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Posts Tagged ‘Romance’

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ng1078370Pessoalmente eu gostei bastante deste filme, pois trata-se de uma boa historia onde os acontecimentos são apresentados por ordem cronológica. O filme apela de modo claro aos sentimentos mais nobres de uma pessoa.

A mim tocou-me bastante pois, como normalmente todos os filmes românticos, este transmitiu-me uma grande lição de moral, lição esta que consiste em nunca baixar a cabeça pois o final de uma história pode ser o início de outra ainda melhor.

Neste filme nós presenciamos do outro lado do ecrã a vida amorosa e os problemas que Carter Webb enfrenta. Este jovem adulto depara-se com uma crise amorosa comum aos adolescentes, mas como este não teve uma vivência de “Playboy”, não se encontra assim preparado para enfrentar casos destes. Assim resolve atravessar esta fase da sua vida de uma maneira bastante curiosa e perspicaz.

Pronto para vivenciar o caso de uma vida a três?

 Maria Rodriguez, 11ºC

filme disponível na BE – localização: 8-3. NOM

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Na sequência do Dia da Mulher, resolvemos dedicar um painel de divulgação temática, para a 1ª quinzena de março, do que temos na nossa biblioteca, ao Eterno Feminino, nas suas múltiplas dimensões e papéis: da emoção à política, do romance à  didática social, da ficção à História – em livro ou em filme. Mais um tema para uma Estante de sugestões aqui no Bibli.

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Tomás Noronha, personagem central de Codex 632 de José Rodrigues dos Santos, é professor da Universidade Nova de Lisboa, leciona História e é perito em criptanálise e em línguas antigas. É casado com Constança e fruto desse casamento tem uma filha: Margarida Noronha de 8 anos. Margarida sofre de trissomia 21 ou Síndroma de Down.

Tomás é contratado para descodificar uma estranha cifra, deixada pelo professor Toscano antes de morrer, por parte da Fundação Americana de História. A Sociedade prometeu-lhe pagar 2.000 contos por semana e 500.000 de prémio caso conseguisse descodificar o cifra (o problema foi que foram impostas novas condições no final). Tomás é um curioso da história, não só a portuguesa, como também a mundial. Gosta de códigos e cifras e de codificá-las e, claro, descodificá-las constantemente. Através dessa sua astúcia consegue decifrar o estranho enigma deixado pelo professor Toscano.

A sua filha é vítima de uma doença incurável a que se associam outras complicações cardíacas. Tomás e Constança tudo fazem por ela, desde levá-la a inúmeras consultas a dispensarem-lhe todos os cuidados em casa. Há uma altura inclusive que eles lutam para conseguir um professor que possa ajudar Margarida (as crianças com algum tipo de deficiência têm  direito, à luz da legislação portuguesa, a um professor que as ajude e lhes dê um apoio suplementar). Concluindo, tudo fazem pela sua filha que, ao invés de ser um motivo de desunião, é antes um motivo de união.

O que acaba por ser um motivo de desunião é a “capacidade de observar a sala de aula” que revela Tomás Noronha (se é que me faço entender…) A dado momento, aparece uma jovem dos países nórdicos (Lena) que estava a estudar história e queria escrever uma tese sobre os Descobrimentos Portugueses. Tomás é então convidado a estudar em conjunto com Lena na casa dela e os dois envolvem-se sexualmente, acabando ela por se tornar sua amante. Quando Constança toma conhecimento disso, separa-se dele mas no final foi a sua filha que mais uma vez os acaba por unir (não pelos melhores motivos mas, enfim…)

José Rodrigues dos Santos

José Rodrigues dos Santos (o criador de Tomás Noronha) já recebeu diversos prémios. Não só no âmbito da sua carreira literária, como também na sua carreira jornalística. É uma referência para os portugueses enquanto jornalista e português. As opiniões sobre os livros deles divergem: uns afirmam que, partindo de sobrepostos falsos, nunca se poderá chegar a conclusões verdadeiras. Outros porém, dizem que acham a história credível visto que há a possibilidade espácio-temporal da realização da história (coisa que provavelmente não poderá acontecer em alguns livros de Dan Brown, onde a ação se desenvolve num só um dia). Para além da crítica, a sua escrita já foi alvo de prémios, nomeadamente Escritor de Confiança 2012.

