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Archive for the ‘Os Filmes da Minha Vida’ Category

lshindlerNazismo nunca mais

Oskar Schindler, homem muito rico e poderoso, membro do partido nazi, decide requisitar, para trabalharem nas suas fábricas, alguns judeus condenados a embarcar nos comboios que se destinam aos campos de concentração e extermínio.

À medida que se vai relacionando com eles, vai criando alguma afeição e decide juntar as famílias dos seus trabalhadores. Para isso, vai corrompendo guardas e oficiais nazis, desbaratando a sua fortuna, mas conseguindo o seu objetivo.

Quando a guerra termina, são cerca de 1100 as pessoas que Schindler salvou da morte.

“A lista de Schindler” é um filme realizado por Steven Spielberg, tendo nos papéis principais Liam Neeson, interpretando Oskar Schindler, Ralph Fiennes, interpretando Amon Goeth, e Ben Kingsley, fazendo de Itzhak Stern. O filme apresenta, como aspetos positivos, uma excelente interpretação por parte dos atores, uma reconstituição fiel dos locais e das situações onde se desenvolve a ação e também o modo que o realizador escolheu para contar a história, mantendo o espetador sempre “agarrado” ao filme. Como aspeto menos positivo, talvez algum exagero nas cenas de violência, nomeadamente quando a personagem interpretada por Ralph Fiennes demonstra os sinistros instintos.

A comunidade judaica não mais esqueceu Oskar Schindler, e ainda hoje, todos os anos, é feita uma romagem à sua campa tanto pelos ainda sobreviventes como pelos descendentes daqueles que ele salvou.

Pedro Costa, 8.º B

Um novo olhar sobre o Cristianismo

Após a morte de Jaques Sauníere, avô de uma das personagens principais, Sophie Neveu,cdv Robert Langdon, professor de simbologia, e Sophie descobrem que o avô lhes deixou uma série de enigmas que levaram à descoberta de que Sophie era o Santo Graal, descendente de Jesus Cristo e Maria Madalena. Este filme, realizado por Ron Harrowd, é baseado no livro escrito por Dan Brown, “O Código da Vinci”.

O facto de este filme ter muitos enigmas e a sua acção decorrer em diferentes cidades, como França e Inglaterra, torna-o interessante e apelativo, porém existem cenas violentas, que podem impressionar, de forma negativa, pessoas mais sensíveis.

O “Código da Vinci” é um filme que nos dá um olhar diferente sobre o Cristianismo, que pode surpreender os amantes da história das religiões.

Mariana Arzeni, 8ºB

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No ano em que se comemoram 100 anos da assinatura do Armistício que assinalou o fim da 1ª guerra mundial, é natural que surjam obras cinematográficas que abordem temas ligados a este terrível conflito. Portugal não foi exceção e estreou o interessante O Soldado Milhões de Gonçalo Galvão Teles e Jorge Paixão da Costa. Um filme passado na década de 1940 e durante a Primeira Grande Guerra, em que Portugal participou com o Corpo Expedicionário Português (CEP), sofrendo uma dura derrota na Batalha de La Lys (França ). No dia 9 de abril assinalou-se o centenário da famosa batalha na qual o Soldado Milhões ou mais precisamente Aníbal Milhais (1895-1970), ficou conhecido por ter aguentado nas trincheiras, sozinho, com a sua Luisinha (diminutivo de Luísa, nome dado pelos portugueses à metralhadora Lewis), a investida alemã salvando, dessa forma, muitos portugueses e ingleses. Segundo passou a ser referenciado, pela sua ação, o comandante Ferreira do Amaral saudou-o com a frase “Tu és Milhais, mas vales Milhões!”.

Igualmente sobre o conflito e as suas consequências sociais, a obra distinguida, este ano, com cinco Césares foi  Até Nos Vermos Lá Em Cima de Albert Dupontel, inspirado no romance homónimo de Pierre Lemaitre, vencedor, em 2013, do Prémio Goncourt, o mais prestigiado galardão da literatura francesa. Uma interessante sátira social que, com humor negro, demonstra a insensatez das decisões tomadas pelas chefias militares e os esquemas fraudulentos surgidos com o enterro e memoriais dos combatentes que morreram durante a guerra.

Sem a dimensão de um conflito mundial mas igualmente devastador e actual, o belga Philippe Van Leeuw filmou Na Síria, a partir do ponto de vista de um grupo de civis. Trata-se de um filme claustrofóbico e tenso que mostra as consequências devastadoras do conflito. Protagonizado maioritariamente por refugiados sírios no Líbano, demonstra como os civis continuam a ser as maiores vítimas do conflito que aniquila física e psicologicamente membros de várias gerações.

