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Archive for Março, 2012

Em 17 de novembro de 2017, daqui a pouco mais de 5 anos, farão 300 que, dando cumprimento a uma alegada promessa do rei D. João V, se deu início à construção do convento de Mafra. Em outubro deste “ano da graça” de 2012, o seu “Memorial”, publicado por Saramago em 1982, cumprirá, por sua vez, 30 anos.

É certo que, mesmo cruzando-se na história da História e na história da ficção, as duas obras transcendem essa sobreposição, pois têm uma dimensão diferente que as faz ultrapassarem-se mutuamente – o convento já existia muito antes de Saramago ter transformado as suas pedras em palavras e o ter reconstruído (ou a sua memória) à sua maneira. Porém, se o monumento aí está para que toda a sua posteridade o interprete como deseje – quer o use como  pretexto literário, quer o estude como texto arquitetónico – a verdade é que Saramago lhe deu uma narrativa que, goste-se ou não, dificilmente deixará já de fazer parte do seu património imaterial.

Foi nesta convicção que os alunos do 12º Ano o visitaram em 14 de março passado, no âmbito da lecionação da obra Memorial do Convento. O programa integrou  uma representação de uma versão dramática da narrativa em causa e uma visita guiada temática ao monumento. Pelo que pudemos observar e ouvir dos alunos, o interesse suscitado foi grande: para quem leu a obra, a realidade  arquitetónica e histórica ganhou outro significado, para os leitores mais renitentes, essa mesma realidade aguçou-lhes a vontade de conhecer o modo como Saramago reinventou  a memória dessas  pedras com que foi construído.

Resolvemos então aproveitar esse entusiasmo para propor aos alunos do 12º Ano que participaram na visita a escrita de um texto entre 400-500 palavras em que interpretem, a partir da sua própria experiência individual, as impressões provocadas por essa interação entre a palavra e a pedra: a leitura da obra literária e a experiência física/sensorial da visita, a fantasia da ficção e a materialidade do monumento.

Para os 3 melhores textos, que serão publicados aqui no Bibliblog, temos 3 (outras) obras de Saramago para oferecer. Aceitaremos trabalhos até 17 de abril, que deverão ser entregues ao professor de Português, a quem podem também pedir esclarecimentos (ou para o mail do Bibli: cr.esds@gmail.com).

Fernando Rebelo

(prof.- bibliotecário e prof. de Português do 12ºAno)

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Para saber mais sobre as peças em cartaz e as condições especiais para este dia (nomeadamente entradas inteiramente gratuitas) vá aqui.

(cartaz produzido sobre uma imagem daqui)

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No âmbito do programa de orientação vocacional, dirigido aos alunos do 9º ano, estudantes do 12º ano dos vários cursos existentes na escola, deram um valioso contributo ao informarem e aconselharem os seus colegas mais novos, sobre o “salto de gigante” que representa a passagem do ensino básico para o ensino secundário.

Nesta atividade, que decorreu nos dias 20 e 21 de março, realizaram-se sessões com todas as turmas do 9º ano, em que estudantes do 12º (e também do 10º ano), partindo da sua experiência pessoal, partilharam as suas ideias e aconselharam os colegas mais jovens relativamente às características e exigências dos diferentes cursos do ensino secundário, aos fatores que devem orientar as suas escolhas para um percurso bem sucedido no ensino secundário.

Deixo aqui um agradecimento muito especial aos alunos Rafael Oliveira, Ana Margarida Campos, Diogo Cardoso e João Fustiga do 12ºB;  Ana Amaral, Alícia Gil, Carlos Diogo Dinis e Cláudia Ribeiro do 12º D; Rita Amaral e Bárbara Rafael do 12ºE; Rita Batista e Maria Inês Salvado do 12º F; Tiago Bernardino do 10º F e aos professores Rudolfo Pereira e Cristina Teixeira.

