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Archive for the ‘Os Filmes da Minha Vida’ Category

lshindlerNazismo nunca mais

Oskar Schindler, homem muito rico e poderoso, membro do partido nazi, decide requisitar, para trabalharem nas suas fábricas, alguns judeus condenados a embarcar nos comboios que se destinam aos campos de concentração e extermínio.

À medida que se vai relacionando com eles, vai criando alguma afeição e decide juntar as famílias dos seus trabalhadores. Para isso, vai corrompendo guardas e oficiais nazis, desbaratando a sua fortuna, mas conseguindo o seu objetivo.

Quando a guerra termina, são cerca de 1100 as pessoas que Schindler salvou da morte.

“A lista de Schindler” é um filme realizado por Steven Spielberg, tendo nos papéis principais Liam Neeson, interpretando Oskar Schindler, Ralph Fiennes, interpretando Amon Goeth, e Ben Kingsley, fazendo de Itzhak Stern. O filme apresenta, como aspetos positivos, uma excelente interpretação por parte dos atores, uma reconstituição fiel dos locais e das situações onde se desenvolve a ação e também o modo que o realizador escolheu para contar a história, mantendo o espetador sempre “agarrado” ao filme. Como aspeto menos positivo, talvez algum exagero nas cenas de violência, nomeadamente quando a personagem interpretada por Ralph Fiennes demonstra os sinistros instintos.

A comunidade judaica não mais esqueceu Oskar Schindler, e ainda hoje, todos os anos, é feita uma romagem à sua campa tanto pelos ainda sobreviventes como pelos descendentes daqueles que ele salvou.

Pedro Costa, 8.º B

Um novo olhar sobre o Cristianismo

Após a morte de Jaques Sauníere, avô de uma das personagens principais, Sophie Neveu,cdv Robert Langdon, professor de simbologia, e Sophie descobrem que o avô lhes deixou uma série de enigmas que levaram à descoberta de que Sophie era o Santo Graal, descendente de Jesus Cristo e Maria Madalena. Este filme, realizado por Ron Harrowd, é baseado no livro escrito por Dan Brown, “O Código da Vinci”.

O facto de este filme ter muitos enigmas e a sua acção decorrer em diferentes cidades, como França e Inglaterra, torna-o interessante e apelativo, porém existem cenas violentas, que podem impressionar, de forma negativa, pessoas mais sensíveis.

O “Código da Vinci” é um filme que nos dá um olhar diferente sobre o Cristianismo, que pode surpreender os amantes da história das religiões.

Mariana Arzeni, 8ºB

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No ano em que se comemoram 100 anos da assinatura do Armistício que assinalou o fim da 1ª guerra mundial, é natural que surjam obras cinematográficas que abordem temas ligados a este terrível conflito. Portugal não foi exceção e estreou o interessante O Soldado Milhões de Gonçalo Galvão Teles e Jorge Paixão da Costa. Um filme passado na década de 1940 e durante a Primeira Grande Guerra, em que Portugal participou com o Corpo Expedicionário Português (CEP), sofrendo uma dura derrota na Batalha de La Lys (França ). No dia 9 de abril assinalou-se o centenário da famosa batalha na qual o Soldado Milhões ou mais precisamente Aníbal Milhais (1895-1970), ficou conhecido por ter aguentado nas trincheiras, sozinho, com a sua Luisinha (diminutivo de Luísa, nome dado pelos portugueses à metralhadora Lewis), a investida alemã salvando, dessa forma, muitos portugueses e ingleses. Segundo passou a ser referenciado, pela sua ação, o comandante Ferreira do Amaral saudou-o com a frase “Tu és Milhais, mas vales Milhões!”.

Igualmente sobre o conflito e as suas consequências sociais, a obra distinguida, este ano, com cinco Césares foi  Até Nos Vermos Lá Em Cima de Albert Dupontel, inspirado no romance homónimo de Pierre Lemaitre, vencedor, em 2013, do Prémio Goncourt, o mais prestigiado galardão da literatura francesa. Uma interessante sátira social que, com humor negro, demonstra a insensatez das decisões tomadas pelas chefias militares e os esquemas fraudulentos surgidos com o enterro e memoriais dos combatentes que morreram durante a guerra.

Sem a dimensão de um conflito mundial mas igualmente devastador e actual, o belga Philippe Van Leeuw filmou Na Síria, a partir do ponto de vista de um grupo de civis. Trata-se de um filme claustrofóbico e tenso que mostra as consequências devastadoras do conflito. Protagonizado maioritariamente por refugiados sírios no Líbano, demonstra como os civis continuam a ser as maiores vítimas do conflito que aniquila física e psicologicamente membros de várias gerações.

Com uma temática diferente e apresentado de forma burlesca, temos a sátira política  A morte de Estaline  de Armando Iannuci, que  relata  os conflitos entre o círculo próximo de Estaline após a sua morte, em março de 1953, misturando  humor negro e alguns factos históricos.   Estreado em 2017, no Festival de Cinema de Toronto, o teor deste filme causou muita controvérsia entre políticos e figuras das artes de várias repúblicas da antiga URSS tendo sido banido em alguma delas.

Em abril também são de realçar as comédias Madame de Amanda Sthers, com Rossy de Palma, uma das musas do realizador espanhol Pedro Almodóvar e a divertida produção franco belga Assim não vais longe de Franck Dubosc, uma produção romântica sobre as consequências de enganos e mentiras. Também neste género, estreou Ammore e Malavita dos irmãos Antonio e Marco Manetti, que associa a comédia ao musical, numa sátira social sobre a Máfia com todos os lugares comuns ligados a esta temática.