Tiago Bernardino, 10º F

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BROWN, Dan (2004) O Código da Vinci, Bertrand, Lisboa (disponível na BE)

Foi no Natal de 2010 que este livro me chegou às mãos. É certo que a obra já foi publicada há algum tempo, mas só nesta altura é que tive a maravilhosa oportunidade de o ler. O Código Da Vinci é um livro de Dan Brown, um escritor que conseguiu pôr quatro dos seus livros simultaneamente na lista de mais vendidos do New York Times. E isto não é apenas uma mera curiosidade para que fique bem num texto. É antes um grande feito que até agora nenhum outro escritor conseguiu igualar!

Este livro, como deve ser do conhecimento geral,  levanta muita polémica (e essa é uma das razões que, na minha opinião, o torna um best-seller); além do mais, já tinha visto o filme Anjos e Demónios que é baseado num dos seus livros pelo que estava deveras entusiasmado para ler esta obra. Código Da Vinci está também em filme, e é claro que a maioria dos conhecedores desta obra, conheceu-a através do vídeo e não propriamente através da leitura, pelo que posso garantir que muito se fica a perder, pois o filme não cobre a totalidade dos aspetos do livro (como a maioria, não é verdade?).

Dan Brown

O livro tem como tema-chave o Priorado de Sião, os Templários e a sua relação com um terrível segredo: a localização do Santo Graal. É certo que o Santo Graal é um assunto que já foi alvo de reflexão e de propaganda por parte de outros autores e realizadores, nomeadamente Spielberg com a famosa série do Indiana Jones. Este cineasta tem um filme inteiramente dedicado a isso, Indiana Jones, e a última cruzada. Apesar disso, Dan Brown conseguiu criar um enredo totalmente diferente de todos os outros um enredo totalmente diferente de todos os outros já existentes, através da sua genialidade! Genialidade essa que havia sido já revelada nos seus outros livros. Três dos seus cinco livros têm como personagem principal a minha personagem favorita, Robert Langdon – um professor da Universidade de Harvard que, através da sua inteligência, perspicácia e persistência, acaba por conseguir desvendar as pistas, os códigos e as mensagens ocultas que lhe são deixadas. Utilizar a lógica acima de tudo é como se fosse o seu lema.

Este foi um dos livros que mais marcou a minha vida. Além se ser de leitura fácil (para mim um livro de leitura fácil é um livro com capítulos curtos para poder parar numa parte certa e que seja bastante acessível a nível de linguagem), é um livro cheio de suspense e onde são feitas algumas descobertas. Tenha-se atenção porque o livro está de tal forma bem escrito e bem fundamentado que se pode acabar mesmo por acreditar no romance. Aliás não fosse este o melhor livro do maior escritor da atualidade: Dan Brown! Já agora, vale mesmo a pena ler este livro!

Tiago Bernardino, 10º F

imagem daqui

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NAVARRO, Júlia (2007), O Sangue dos Inocentes, Gótica, Lisboa (disponível na BE – cota: 821.1/9.9. NAV)

No seguimento do texto que escrevi sobre Viagem ao mundo da droga, inserido na rubrica O Livro da Minha Vida, e porque na minha vida há lugar para mais do que um livro, escrevo agora, e mais uma vez para tentar aliciar cada vez mais possíveis leitores, sobre uma outra obra que considerei digna de nota.