Com uma temática diferente e apresentado de forma burlesca, temos a sátira política  A morte de Estaline  de Armando Iannuci, que  relata  os conflitos entre o círculo próximo de Estaline após a sua morte, em março de 1953, misturando  humor negro e alguns factos históricos.   Estreado em 2017, no Festival de Cinema de Toronto, o teor deste filme causou muita controvérsia entre políticos e figuras das artes de várias repúblicas da antiga URSS tendo sido banido em alguma delas.

Em abril também são de realçar as comédias Madame de Amanda Sthers, com Rossy de Palma, uma das musas do realizador espanhol Pedro Almodóvar e a divertida produção franco belga Assim não vais longe de Franck Dubosc, uma produção romântica sobre as consequências de enganos e mentiras. Também neste género, estreou Ammore e Malavita dos irmãos Antonio e Marco Manetti, que associa a comédia ao musical, numa sátira social sobre a Máfia com todos os lugares comuns ligados a esta temática.

No género terror, Helen Mirren domina em A Maldição da Casa Winchester de Michael & Peter Spierig, obra inspirado em factos verídicos. Película valorizada pela interpretação da talentosa atriz inglesa no papel de viúva e herdeira do criador das lendárias espingardas que vivia convencida que a sua casa era assombrada pelos espíritos das pessoas mortas por esta arma e que a única forma de os acalmar era acrescentar novas divisões, pelo que, que a habitação esteve em permanente construção até à sua morte, em 1922.

Os apreciadores de aventuras que incluem experiências genéticas, catástrofes globais e muitos efeitos digitais devem apreciar Rampage – Fora de Controlo 2D de Brad Peyt.  O realizador Wes Anderson voltou à animação em stop-motion com a comovente  fábula  Ilha dos cães, vencedora do Urso de Prata do festival de Berlim,  tendo sido o primeiro filme de animação que abriu a Berlinale. É uma obra que agradará não só aos que gostam do “melhor amigo do homem” que na película aparecem como os principais personagens numa ilha depósito de lixo municipal para onde foram enviados pelo residente da Câmara Municipal. Conforme consta da informação, o filme demorou dois anos a ser rodado na complicada técnica de filmar os bonecos/marionetas, tendo estado envolvidas cerca de 670 artistas, incluindo 70 animadores de bonecos e 38 técnicos de animação com a câmara digital Canon IDX a registar 130 mil frames que juntos dão a ilusão de movimento. Assim, todo o filme foi feito à moda antiga da técnica stop-motion, quase não tendo sido usadas imagens geradas por computador, sendo o cão-robot a única marioneta concebida em 3D.

Por fim, ninguém fica indiferente à reposição da maravilhosa e intemporal obra de 1988 Cinema Paraíso de Giuseppe Tornatore, com Philipe Noiret, numa magistral interpretação num filme que é considerado uma autêntica homenagem à magia do cinema.

Termino relembrando que até 6 maio decorre a 15º edição do IndieLisboa com a apresentação de mais de duzentos filmes, inúmeras propostas artísticas e as homenagens a Lucrecia Martel  e Jacques Rozier.

Luísa Oliveira

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Um filme, um pacote de gomas, duas horas e muito arrependimento depois, eis que formulei uma opinião sobre a obra cinematográfica “American Ultra”, realizado por um típico “american” Nima Nourizadeh.

A ação decorre numa cidade pequena dos EUA, onde Jeremiah, um jovem adulto consumidor de drogas leves, vive a sua vida pacata de trabalhador numa loja de conveniência no meio do nada.

Sendo categorizado como um filme de ação, seria de esperar que houvesse, bamerican-ultra-posterem, ação. Para um bocado de “agitação” é preciso esperar uns bons quarenta e cinco minutos, algo um pouco chato para apreciadores de filmes dinâmicos.

Entretanto aparece a CIA e “desbloqueia” a mente do rapaz que, numa inversão de acontecimentos, tinha sido treinado para ser uma autêntica máquina de matança e cuja memória fora apagada. É a partir desse momento que começa a gargalhada. É importante mencionar que não é uma comédia: os efeitos especiais parecem de há vinte anos, cada soco soa como pedra com pedra, o nome Jeremiah é demasiado comprido para um filme de ação, dado que está sempre a ser gritado e perdem-se logo uns instantes de ação… Diria que é uma junção de “Era dos Rôbos” com “Jantar de Idiotas”.