No género terror, Helen Mirren domina em A Maldição da Casa Winchester de Michael & Peter Spierig, obra inspirado em factos verídicos. Película valorizada pela interpretação da talentosa atriz inglesa no papel de viúva e herdeira do criador das lendárias espingardas que vivia convencida que a sua casa era assombrada pelos espíritos das pessoas mortas por esta arma e que a única forma de os acalmar era acrescentar novas divisões, pelo que, que a habitação esteve em permanente construção até à sua morte, em 1922.

Os apreciadores de aventuras que incluem experiências genéticas, catástrofes globais e muitos efeitos digitais devem apreciar Rampage – Fora de Controlo 2D de Brad Peyt.  O realizador Wes Anderson voltou à animação em stop-motion com a comovente  fábula  Ilha dos cães, vencedora do Urso de Prata do festival de Berlim,  tendo sido o primeiro filme de animação que abriu a Berlinale. É uma obra que agradará não só aos que gostam do “melhor amigo do homem” que na película aparecem como os principais personagens numa ilha depósito de lixo municipal para onde foram enviados pelo residente da Câmara Municipal. Conforme consta da informação, o filme demorou dois anos a ser rodado na complicada técnica de filmar os bonecos/marionetas, tendo estado envolvidas cerca de 670 artistas, incluindo 70 animadores de bonecos e 38 técnicos de animação com a câmara digital Canon IDX a registar 130 mil frames que juntos dão a ilusão de movimento. Assim, todo o filme foi feito à moda antiga da técnica stop-motion, quase não tendo sido usadas imagens geradas por computador, sendo o cão-robot a única marioneta concebida em 3D.

Por fim, ninguém fica indiferente à reposição da maravilhosa e intemporal obra de 1988 Cinema Paraíso de Giuseppe Tornatore, com Philipe Noiret, numa magistral interpretação num filme que é considerado uma autêntica homenagem à magia do cinema.

Termino relembrando que até 6 maio decorre a 15º edição do IndieLisboa com a apresentação de mais de duzentos filmes, inúmeras propostas artísticas e as homenagens a Lucrecia Martel  e Jacques Rozier.

Luísa Oliveira

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Um filme, um pacote de gomas, duas horas e muito arrependimento depois, eis que formulei uma opinião sobre a obra cinematográfica “American Ultra”, realizado por um típico “american” Nima Nourizadeh.

A ação decorre numa cidade pequena dos EUA, onde Jeremiah, um jovem adulto consumidor de drogas leves, vive a sua vida pacata de trabalhador numa loja de conveniência no meio do nada.

Sendo categorizado como um filme de ação, seria de esperar que houvesse, bamerican-ultra-posterem, ação. Para um bocado de “agitação” é preciso esperar uns bons quarenta e cinco minutos, algo um pouco chato para apreciadores de filmes dinâmicos.

Entretanto aparece a CIA e “desbloqueia” a mente do rapaz que, numa inversão de acontecimentos, tinha sido treinado para ser uma autêntica máquina de matança e cuja memória fora apagada. É a partir desse momento que começa a gargalhada. É importante mencionar que não é uma comédia: os efeitos especiais parecem de há vinte anos, cada soco soa como pedra com pedra, o nome Jeremiah é demasiado comprido para um filme de ação, dado que está sempre a ser gritado e perdem-se logo uns instantes de ação… Diria que é uma junção de “Era dos Rôbos” com “Jantar de Idiotas”.

Concluindo, é uma obra “faz de conta que é um filme a sério com ação desde o início ao fim” que não faz justiça ao título do cinema como sétima arte.

Ana Luísa Oliveira, 11ºA

 

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missao-impossivel-missao-secreta-poster 2No passado mês de Setembro, tive a oportunidade de assistir ao filme “Missão impossível: Nação secreta”, dirigido por Christopher Mcquerie e produzido por J.J. Abrams, David Elisson e Tom Cruise, que é o principal ator, desempenhando a personagem “Ethan Hunt”.

Ethan Hunt é um membro crucial da IMF (Impossible Mission Force), que é localizado e raptado por uma organização de assassinos anti IMF, chamada “Sindicato”,  mas com a  ajuda dos seus amigos, consegue escapar.

Na minha opinião este filme desperta o interesse do público, do primeiro ao último minuto da acção, porque há sempre surpresas quanto a alguns personagens que pensamos ser aliados e que se revelam inimigos infiltrados.

Saliento também o uso dos efeitos especiais, que tornam a Missão aparentemente mais “Impossível”…

Recomendo o visionamento deste fantástico filme a todos quantos gostam de filmes de acção. Atribuir-lhe-ia cinco estrelas.