Uma das coisas que mais me agrada num livro é a facilidade com que viajo dentro dele. Transporto–me no espaço e no tempo,  deixo-me levar e quando dou por mim …estou lá. Assim aconteceu com este O Sangue dos Inocentes. Mergulhei nas histórias da História, como se conseguisse viver em cada século retratado no livro, tentando, eu mesma, encontrar respostas para as dúvidas que nos surgem ao longo da obra e do tempo.

“ Sou espião e tenho medo…”. É Frei Julián quem o escreve no início desta crónica, em pleno Séc XIII. Um relato quase real do cerco a Montségur, uma luta cruel entre cátaros e católicos. Em nome da religião, de uma crença cega se mata e se morre.

Séculos mais tarde, em 1939, num outro cenário de guerra, um agnóstico, em plena Berlim hitleriana, inicia uma busca perigosa pela mulher, de origem judaica, no contexto da perseguição sem tréguas, onde mais uma vez o fanatismo desmedido e a intolerância voltaram a fazer derramar sangue inocente.

Já na atualidade, um grupo de muçulmanos radicais imola-se em Frankfurt, deixando uma mensagem que provoca um forte alerta no Centro Antiterrorista da Europa. Sejam quais forem as motivações reais, o radicalismo e o fanatismo não se condoem com que quer que encontrem pela frente. “Um herói pode não ter sequer idade, mas o amor à causa é-lhe tão precocemente instigado, que o sangue mais inocente é aquele que mais serve a causa”.

Júlia Navarro

Esta é pois uma obra transversal no tempo e no espaço, intensa e real, marcante e chocante! Várias histórias numa só história onde o medo e a coragem se confundem, mas onde, sobretudo a convicção impera, a crença domina, converte, cega e aliena! Ontem, como hoje, se derrama o sangue inocente, em nome de um idealismo alucinado e fanatizado, perpetuado através dos tempos. Uma obra que nos leva a questionar os nossos próprios valores. Aquilo em que sempre acreditámos será ou não credível? Valerá ou não a pena acreditar? Será o ser humano capaz de encontrar  a ténue fronteira entre o certo e o errado?

Um livro histórico e atual, que liga de forma brilhante três épocas da história da humanidade, mostrando-nos como ao longo dos séculos a intolerância nunca deixou vingar a paz entre os homens. Fica-nos no entanto a convicção de que um dia, não importa quando, será vingado o sangue dos inocentes!

Vale mesmo a pena ler este livro!

Fernanda Peralta

imagem daqui

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Sabia que na versão original do livro Contacto, de Carl Sagan, não é só uma personagem que tem uma experiência extraterrestre? E que no romance O Nome da Rosa, de Umberto Eco, a rapariga por quem Adso se apaixona acaba no final por ser queimada pela inquisição como feiticeira? Se não sabia, o melhor mesmo é ler o livro…

“Este livro dava um filme!” é um frequente elogio com que brindamos  uma obra literária que, quer pelas emoções que desperta, quer pela qualidade “visual” da história e das personagens, constitui um potencial argumento para uma película. Porém, se é verdade que vivemos desde há décadas numa época muito fortemente marcada pela imagem, há ainda muitos leitores que tendo sido impressionados por determinados livros ficaram completamente desapontados com as suas versões cinematográficas, não obstante a qualidade da fotografia, realização e interpretação dos seus intervenientes.

Como substituir a capacidade evocativa da palavra na nossa imaginação por uma imagem “pronta a ver” ali à nossa frente? Quem poderá alguma vez “filmar” a beleza de certas frases, a descrição literária de uma paisagem, de uma personalidade, o jogo de silêncios e vozes da boa literatura? Mesmo assim, se algumas versões filmadas não passaram de simplificações grotescas de obras literárias, outras conseguiram, se não ganhar autonomia dentro da sua própria linguagem, como obras de arte em sim mesmas, não desmerecer as narrativas literárias em que se basearam, dando-lhes uma projeção mediática que de outra forma nunca obteriam.