Concluindo, é uma obra “faz de conta que é um filme a sério com ação desde o início ao fim” que não faz justiça ao título do cinema como sétima arte.

Ana Luísa Oliveira, 11ºA

 

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missao-impossivel-missao-secreta-poster 2No passado mês de Setembro, tive a oportunidade de assistir ao filme “Missão impossível: Nação secreta”, dirigido por Christopher Mcquerie e produzido por J.J. Abrams, David Elisson e Tom Cruise, que é o principal ator, desempenhando a personagem “Ethan Hunt”.

Ethan Hunt é um membro crucial da IMF (Impossible Mission Force), que é localizado e raptado por uma organização de assassinos anti IMF, chamada “Sindicato”,  mas com a  ajuda dos seus amigos, consegue escapar.

Na minha opinião este filme desperta o interesse do público, do primeiro ao último minuto da acção, porque há sempre surpresas quanto a alguns personagens que pensamos ser aliados e que se revelam inimigos infiltrados.

Saliento também o uso dos efeitos especiais, que tornam a Missão aparentemente mais “Impossível”…

Recomendo o visionamento deste fantástico filme a todos quantos gostam de filmes de acção. Atribuir-lhe-ia cinco estrelas.

Diogo Silva 8.º B

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5602193501552Eu adorei ver este filme! É uma abordagem completamente nova do clássico de William Shakespeare, permanecendo-se fiel à história e textos originais. O modo como introduziram as falas “antigas” nos tempos modernos, deixou-me boquiaberta! Para os apreciadores de uma boa história romântica, penso que é o filme ideal! Este filme presenteia-nos com uma lição de vida, que nos deixa de lágrimas nos olhos! Um amor que é proibido por ambas as famílias, apenas por um desentendimento, deixar-vos-á pensativos ao verem o que o ódio e a vingança fazem a duas pessoas que realmente se amam! E um fim que poderia ser evitado, tornar-se-á trágico, não só para o casal, como para ambas as famílias que perdem mais o membro. É um filme que apela ao lado humano de uma pessoa, aquele que contêm os sentimentos mais simples e verdadeiros, como o amor!
O filme começa com um conflito, numa bomba de gasolina, entre a família de Julieta,  os Capuleto e a de Romeu, os Montéquio, que traz consequências para ambas. Entretanto, a família Capuleto decide realizar um baile de máscaras, para a qual não era permitida a entrada dos Montéquio; mas estes acabam por ir. Para não prejudicar os convidados, o pai de Julieta não deixa que os expulsem da festa, permitindo aos dois jovens que se conhecessem, e por consequente, se apaixonassem perdidamente um pelo outro. O amor surgiu logo no primeiro instante em que os seus olhos se cruzaram! Romeu e Julieta acabam por se entregar ao amor que sentem e trocam vários beijos! A cena que se segue é a minha preferida! É quando eles descobrem que pertencem a duas famílias rivais e se apercebem que não podem estar juntos, mas decidem contrariar esta realidade e pôr um fim ao conflito que dura há anos. Para isso, fazem a “fiel promessa de amor”, ou seja, decidem casar-se! Um momento de nervosismo e tensão, que mudará o rumo da história! E mais não digo…terão de ver o filme!

Sara Batista, 10ºC

DVD disponível na nossa BE – localização: 8-3. ROM

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ng1078370Pessoalmente eu gostei bastante deste filme, pois trata-se de uma boa historia onde os acontecimentos são apresentados por ordem cronológica. O filme apela de modo claro aos sentimentos mais nobres de uma pessoa.

A mim tocou-me bastante pois, como normalmente todos os filmes românticos, este transmitiu-me uma grande lição de moral, lição esta que consiste em nunca baixar a cabeça pois o final de uma história pode ser o início de outra ainda melhor.

Neste filme nós presenciamos do outro lado do ecrã a vida amorosa e os problemas que Carter Webb enfrenta. Este jovem adulto depara-se com uma crise amorosa comum aos adolescentes, mas como este não teve uma vivência de “Playboy”, não se encontra assim preparado para enfrentar casos destes. Assim resolve atravessar esta fase da sua vida de uma maneira bastante curiosa e perspicaz.

Pronto para vivenciar o caso de uma vida a três?