Diogo Silva 8.º B

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5602193501552Eu adorei ver este filme! É uma abordagem completamente nova do clássico de William Shakespeare, permanecendo-se fiel à história e textos originais. O modo como introduziram as falas “antigas” nos tempos modernos, deixou-me boquiaberta! Para os apreciadores de uma boa história romântica, penso que é o filme ideal! Este filme presenteia-nos com uma lição de vida, que nos deixa de lágrimas nos olhos! Um amor que é proibido por ambas as famílias, apenas por um desentendimento, deixar-vos-á pensativos ao verem o que o ódio e a vingança fazem a duas pessoas que realmente se amam! E um fim que poderia ser evitado, tornar-se-á trágico, não só para o casal, como para ambas as famílias que perdem mais o membro. É um filme que apela ao lado humano de uma pessoa, aquele que contêm os sentimentos mais simples e verdadeiros, como o amor!
O filme começa com um conflito, numa bomba de gasolina, entre a família de Julieta,  os Capuleto e a de Romeu, os Montéquio, que traz consequências para ambas. Entretanto, a família Capuleto decide realizar um baile de máscaras, para a qual não era permitida a entrada dos Montéquio; mas estes acabam por ir. Para não prejudicar os convidados, o pai de Julieta não deixa que os expulsem da festa, permitindo aos dois jovens que se conhecessem, e por consequente, se apaixonassem perdidamente um pelo outro. O amor surgiu logo no primeiro instante em que os seus olhos se cruzaram! Romeu e Julieta acabam por se entregar ao amor que sentem e trocam vários beijos! A cena que se segue é a minha preferida! É quando eles descobrem que pertencem a duas famílias rivais e se apercebem que não podem estar juntos, mas decidem contrariar esta realidade e pôr um fim ao conflito que dura há anos. Para isso, fazem a “fiel promessa de amor”, ou seja, decidem casar-se! Um momento de nervosismo e tensão, que mudará o rumo da história! E mais não digo…terão de ver o filme!

Sara Batista, 10ºC

DVD disponível na nossa BE – localização: 8-3. ROM

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ng1078370Pessoalmente eu gostei bastante deste filme, pois trata-se de uma boa historia onde os acontecimentos são apresentados por ordem cronológica. O filme apela de modo claro aos sentimentos mais nobres de uma pessoa.

A mim tocou-me bastante pois, como normalmente todos os filmes românticos, este transmitiu-me uma grande lição de moral, lição esta que consiste em nunca baixar a cabeça pois o final de uma história pode ser o início de outra ainda melhor.

Neste filme nós presenciamos do outro lado do ecrã a vida amorosa e os problemas que Carter Webb enfrenta. Este jovem adulto depara-se com uma crise amorosa comum aos adolescentes, mas como este não teve uma vivência de “Playboy”, não se encontra assim preparado para enfrentar casos destes. Assim resolve atravessar esta fase da sua vida de uma maneira bastante curiosa e perspicaz.

Pronto para vivenciar o caso de uma vida a três?

 Maria Rodriguez, 11ºC

filme disponível na BE – localização: 8-3. NOM

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No âmbito da disciplina de Cidadania – módulo de Boas Práticas na Internet – os alunos do 9ºA e 9ºE visionaram o filme TRUST – Perigo Online (Realização: David Schwimmer, 2010). Posteriormente produziram em grupo um texto de análise ao filme – o que a seguir se publica é o texto que melhor retrata a história do filme e analisa a problemática tratada no enredo.

Soledade Estribio (professora de Cidadania)

trustAnnie está na secundária e tem 14 anos. Recebeu um computador no aniversário e conectou-se no chat. Vive numa família feliz e unida, até que um certo homem surge na sua vida. As más opções que Annie toma fazem-na estragar a sua vida e a da sua família. No chat “conhece” várias pessoas, nomeadamente Charlie – o tal homem -que acaba por ter grande influência na sua vida. Sem se aperceber, começa a apaixonar-se por uma pessoa que nunca viu. Ele mentiu-lhe: é mais velho do que lhe disse. Mesmo assim, Annie continua a conversar com ele e ambos decidem encontrar-se.

Annie percebe então que Charlie não é quem disse ser e que lhe tinha mentido novamente. Mesmo assim, Charlie convence-a de que são almas gémeas e vão comer um gelado. Ela, apesar de já saber que ele lhe mentira várias vezes e que não é bem quem disse ser, continua porém a revelar-lhe pormenores da sua vida. Já no carro de Charlie, este oferece-lhe uma prenda (peças de lingerie) e acabam os dois num motel onde ela experimenta a prenda. Mas Annie, sem saber, estava a ser filmada e acaba mesmo por ser violada.

Annie desabafa então com a sua amiga Katie, contado-lhe aquilo por que  passou, mas da forma como ela própria entendeu a situação. Assim, Katie, apercebendo-se realmente do que aconteceu pelas palavras da amiga, informa a diretora da escola sobre o assunto que de imediato passa o caso para o FBI. Toda a gente sabe que na realidade o homem a violou, mas ela não quer acreditar nisso pois acha que ele está apaixonado por ela. O pai fica furioso e só quer encontrar o homem que lhe fez isso. Durante a investigação, acaba por descobrir as mensagens que a sua filha trocou com Charlie, o que torna ainda mais intensa a vontade de o encontrar  para o matar.

Annie regressa à escola onde confronta Katie, acabando as duas a discutir. Annie e o pai discutem igualmente, pois o pai está muito zangado por não ter sabido o que se passava entre a filha e Charlie. Entretanto, com os progressos na investigação, chega-se à conclusão de que Annie não foi a primeira vítima de Charlie. Só então é que Annie percebe que Charlie não a ama e que simplesmente a violou. Em consequência disso, Annie vai conversar com uma psicóloga acabando por desabafar com ela tudo o que sente. Para piorar ainda mais as coisas, Annie descobre que criaram um site onde expuseram a sua intimidade, o que a deixa completamente desolada, chegando ao ponto de tentar suicidar-se. O pai chega felizmente a tempo de a salvar e finalmente pede-lhe desculpa por não a ter conseguido proteger.confiar-principal

Análise das personagens:

