Feeds:
Artigos
Comentários

Posts Tagged ‘Professor’

DMP2

Read Full Post »

DMP

Read Full Post »

gg

Read Full Post »

clique para aceder ao programa
(clique para aceder ao programa completo)

Read Full Post »

tic

Read Full Post »

travel-alone-1imagem daqui

Read Full Post »

Tabuada.1_thumb[13]As pessoas já na casa dos 50 ainda se lembram dos manuais do 1º ciclo que todos levavam na pasta da escola, com loas ao Estado Novo, poemas de Primavera e de passarinhos, histórias onde figurava a omnipresente casinha portuguesa, modesta e honesta como devia ser o chefe de família.

Os tempos mudaram e os manuais escolares “democratizaram-se” – já não veiculam (pelo menos explicitamente) uma ideologia dominante, já não são “únicos” e foram-se enchendo de cores e outras sofisticações gráficas, e têm vindo progressivamente a incluir outros suportes que não o papel, embora de forma ainda muito acessória. Apareceram às dezenas em quase todas as disciplinas e os professores, que os podem selecionar (e lecionar) em cada escola, se por vezes se podem queixar da sua qualidade, não o farão certamente em relação à quantidade.

Mas, se à uniformização ideológica e ao cinzentismo das velhas cartilhas se seguiu a liberdade da escolha e a maior atratividade do design, muitas questões se podem ainda colocar em relação ao manual escolar, quer a favor do atual modelo de adoção e utilização, quer pondo em causa sua própria existência com o estatuto de que dispõe: material de aquisição e utilização obrigatória em praticamente todas as disciplinas.

Há certamente vantagens em dispor de um instrumento que nos organiza o programa disciplinar e que, até certo ponto, normaliza e orienta tanto a lecionação como a aprendizagem (“abram o livro na página 67”, “para o teste, sai tudo desde a página 5 até à 34”, “não trouxeste o livro, não podes trabalhar”), porém, com tantas fontes de informação ao dispor de professores e alunos, terão os manuais escolares ainda um papel na escola atual? Sem pôr em causa os direitos de autor, não poderia cada professor (que está de uma forma ou outra já condicionado pelo programa) sugerir fontes (in)formativas aos seus alunos, muitas vezes até produzidas por ele próprio? Não poderia o professor atuar mais como um orientador da navegação informativa do aluno no universo de materiais-fontes que tem ao seu dispor – nas bibliotecas escolares, online – e que, de uma forma ou de outra, acabará por consultar?

Finalmente, se chegados à conclusão da inevitabilidade do manual, não haveria maneira de o desonerar? Por exemplo, por concurso a nível nacional, transformando as editoras, neste particular, em prestadoras de serviços ao estado, oferecendo a melhor relação qualidade-preço? Ao fim e ao cabo, a obrigatoriedade mantém-se e a liberdade não advém de um estilo letivo, de uma opção individual do mestre, mas sim de uma decisão que acaba também ela por ser institucional e circunstancial: se mudar de escola, tenho de mudar de manual – ensinarei melhor como professor, aprenderei mais como aluno, gastarei menos como pai?

Todas estas questões ficam à consideração dos nossos leitores nesta sondagem que hoje lançamos – digam de vossa justiça.

Fernando Rebelo (professor bibliotecário)

Read Full Post »

teachers0-birthday-1956

Happy Birthday, Miss Jones
por Norman Rockwell,1956

Read Full Post »

Desta vez, decidimos divulgar alguns livros didáticos da nossa BE – não especificamente disciplinares, mas que abordam temas como a eficácia no estudo, a educação para a saúde e para a sexualidade, a violência. Alguns são destinados diretamente aos adolescentes, aos estudantes, outros são mais orientados para professores no apoio às tarefas de ensino e orientação dos seus alunos. Aqui estão… nesta Estante virtual e disponíveis para sair das estantes da nossa BE.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Read Full Post »

Vai realizar-se  de 14 a 17 de março na Feira Internacional de Lisboa (FIL), Parque das Nações, em Lisboa,  a Futurália 2012, cujo lema é  “Futurália  – A vida é tua. Descobre o teu caminho” .

O espaço destina-se a uma mostra de atividades formativas desempenhadas por jovens do ensino secundário que frequentam ofertas de dupla certificação e cursos cientifico humanísticos e tem como objetivo divulgar e valorizar as qualificações e saídas profissionais de nível secundário por parte dos jovens, promover estas ofertas junto das comunidades educativas e formativas da região, sensibilizar o tecido empresarial e socioeconómico e, consequentemente, valorizar socialmente as formações e certificações adquiridas pelos jovens, no âmbito das ofertas qualificantes.