O certo é que, se realmente de arte falamos, estamos perante duas linguagens completamente diferentes, com uma técnica, um ritmo e um tempo próprios e com igual potencial para estimular a nossa sensibilidade. Assim sendo, aqui ficam algumas sugestões disponíveis na nossa biblioteca – para que quem só viu o filme, possa ler o livro que lhe deu origem, ou inversamente, descobrir, como leitor, a forma como outros leitores o interpretaram no cinema.

Fernando Rebelo

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Para dar as boas-vindas aos alunos recém chegados à escola, resolvemos fazer um escaparate com algumas das obras de maior êxito da nossa biblioteca, que tem “coisas” de amor, aventura, misteriosas e mesmo… horríveis. Aqui fica a primeira Estante deste ano letivo, já com resultados no terreno: mais de metade dos livros do escaparate já estão na companhia dos nossos leitores :).

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AHERN, Cecelia (2004), p.s – eu amo-te, Editorial Presença

p.s. – eu amo-te , de Cecelia Ahern fala-nos da história de amor entre Gerry e Holly. Gerry, um homem extremamente atraente, morre com um tumor no cérebro e Holly, sua mulher, também ela uma mulher muito elegante, após a morte de Gerry sente-se completamente perdida num presente sem ele. Mas ele conhecia-a demasiado bem para a deixar no mundo sozinha e sem rumo. Por isso, imaginou uma forma de que a sua presença ficasse por mais algum tempo junto da mulher que amava, ajudando-a a aprender a viver de novo.

Gerry  já sabia há algum tempo que o seu prazo de vida era curto; assim, pouco antes de morrer, escreveu cartas para Holly receber após a sua morte. E foi o que aconteceu… Holly,  perdida no mundo, começou a receber as cartas do seu marido que a incentivavam a seguir em frente: cantar karaoke num bar em que ambos tinham frequentado no passado, comprar um candeeiro que há muito tempo desejavam, ir passar férias com as suas melhores amigas, desfazer-se de tudo o que lhe havia pertencido, deitando-o fora ou entregando-o a instituições de solidariedade social.

E em cada mês chegava uma nova carta de Gerry.

Passado algum tempo, Holly conhece um homem elegante, embora não tanto como Gerry, mas fica chocada ao ler uma carta em que Gerry lhe pedia que se deixasse apaixonar de novo. Mas nesta décima e derradeira carta, Gerry também lhe diz que não faz mal que ela se apaixone de novo, pois seria sempre a sua mulher.

Mesmo assim, apesar de Holly não ficar com o  novo homem que conhecera, festeja, no fim do livro, o casamento de uma das suas melhores amigas e  a gravidez de uma outra.

E a minha pergunta como leitora era: como se sobrevive à perda de um grande amor? Na primeira parte desta narrativa, Holly ter-nos-ia simplesmente respondido: não se sobrevive. Mas Holly sobreviveu, graças  ao “p.s. – eu amo-te” com que Gerry terminava todas as cartas à sua amada. Por isso, uma das minhas passagens favoritas é sem dúvida a seguinte:

– Não tenhas medo de te apaixonar outra vez. Abre o teu coração e segue para onde ele te levar…e lembra-te, pede a lua…

P.S: Eu amar-te-ei sempre

Susana Ruas, 11ºB

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Neste verão,  li um livro chamado O Despertar. O Despertar é de uma saga de livros da autora L.J.Smith, que envolve uma combinação de géneros como fantasia, terror e romance.

O livro fala-nos de um grupo de adolescentes numa cidade pequena, onde todos se conhecem e se relacionam. A história inicia-se com o ano lectivo da secundária local, que desta vez vai estar recheado de novos dramas, mistérios e romance, motivados pelo aparecimento de uma nova personagem chamada Stefan Salvatore, o rapaz novo, cheio de mistério e charme que chama a atenção de toda a gente no liceu.

