200 quilómetros que os separavam, decidiu produzir pequenos vídeos explicativos e muito acessíveis, sobre as matérias que eles não entendiam. Os primos gostaram e mais tarde Khan começou a colocar estes vídeos no YouTube. Muitas pessoas que “tropeçavam” nestes vídeos, enviaram-lhe comentários e cartas de vários locais de todo o mundo, o que o incentivou a prosseguir com esta atividade. Rapidamente, milhares de jovens começaram a visualizá-los e a partilhá-los, para aprender MATEMÁTICA e os vídeos de Salman Khan passaram a ser os explicadores de muitos jovens, na sua própria casa.

Atualmente, a Academia Khan, organização sem fins lucrativos, desenvolve conteúdos (em inglês) muito para além da Matemática: Economia, Ciências, História, Humanidades, Informática… Para o seu fundador, a Academia não é mais que um conjunto de vídeos explicativos que pretendem fornecer informação básica, acessível a todos, em qualquer ponto do globo (a free world-class education for anyone anywhere).

A Fundação Portugal Telecom disponibiliza agora as lições de MATEMÁTICA da Academia Khan, do 2º ao 9º ano, adaptadas e traduzidas em Português, em http://m.khanacademy.sapo.pt/disciplina/matematica

Penso que a Academia Khan, para além de uma grande ideia, é uma ferramenta interessante e muito útil para os alunos, pois permite rever matérias já deram há vários anos, esclarecer dúvidas ou aprender matérias novas. Os mapas concetuais e os esquemas apresentados são construídos de forma muito intuitiva, fácil de usar e fácil de reter e recordar. Aconselho, em primeiro lugar, aos alunos e também aos pais que querem ajudar os filhos a estudar em casa, ou aos avós ou primos…

Podem ver também na página da Escola, no sítio do Serviço de Psicologia e Orientação – ESTUDAR MELHOR.

Teresa Alves Soares

Psicóloga da ESDS

Read Full Post »

O Rei LeãoO Rei Leão (original: The Lion King; realizadores: Roger Allers e Rob Minkoff; distribuidor: Walt Diney, E.U.A. ,1994)

Após me ter sido proposto escrever sobre o filme da minha vida, e garanto-vos desde já que é uma grande responsabilidade, tive que aceitar este desafio que durante muitas horas me deixou a pensar sobre que filme deveria escolher. Isto porque é díficil selecionar um filme entre vários que me deixaram a refletir sobre inúmeras questões, que despertaram diversas emoções desde o choro às mais espontâneas gargalhadas, que me ensinaram lições e que, acima de tudo, me marcaram.

Foi díficil escolher um filme tendo em conta também o facto de que a minha vida nem vai a meio e possivelmente ainda poderei assistir a um filme que me marque para toda a vida e esse sim se torne o intitulado “filme da minha vida”.

Entretanto, e avançando para o que realmente interessa, acabei por fazer a minha escolha que se inclinou para um filme que me acompanhou toda a minha infância, isto é, dos meus cinco aos onze/doze anos mais ou menos. Um filme que ainda hoje me traz tão boas memórias, um filme do qual eu sei todas as falas de cor e, mesmo nos dias de hoje, consigo ver vezes sem conta e nunca me fartar. E esse filme é “O Rei Leão” da Disney.

Provavelmente muita gente iria questionar o porquê de ter escolhido um filme de desenhos animados e, além disso, iriam inclusive perguntar como posso considerar um filme de “bonecos” o filme da minha vida. Mas quanto a isso, eu posso responder de forma muito clara: sim, é de facto, um filme de desenhos animados, um filme direcionado especialmente para crianças. Porém, não se trata apenas e somente de um filme de animação e entretenimento. Se prestarmos atenção, este tipo de filmes são os que melhor passam as mensagens, bem como as lições de moral. São os que de forma não tão evidente (pelo menos até certa idade), nos fazem perceber como certos aspetos na vida funcionam. Foi o que aconteceu com este filme da Walt Disney.

O filme “Rei Leão” (irei focar-me no primeiro filme, embora tenha adorado também o segundo) foi e é um filme que, como já tinha referido, me ensinou algumas coisas que eu fui percebendo melhor à medida que fui crescendo e amadurecendo, e que ainda hoje me faz esboçar um sorriso, por um lado, de nostalgia, por outro, das boas recordações que tenho em mim.