  • Annie: Foi ingénua no desenrolar da história, apercebendo-se apenas no final, que o Charlie não é quem dizia ser, e que a enganou. É a personagem principal.
  • Pai (Will): É um homem trabalhador e preocupado com a família. Quando Annie foi violada deu o máximo, talvez demasiado à família e principalmente à Annie. Tornou-se obcecado por encontrar Charlie.
  • Mãe (Lynn): Não tem um papel muito relevante, mas sofre igualmente. Apoia imenso a filha.
  • Irmão: É uma personagem secundária, mas que se mostra preocupado com Annie após saber o que aconteceu.
  • Charlie: É manipulador, violou Annie e deixou-a acreditar que estava apaixonado por ela. Descobre-se que fez a mesma coisa a outras raparigas.
  • Melhor Amiga de Annie (Katie): É aquela amiga que conta a diretora da escola o que se passou com Annie. É uma verdadeira amiga, que qualquer um gostaria de ter. A partir deste acontecimento, a história desenrola-se.
  • Psicóloga: Desempenha um papel importante na perceção de Annie, perante aquilo que aconteceu, principalmente quando Annie se apercebe que foi violada.

Conclusão final: Nós concluímos que não devemos confiar e abrir-nos com pessoas que não conhecemos, ou que descobrimos na internet.

Ana Brito, Ana Costa, Daniel Pereira e Daniel Guerreiro, 9º A

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O Rei LeãoO Rei Leão (original: The Lion King; realizadores: Roger Allers e Rob Minkoff; distribuidor: Walt Diney, E.U.A. ,1994)

Após me ter sido proposto escrever sobre o filme da minha vida, e garanto-vos desde já que é uma grande responsabilidade, tive que aceitar este desafio que durante muitas horas me deixou a pensar sobre que filme deveria escolher. Isto porque é díficil selecionar um filme entre vários que me deixaram a refletir sobre inúmeras questões, que despertaram diversas emoções desde o choro às mais espontâneas gargalhadas, que me ensinaram lições e que, acima de tudo, me marcaram.

Foi díficil escolher um filme tendo em conta também o facto de que a minha vida nem vai a meio e possivelmente ainda poderei assistir a um filme que me marque para toda a vida e esse sim se torne o intitulado “filme da minha vida”.

Entretanto, e avançando para o que realmente interessa, acabei por fazer a minha escolha que se inclinou para um filme que me acompanhou toda a minha infância, isto é, dos meus cinco aos onze/doze anos mais ou menos. Um filme que ainda hoje me traz tão boas memórias, um filme do qual eu sei todas as falas de cor e, mesmo nos dias de hoje, consigo ver vezes sem conta e nunca me fartar. E esse filme é “O Rei Leão” da Disney.

Provavelmente muita gente iria questionar o porquê de ter escolhido um filme de desenhos animados e, além disso, iriam inclusive perguntar como posso considerar um filme de “bonecos” o filme da minha vida. Mas quanto a isso, eu posso responder de forma muito clara: sim, é de facto, um filme de desenhos animados, um filme direcionado especialmente para crianças. Porém, não se trata apenas e somente de um filme de animação e entretenimento. Se prestarmos atenção, este tipo de filmes são os que melhor passam as mensagens, bem como as lições de moral. São os que de forma não tão evidente (pelo menos até certa idade), nos fazem perceber como certos aspetos na vida funcionam. Foi o que aconteceu com este filme da Walt Disney.

O filme “Rei Leão” (irei focar-me no primeiro filme, embora tenha adorado também o segundo) foi e é um filme que, como já tinha referido, me ensinou algumas coisas que eu fui percebendo melhor à medida que fui crescendo e amadurecendo, e que ainda hoje me faz esboçar um sorriso, por um lado, de nostalgia, por outro, das boas recordações que tenho em mim.

A história do filme foca-se em Simba, filho de Mufasa, que muito cedo morre vítima do seu irmão Scar. Scar mata Mufasa, o rei leão3pois quer alcançar o poder do irmão e, depois da morte dele, obriga Simba a fugir da terra, culpando-o da morte de seu pai. Simba, que ainda era uma criança na altura, ouvindo tais palavras, não hesitou em fugir. Porém, ele não sabia que um grupo de hienas comandadas por Scar iriam atrás dele na tentativa de o matar para que não houvesse herdeiro do trono e Scar subisse definitivamente ao poder. Entretanto, Simba consegue escapar e conhece Timon e Pumba que se tornariam os seus companheiros para a vida. Com eles cresceu, sarou as feridas, aprendeu os hábitos de vida dos companheiros e foi em busca da sua própria felicidade.

Certa tarde, uma velha amiga de infância de Simba vai à caça e tenta capturar Timon e Pumba. Todavia, quando Simba sente a presença da leoa, lança-se para cima dela para a impedir de atacar os amigos. Eis que Nala (essa mesma leoa, amiga de Simba) o reconhece e ambos festejam o reencontro depois de todo aquele tempo sem se verem. No entanto, rapidamente a felicidade dá lugar às interrogações de Nala, que o interpela sobre o seu desaparecimento, o confronta com o facto de todos na sua terra o julgarem morto e afirma que ele tem que regressar, pois as condições do seu habitat (que também já fora de Simba) eram miseráveis, e ele tinha que assumir o trono e expulsar Scar de lá. Contudo, Simba estava cada vez mais confuso e não suportava a ideia de voltar, afetado ainda pelo sentimento de culpa em relação à morte do pai.

Após uma longa discussão com Nala, Simba decide caminhar à noite para refletir e chega a evocar o nome do pai através das estrelas, questionando porque é que ele o tinha deixado sozinho quando lhe tinha prometido que sempre estaria lá para ele. Lembro-me que esta foi a cena que mais me marcou em todo o filme, tendo até me escapado algumas lágrimas. Aparece um babuíno, chamado Rafiki, que conhecia Mufasa e soubera de toda a história. Ele surge e aconselha Simba, dizendo-lhe as seguintes palavras: “O passado pode doer, mas quanto a isso só há duas coisas a fazer: fugir dele ou aprender com ele.” É nesta cena que Simba fica decidido a voltar para sua terra natal, enfrentando o passado e lutando pelo trono.