Teresa Soares

(Psicóloga da ESDS)

imagem daqui

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Como anunciado aqui no Bibliblog, no dia 8 de Março, o curso profissional técnico de turismo organizou um evento no Dia da Mulher, para celebrar esta data muito importante para todas as mulheres. Neste dia, a turma do 12ºH distribuiu chupa-chupas em formas de flores a todas as auxiliares de educação, auxiliares de secretária, professoras, membros femininos da direção, para que ninguém fosse esquecido e viver melhor o seu próprio dia!

Os alunos do 12º H vestiram-se a rigor: os rapazes com coletes brancos e as raparigas com saias brancas com flores iguais às dos chupa-chupas.

Agradecemos a colaboração da turma do 7º D, que ajudou na elaboração das flores e da professora Ana Marques, pois sem estes apoios a atividade não se realizaria com esta excelência.

Agradecemos também à professora Ana Paula Pereira, que deu a ideia de festejarmos este dia assim, e que fez de tudo para a sua realização.

Daniel Nunes, 12ºH

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Desenhar com tesouras

A Colagem é a técnica que combina diversos materiais, como papel, por exemplo, colados sobre um suporte. O Cubismo foi o primeiro movimento artístico a utilizar esses materiais, passando a  pintura a ser concebida como construção sobre um suporte, o que dificulta o estabelecimento de fronteiras rígidas entre pintura e escultura. Destacam-se Pablo Picasso e Georges Braque como os primeiros artistas cubistas a utilizar a colagem. Para Henri Matisse, a Colagem era como desenhar com tesouras.

Ana Guerreiro

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Vai realizar-se  de 14 a 17 de março na Feira Internacional de Lisboa (FIL), Parque das Nações, em Lisboa,  a Futurália 2012, cujo lema é  “Futurália  – A vida é tua. Descobre o teu caminho” .

O espaço destina-se a uma mostra de atividades formativas desempenhadas por jovens do ensino secundário que frequentam ofertas de dupla certificação e cursos cientifico humanísticos e tem como objetivo divulgar e valorizar as qualificações e saídas profissionais de nível secundário por parte dos jovens, promover estas ofertas junto das comunidades educativas e formativas da região, sensibilizar o tecido empresarial e socioeconómico e, consequentemente, valorizar socialmente as formações e certificações adquiridas pelos jovens, no âmbito das ofertas qualificantes.

(excerto de uma missiva enviada às escolas)

  • Se estás entre o 9º e o 12º ano e tens dúvidas sobre que formação escolher

  • Se és recém-licenciado e procuras uma carreira que te motive e satisfaça
  • Se estás no Activo e queres valorizar-te com uma formação ao longo da vida
  • Se é Pai e Encarregado de Educação
  • Se é Profissional do Sector da Educação/Formação…

…então este evento interessa-lhe seguramente.

aceda ao site para mais informações

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Dia 8 de Março a turma do Técnico de Turismo vai realizar uma atividade para comemorar o Dia da Mulher: vão ser distribuídas flores a todas as mulheres da escola – contamos convosco!