A história do filme foca-se em Simba, filho de Mufasa, que muito cedo morre vítima do seu irmão Scar. Scar mata Mufasa, o rei leão3pois quer alcançar o poder do irmão e, depois da morte dele, obriga Simba a fugir da terra, culpando-o da morte de seu pai. Simba, que ainda era uma criança na altura, ouvindo tais palavras, não hesitou em fugir. Porém, ele não sabia que um grupo de hienas comandadas por Scar iriam atrás dele na tentativa de o matar para que não houvesse herdeiro do trono e Scar subisse definitivamente ao poder. Entretanto, Simba consegue escapar e conhece Timon e Pumba que se tornariam os seus companheiros para a vida. Com eles cresceu, sarou as feridas, aprendeu os hábitos de vida dos companheiros e foi em busca da sua própria felicidade.

Certa tarde, uma velha amiga de infância de Simba vai à caça e tenta capturar Timon e Pumba. Todavia, quando Simba sente a presença da leoa, lança-se para cima dela para a impedir de atacar os amigos. Eis que Nala (essa mesma leoa, amiga de Simba) o reconhece e ambos festejam o reencontro depois de todo aquele tempo sem se verem. No entanto, rapidamente a felicidade dá lugar às interrogações de Nala, que o interpela sobre o seu desaparecimento, o confronta com o facto de todos na sua terra o julgarem morto e afirma que ele tem que regressar, pois as condições do seu habitat (que também já fora de Simba) eram miseráveis, e ele tinha que assumir o trono e expulsar Scar de lá. Contudo, Simba estava cada vez mais confuso e não suportava a ideia de voltar, afetado ainda pelo sentimento de culpa em relação à morte do pai.

Após uma longa discussão com Nala, Simba decide caminhar à noite para refletir e chega a evocar o nome do pai através das estrelas, questionando porque é que ele o tinha deixado sozinho quando lhe tinha prometido que sempre estaria lá para ele. Lembro-me que esta foi a cena que mais me marcou em todo o filme, tendo até me escapado algumas lágrimas. Aparece um babuíno, chamado Rafiki, que conhecia Mufasa e soubera de toda a história. Ele surge e aconselha Simba, dizendo-lhe as seguintes palavras: “O passado pode doer, mas quanto a isso só há duas coisas a fazer: fugir dele ou aprender com ele.” É nesta cena que Simba fica decidido a voltar para sua terra natal, enfrentando o passado e lutando pelo trono.

Quando lá chega, todos os parentes, inclusive a mãe e conhecidos de Mufasa, ficam surpreendidos ao ver Simba que julgavam morto mas, evidentemente, ficam contentes com o seu regresso. Simba pensa num plano juntamente com Timon e Pumba para poder chegar até Scar e confrontá-lo. É nesse confronto que vem a surgir a verdade e Scar admite que fora ele quem matara Mufasa. Depois de uma grande luta, Scar acaba por ser alvo das próprias aliadas (hienas) que o devoram quando este cai de um precipício.

No final, Simba assume o trono e passado algum tempo, vem ao mundo a sua filha e de Nala, a quem deram o nome de Kiara e que viria a ser a protagonista do segundo filme.

Tenho a certeza que fui apenas uma das muitas crianças que se apaixonou por este filme. Recordo-me de episódios em que punha a cassete do filme – sim porque, nessa altura, ainda eram usadas cassetes antes de surgirem os DVD’s que hoje conhecemos – e mal o filme iniciava punha-me logo a cantar o tema inicial do filme desde o início ao fim. Também me lembro de saber todas as falas de cor (e ainda hoje sei) e recordo-me também de me pôr de gatas no meio do chão e imitar todas as cenas do filme como se eu mesma fosse a protagonista. A inocência e imaginação de uma criança são fantásticas, não é?

reileaoOutra coisa que me fascina neste filme (e que acontece com grande parte dos filmes da Disney) é, sem dúvida, a banda sonora. Quando somos mais novos não ligamos tanto ao significado das músicas, prestamos mais atenção ao ritmo, por exemplo. No entanto, agora que mais crescida, sempre que vou ouvir alguma música do filme interpreto o seu verdadeiro significado e consigo até indentificar-me com ela mesmo passado todos estes anos. Existe uma, que toda a gente conhece que se chama “Hakuna Matata” e que fala sobre deixar o passado atrás das costas e viver o presente, que é uma das mensagens que o filme passa a quem o vê e foi algo que eu aprendi com ele. Aprendi, também, que é preciso acreditar em nós e enfrentar as situações, pois fugir delas é estar a fugir de nós mesmos. Precisamos aprender com o passado, com os erros, e lutar para que no presente e no futuro tudo fique bem.

