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Archive for Março, 2009

Existe uma diferença imensa entre ver uma coisa sem o lápis na mão ou vê-la desenhando-a. Ou melhor, são duas coisas muito distintas que nós vemos.
Mesmo o objecto mais familiar aos nossos olhos torna-se outro se nos pomos a desenhá-lo; apercebemo-nos que o ignorávamos, que nunca o tínhamos verdadeiramente visto.

Paul Valéry

José, 9ºA

José, 9ºA

Ana Filipa Alves 9ºF

Ana Filipa Alves 9ºF

José Carlos, 9ºF

José Carlos, 9ºF

José Castanheira, 9ºF

José Castanheira, 9ºF

Ana Filipa Pires, 9ºF

Ana Filipa Pires, 9ºF

José Carlos, 9ºF

José Carlos, 9ºF

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Se tivesse envelhecido, Tintin teria hoje 80 anos  – ainda se lembram: dos 7 aos 77 anos 🙂 ? Foi em 1929 que Hergé publicou a primeira história onde surge o jovem reporter com o seu cão Milou. Sobre Hergé, disse Andy Warhol (um dos inciadores da Pop Art): Ele teve sobre a minha obra a mesma influência que Disney. Para mim, Hergé é mais que um simples criador de bandas desenhadas, pois na sua obra existe uma dimensão política e satírica.

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Um dos filmes que mais apreciei foi O Crime do Padre Amaro, pois crimeamaro_xlrelata uma história em que um padre se apaixona por uma mulher (o que não é permitido), o que provoca um conflito entre sentimentos e convicções, que culmina num final emocionante…

O filme transfere a história do livro de Eça de Queiroz, com o mesmo nome, da cidade de Leiria de 1875, para um bairro social de Lisboa de 2005, cheio de problemas sociais e de marginalidade. Nele são também acentuadas as críticas a homens do clero que a obra de Eça não ficcionava.

Rui Gomes 12ºA

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Trágico e Cómico como a Vida, tão antigo como o Homem, o Teatro continua a fazer parte do quotidiano das pessoas.  Aqui fica a nota: Acontece…

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400 anos depois de Galileu ter apontado o seu telescópio para o céu, quase 40 anos depois de Neil Armstrong ter dito – pisando pela primeira vez a Lua – que era um pequeno passo para um homem mas um grande passo para a humanidade, lembramos ao mesmo tempo a nossa grandiosidade como seres humanos e a nossa pequenez, perante a beleza e imensidão do universo.

O Ano Internacional da Astronomia merece assim mais uma edição do Vídeobili. Estejam atentos a novas notícias pois as “estrelas” serão o tema forte da edição deste ano do Dia da Escola a decorrer no próximo mês de Maio.

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Quando me foi proposta a realização de um pequeno texto sobre o “Livro da minha vida”, não me seduziu muito a ideia de escrever sobre um dos poucos livros que li apenas em 17 anos de existência. Contudo, e com alguma insistência por parte do Professor Fernando, decidi finalmente escrever sobre um dos livros que, apesar de grande, mais me seduziu.a_conspiracao_dan_brown

A acção deste policial desenrola-se em plena época de eleições presidenciais nos E.U.A, em que todos os truques e artifícios são utilizados para manipular as votações. Um dos candidatos, o Senador Sedgewick Sexton, utiliza a própria NASA como um meio para denegrir a imagem do actual presidente, Zachary Herney, uma vez que, durante os últimos anos, não se ouvira falar da palavra NASA em qualquer meio de comunicação social. Porém, o Senador nem sequer constatara que aquele argumento era uma espécie de anzol que o haveria de apanhar pela boca.

Rachel Sexton, uma mulher atraente, especialista dos Serviços Secretos, que trabalha para a Casa Branca e que, curiosamente, é filha do Senador, anseia destituir o actual presidente. Porém, é alimentada por um certo ódio que sente pelo pai, devido às sucessivas traições à sua mãe e à trágica morte desta, no próprio dia de Acção de Graças.

Rachel torna-se uma personagem fulcral nesta história quando é alertada por William Pickering, director do NRO (National Reconnaissance Office), para a urgência que o próprio presidente Herney tem em falar com ela. Rachel tem, então, o seu primeiro contacto com o presidente, que parece não ter problemas em admitir que pretende utilizar Rachel como “isco” para uma descoberta que iria derrubar o seu próprio pai.

É neste contexto que volta a ganhar importância a agência espacial, outrora utilizada como argumento contra o presidente (como já tive oportunidade de referir), acaba por ser o principal instrumento de derrota do Senador Sexton, quando é realizada uma descoberta de tal impacto científico que compensa cada dólar dispendido pelos americanos com o espaço.

Rachel Sexton teve, então, o privilégio de ver com os seus próprios olhos aquilo que poderia fazer renascer no povo americano o orgulho pela NASA: um “tesouro” escondido na Plataforma de gelo de Milne, em pleno Ártico.

Claro que esta descoberta não poderia ter vindo em melhor altura para o presidente e para a agência… mas não seria tudo demasiado bom para ser verdade?