Ana Paula Pereira

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Nasceu em Carvahall, uma aldeia de Alagaesia. Foi criado pelos tios e com um primo cerca de um ano mais velho. Aos 15 anos, descobre o ovo de dragão de Saphira. Com essa descoberta, Eragon passa a ser um cavaleiro do dragão, uma raça que já estava quase extinta devido ao rei tirano de nome Galbatorix. Viaja juntamente com Brom, contador de histórias e antigo cavaleiro do dragão, por Alagaesia, para fugirem do rei e dos seus servidores e para um dia o poderem matar. Eragon é ensinado por Brom a praticar magia, a falar  língua antiga, a conhecer os costumes dos cavaleiros do dragão, a arte de manejar a espada e como cuidar de um dragão. O seu tutor morre numa das batalhas com os servidores do rei. Eragon e Saphira continuam a sua viagem mudando o rumo para irem ter com os Varden, um povo rebelde contra Galbatorix. Esse povo habita nas Montanhas Beor. Eragon chega às Montanhas Beor, mais propriamente a Fathen Dûr – a grande montanha oca. É aí que as suas capacidades são postas à prova numa batalha contra o império. No final da batalha, Eragon é informado que tem de viajar para junto dos Elfos. Eragon parte então e, em Ellesméra – cidade élfica -, os seus conhecimentos são aprofundados. Assiste à celebração do juramento de sangue em que comemora, cada 100 anos, a paz alcançada com os dragões por parte dos elfos. Depois da celebração, Eragon vai para junto dos Varden que haviam começado a combater o Império. Luta com o Império e acaba por conseguir vencer o Rei Galbatorix. Como único cavaleiro de Alagaesia, fica a treinar os novos cavaleiros. Devido ao facto de Alagaesia não ter espaço para ele treinar os futuros cavaleiros, decide treinar fora de Alagaesia, algures para Este…

mapa de alagaesia

mapa de Alagaesia

A história de Eragon está inteiramente relacionada com as raças de Alagaesia. A principal razão da guerra com o rei são as diferenças entre as raças. Conto-vos agora a história das raças de Alagaesia! No início apenas existiam dragões. E durante muitos anos viveram sozinhos até que o Deus Helzvog criou os anões. Estas duas raças guerrearam bastante, durante muitos e muitos anos. Depois chegaram os Elfos e também guerrearam com os dragões. Um dia finalmente alcançam a paz: alguns ovos de dragões eram entregues aos elfos para que estes os chocassem e se tornassem cavaleiros do dragão. E foi assim que surgiram os cavaleiros do dragão. Depois, chegaram os humanos que também aderiram ao pacto entre dragões e elfos, tornando-se também eles cavaleiros do dragão. Atrás dos humanos vieram os Urgals e os Ra’zac. E durante muitos anos a paz reinou em Alagaesia. Os dragões são criaturas com capacidades mágicas. Os selvagens – aqueles que não têm um cavaleiro – habitavam o centro do Deserto de Hadarac. Os anões são uma raça que habita as montanhas Beor e que gosta imenso de terra e de rochas. Os Elfos são uma raça que pode usar magia e que habita na floresta de Du Weldenvarden. Os Humanos habitam por toda a Alagaesia e alguns membros desta raça podem usar magia. Os Urgals são uma raça sedenta de sangue e que adoram guerras. Os Ra’zac são criaturas que devoram carne humana e habitam em Helgrind (os portões da morte), uma montanha perto de Dras-Leona.

Eragon é caracterizado pelas outras personagens como sendo imaturo e infantil, como alguém que ainda tem muito que aprender. Ora disso todos temos um pouco. Nós não sabemos tudo e vamos aprendendo um pouco todos os dias. Eragon acabou por cair no meio de uma guerra entre Imperio e Varden que não foi ele que  causou, mas que é ele que tem de resolver. Com 15 anos, penso que seja normal ainda não se ter o discernimento para tomar as melhores decisões. Por isso, nesse aspeto, Eragon foi até bastante capaz de fazer o que lhe era pedido. Critico assim as críticas que as outras personagens fazem a Eragon.

O pormenor que mais me surpreendeu e que eu vou partilhá-lo convosco é a ligação entre Eragon e Saphira. Para se conseguir perceber esta relação, não se pode esquecer que nesta história os dragões são considerados como seres que pensam e têm sentimentos e não como meros animais (aliás, esse foi o erro dos elfos e dos anões e foi assim se começou a guerra entre eles e os dragões). Eragon e Saphira conseguem saber tudo o que o outro está a fazer. Eles partilham tudo – desde os sentimentos e emoções mais profundos até à mais simples ação, como comer, estejam a que distância estiverem um do outro!