Quando lá chega, todos os parentes, inclusive a mãe e conhecidos de Mufasa, ficam surpreendidos ao ver Simba que julgavam morto mas, evidentemente, ficam contentes com o seu regresso. Simba pensa num plano juntamente com Timon e Pumba para poder chegar até Scar e confrontá-lo. É nesse confronto que vem a surgir a verdade e Scar admite que fora ele quem matara Mufasa. Depois de uma grande luta, Scar acaba por ser alvo das próprias aliadas (hienas) que o devoram quando este cai de um precipício.

No final, Simba assume o trono e passado algum tempo, vem ao mundo a sua filha e de Nala, a quem deram o nome de Kiara e que viria a ser a protagonista do segundo filme.

Tenho a certeza que fui apenas uma das muitas crianças que se apaixonou por este filme. Recordo-me de episódios em que punha a cassete do filme – sim porque, nessa altura, ainda eram usadas cassetes antes de surgirem os DVD’s que hoje conhecemos – e mal o filme iniciava punha-me logo a cantar o tema inicial do filme desde o início ao fim. Também me lembro de saber todas as falas de cor (e ainda hoje sei) e recordo-me também de me pôr de gatas no meio do chão e imitar todas as cenas do filme como se eu mesma fosse a protagonista. A inocência e imaginação de uma criança são fantásticas, não é?

reileaoOutra coisa que me fascina neste filme (e que acontece com grande parte dos filmes da Disney) é, sem dúvida, a banda sonora. Quando somos mais novos não ligamos tanto ao significado das músicas, prestamos mais atenção ao ritmo, por exemplo. No entanto, agora que mais crescida, sempre que vou ouvir alguma música do filme interpreto o seu verdadeiro significado e consigo até indentificar-me com ela mesmo passado todos estes anos. Existe uma, que toda a gente conhece que se chama “Hakuna Matata” e que fala sobre deixar o passado atrás das costas e viver o presente, que é uma das mensagens que o filme passa a quem o vê e foi algo que eu aprendi com ele. Aprendi, também, que é preciso acreditar em nós e enfrentar as situações, pois fugir delas é estar a fugir de nós mesmos. Precisamos aprender com o passado, com os erros, e lutar para que no presente e no futuro tudo fique bem.

Para além destes aspetos, o filme também retrata o facto de estarmos rodeados de ganância, mas devemos ser superiores a toda essa ganância e mesmo inveja e não deixarmos de ser fiéis a nós mesmos, não deixar que essas pessoas nos tirem isso.

Este, certamente, será um filme que me acompanhará para toda a vida. Sempre que assistir ao “Rei Leão”, vou-me sentir criança outra vez, como se viajasse numa máquina do tempo. São incríveis as sensações e o impacto que um filme pode ter em nós. Farei questão, se possível, de um dia mostrar o filme aos meus filhos e partilhar com eles algo que acabou por fazer parte de mim e da minha vida.

Já vi muitos filmes, de todos os géneros: ficção científica, ação, suspense, drama, animação, comédia, romance, um ou outro histórico… E claro que alguns deles também estão na minha lista de filmes favoritos, contudo não me arrependo desta escolha que fiz e hei-de sempre considerar o “Rei Leão” um dos filmes da minha vida.

Sandra F. Matoso, 11ºE

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O que é que podes dizer sobre uma rapariga de vinte cinco anos que morreu? Que ela era linda e brilhante? Que ela amava Mozart e Bach? Os Beatles? E a mim?

Love Story (realizador: Arthur Hiller, E.U.A., 1970)

187lovestoryNós nascemos, crescemos, traçamos planos, vivemos a nossa vida e morremos. É assim que é suposto ser, é suposto cometermos erros, é suposto sermos felizes e, por vezes, tristes, é suposto vivermos as nossas vidas ao máximo. Como disse Henry Thoreau Fui à floresta viver de livre vontade, para sugar o tutano da vida. Aniquilar tudo o que não era vida. Para, quando morrer, não descobrir que não vivi.

É assim que é suposto ser. Porém, às vezes, a ordem é trocada, e nós nascemos, crescemos, traçamos planos e morremos. Por vezes, uma rapariga de vinte e cinco anos, com a vida toda pela frente, descobre que tem uma doença terminal e que está prestes a morrer.

Tal acontece em Love Story, o filme da minha vida.

Este filme segue o romance de Jenny e Oliver, que se conhecem na universidade, apaixonam-se, casam-se, são felizes e, num abrir e fechar de olhos, são confrontados com a vida e tudo o que ela tem para oferecer. E o que não é suposto acontecer, acontece. E um romance, que está apenas nas suas páginas inicias, acaba.

Poderiam perguntar o que é que tem este filme de tão especial para que eu o considere o filme da minha vida, e eu explicar-vos-ia que este é mais especial relativamente aos outros, e consequentemente, é o filme da minha vida porque é real. Ele mostra como a vida duma pessoa pode ser destruída num único instante e como todos os planos que traçamos não passam disso: planos que nunca se irão concretizar, porque nós não temos qualquer tipo de rédeas no nosso destino e na nossa vida.

Este filme mudou a minha vida ao ensinar-me que tudo pode acabar num instante e assim que acabar não há volta a dar, é por isso necessário aproveitar a vida ao máximo e “sugar o tutano da vida”.