 Maria Rodriguez, 11ºC

filme disponível na BE – localização: 8-3. NOM

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No âmbito da disciplina de Cidadania – módulo de Boas Práticas na Internet – os alunos do 9ºA e 9ºE visionaram o filme TRUST – Perigo Online (Realização: David Schwimmer, 2010). Posteriormente produziram em grupo um texto de análise ao filme – o que a seguir se publica é o texto que melhor retrata a história do filme e analisa a problemática tratada no enredo.

Soledade Estribio (professora de Cidadania)

trustAnnie está na secundária e tem 14 anos. Recebeu um computador no aniversário e conectou-se no chat. Vive numa família feliz e unida, até que um certo homem surge na sua vida. As más opções que Annie toma fazem-na estragar a sua vida e a da sua família. No chat “conhece” várias pessoas, nomeadamente Charlie – o tal homem -que acaba por ter grande influência na sua vida. Sem se aperceber, começa a apaixonar-se por uma pessoa que nunca viu. Ele mentiu-lhe: é mais velho do que lhe disse. Mesmo assim, Annie continua a conversar com ele e ambos decidem encontrar-se.

Annie percebe então que Charlie não é quem disse ser e que lhe tinha mentido novamente. Mesmo assim, Charlie convence-a de que são almas gémeas e vão comer um gelado. Ela, apesar de já saber que ele lhe mentira várias vezes e que não é bem quem disse ser, continua porém a revelar-lhe pormenores da sua vida. Já no carro de Charlie, este oferece-lhe uma prenda (peças de lingerie) e acabam os dois num motel onde ela experimenta a prenda. Mas Annie, sem saber, estava a ser filmada e acaba mesmo por ser violada.

Annie desabafa então com a sua amiga Katie, contado-lhe aquilo por que  passou, mas da forma como ela própria entendeu a situação. Assim, Katie, apercebendo-se realmente do que aconteceu pelas palavras da amiga, informa a diretora da escola sobre o assunto que de imediato passa o caso para o FBI. Toda a gente sabe que na realidade o homem a violou, mas ela não quer acreditar nisso pois acha que ele está apaixonado por ela. O pai fica furioso e só quer encontrar o homem que lhe fez isso. Durante a investigação, acaba por descobrir as mensagens que a sua filha trocou com Charlie, o que torna ainda mais intensa a vontade de o encontrar  para o matar.

Annie regressa à escola onde confronta Katie, acabando as duas a discutir. Annie e o pai discutem igualmente, pois o pai está muito zangado por não ter sabido o que se passava entre a filha e Charlie. Entretanto, com os progressos na investigação, chega-se à conclusão de que Annie não foi a primeira vítima de Charlie. Só então é que Annie percebe que Charlie não a ama e que simplesmente a violou. Em consequência disso, Annie vai conversar com uma psicóloga acabando por desabafar com ela tudo o que sente. Para piorar ainda mais as coisas, Annie descobre que criaram um site onde expuseram a sua intimidade, o que a deixa completamente desolada, chegando ao ponto de tentar suicidar-se. O pai chega felizmente a tempo de a salvar e finalmente pede-lhe desculpa por não a ter conseguido proteger.confiar-principal

Análise das personagens:

  • Annie: Foi ingénua no desenrolar da história, apercebendo-se apenas no final, que o Charlie não é quem dizia ser, e que a enganou. É a personagem principal.
  • Pai (Will): É um homem trabalhador e preocupado com a família. Quando Annie foi violada deu o máximo, talvez demasiado à família e principalmente à Annie. Tornou-se obcecado por encontrar Charlie.
  • Mãe (Lynn): Não tem um papel muito relevante, mas sofre igualmente. Apoia imenso a filha.
  • Irmão: É uma personagem secundária, mas que se mostra preocupado com Annie após saber o que aconteceu.
  • Charlie: É manipulador, violou Annie e deixou-a acreditar que estava apaixonado por ela. Descobre-se que fez a mesma coisa a outras raparigas.
  • Melhor Amiga de Annie (Katie): É aquela amiga que conta a diretora da escola o que se passou com Annie. É uma verdadeira amiga, que qualquer um gostaria de ter. A partir deste acontecimento, a história desenrola-se.
  • Psicóloga: Desempenha um papel importante na perceção de Annie, perante aquilo que aconteceu, principalmente quando Annie se apercebe que foi violada.

Conclusão final: Nós concluímos que não devemos confiar e abrir-nos com pessoas que não conhecemos, ou que descobrimos na internet.

Ana Brito, Ana Costa, Daniel Pereira e Daniel Guerreiro, 9º A

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