O livro trata da vida dos adolescentes, dos seus dilemas e dramas pessoais. A personagem principal Helena e as suas melhores amigas, Bonnie e Vickie, deparam-se repentinamente com uma nova luta pelo poder escolar: a desde sempre rainha da escola, Helena, ganha uma inimiga e rival numa anterior amiga (Catherine); como se não bastasse, apaixona-se pelo rapaz novo.

O passado obscuro deste rapaz (afinal ele é um vampiro) irá rechear a história de aventuras, drama e acção, não só porque ele tenta lutar contra a paixão que também sente por Helena, pela sua sede de sangue humano (ele, sendo vampiro, só consome sangue de animais), como também tenta esconder de todos a sua verdadeira essência.

Este primeiro livro termina já com Helena consciente daquilo que Stefan é e com o aparecimento de algumas situações inexplicáveis que deixam antever o aparecimento de mais um vampiro.

Em suma, achei o livro interessante, revigorante quando toca à química entre as personagens e o enredo é de tal forma extenso e complexo que a autora teve que escrever mais do que cinco livros para narrar a história completa de todas as personagens e suas relações.

Rui Alves, 11º B

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O Livro de que eu vou falar chama-se A Esperança Reencontrada, de esperança reencontrada Andrew Mark. Andrew Mark cresceu na Europa e na Ásia, estudou Antropologia na Faculdade de Connecticut e fez um mestrado em Belas-Artes na Universidade da Columbia, sendo este livro o seu segundo romance.

Ben Minor, um ex-estudante de medicina, tinha decidido abandonar Nova Iorque, deixando todos os seus problemas para passar férias nas montanhas a norte do país, acabando por ficar em Cotagge Mills, uma pequena localidade entre o Maine e o Canadá, onde conheceu Annie. Ben e Annie começam a criar laços e Ben começa a sentir-se cada vez mais intimamente ligado àquele lugar e a Annie. Passado algum tempo, porém, Ben descobriu que nem tudo poderia ser perfeito, pois tomou conhecimento de que Annie se encontrava doente . Annie tinha um linfoma já há alguns anos do qual pensava ter ficado curada, mas o problema voltara a surgir. Annie recusava-se, contudo, a receber terapia, pois já estava cansada dos seus efeitos secundários. No entanto, Ben, um homem cheio de força e coragem, consegue convencê-la a não desistir.

Este livro, foi um dos livros da minha vida, por ter um desfecho magnífico: Estavam entrelaçados agora como os fios de uma corda. E foi então que Ben percebeu que os médicos podiam aprender algo com os poetas: era o amor que suavizava a dor da vida. Era a única coisa que tornava a vida suportável. E esse bálsamo era o melhor medicamento que Ben jamais conhecera.

Este livro  foi sem dúvida marcante, pois mostra a extrema coragem e o verdadeiro amor que Ben sentia por Annie ao ponto de a conseguir convencer a receber de novo o tratamento.

Sara Moreira, 10ºB

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eamaias24De uma dinâmica surpreendente, Os Maias cativam a cada página que se vira. Um livro que conjuga de forma perfeita a vida e a rotina de de há cerca de dois séculos atrás com uma história empolgante de uma família e de Carlos, o último dos descendentes dos Maias.

Iniciando-se com a descrição do Ramalhete (uma das casas da família) e com a história de Afonso da Maia, um liberal incompreendido na sua essência pela sua família, o texto adquire um “ritmo acelerado”, acompanhando a própria dinâmica de Afonso.

Este acaba algum tempo mais tarde por se retirar de Portugal, por considerar determinados acontecimentos inadmissíveis, juntamente com a sua mulher e filho (Pedro).

Em Inglaterra, D.ª Maria Eduarda Runa a sua mulher, de saúde débil, não se sente minimamente confortável, acabando por convencer Afonso a sair de lá. Acede ao pedido. Contudo não concorda imediatamente com a sua mulher na ideia de regressarem a Portugal.