As emoções provocadas por este filme despertaram-me, de certa maneira, para a minha própria vida. Ele fez-me prestar atenção aos pequenos momentos, aos raios de felicidade que nos tocam todos os dias da nossa vida, porque esses é que são os momentos verdadeiramente importantes.

A revolta, a angústia, a compaixão, a tristeza, o sentimento de perda, que nos acompanham ao longo desde filme, aliados ao desespero visível nos atos deste casal face à descoberta de que haviam perdido os sonhos que tinham construído, é simplesmente esmagador.

Este filme ensina-nos que amar alguém significa nunca ter que pedir desculpa. A Jenny mudou para sempre a vida do Oliver, e é isso o que um grande amor deve fazer àqueles que o experienciam.

Este é o filme da minha vida porque mudou-me para sempre. Love Story tornou-me numa pessoa completamente diferente, uma pessoa mais ligada ao que sente, e mais preparada para enfrentar a realidade, e fez isto tudo através da sua história completamente avassaladora.

O filme da tua vida deve ser aquele que te transforma completamente e que te faz querer ser algo mais que alguma vez foste, e é por isso que posso dizer que o Love Story é o filme da minha vida.

 Ana Catarina Medeiros, 11ºE

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Como o título desta categoria indica – O Filme da Minha Vida – este artigo era suposto ser dedicado a um filme que, ao longo dos meus 18 anos, me tivesse marcado. Em vez disso, vou referir um que me define atualmente: A Melodia do Adeus  (Título Original: The Last Song). Apesar de preferir filmes como os do Harry Potter, Transformers, ou seja, filmes que são um misto de fantasia, acção, suspense, A Melodia do Adeus identifica-se com muitos adolescentes de hoje em dia.

Retrata a história de uma rapariga adolescente que vai com o irmão mais novo passar o verão com o pai a uma aldeia junto à costa. No início, Ronnie (a rapariga) dá-se muito mal com o pai e estão sempre a discutir. Passados alguns dias, Ronnie conhece um rapaz que a trata como uma princesa, fá-la feliz e assim, Ronnie, devido a toda a atenção de que é alvo, decide acalmar as coisas com o pai, pois não tendo nenhum amigo na aldeia com quem pudesse falar, acaba por fazer dele o seu melhor amigo. Nos dias seguintes, Ronnie vive o sonho de que tudo está bem, até que, numa tarde, o pai vai para o hospital. Ronnie é informada de que ele tem cancro e que não viverá por muito mais tempo. Tudo correra bem até àquele infeliz dia mas, a  partir daí, o seu mundo entra em colapso. Perdeu o pai, o seu melhor amigo, perdeu o amor da sua vida, perdeu tudo.

Esta história acaba assim – não de uma forma feliz, como naqueles filmes em que podemos dizer que “viveram felizes para sempre”, mas de uma forma boa, pois ela acaba por recuperar o seu grande amor e decide seguir o sonho de ir para a universidade de Julliard, para se formar no ramo da música, especializando-se no piano (uma paixão partilhada com o pai).

Na minha opinião, esta jovem era definida pelo seu passado, era definida pelos outros pela sua aparência, pelo carácter forte que demonstrava ter mas, no fundo, só queria uma oportunidade para ser feliz. E só se apercebeu das coisas boas que tinha quando estas se lhe “escaparam das mãos”.

Na vida nem sempre vamos a tempo de as recuperar: por vezes perdemos pessoas de quem tanto gostamos e só nos apercebemos disso muito tempo depois. Este filme deve servir de lição a muitos adolescentes, porque costumam “atirar- se de cabeça” não medindo as consequências e, quando dão por isso, já não há volta a dar.

Joana Falcão, 12ºB

imagens daqui e daqui

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No mês de Maio assistiu-se  à exibição de três filmes de produção nacional : A Zona de  Sandro Aguilar ,  O último condenado à morte de Francisco Manso e  As Operações SAAL de João Dias. Este último, que já tinha sido exibido em 2007, é um documentário imperdível que constitui um   autêntico documento histórico  sobre a época conturbada e utópica de 1974/75 .

Para os fãs de ficção científica ( e não só) estreou-se o aguardado Star Trek de J.J. Adams. É um fabuloso filme de aventuras  que mostra o encontro dos vários tripulantes e a sua primeira viagem a bordo da Entreprise.

Do Brasil foi exibido mais um filme  com  acção a decorrer nas favelas, Cidade dos Homens de Paulo Morelli.

Para quem gosta do escritor Dan Brown não deve perder a adaptação do seu livro Anjos e Demónios realizada por Ron Howard.

Da Dinamarca chegou-nos Flame & Citron de Ole Christian Madsen que nos dá a conhecer dois heróis da resistência dinamarquesa à ocupação nazi.

Também com acção a decorrer na 2ª Guerra Mundial temos o interessante No limite do Amor de John Maybury, um drama biográfico sobre Dylan Thomas  que é considerado um dos maiores poetas da língua inglesa.

Para os que apreciam filmes históricos  estreou-se Amazing Grace de Michael Apsted que conta a luta de Wilberforce , um dos pioneiros anti-esclavagistas, na Câmara dos Comuns , no século XVIII.

A estreia de um filme francês agrada sempre a alguns cinéfilos.Como tal,  destaco Um conto de Natal de Arnaud Desplechin  com um grande elenco num argumento sobre os relacionamentos e intrigas familiares.