(excerto de uma missiva enviada às escolas)

  • Se estás entre o 9º e o 12º ano e tens dúvidas sobre que formação escolher

  • Se és recém-licenciado e procuras uma carreira que te motive e satisfaça
  • Se estás no Activo e queres valorizar-te com uma formação ao longo da vida
  • Se é Pai e Encarregado de Educação
  • Se é Profissional do Sector da Educação/Formação…

…então este evento interessa-lhe seguramente.

aceda ao site para mais informações

Read Full Post »

clique para aceder ao site do concurso

A Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento, a Rede de Bibliotecas Escolares e o Plano Nacional de Leitura lançam, em 2011.12, a 1ª edição do concurso Ler em Português, com o intuito de promover a utilização da Língua Portuguesa, aumentar as práticas de leitura e aprofundar a troca de experiências entre alunos e professores portugueses e norte-americanos.

O concurso destina-se a equipas mistas de alunos e professores do Ensino Secundário de Portugal continental, das regiões autónomas dos Açores e da Madeira e dos Estados Unidos da América (…). A participação no concurso efetiva-se através da edição e publicação de conteúdos no blogue atribuído a cada equipa e da elaboração de um trabalho final (…). As equipas selecionadas serão premiadas com um programa de intercâmbio entre Portugal e os Estados Unidos da América para conhecer, in loco, a cultura e os costumes dos dois países, bem como as dinâmicas e os projetos de leitura e literacia desenvolvidos pelas respetivas escolas e bibliotecas escolares.

Read Full Post »

Depois de 25% dos nossos leitores terem respondido que as férias eram essencialmente para descansar, 19% acharem que serviam para estar com familiares e amigos, 13% as preferirem para viajar, ou quebrar a rotina e 6%  as preferirem quer para porem os seus assuntos em dia, quer para se enriquecerem culturalmente ou dedicarem mais tempo aos seus hobbies, propomos-lhes agora um tema infelizmente incontornável – que efeitos terão os cortes financeiros nas escolas, quer pela diminuição dos recursos disponíveis, quer pelo agravamento das condições de vida dos seus profissionais?

Nada de novo, no entanto, pois 13% dos respondentes do inquérito anterior sobre as férias já questionava: “que férias?”.

Aqui fica então o nosso desafio nesta nova Sondagem do Momento, em que poderá participar clicando numa das opções da barra lateral direita. Será que o “amor à camisola” se vai sobrepor à desmotivação? Será que a nossa disciplina ou imaginação conseguirá suprir a falta de recursos? Têm vocês a palavra…

imagem daqui

Read Full Post »

Read Full Post »

Na Escola Daniel Sampaio, na Sobreda, Almada, houve cinco vintes, três dezanoves e três dezoitos no exame nacional de Matemática, num ano em que as negativas à disciplina dispararam. A receita, dizem os alunos, é simples: trabalho, trabalho, trabalho.

Passaram 20 minutos depois do toque que pôs fim a um exame de melhoria. A manhã acabou de acabar. Na biblioteca da Secundária Daniel Sampaio há dez alunos do 12.º ano prontos para falar. Sente-se orgulho e nervoso miudinho.

São todos excepção à regra. Este ano as negativas no exame de Matemática A, do 12.º ano, dispararam. A taxa de reprovação atingiu os 20 por cento na primeira fase, contra 13 por cento em 2010. Apesar de a disciplina ter mantido uma média positiva, desceu de 12,2 para 10,6 valores.

Para falar da receita para o vinte ficam apenas quatro dos dez alunos do início desta história. Um 20, um 13, um 15 e outro 20. Da esquerda para a direita: Ruben Leston, Mónica Mendes, Miguel Mouzinho e Patrícia Pires.

Concordam que o bom resultado não tem uma receita com muitos ingredientes. É preciso «trabalho, trabalho e trabalho». Dá jeito «gostar do que se está a fazer» e «acreditar que se vai conseguir».

Todos têm ocupações fora da escola, cursos mais ou menos escolhidos e férias alinhavadas. Garantem quase em coro que não há muitas coisas que deixem de fazer por terem de estudar.

Ruben Leston, 18 anos, o primeiro a contar da esquerda, vai estudar Medicina ou Engenharia Espacial, ainda não decidiu. Tem uma média de «18 ou 19, dependendo de como correrem as melhorias», joga futebol e pratica natação.

«Temos de aprender a dosear o esforço. Tudo o que é demais é exagero. Não deixo de fazer nada por ter de estudar. Quando acho que estou a trabalhar demais vou dar uma volta, apanhar ar», contou.

Muitas vezes, acrescentou, «a Matemática é uma forma de escapar ao resto»: «Quando começamos a fazer exercícios e a estudar nem damos pelo tempo passar».

