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Posts Tagged ‘Cidadania’

O deputado do Partido Socialista na Assembleia da República, Filipe Pacheco, esteve, esta segunda-feira (12/1), na Escola Secundária com 3.º ciclo Daniel Sampaio, para participar na iniciativa “Parlamento dos Jovens”, que este ano letivo  debate a Violência Doméstica e no Namoro.

O programa “Parlamento dos Jovens” é uma iniciativa da Assembleia da República, dirigida aos jovens dos 2.º e 3.º ciclos do ensino básico e do ensino secundário, e decorre em várias escolas do país para debater com os seus alunos os temas da edição 2019/2020: “Violência Doméstica e no Namoro – da sensibilização à ação!” (no ensino básico) e “Violência Doméstica e no Namoro – como garantir o respeito e a igualdade?” (no ensino secundário). Esta primeira fase do programa Parlamento Jovens decorre até dia 29 de janeiro, período em que os jovens elaboram o projeto de recomendação sobre o tema e elegem os seus representantes para as sessões distritais/regionais, na segunda fase, que se realizam em março de 2020.

O objetivo é estimular as capacidades de expressão e argumentação na defesa das ideias, realçando a sua importância para a resolução de questões que afetam o presente e o futuro. É também um exercício de cidadania ativa que visa promover a importância do voto e da democracia.

Nesta iniciativa, o deputado realçou a importância destes eventos junto dos estabelecimentos de ensino, uma vez que promove nos jovens o interesse pelo debate político, através de questões sociais.

O deputado socialista realçou o envolvimento dos jovens na temática da “Violência Doméstica e no Namoro: da sensibilização à ação”, uma vez que este programa do Parlamento coloca vários milhares de alunos de mais de 1000 escolas a debater o assunto, na procura de soluções e políticas para responder a este problema. Durante a sessão os alunos tiveram ainda oportunidade de apresentar muitas das suas dúvidas em relação às funções dos deputados, à organização do hemiciclo e à participação na vida democrática e política. Houve ainda tempo para a foto da praxe!

Prof. Maria de Jesus Gaspar

Foto deputado

 

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Durante os dias 29 de abril e 02 de maio, decorreu na Escola Secundária Daniel Sampaio a 2ª Mostra do Filme Solidário realizada, este ano lectivo, no nosso Agrupamento.

Tratou-se de uma atividade dinamizada pelas Bibliotecas (VR+DS), no âmbito da Educação para a Cidadania. A Mostra do Filme Solidário consiste na apresentação de curtas-metragens de carácter não comercial que visam a reflexão sobre comportamentos sociais e temáticas de impacto global: desenvolvimento sustentável (Norte global/ Sul Global), Objetivos do Milénio, ODS (Objectivos de Desenvolvimento Sustentável), igualdade de género, ambiente, exemplos positivos, comportamentos de risco, violência, fome, direitos de autor.

Nestas sessões, participaram alunos de turmas do 7º ao 12º ano, num total de nove turmas. Em cada uma das sessões, após a visualização das curtas, iniciou-se o debate que contou com a intervenção interessada e pertinente de muitos alunos e professores. Estes momentos foram mediados e dinamizados por Pedro Santos um dos voluntários da produtora independente HelpImages. O Pedro deu-nos a conhecer a missão desta ONG e o modo como filmes tão curtos carregam em si mensagens tão vastas. Nesta exploração, houve leituras polémicas, houve leituras consensuais. Houve debates mais entusiastas, outros menos empolgados, mas em todos eles esteve sempre presente a perceção do enriquecimento mútuo que estas horas de diálogo descontraído nos trouxeram.

Assim, saímos todos com uma certeza: se queremos um mundo melhor e mais sustentável, essa responsabilidade cabe a cada um de nós, sem exceção, pois não há Planeta B.