Os apreciadores de  filmes  com vampiros devem adorar o filme  sueco Deixa-me entrar de Tomas Alfredson que é um excelente filme de terror  que já tinha tido estreia em DVD.

Também em exibição o filme belga de animação Os Moconautas no Mundo da Lua de Ben Stassen , o documentário Tyson de James Toback sobre  a controversa  figura do pugilismo mundial e a comédia  À noite no Museu 2 de Shawn Levy.

Relacionado com o Festival de Cannes que decorreu  de 13 a 24 de Maio  refira-se o documentário Cada um o seu cinema realizado por ocasião da comemoração, em 2007, dos 60 anos do referido Festival. Nele inúmeros cineastas apresentam um olhar  sobre o cinema e as suas salas.

Nesta 62ª edição do Festival ( considerado o festival de cinema mais importante do mundo) a Palma de Ouro foi para o austríaco Michael Haneke com o filme Das Weisse Band ( A Fita Branca) e o Grande Prémio do Júri para o francês Jacques Audiard com Un Prophète.Ao francês Alain Resnais foi atribuído o Prémio Especial do Júri pelo conjunto da sua obra.

Mas, a cinematografia portuguesa  está de parabéns   pois o jovem cineasta João Salaviza  (estudante no Conservatório) ganhou a Palma de Ouro, isto é, o Grande Prémio de Cannes para Curtas-Metragens com o filme Arena . Este filme de quinze minutos já tinha sido distinguido no IndieLisboa e conta a história de um homem em prisão domiciliária num bairro social lisboeta. Dado as boas críticas que tem recebido aguardam-se novos prémios.

Profª. Luísa Oliveira

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Apesar de já ter escrito sobre um filme que tinha entrado na minha vida,  escrevo agora sobre um outro: falo-vos de Anjos e Demónios, que estreou no dia 14 de Maio de 2009. Este filme é a anjos e demoniosadaptação cinematográfica do livro com o mesmo título escrito por Dan Brown, o mesmo autor que escreveu O Código Da Vinci. O filme foi realizado por Ron Howard e a maior parte da história passa-se no Vaticano onde se faz uma aterradora descoberta, ao ponto de se ter de pedir ajuda ao simbolista Robert Langdon. Quando este descobre indícios do ressurgimento de uma antiga irmandade secreta conhecida como os Illuminati (a mais poderosa organização secreta na História), percebe que o maior inimigo desta organização – a Igreja Católica – pode estar em grande perigo. Langdon viaja para Roma, onde forma uma equipa com Vittoria Vetra. Nesse momento, enquanto está a decorrer o Conclave no Vaticano para decidir quem será o próximo papa, Robert recebe a informação de que quatro cardeais foram raptados do Vaticano e seriam mortos de acordo com os quatro elementos (Terra, Agua, Ar, Fogo). A dupla tem então que relacionar as pistas  com diversos monumentos de Roma para conseguir descobrir onde os cardeais irão ser executados.

Quem leu o livro pode ficar ligeiramente desiludido com o filme, pois há situações temporais que foram trocadas, assim como mudanças em algumas personagens, que têm no filme atributos diferentes dos que estão descritos no livro. Acho, no entanto, que o filme está bem conseguido, pois a história do livro está muito bem resumida e continua a tratar os seus assuntos essenciais sobre a ciência e a religião. O principal motivo que me fez adorar o filme é o facto de estar repleto de acção e mistério, não se descobrindo, até ao último momento, quem é o traidor nesta história.

Espero que mais filmes e livros como este apareçam para continuar os favoritos da minha vida.

Luana Tomé, 12ºB

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Prison Break é uma série que mistura muita acção com um pouco de romance e drama. A série está actualmente na quarta temporada mas irei falar apenas na primeira temporada, visto que, para além de ser a temporada que mais gostei, é a melhor para relatar de modo a que vocês percebam a prisonbreak_introhistória.

Michael Scofield é um homem desesperado. O seu irmão, Lincoln Burrows, está no corredor da morte e será executado em alguns meses, após ser condenado por um assassinato que Michael está convencido que Lincoln não cometeu. Sem outras opções e com o tempo a diminuir, Michael assalta um banco para ser preso e levado para a penitenciária estadual Fox River, o mesmo local onde seu irmão está a cumprir pena. Uma vez lá dentro, Michael, que tinha como profissão ser engenheiro civil, com as plantas da prisão tatuadas no corpo, começa a executar um elaborado plano para libertar Lincoln e provar sua inocência. Com a ajuda de seu companheiro de cela, Sucre, Michael começa a criar alianças com grupo de diferentes prisioneiros, incluindo o ex-chefe da Máfia John Abruzzi, Charles Westmoreland, um homem que muitos acreditam ser o famoso ladrão D.B. Cooper, acusado de ter roubado um milhão e meio de dólares, e Theodore Bagwell (T-Bag), preso pela prática de estupros e pedofilia. No lado de fora, Michael tem apenas uma aliada: sua advogada e amiga de longa data, Veronica Donovan, que também é a ex-namorada de Lincoln.

Entre outros personagens também estão a Dra. Sara Tancredi que Michael acaba por visitar diversas vezes na enfermaria do presídio e por quem acaba por se apaixonar; o guarda-prisional Bellick, que está determinado a ficar de olho no seu novo prisioneiro; e o poderoso Warden Pope que finge ter um relacionamento próximo com Michael, para que este lhe possa ajudar a construir um modelo de um monumento para a sua mulher.