Iniciam uma viagem por alguns países, porém Maria Eduarda não se acostuma a nenhum deles e acabam por regressar a Portugal.

Entretanto o seu filho Pedro crescera. Continuava, contudo, muito desinteressado de tudo o que o rodeava e após a morte da mãe iniciou um longo período de depressão.

Apaixona-se por fim.

Afonso da Maia não concordou contudo com este namoro e Pedro acaba por fugir com a mulher que amava, tendo dela dois filhos. Pai e filho estavam agora zangados e afastados.

Algum tempo depois Pedro é traído pela mulher, levando-lhe a menina e deixando-lhe o rapaz (Carlos).

Pedro regressa, faz as pazes com o pai e mata-se.

Ficou então Carlos, aquele que virá a ser o principal dinamizador desta história e em torno do qual quase todo o livro se desenvolve.

Carlos e Maria no Ramalhete
Carlos e Maria no Ramalhete

Condessa Gouvarinho
Condessa Gouvarinho

Cresce, mostra-se muito activo e cheio de genica, acabando por ingressar em Medicina na faculdade de Coimbra, deixando Afonso muito orgulhoso. Segue-se um período de muita actividade social, também ele muito interessante, em que se abordam diversos temas emergentes na altura, como guerras ou literatura, sendo que esta última se reflecte de uma forma particularmente intensa em Carlos e nos seus amigos que escrevem, inclusivé diferentes obras.

Interessante até agora, creio que poderá dizer-se que é após a primeira verdadeira paixão do neto de Afonso que o livro nos prende com toda a sua força.

Como dizia então, Carlos apaixona-se por uma senhora que vira na rua quando passeava.

Após algumas dificuldades em conseguir encontrar-se com aquela que amava acabam, por fim, por se encontrar, sob pretexto da doença da governanta da casa de madame.

Dâmaso Salcede
Dâmaso Salcede

A paixão revela-se mútua e desde cedo que o livro nos mostra, de forma subtil e genial, algumas pistas de que algo pode não ser tão idílico como inicialmente pudemos pensar.

Algo estranho havia então nesta relação. Saberemos que aqueles que se amam verdadeiramente são, na verdade, irmãos. Filha de Pedro, julgara-se morta a irmã de Carlos mas esta viria, por coincidência, a ser a mulher por quem ele se apaixonaria.

Eça, por Abel Manta

Concluindo, esta acaba por ser uma história que se adivinhava acabar bem e num “ninho” de felicidade mas que se revela trágica e que acaba com a sensação por parte dos intervenientes na mesma de que a vida não lhes correu bem; nem a Carlos nem aos seus amigos.

Nada melhor do que ler e apreciar todos os pormenores e ligações entre os personagens porque a emoção de um livro não se consegue transmitir num resumo.

Miguel Palma, 12º A

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Três metros acima do céu, de Federico Moccia, é um romance  que descreve uma história de am01040328-tres-metros-acima-do-ceuor entre dois jovens.

Este livro tornou-se, para mim, num dos melhores que li até hoje, uma vez que relata uma história de amor fascinante, que não consegui deixar de ler até saber o seu desfecho. O livro é escrito de tal forma que nos dá a sensação de presenciarmos cada momento, e é isso que o torna tão cativante. Nem sempre um amor de adolescentes é uma história vulgar e insignificante… e nem sempre as histórias de amor são um conto de fadas.

Nem consegue acreditar. Lá em cima, muito mais acima do que as outras, inapagável. Ali está, no mármore frio, azul como os seus olhos, linda como sempre desejara. O seu coração começa a bater com força. Durante uns segundos, pensa que toda a gente a pode ouvir, ler aquela frase, exactamente como ela o está a fazer. Está ali, no alto, inatingível. Ali onde só podem chegar os namorados: Eu e tu… Três metros acima do céu.

Carina Marta, 12ºA

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