Feeds:
Artigos
Comentários

Archive for Novembro, 2010

Texto integral de Mensagem

Imagem editada a partir desta e desta

Read Full Post »

Alexandre, 7º B

André Azevedo, 7º C

 

 

 

 

 

 

 

Inês, 7º C

Joana, 7º C

 

Read Full Post »

Depois de Take a Seat e Biblioburro, eis a Bibliocicleta – tudo pela leitura!



O trabalho surge a partir de uma demanda do Água Comprida – Fórum Permanente de Cultura de Simões Filho, intituição sem fins lucrativos que trabalha em prol da produção artítica e cultural da cidade. O Fórum precisava dar um destino nobre para livros que foram arrecadados a partir de doações de amigos e pessoas interessadas na democratização da leitura por via de uma biblioteca comunitária. O projeto da biblioteca comunitária precisou ser adiado, e por isso surgiu a necessidade de criar uma biblioteca itinerante para dar destino aos livros que foram doados com tanta boa vontade, e para que eles começassem a circular nas mãos daqueles que são privados do benefício da leitura.

in Tudo sobre Ciências Documentais

Read Full Post »

O BTT surgiu pela primeira vez na década de 70 no Estado da Califórnia nos EUA.  Assim, a indústria destas bicicletas é bastante recente pois só em 1979 foi lançada nos EUA a primeira fábrica  BTT  que deu o nome às primeiras bicicletas  deste tipo: stuntjumper.

As bicicletas de estrada não eram adequadas para superar obstáculos  da natureza, caminhos difíceis, lama, areias e pedras, desnivelamentos acentuados, montanha, etc… surgiu então a ideia de criar máquinas mais robustas que permitissem superar estes mesmos obstáculos. As primeiras adaptações foram feitas de forma artesanal pelos próprios praticantes mas, nos dias que correm, estas adaptações nas bicicletas são conseguidas à custa da alta tecnologia dos materiais aplicados a fim de tornar a bicicleta ao mesmo tempo robusta, leve, segura e de alta performance.

Hoje em dia, o BTT tem uma grande importância no panorama da prática do exercício físico. Existem várias razões  para a prática desta actividade que são alvo de estudos sociológicos: o contacto com a Natureza, a necessidade do homem nos tempos de hoje ter um maior envolvimento com os espaços naturais. Este interesse está muito associado às preocupações ecológicas e  o progressivo afastamento das pessoas dos espaços verdes devido ao estilo de vida da sociedade consumista em que vivemos, o que provoca uma certa nostalgia do “regresso ao campo”. A necessidade de fazer exercício físico é também um factor a ter em conta, pois vivemos num mundo em que valores como a saúde, a beleza, a juventude têm uma grande importância e o BTT satisfaz plenamente estes valores , além de combater de uma forma inigualável o Stress. Também são visíveis os interesses económicos, o marketing que esta modalidade origina, desde as diversas ofertas de bicicletas até aos equipamentos e produtos ligados às mecânicas e aos praticantes.

O BTT tem um extraordinário valor como actividade desportiva,  pois possui a capacidade de proporcionar momentos de real prazer tanto físico como psicológico, tem uma componente cultural do espaço envolvente  à sua prática, ou ainda por aliar a sua prática aos aspectos do conhecimento e da descoberta, como por exemplo, a fotografia, a flora, a fauna,  a paisagem, as populações locais bem como o estudo cultural dos monumentos e outros aspectos.Por todas estas razões , o BTT é uma modalidade aconselhável para todos.

Os espaços a percorrer devem ser definidos antecipadamente, a fim de serem evitados locais e percursos onde a sua prática seja menos segura para o nível do praticante; os percursos mais difíceis são apenas indicados para um praticante já com muita experiência a fim de serem evitadas situações de acidente pois o aspecto mais importante da prática desta modalidade é a segurança. Também devem ser evitadas estradas com muito trânsito ou demasiado estreitas para o movimento dos veículos. A escolha da bicicleta tem igualmente uma  grande importância:  o praticante deve aconselhar-se junto dos técnicos das lojas  da especialidade a fim de poder satisfazer plenamente as suas exigências, assim como conseguir uma boa adaptação ao equipamento.