Para além destes aspetos, o filme também retrata o facto de estarmos rodeados de ganância, mas devemos ser superiores a toda essa ganância e mesmo inveja e não deixarmos de ser fiéis a nós mesmos, não deixar que essas pessoas nos tirem isso.

Este, certamente, será um filme que me acompanhará para toda a vida. Sempre que assistir ao “Rei Leão”, vou-me sentir criança outra vez, como se viajasse numa máquina do tempo. São incríveis as sensações e o impacto que um filme pode ter em nós. Farei questão, se possível, de um dia mostrar o filme aos meus filhos e partilhar com eles algo que acabou por fazer parte de mim e da minha vida.

Já vi muitos filmes, de todos os géneros: ficção científica, ação, suspense, drama, animação, comédia, romance, um ou outro histórico… E claro que alguns deles também estão na minha lista de filmes favoritos, contudo não me arrependo desta escolha que fiz e hei-de sempre considerar o “Rei Leão” um dos filmes da minha vida.

Sandra F. Matoso, 11ºE

Read Full Post »

IMD_portugues

Saiba mais em:
Património.pt
IGESPAR

Read Full Post »

O que é que podes dizer sobre uma rapariga de vinte cinco anos que morreu? Que ela era linda e brilhante? Que ela amava Mozart e Bach? Os Beatles? E a mim?

Love Story (realizador: Arthur Hiller, E.U.A., 1970)

187lovestoryNós nascemos, crescemos, traçamos planos, vivemos a nossa vida e morremos. É assim que é suposto ser, é suposto cometermos erros, é suposto sermos felizes e, por vezes, tristes, é suposto vivermos as nossas vidas ao máximo. Como disse Henry Thoreau Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi.

É assim que é suposto ser. Porém, às vezes, a ordem é trocada, e nós nascemos, crescemos, traçamos planos e morremos. Por vezes, uma rapariga de vinte e cinco anos, com a vida toda pela frente, descobre que tem uma doença terminal e que está prestes a morrer.

Tal acontece em Love Story, o filme da minha vida.

Este filme segue o romance de Jenny e Oliver, que se conhecem na universidade, apaixonam-se, casam-se, são felizes e, num abrir e fechar de olhos, são confrontados com a vida e tudo o que ela tem para oferecer. E o que não é suposto acontecer, acontece. E um romance, que está apenas nas suas páginas inicias, acaba.

Poderiam perguntar o que é que tem este filme de tão especial para que eu o considere o filme da minha vida, e eu explicar-vos-ia que este é mais especial relativamente aos outros, e consequentemente, é o filme da minha vida porque é real. Ele mostra como a vida duma pessoa pode ser destruída num único instante e como todos os planos que traçamos não passam disso: planos que nunca se irão concretizar, porque nós não temos qualquer tipo de rédeas no nosso destino e na nossa vida.

Este filme mudou a minha vida ao ensinar-me que tudo pode acabar num instante e assim que acabar não há volta a dar, é por isso necessário aproveitar a vida ao máximo e “sugar o tutano da vida”.

As emoções provocadas por este filme despertaram-me, de certa maneira, para a minha própria vida. Ele fez-me prestar atenção aos pequenos momentos, aos raios de felicidade que nos tocam todos os dias da nossa vida, porque esses é que são os momentos verdadeiramente importantes.

A revolta, a angústia, a compaixão, a tristeza, o sentimento de perda, que nos acompanham ao longo desde filme, aliados ao desespero visível nos atos deste casal face à descoberta de que haviam perdido os sonhos que tinham construído, é simplesmente esmagador.

Este filme ensina-nos que amar alguém significa nunca ter que pedir desculpa. A Jenny mudou para sempre a vida do Oliver, e é isso o que um grande amor deve fazer àqueles que o experienciam.

Este é o filme da minha vida porque mudou-me para sempre. Love Story tornou-me numa pessoa completamente diferente, uma pessoa mais ligada ao que sente, e mais preparada para enfrentar a realidade, e fez isto tudo através da sua história completamente avassaladora.

O filme da tua vida deve ser aquele que te transforma completamente e que te faz querer ser algo mais que alguma vez foste, e é por isso que posso dizer que o Love Story é o filme da minha vida.