Na outra ponta da mesa, Patrícia Pires, 17 anos, vai estudar Medicina. A média de secundário passa dos 18. Este ano praticou atletismo e também sente o tempo a fugir quando faz exercícios de matemática. No dia do exame, diz, é importante que se «controlem os nervos».

«Acho que o melhor que temos a fazer antes de entrar para a sala de exames é controlar os nervos, a ansiedade e aquele turbilhão de emoções [por] sabermos que [o exame] é aquilo que nos distancia de conseguirmos atingir o nosso objectivo, que aquelas duas horas são o tudo ou nada», disse.

Miguel Mouzinho, 18 anos, o da cadeira número três, quer ser engenheiro mecânico. Tem uma banda e participa num programa de rádio. Teve 15 no exame e vai tentar fazer melhor na segunda fase. Diz que as explicações o ajudaram a consolidar a matéria e a combater a preguiça, e dá parte do mérito da nota à professora. Depois ouve-se um coro, elogios vezes quatro.

Que é dedicada, amiga, exigente, que é também responsável pelas notas. Fátima Delgado está há três anos com as três turmas de Ciências da escola. À Lusa disse considerar que, «mais importante do que contar os vintes, é olhar para o percurso fabuloso que muitos alunos tiveram».

Mónica Mendes, 18 anos, sentada na cadeira número dois, teve 13 valores no exame de Matemática. É atleta de alta competição e sai do Secundário com uma média de 15. «No primeiro teste, no 10.º ano, tive negativa. Não estava habituada ao ritmo da professora. Tive de me esforçar, trabalhar mais», contou.

A juntar a isto, acrescenta, com todos a assentir, pesa a favor o facto de funcionarem «como uma espécie de família»: «Somos todos amigos, ajudamo-nos e quem sabe mais ensina a quem sabe menos».

Dos 38.391 alunos que realizaram o exame de Matemática A na primeira fase, 135 obtiveram 20 valores.

por Joana Carvalho Fernandes, da agência Lusa, publicada no Sol de 23.07.11

Nota do editor: foi corrigido o nome da nossa colega de Matemática e o número de dezoitos obtidos pelos alunos citados na notícia

imagem daqui

clique para aceder à reportagem da RTP

Read Full Post »

2ª Sessão às 17:45, para professores e Encarregados de Educação

Read Full Post »

Quase todos as coisas boas na vida têm o seu lado mau, e a facilidade com que hoje comunicamos é exactamente a mesma com que nos expomos a múltiplos perigos.

Até que ponto estamos todos – professores, pais e especialmente os mais novos (muito provavelmente os utilizadores mais comunicativos e entusiastas destas novas redes de socialização) – cientes destes perigos?

Assim,  a SeguraNet promove a semana da Internet Segura, com especial ênfase para o Dia 8. A ESDS incluiu nos Planos de Acção do PTE/BE uma campanha de adesão às actividades de sensibilização mais segura destes meios, já em marcha em algumas turmas do Ensino Básico, campanha na qual contamos pouco a pouco envolver os DTs na área da Formação Cívica e também os pais e Encarregados de Educação.

clique para saber mais

E, entretanto, jovem leitor, que usa com frequência o Google, o telemóvel, o Facebook, o Myspace ou outros meios para a escola e ainda mais para comunicar com amigos e muitas vezes “navegar” no desconhecido, que tal pensar um pouco nas questões levantadas nas imagens abaixo?

Clique para ampliar:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

materiais editados de originais de SeguraNet

Read Full Post »

O Concurso Pessoas em Pessoa 2011 destina-se a alunos, professores e encarregados de educação das escolas do concelho de Almada e pretende incentivar a criação de projectos artísticos inovadores, a partir da leitura de textos de Fernando Pessoa e de outros Poetas da Literatura Portuguesa e Lusófona. Visa também promover a multidisciplinaridade da criação artística, propondo o desenvolvimento de projectos e produtos criativos que expressem formas multifacetadas inovadoras de ler e recriar os textos seleccionados por cada candidato.

Os trabalhos a concurso devem celebrar a Viagem, o Mar e o Mundo na obra do(s) Poeta(s), tendo como referência leituras e abordagens (re)criativas e poéticas de textos, sejam de Fernando Pessoa, dos seus heterónimos, ou de outros Poetas portugueses e lusófonos. Privilegia-se a diversidade e a riqueza de abordagens e leituras, expressas nas sete modalidades previstas a concurso: escrita criativa, fotografia, desenho, videoclip, coreografia, recital de poesia e estudo para mural.

Saber mais aqui

Read Full Post »

Older Posts »