A prática do BTT tem uma vertente de competição devidamente organizada pelas federações de ciclismo e enquadrada por clubes da modalidade,  que permitem ao praticante mais qualificado competir a nível local e nacional.  Na prática competitiva do BTT existem duas vertentes: o Downhill e o Crosscountry. O BTT – Crosscountry faz parte da modalidade de TRIATLO, a par da natação, da corrida e do ciclismo de estrada. O Downhill é uma prática acima de tudo muito técnica, que consiste em descer uma encosta o mais rapidamente possível, enquanto que o Crosscountry requer uma maior resistência física pois é uma actividade de transposição de obstáculos com com maior duração, em termos de tempo de prova, e praticada em terrenos de todo o tipo.

Faça desporto com prazer, pratique ciclismo na vertente do BTT.

João Cristo, 11º B

imagens daqui, daqui, daqui, daqui e daqui

Read Full Post »

Foi apresentado e aprovado no último Conselho Pedagógico da ESDS o Plano de Acção da BE para o presente ano lectivo, após diversas reuniões com diferentes estruturas da escola e em articulação com o PTE.

Como já havia sido decidido na apresentação do MAABE, o domínio a desenvolver e avaliar em 2010-2011 será:

A. Apoio ao Desenvolvimento Curricular

A.1. Articulação Curricular da BE com as Estruturas de Coordenação Educativa e Supervisão Pedagógica e os Docente;

A.2. Promoção das Literacias da Informação, Tecnológica e Digital.

Tendo em conta os dados recolhidos no processo preparatório, nomeadamente sobre as potencialidades e os constrangimentos, foram definidas algumas linhas orientadoras gerais:

  • a integração dos dois níveis: promover a articulação curricular a par da utilização de meios de comunicação digitais, como forma de aumentar as possibilidades de interacção (acção concertada com o PTE);
  • a flexibilidade: adequação dos contactos com as estruturas da escola, com os docentes,  às suas capacidades, disponibilidades  e interesses (reuniões, workshops ou meros encontros informais);
  • o fomento da  livre partilha para se atingir uma articulação e colaboração mais estruturadas;
  • o investimento antecipado na Leitura e Literacia, domínio seleccionado para o próximo ano lectivo.

Pode aceder ao documento integral aqui.

Read Full Post »


Local: Lisboa, Museu Nacional do Teatro
Inauguração: 25 de Novembro, 18h00
Período de exibição: 25 de Novembro de 2010 a 29 de Maio de 2011
Horários: 4ª Feira a Domingo, das 10h-18h. 3ª Feira, das 14h-18h. Encerra à 2ª Feira.

Em 1910, o Teatro era o centro de toda a actividade cultural, artística e lúdica da sociedade portuguesa e europeia. As artes do palco, do teatro de revista ao grande teatro lírico eram, ainda, a única “indústria do espectáculo” e de diversão “artística ou cultural” verdadeiramente existente (o cinema estava a dar os seus primeiros passos e os concertos de música ou os espectáculos de dança não tinham, ainda, a expressão que irão mais tarde atingir), nelas se reflectindo, directa e indirectamente, a vida social, as tensões e os problemas sociais, a intriga e o combate político e, até, a vida amorosa, mais ou menos clandestina.

Exposição com o apoio da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República

Mais informações aqui

Read Full Post »

Defendo que a comunidade escolar deve ter um papel activo  na formação dos seus alunos a todos os níveis, incluindo a nível sexual.

Antes de mais, penso que é importante referir que o termo “educação sexual” tem como base a sexualidade em geral, e não apenas relações sexuais. Como tal, a “educação sexual” abrange os mais variados temas, como as relações sociais e emocionais entre indivíduos, sentimentos e aceitação de diferentes perspectivas e experiências em relação à sexualidade.