 Ana Catarina Medeiros, 11ºE

Read Full Post »

Será realmente a questão da Génese um tabu para a Ciência? Façamos votos para que os apaixonantes trabalhos de investigação sobre a origem da Vida ou da Terra, possam prosseguir na serenidade necessária, sem qualquer ideia preconcebida sobre os seus resultados, sem que estes sejam interpretados como ofensas a quem quer que seja, mas, pelo contrário, como um elemento mais do percurso natural da Ciência.

Da pedra à estrelaALLÈGRE, Claude (1987), Da Pedra à Estrela, Coleção Ciência Nova, nº 4, Publicações Dom Quixote, 1ª edição, Lisboa

A obra Da Pedra à Estrela revela ao leitor que a geologia e a astronomia são ciências que se ignoraram mutuamente  durante muitos anos. O autor refere que os geólogos estudam a história da Terra, os astrónomos, a do Universo. Uns trabalham com martelos e bússolas, os outros com telescópios. As atenções dos primeiros estão concentradas na terra, as dos segundos no céu. No entanto, segundo o autor, nos últimos anos esta divergência tem vindo a desaparecer.

Este livro fala-nos sobre a origem da Terra, sobre a maneira como este planeta se formou e sobre as condições que lhe permitiram tornar-se hospitaleira para a vida e para o homem. O autor refere que estas são questões que todas as civilizações humanas levantam e que, na sua opinião, os modos de abordar este problema variam conforme as sociedades, mas constituem uma das bases da reflexão de qualquer civilização.

À medida que avançamos na leitura, apercebemo-nos que o problema da origem da Terra pertence ao domínio da Ciência, no entanto, ultrapassa-a largamente. Ao longo da obra o autor faz referência ao facto da geologia se recusar a abordar a sua história antiga, o que leva o leitor a questionar como é que a geologia, que é a disciplina que tem por objeto o estudo da Terra, da sua estrutura e da sua evolução, pode recusar abordar o nascimento da própria Terra. O  autor questiona mesmo quais as razões que motivam este silêncio prolongado, esta repulsa por um assunto que deveria constituir o próprio cerne dos estudos geológicos.

Para que o leitor fique esclarecido, ao longo da obra, Claude Allègre entra no domínio «interdito» aos geólogos, utilizando as ferramentas da geologia e decifrando as mensagens inscritas nas rochas, permitindo assim ao leitor percorrer a própria história da geologia.

Considero esta obra, repleta de ilustrações, muito interessante porque discute a história da Terra e a sua formação, em que se convida o leitor a fazer uma viagem ao centro da Terra, para obter um conhecimento mais profundo sobre a origem do nosso planeta. Trata-se de um livro escrito de um modo muito didático, embora estejamos perante uma obra científica destinada a não especialistas, o que facilita a sua leitura e compreensão.

Rita Pereira, 10ºC

Read Full Post »

carlos amaralFoi com livros, poesia, liberdade e evocações de momentos em que essa liberdade não estava ao alcance da esmagadora maioria dos portugueses que decorreu a  Semana da Leitura promovida pela BE da ESDS entre os dias 22 e 27 do passado mês de abril.

Assim, o Prof. Carlos Amaral, com base em alguns excertos da sua obra,  e contando com a colaboração dos alunos Francisco Jordão e Pedro Pendão, encheu de poesia e gesto o espaço da entrada da BE no primeiro intervalo da manhã do dia 23, lembrando que a palavra e a sua interpretação não são só uma forma de arte mas um exercício de liberdade.

Esteve igualmente patente, durante 2 semanas a exposiçãoLivro & Liberdade – que pretendia evocar esse direito pelo qual tantos lutaram. Os visitantes puderam ver alguns facsímiles de  autos de censura de livros desde 1933 a 1974, bastante reveladores da moralidade da época. Neles os “analistas” literários desse lápis azul (na maior parte de um vermelho pleno de raiva censória) tecem considerações acerca da falta de qualidade da poesia de Miguel Torga, da imoralidade da vida de Simone de Beauvoir, e da protagonista do também proibido Bonjour Tristesse (de Françoise Sagan), entre muitos outros a merecer uma atenção mais cuidada do leitor curioso na galeria que abaixo exibimos. Estiveram também expostas cópias de alguns dos mais vistosos cartazes da revolução, completamente desconhecidos dos mais novos, mas ainda na memória de muitos de nós.