Dulce Sousa (professora-bilbiotecária da EBVR)

aceda à aos filmes exibidos na mostra

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ED_livrolivre1O Livro Livre é uma outra forma de comemorar os 40 anos do 25 de Abril dando a conhecer a crianças e jovens este marco da História de Portugal e o seu legado. Celebra os direitos e as liberdades fundamentais consagrados na Constituição de 1976 como a sua principal herança e destaca a responsabilidade do que é viver em democracia.

Tomando como referência este momento de conquista histórica, fruto da luta e do trabalho de muitos, militares e civis, o Livro Livre apela ao espírito da liberdade e convoca o leitor a participar numa atividade criativa, como co-autor do livro. Desafia-o a resgatar as memórias de quem viveu este período e registar estas experiências. Através de breves enquadramentos históricos, ilustrações sugestivas e propostas de atividade diversificadas, este livro constrói um espaço para a reflexão sobre o significado do 25 de Abril

(sinopse FNAC)

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O projeto foi apresentado à nossa turma, 9º C da ESDS, pela prof. de História Anabela Rodrigues e, em colaboração com Educação Visual, desenvolvemos o projeto Livro Livre.

Primeiramente analisámos os conteúdos já presentes no livro, depois realizámos diversas pesquisas documentais na biblioteca da escola e testemunhais junto da geração que viveu o 25 de Abril de 74.

Depois reflectimos individualmente sobre os conteúdos propostos pelo livro, que nos questionava sobre temas de cidadania, levando-nos a emitir uma opinião que mais tarde registaríamos no livro.

Mas a questão da criatividade  também foi importante, pois o preto e branco do livro antes de passar pelas nossas mãos necessitava cor e personalização: assim pintámos, modificámos páginas, e adaptámos o livro à maneira de cada um.

A turma gostou de participar no projeto, pois foi o testemunho de algo importante, conseguindo-se inclusivamente aprender mais com o Livro Livre do que com os manuais de História. Como etapas mais marcantes do processo destaco as entrevistas a quem viveu intensamente esse período. Foi igualmente fundamental, o trabalho de colaboração entre a nossa DT, as professoras de História e Educação Visual e as nossas famílias.

Fomos convidados para apresentar os nossos projetos pessoais no Museu do Aljube e aí pudemos dar testemunho aos presentes não só da nossa experiência individual mas de toda a turma.

Margarida Lopes, 9ºC (testemunho)

 

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cyber

as redes sociais podem ser um excelente meio de partilha e convívio mas também uma poderosa fonte de agressão

Há diversos anos letivos que, na ESDS, se generalizou no 7ºAno a lecionação do módulo de Boas Práticas na Internet, integrado na área da Cidadania. Apesar de não se ter ainda conseguido uma articulação com as TIC e de não ter ainda uma visibilidade na escola e não ter sido ainda possível de fazer chegar esta literacia digital e de cidadania  a outros níveis de escolaridade, o número médio de horas lecionadas e o número total de alunos estabilizou num nível bastante aceitável (ver quadro abaixo).

À semelhança de anos anteriores, todos os professores reportam o entusiasmo dos alunos com os temas abordados, embora menor empenho na realização de tarefas mais estruturadas.

Longe ainda do idealizado em projetos anteriores da BE – uma carta de cidadania digital para os alunos – esperemos que para o ano possamos avançar um pouco mais nesse sentido com a colaboração de todos.

Fernando Rebelo (PB)

Síntese-balanço da lecionação do Módulo no ano letivo 2015-16

BPI

Alguns trabalhos realizados pelos alunos

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É através da comunicação social que sabemos o que está a ocorrer à volta do mundo. Mas, por vezes, deparamo-nos com visões um pouco distintas, visto que as opiniões, argumentos e palavras mudam consoante a fonte que consultamos.

imagesAtualmente podemos verificar esse facto, mais regularmente, quando o assunto são “os refugiados”. Todos os acontecimentos negativos protagonizados por indivíduos de etnia árabe parecem ser culpa dos refugiados. Mas será que essa é a realidade? Ou será que a sociedade está já demasiado vinculada à ideia de que tudo o que diz respeito a essa etnia tem a ver com os refugiados?