Iuri Marcelo, 12º A

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click_cartazO filme que escolhi é um dos que se encontram entre os meus favoritos. Visto que não tenho um filme predilecto definido, resolvi escolher este, pois considero que tem uma história bastante incrível e faz-nos aprender um pouco mais sobre o verdadeiro significado dos pequenos momentos da nossa vida, dando-lhes mais valor em vez de os desperdiçarmos, como costumamos fazer, e, depois, quando damos por isso, a vida passa e é tarde demais para voltar atrás – é por isso vou falar de Click.

A personagem principal, Michael Newman, representada por Adam Sandler, vive num mundo onde o trabalho é a sua própria preocupação, querendo por isso ser promovido, deixando os filhos e a mulher em segundo plano: embora goste muito deles, raramente consegue arranjar tempo para eles, pois pensa que ao ser promovido, talvez depois tenha mais disponibilidade. Um dia ele chega a casa cansado e resolve sentar-se no sofá para ver um pouco de televisão, mas devido ao excesso de comandos em cima da mesa, é difícil encontrar o comando da televisão, acabando por utilizar todos menos o que interessava. Farto que isso acontecesse, ele resolveu comprar um comando universal que lhe pudesse facilitar algumas tarefas do seu dia-a-dia. Ao chegar a casa, apercebe-se que o comando para além de servir para as coisas essenciais, também pode controlar tudo na sua vida, o que de início o deixa bastante contente, querendo tirar o maior partido dele. Com o comando ele pode ‘avançar’ as discussões, nas reuniões de família, quando fica doente, consegue ‘baixar o volume’ para que não o perturbem, ‘pausar’ nos melhores momentos e ‘voltar atrás’ na sua vida para recordar outros. Mas o comando começa a programar-se por si, conforme as preferências do seu possuidor, avançando automaticamente em tudo aquilo que ele costumava avançar por achar que era demasiado aborrecido. Como consequência, Michael perde grande parte da sua vida, vivendo apenas para o trabalho e deixando a sua família para trás, fazendo com que vá perdendo todos aqueles que gosta lentamente, e não estando presente nos momentos mais importantes, acabando por morrer sem aproveitar a sua vida, deixando-o arrependido por isso, mas já nada havia a fazer. É então que ele acorda inesperadamente, na loja onde havia comprado o comando, reparando que aquilo, felizmente, não passara de um sonho onde lhe haveria sido dada uma segunda hipótese para acordar para a vida e dar mais valor às pessoas que amava.

A mensagem que o filme nos tenta transmitir é que hoje em dia nós passamos grande parte das nossas vidas perdendo tempo, sem darmos importância ao que realmente devemos e aquelas pessoas que amamos e, quando damos por nós, estamos velhos e nem sequer vivemos nada.

Ana Cristina nº2, 12º A

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Um dos filmes que mais apreciei foi O Crime do Padre Amaro, pois crimeamaro_xlrelata uma história em que um padre se apaixona por uma mulher (o que não é permitido), o que provoca um conflito entre sentimentos e convicções, que culmina num final emocionante…

O filme transfere a história do livro de Eça de Queiroz, com o mesmo nome, da cidade de Leiria de 1875, para um bairro social de Lisboa de 2005, cheio de problemas sociais e de marginalidade. Nele são também acentuadas as críticas a homens do clero que a obra de Eça não ficcionava.

Rui Gomes 12ºA

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Jumper é um filme de ficção cientifica, acção e aventura. É baseado no livro Jumper, escrito em 1992 por Steven Gould. Conta a história de um rapaz que descobre a incrível capacidade de se teletransportar para um local à sua escolha desde que já o tivesse visto anteriormente e, por causa dessa capacidade, é procurado por uma organização secreta que o leva a passar por incríveis aventuras.

O Filme conta com um elenco de luxo, com Hayden Christensen, no papel principal e outros nomes como Rachel Bilson, Samuel L. Jackson, entre outros. Tem a duração de 88 minutos e contou com Doug Liman no cargo de director. Produzido por Simon Kinberg, Lucas Foster, Jay Sanders e Stacy Maes e argumento de David S. Goyer, Jim Uhls, Simon Kinberg e Steven Gould, o autor do livro. Foi distribuído por 20th Fox Films e New Regency Productions.

Entre 2006 e 2008 as gravações tiveram lugar em 14 países diferentes, como Canadá, Itália, Japão, Estados Unidos da América, México, França, Egipto, Republica Checa, entre outros.

O filme foi lançado a 14 de Fevereiro de 2008 nos Estados Unidos e a 28 de Março do mesmo ano em Portugal. De início, não teve uma recepção agradável, e não conseguiu as melhores críticas, contando apenas com uma aprovação de 16% entre os críticos. No entanto, acabou por ser nomeado para dois prémios, sendo eles o MTV Movie Award na categoria de Melhor Luta (Best Fight) e o prémio Teen Choice Award na categoria de melhor vilão (Choice Movie Villain) e ganhou o prémio Teen Choice Award na categoria de melhor actriz: acção/aventura (Choice Movie Actress: Action Adventure).

Dois dias antes da estreia de Jumper, foi lançado o jogo de vídeo Jumper: Griffin’s Story para as consolas PlayStation 2, Nintendo Wii e Xbox 360, baseado nos acontecimentos do filme.

A 10 de Junho de 2008 nos Estados Unidos da América, e nesse mesmo dia, internacionalmente, foi lançado em DVD e Blue-ray Disc, o filme Jumper, contendo uma longa-metragem que inclui comentários dos directores e argumentistas ao filme, cenas cortadas, uma história animada e ainda mais extras.

Guilherme Dias, 12º A

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Million Dollar Baby, de Clint Eastwoow (2002)

Dedicado, claro, à Marta Queimado do 12ºA!

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