Assim sendo, não é correcto afirmar que os professores não têm habilitações para “ensinar educação sexual”, pois trata-se de algo que deriva de experiências vividas e certamente será do conhecimento de qualquer professor.

É importante também referir que um dos principais objectivos das escolas é a formação de indivíduos responsáveis e bem formados a todos os níveis. Qual será então o motivo que nos leva a excluir a sexualidade? A verdade é que existem ainda muitos tabus e preconceitos relativamente a temas relacionados com a sexualidade, que logicamente dificultam qualquer diálogo sobre este tema. Enquanto não for aceite que a sexualidade é algo com que lidamos diariamente, sendo por isso um tema que deve ser falado de forma natural, será complicado envolver as escolas na form ação dos alunos a este nível. Considero então o abandono destes preconceitos absolutamente necessário para a evolução da sociedade.

Por outro lado, defensores da tese de que não compete à escola promover a educação sexual dos seus alunos afirmam ainda que a abordagem da sexualidade nas escolas é um incentivo ao início precoce da vida sexual dos alunos. Penso que este argumento revela, acima de tudo, falta de conhecimento do significado e da abrangência da expressão “educação sexual”, dando a entender que esta se limita apenas a relações sexuais, ignorando tudo o resto.

Conhecendo o significado da expressão “educação sexual” não existem dúvidas de que a comunidade educativa lida diariamente com a sexualidade dos alunos, muitas vezes mais do que os próprios encarregados de educação. Como tal, compete sem dúvida à escola, em conjunto com os encarregados de educação, promover a educação sexual dos jovens, pois a escola não deve ter apenas como objectivo formar indivíduos a nível profissional, mas também a nível social e emocional, pelo que deverá abranger todos os aspectos da vida dos seus alunos, incluindo a sexualidade.

Ana Margarida Campos, 11º B

A meu ver, é muito importante que haja disponibilidade por parte das escolas para falar sobre educação sexual, não discordando que os pais se devem propor a falar com os seus educandos sobre este tema.

Hoje em dia, existem cada vez mais casos de gravidezes indesejadas principalmente na adolescência e de doenças sexualmente transmissíveis. Perante isto, é muito importante sensibilizar a comunidade, e quanto mais cedo for, maior será o efeito. A maioria dos “acidentes” deve-se principalmente à falta de informação, e por vezes a relação entre pais e filhos não permite a discussão sobre temas delicados como este, ou porque os pais não falam, ou porque os filhos têm vergonha de perguntar. Sendo esta situação muito frequente, compete às escolas evitar que haja falta de informação e incentivar os alunos para que estes tenham uma vida sexual segura sem dúvidas e sem erros.

Contudo, as gravidezes e as doenças sexualmente transmissíveis não acontecem só pela falta de informação acerca dos métodos contraceptivos mas sim também pela falta de informação sobre as consequências que poderão surgir se não os usarmos, e mais uma vez compete à escola informar os alunos de tudo o que poderá suceder se não tiverem em conta  práticas de contracepção.

Mais do que a educação sexual por parte dos professores, já há escolas que possuem um gabinete de sexualidade e que é muito mais vantajoso para aqueles que sentirem vergonha de tirar certas dúvidas com um professor, pois no gabinete as perguntas podem ser feitas em anonimato: aqui está um bom método de evitar falta de informação.

Contudo, é também muito importante falar sobre a sexualidade com os pais, pois nas escolas é possível tirar dúvidas e informarmo-nos acerca do tema, mas, se quisermos iniciar a nossa vida sexual, é necessário uma consulta de planeamento familiar e aí compete aos pais levarem os filhos ao médico de família para que este nos possa indicar o método contraceptivo mais adequado, assim como esclarecer-nos sobre todos os aspectos relacionados com ele.

Assim, é muito importante a educação sexual ser abordada quer pela escola quer pelos pais, mas a escola tem um papel fundamental para evitar que muitos alunos cometam erros.

Joana Pinto, 11ºB

Imagens: daqui, daqui, daqui, daqui e daqui


Read Full Post »

Older Posts »