Esta questão colocou-se a propósito dos acontecimentos do passado dia 31 de Dezembro, na Alemanha quando, pelo menos, 80 mulheres foram brutalmente atacadas por homens. Tendo em conta que foi algo que mereceu uma grande atenção por parte dos média, podemos deparar-nos com mais do que uma visão sobre o mesmo assunto em distintas fontes.

Assim o pude constatar quando li a notícia do jornal Expresso e a comparei com a dohamburgo-antinazista-g1 Observador. Na notícia apresentada pelo jornal Expresso podemos ler que os ataques terão sido, supostamente, planeados por agressores de etnia árabe e africana. Embora a notícia não seja extensa, podemos comprovar que o foco está na dimensão monstruosa do que se passou em Colónia (Alemanha) e igualmente, embora em menor escala, em Hamburgo e Estugarda: o número de mulheres assediadas, agredidas ou assaltadas. Neste jornal, no entanto, a notícia não refere os agressores como refugiados mas apenas menciona as suas etnias.

Por outro lado, no jornal Observador a notícia sobre o mesmo assunto acrescenta o suposto “perigo” que é a Alemanha dar asilo aos refugiados, na medida em que alguns agressores eram de etnia árabe, questionando, na linha de pensamento de Frauke Petry e outros grupos, se Angela Merkel não concorda que a vaga de violência na passagem de ano não serviria de “aviso” à política de “portas abertas” da chanceler alemã. Apesar de incluir igualmente a opinião de Henriette Reker, que discorda que os refugiados estejam envolvidos neste trágico acontecimento, o foco acaba assim por se deslocar do ataque para a questão dos refugiados.

revista-de-imprensa-nacional-jornais

Esta é apenas uma amostra de como a comunicação social pode mudar o ênfase de uma notícia e torná-la distinta de um jornal para outro. Tudo depende de quem está por detrás da caneta ou do computador a escrevê-la. Daí podermos defender que nunca nos devemos guiar por uma simples fonte de informação, mas antes procurar mais fontes para assim recolhermos mais dados de modo a retirarmos as nossas próprias conclusões, de uma forma mais crítica e informada.

Mónica Andrade, 12ºD

fontes analisadas:

fonte das imagens: aqui, aqui e aqui

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O autor d’A Vila das Cores, Bruno Magina,  um dos vencedores da Bolsa Jovens Criadores 2015, na área de literatura, esteve a tempo inteiro durante os dias 26 e 27 de novembro p. p. no Agrupamento de Escolas Daniel Sampaio (AEDS).

O convite ao autor surgiu no âmbito do projeto multidisciplinar Um Livro, Um Mundo, iniciativa promovida pela Biblioteca Escolar (BE) da EB Vale Rosal que rapidamente se estendeu às outras BE e Escolas do Agrupamento.

No 1º período 2015 / 2016, Um livro foi A Vila das Cores, Um Mundo foram os sentidos inferidos a partir do texto e da cor. Enquanto texto multimodal, a obra de Bruno Magina permitiu a um grande número de alunos dos vários ciclos e níveis de ensino do AEDS, auxiliados pelos seus Professores e Professores Bibliotecários (PB), fazerem uma interseção entre a estética literária e as artes plásticas. As suas propostas de análise consubstanciaram, por um lado, uma articulação curricular vertical e horizontal, por outro, as mais diversas apresentações finais, nos mais diversos suportes.

Dulce Sousa

Nota do editor: as imagens em diaporama ilustram a presença do escritor na ESDS e a exposição dos trabalhos dos alunos do 8º ano, coordenados pela profª. Ana Guerreiro e do 12ºI (PAI), coordenados pela profª. Armanda Mendes, também autora da maioria das fotos.

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