Perguntei-me a mim mesmo: se Eragon tivesse vivido na nossa “humanidade”, em que período da história seria? Refleti um pouco (e por refletir não se entende nada mais do que pensar) sobre esta pergunta e conclui de imediato: na Idade Média! Muitos dos seus pensamentos e práticas são próprias dessa época da História. Esse pode ser um ponto em comum entre nós e Eragon. Claro que não podemos fazer comparações relativamente à magia pois eu penso que ninguém a saiba usar (era bom…). Assim, é claro que neste nível temos algo sem comparação possível connosco. A relação entre Eragon e Saphira é um tanto ou quanto parecida com a de um casal de namorados, sempre trocando mensagens e telefonemas para saber o que estão a fazer ou de uma mãe galinha com os seus filhos. As diferenças raciais, que também as encontramos na nossa realidade, constituiram um motivo de guerra para os nossos antepassados, apesar de muitas desses preconceitos já serem hoje postos em causa. Parece que o mesmo que se passou com os povos de Alagaesia. Diferenças quase ultrapassadas, pois houve alguém que lutou para que elas não fossem motivo de conflito: Eragon.

À semelhança do artigo anterior, este também vai terminar com algumas curiosidades sobre o ciclo Herança. Na versão filmada, 180 mil pessoas participaram nos castings para a personagem de Eragon. Os livros têm na capa 4 dragões: o primeiro é Saphira, um dragão azul; o segundo é Thorn, um dragão vermelho; o terceiro Glaedr, um dragão amarelo; o quarto é Firnen, um dragão verde. Paolini, além dos quatro livros que relatam a história de Eragon e seus amigos escreveu outro livro: Guia de Eragon para Alagaesia, um livro que fala da passagem de Eragon por Alagaesia, a terra inventada por Paolini.

“Que a boa sorte te acompanhe, Qua a paz habite o teu coração, E que as estrelas te protejam” (Expressão élfica de despedida)

Tiago Bernardino, 10ºF

Ilustração de Margarida Carvalho e imagem daqui

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O trabalho que a seguir se apresenta resulta de uma proposta de ilustração do conto tradicional Capuchinho Vermelho. Os alunos do 8º A desenvolveram desenhos com humor e imaginação, na disciplina de Oficina do Desenho Gráfico, com o programa Corel Draw, a partir dos quais recriaram o conto.