Uma palavra especial para todos os que tornaram possível esta Semana da Leitura: para além do prof. Carlos Amaral, as colaboradoras da biblioteca, Helena Amaro e Fernanda Peralta, pelo seu constante entusiasmo e disponibilidade, assim como a prof.ª Luísa Oliveira pela colaboração na seleção documental, a prof.ª Ana Noválio pela seleção de letras e músicas com que a rádio da escola acompanhou o evento e, finalmente,  todos os colegas de Português que desenvolveram atividades nesta semana temática nos seus períodos letivos.

Fernando Rebelo

Este slideshow necessita de JavaScript.

Read Full Post »

imagem 3

“Porquê escrever?” é uma pergunta que tem provavelmente milhares de respostas, pois as pessoas têm diferentes motivos que as levam a escrever.

Eu escrevo quando estou triste e preciso de desabafar, quando estou alegre e preciso de contar o que sinto: seja um segredo ou dizer que amo ou estou com saudades de alguém, ou ainda quando consolo um amigo ou uma amiga.

Escrever também é dividir ou aproximar, é por isso que gosto tanto de poesia. Atualmente, as pessoas distanciam-se com bastante facilidade e basta um bom poema para se aproximarem novamente, por isso considero a poesia como uma das mais belas realizações do ser humano.

Contar histórias, por seu turno, não é só um modo de entreter, mas também de viver mundos novos, de refletir por meio das palavras, das ideias e dos sentimentos de cada personagem.

Posso concluir que é difícil saber os motivos que nos levam a escrever, mas é fácil compreender que são tantos, que todos nós, em diferentes alturas da nossa vida, por um ou outro desses motivos, temos necessidade de o fazer.

Patrícia Leitão

imagem 1Escrever é importante, do meu ponto de vista. Através da escrita, e das palavras, é possível causar um impacto nas pessoas, incentivá-las a ver o mundo de outra forma e até mesmo fazê-las sorrir. Por outro lado, escrever é uma forma de nos expressarmos: a simples ação de passar para um papel tudo o que nos vai na alma é de certa forma reconfortante e consolador e ajuda-nos também a organizar as nossas ideias.

 Elena Ostrovan

As pessoas devem escrever para expressar o que estão a sentir. Felicidade ou tristeza, o que importa é escrever para soltar o que de melhor há dentro de cada um. Existem momentos da nossa vida em que devemos escrever para transformar as ações em palavras.

 Ana Rita Barata

Devemos escrever para registar todos os momentos, para nos sentirmos mais humanos e vivos ao transmitir as nossas histórias fictícias ou verídicas, ou os nossos sentimentos que não são expressáveis de outro modo. 

Ana Margarida Berrincha

Escrevemos para nos expressarmos. Escrever é a forma de expressar um pensamento ou um sentimento. É fazer uma imagem 2reflexão.

Escrevemos quando estamos tristes e queremos desabafar ou quando estamos alegres e precisamos contar aos outros o que sentimos. Escrevemos para contar um segredo, para dizer que temos saudades de alguém, ou que estamos apaixonados, mesmo que seja só para o diário.

Escrevemos para rir, para guardar algo, para compreender, para superar obstáculos. Escrevemos porque é verão e os dias são belos… Escrevemos porque é inverno e os dias são cinzentos, todos parecidos. Escrevemos porque alguém nasceu ou morreu.

Escrevemos ainda para que as nossas palavras fiquem registadas, mais que não seja num pedaço de papel.

Rita Pereira

Escrevemos para poder expressar os nossos sentimentos e tudo aquilo que não conseguimos dizer em voz alta, para que possamos recordar os momentos importantes da nossa vida e para aniquilar a tristeza de um momento de desespero, escrevemos para poder possuir a felicidade. No fundo escrevemos para dar corpo e voz à nossa alma.

 João Afonso

Porquê escrever?” Escrever é a maneira mais fácil de comunicarmos. É através da escrita que conseguimos explicar momentos, acontecimentos, sentimos, emoções. Porque quando as palavras não saem da nossa boca…conseguem sempre ser transmitidas para o papel: o que às vezes é difícil dizer em voz alta, torna-se possível de registar num pedaço de papel, nem que seja para deitar fora – mas fica-nos sempre a sensação que foi dito e que foi sentido. 

Escrever faz-nos bem e é por isso que eu escrevo.

 Mariana Aires

imagem 4

imagens: daqui, daqui, daqui e daqui

Read Full Post »

Older Posts »