É então, à medida que a realidade se vai desvendando aos olhos das personagens do livro, que uma equipa da Força Delta as tenta eliminar, encobrindo a verdade.

Mas, afinal, de que se trata e quem está por detrás desta “Conspiração“?

Acho que o próprio nome diz tudo… e, citando o último período do resumo do próprio livro, “Quando se descobre a verdade, é a mais espantosa conspiração de todas”, posso dizer que se trata de um excelente livro que, para além de romance, é também um sedutor policial, que se torna didáctico à medida que vamos folheando as páginas cheias de excelentes descrições.

Aconselho vivamente a leitura desta obra, que nos prende desde o primeiro capítulo, tal como acontece com a maioria das produções escritas de Dan Brown. A não perder! 🙂

Filipa Henriques, 12ºD

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Jumper é um filme de ficção cientifica, acção e aventura. É baseado no livro Jumper, escrito em 1992 por Steven Gould. Conta a história de um rapaz que descobre a incrível capacidade de se teletransportar para um local à sua escolha desde que já o tivesse visto anteriormente e, por causa dessa capacidade, é procurado por uma organização secreta que o leva a passar por incríveis aventuras.

O Filme conta com um elenco de luxo, com Hayden Christensen, no papel principal e outros nomes como Rachel Bilson, Samuel L. Jackson, entre outros. Tem a duração de 88 minutos e contou com Doug Liman no cargo de director. Produzido por Simon Kinberg, Lucas Foster, Jay Sanders e Stacy Maes e argumento de David S. Goyer, Jim Uhls, Simon Kinberg e Steven Gould, o autor do livro. Foi distribuído por 20th Fox Films e New Regency Productions.

Entre 2006 e 2008 as gravações tiveram lugar em 14 países diferentes, como Canadá, Itália, Japão, Estados Unidos da América, México, França, Egipto, Republica Checa, entre outros.

O filme foi lançado a 14 de Fevereiro de 2008 nos Estados Unidos e a 28 de Março do mesmo ano em Portugal. De início, não teve uma recepção agradável, e não conseguiu as melhores críticas, contando apenas com uma aprovação de 16% entre os críticos. No entanto, acabou por ser nomeado para dois prémios, sendo eles o MTV Movie Award na categoria de Melhor Luta (Best Fight) e o prémio Teen Choice Award na categoria de melhor vilão (Choice Movie Villain) e ganhou o prémio Teen Choice Award na categoria de melhor actriz: acção/aventura (Choice Movie Actress: Action Adventure).

Dois dias antes da estreia de Jumper, foi lançado o jogo de vídeo Jumper: Griffin’s Story para as consolas PlayStation 2, Nintendo Wii e Xbox 360, baseado nos acontecimentos do filme.

A 10 de Junho de 2008 nos Estados Unidos da América, e nesse mesmo dia, internacionalmente, foi lançado em DVD e Blue-ray Disc, o filme Jumper, contendo uma longa-metragem que inclui comentários dos directores e argumentistas ao filme, cenas cortadas, uma história animada e ainda mais extras.

Guilherme Dias, 12º A

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Já está online o Museu Virtual da RTP onde se pode ter acesso a um já considerável numero de peças do seu arquivo de TV e de Rádio, assim como visitar uma exposição e observar as velhas tecnologias dos seus primórdios. Uma viagem na História Contemporânea de Portugal a não perder, quer para estudiosos, nostálgicos ou meros curiosos.

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site do Museu Virtual RTP

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Já elegemos o nosso Leitor do Mês de Fevereiro: é um grande apreciador de BD e acha que ler, muitas vezes, é mais divertido do que ver filmes, pois nos filmes as imagens “já vêm feitas” – Quer saber quem é?

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A nossa colega Ana Guerreiro propôs-nos uma nova rubrica – e o Bibli dá-lhe as boas-vindas.

Diário Gráfico, Diário de Viagem, Caderno de Esboços, Diário Visual, Caderno de procura Paciente (segundo o arquitecto Le Corbusier) são algumas das designações que se podem utilizar para o registo de desenhos, pinturas, colagens e, também, escrita em cadernos/blocos de pequeno formato.

Não só ao longo dos tempos muitos artistas (Delacroix, Leonardo da Vinci …) não dispensaram os seus Diários Gráficos como, actualmente, são um objecto inseparável de tantos outros, mas também de estudantes de artes, professores, biólogos, onde registam traços, viagens, afectos, partes da vida…

O papel tem essa capacidade de guardar as linhas, os vestígios que a mão deixou num determinado tempo, tal como o corpo guarda na pele as marcas das suas vivências.

Como instrumento didáctico, os Diários Gráficos servem de suporte à observação do quotidiano, à criatividade, à memória de lugares, de sentimentos e são, igualmente, um espaço de comunicação entre a professora e os alunos.

Da apresentação do tema; à reacção dos alunos face ao tema; à realização dos desenhos; ao comentário que faço a todos eles e, por sua vez, à leitura que os alunos fazem desse comentário; tornou-se não só um jogo entre nós como contribuiu imenso para um bom ambiente de trabalho. Estou certa disso.