Ana Guerreiro

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Apesar das expetativas geradas pela atribuição dos Óscares, o destaque do mês vai para a cinematografia nacional. O aluno do 10º E, Rodrigo Perdigão, está de parabéns como protagonista  da curta metragem Rafa de João Salaviza que, no festival internacional de cinema de Berlim, ganhou  o Urso de Ouro. No mesmo  festival,  a longa-metragem Tabu de Miguel Gomes venceu o prémio da crítica. Mesmo assim, embora o mês tenha sido fértil em eventos ligados ao cinema, o que despertou mais atenção, foi a  84.ª edição dos Óscares, 26 fevereiro em Los Angeles. Este evento confirmou as tendências manifestadas nos inúmero festivais com os filmes O Artista e A Invenção de Hugo a ganharem, cada um, cinco estatuetas. A película de Martin Scorsese ganhou nas categorias técnicas enquanto o filme francês venceu nas outras mais importantes.
Ao arrecadar o  prémio de melhor filme, O Artista fez história pois foi a primeira vez que uma produção não a norte-americana o conseguiu. O produtor Thomas Langmann foi receber a estatueta ao palco com Michel Hazanavicius que recebera poucos minutos antes o prémio de melhor realizador e  agradeceu três vezes ao falecido realizador Billy Wilder. Jean Dujardin que interpretou a personagem do famoso “artista” que se transforma num inadaptado na mudança do cinema mudo para o sonoro, foi distinguido com o Óscar para melhor actor. A estes prémios juntaram-se ainda os de  melhor guarda-roupa e de melhor banda sonora original. Numa época em que os meios tecnológicos inundaram a indústria cinematográfica  quem adivinharia que um filme mudo, a preto e branco, se tornaria numa das obras mais nomeadas e premiadas? O certo é que esta obra seduz pela forma como celebra o cinema  ao descrever os problemas provocados pelo advento do sonoro que, substituindo  o mudo, atraia multidões ávidas de novidade. Não posso deixar de mencionar o artista canino Uggie que, pelo seu desempenho, também contribuiu para o sucesso desta película.
A Invenção de Hugo é a primeira incursão de Martin Scorsese no 3D, adaptação do livro A invenção de Hugo Cabret do escritor  norte-americano Brian Selznick. Esta obra juvenil é também um tributo a George Méliès  denominado “o pai dos efeitos especiais”.  Com  onze nomeações,  ganhou os prémios de  melhor fotografia, melhor direcção artística, melhores efeitos visuais, melhor montagem de som e melhor mistura de som. Na 17ª nomeação,  a fabulosa Meryl Streep  ganhou o terceiro Óscar da sua carreira e esse facto foi um dos pontos altos da cerimónia, tendo sido aplaudida por uma plateia de pé. A sua memorável interpretação  em A Dama de Ferro de Phyllida Lloyd, no qual deu corpo à ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher já tinha sido distinguida com um Globo de Ouro e um Bafta. Octavia Spencer de  As Serviçais ganhou o prémio para melhor atriz secundária.
Christopher Plummer, de 82 anos e 60 de carreira, tornou-se o mais velho ator galardoado com o Óscar, neste caso, para melhor actor secundário, pelo desempenho em Assim É o Amor. Woody Allen que, como é habitual, não esteve presente na cerimónia, também voltou a ser premiado pela Academia norte-americana, com o Óscar para melhor argumento original por Meia-Noite em Paris. Em relação ao melhor filme estrangeiro, como era previsível, o prémio foi para Uma separação do iraniano Asghar Farhadi. Num mês empolgante para os cinéfilos entre as várias estreias  destaco, além dos oscarizados O Artista de Michel Hazanavicius, A invenção de Hugo de Martin Scorcese e A Dama de ferro de Phyllida Lloyd, os filmes Jovem adulta de Jason Reitman e o emocionante Cavalo de guerra de Steven Spielberg.

Luísa Oliveira

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Florbela Espanca é um dos vultos mais importantes da poesia portuguesa do séc. XX. Trazer Florbela para a tela é mostrar a escritora por  detrás dos sonetos que a tornaram famosa. Dalila Carmo, Ivo Canelas e  Albano Jerónimo dão vida a Florbela, Apeles e Mário Lage numa exímia  reconstituição de época que chegará aos cinemas de norte a sul do país  no dia 8 de Março de 2012.
O filme intitulado Florbela retrata alguns anos da vida de Florbela  Espanca entre Matosinhos, Lisboa e Vila Viçosa num Portugal atordoado  pelo fim da I República. O filme é quase como uma viagem,  inesquecível, que começa em Santa Apolónia. Florbela não escreve,  Florbela procura um sopro de inspiração em cada esquina entre amores,  ataques bombistas contra a ditadura, festas de foxtrot e o Tejo que em  breve lhe levará o irmão num hidroavião. Este momento em busca de  inspiração reflecte uma poetisa que se eternizou pelo seu encanto  amoroso. Filmar a vida de escritores não é um género muito popular ou  comercial. Mas a cultura de um país também se constrói na sua memória  e Florbela Espanca merece o olhar do cinema. O cinema como chamamento  para a literatura numa fusão que nos parece pertinente.

(excerto de carta enviada pela produção)

Sessões especiais para escolas com entradas a preços reduzidos, guiões de leitura e possibilidade de debate com um dos elementos da produção ou da realização durante  a semana da estreia.

Contacto: escolas@florbela.pt /93 502 17 66 (Sofia Moura).

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