Os trabalhos que se apresentam constituem uma pequena mostra daquilo que os alunos do 9º A e 9º F têm produzido desde o início do ano lectivo.

Profª. Ana Guerreiro

Ana Campos, 9ºA - O que vejo da janela do meu quarto

Ana Campos, 9ºA - O que vejo da janela do meu quarto

José Castanheira, 9ºA - Observação do corpo

José Castanheira, 9ºF - Observação do corpo 1

José Castanheira, 9º A - Observação do corpo 2

José Castanheira, 9ºF - Observação do corpo 2

José Castanheira, 9º A - Observação do corpo 3

José Castanheira, 9ºF - Observação do corpo 3

José Castanheira, 9ºA - O que vejo da janela do meu quarto

José Castanheira, 9ºF - O que vejo da janela do meu quarto

José, 9º A - Observação do corpo

José, 9º A - Observação do corpo

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Se estamos aqui hoje a blogar é porque alguém, fez ontem vinte anos , criou logowww5-iuma ferramenta informática a que chamou World Wide Web. Esse alguém foi um físico britânico chamado Tim Berners-Lee, que nunca ficou rico pois não registou a patente. Na altura em que apresentou o projecto, o seu superior técnico no CERN, onde trabalhava, classificou-o então de “vago mas emocionante” – e aqui estamos, vinte anos depois, na mesma www, a prestar-lhe uma homenagem.

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Million Dollar Baby, de Clint Eastwoow (2002)

Dedicado, claro, à Marta Queimado do 12ºA!

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milliondollarbabyNunca pensei que estando um dia em casa, sem nada para fazer, fosse abrir a gaveta e encontrasse aquele que para mim foi o filme mais marcante que vi até ao momento. Não é fácil elegermos um filme que consideremos o “Filme da nossa Vida”, mas a verdade é que este filme não me foi indiferente.

Million Dollar Baby – Sonhos Vencidos conta a história de Fankie Dunn, um treinador que treinou e geriu as carreiras de vários boxeurs. Porém, após o doloroso afastamento da filha, Frankie deixa de ter vontade de treinar e começa a revelar dificuldades na aproximação dos outros. Mas a vida deste homem muda quando conhece Maggie Fitzgerald, uma rapariga sonhadora, cujo sonho é vir a tornar-se Campeã do Mundo de Boxe. Maggie decide juntar o pouco dinheiro que tem e persegue o seu sonho. O problema é que Frankie “NÃO TREINA RAPARIGAS”. Só a sua perseverança e força de vontade o convencem a treiná-la. Ao longo do filme os dois vão criando uma ligação muito forte, quase como de pai e filha,  juntos por um ideal: vencer!

Este filme não é alegre, mas é tocante e muito bonito. “Querer é poder” é ,na minha opinião, a frase que melhor o descreve, pois a força de vontade que Maggie tem para conseguir alcançar o seu sonho é,  no mínimo, contagiante.

Aconselho vivamente este filme a quem goste de cinema, já que gostar de boxe não é um requisito necessário para gostar do filme (como é o meu caso), pois o filme vai muito além disso.

Marta Queimado,  12ºA

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Citação: acto de repetir de maneira errada as palavras alheias.


In Dicionário do Diabo

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A Estante do Homem que se Preocupava Com Estantes*


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* dedicado a todos os estetas 🙂

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Para não se ter ouvido falar neste filme era preciso ter-se passado o Verão debaixo de uma rocha… Nunca vi um trailer passar tantas vezes na televisão e antes de o mammamia_galleryposterfilme estrear em Portugal já tinham posto a banda sonora à venda. Para quem gosta de ouvir músicas contagiantes de outros tempos, este é o filme perfeito!

Esta é a história de uma jovem noiva, Sophie, que tem apenas um desejo: que o seu pai a leve ao altar. O único problema é que ela não sabe quem ele é. A única pista está no diário de sua mãe, Donna, que na época teve três namorados. Na dúvida, ela chama os três, sem o conhecimento da mãe, para o grande dia, na expectativa de que saberá quem ele é quando o vir, mas tal não acontece. No meio de toda a agitação dos acontecimentos que antecedem o grande dia, as personagens expressam seus anseios de forma diferente: ao cantar as músicas do grupo sueco ABBA.

Não posso dizer que o filme seja uma obra-prima e por isso não posso dizer que seja “o filme da minha vida” – não tem nenhuma mensagem profunda ou algo que nos faça reflectir, mas também não é essa a sua intenção. A verdade é que o filme tem uma história meio pateta e o final não poderia ser mais previsível. É simplesmente um filme para “passar um bom bocado” e dar algumas risadas. Mas mesmo assim, gostei… e muito! As músicas dos ABBA tornam este filme num daqueles  que consegue deixar uma pessoa muito bem disposta. Acho que nunca vi uma sala de cinema tão bem disposta. A sessão estava quase lotada e na altura do célebre tema Mamma Mia praticamente toda a gente cantou em peso! E quem não cantou estava de certeza a bater o pezinho.

Vejam o filme, deliciem-se com aquelas paisagens gregas e preparem-se para ficar a cantar as músicas do filme durante uma semana!

Carina Constantino, 12ºA.

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