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Posts Tagged ‘Thriller’

do realizador Jonathan Demme

Prós – Uma história de cortar a respiração, com atores incríveis.

Contras – Muito violento para quem não goste de terror psicológico.

Clarice Starling é uma aluna da academia do FBI que é enviada para entrevistar o prisioneiro Hannibal Lecter, um psiquiatra brilhante, mas também um psicopata violento e um assassino canibal. O objetivo é descobrir pistas para identificar um assassino em série que mata jovens mulheres, retirando-lhes uma parte da pele e deixando uma mariposa nas suas gargantas.

O Dr. Lecter é a personificação do mal, mas gostamos dele por ser charmoso e por ser muito educado com a Clarice. Ele concorda em colaborar mas não dirá uma palavra sem receber contrapartidas em troca, incluindo mudar para uma prisão com um quarto com janela.

Apesar de ser um filme de 1991, já quase com 30 anos, apresenta-nos uma história atual, numa altura em que se fala tanto de igualdade de género. Ao contrário de outros filmes policiais, a personagem principal é uma mulher inteligente, rodeada de homens, polícias e assassinos, e suficientemente determinada para conseguir convencer o psiquiatra condenado a prisão perpétua, a colaborar.

Vencedor de vários prémios, incluindo cinco Óscares, entre os quais, melhor filme, melhor ator principal e melhor atriz principal, apresenta uma história cativante que nos prende ao ecrã à espera que o mistério se resolva, seguindo as pistas de Dr. Lecter e acompanhando a metamorfose do assassino em série, da agente Clarice e do psiquiatra, levando-nos a um final inesperado.

Rita Martins, 8ºB

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mmO que propomos aos nossos leitores para este mês de maio é uma visita aos mistérios das estantes da nossa biblioteca, cujos livros, agora revelados, oferecem, a quem os souber aproveitar, mundos de suspense e de emoção: segredos guardados desde há séculos, heróis que impedem a negra mão de conspirações globais de destruir a humanidade, fórmulas de deus e do diabo, surpreendentes revelações, ou as mais simples soluções para os mais complexos enigmas, aparentemente irresolúveis.

Desde o clássico mais clássico, de Agatha Christie e Conan Doyle, até ao já clássico português, bem mais moderno, de José Rodrigues dos Santos, é impossível não encontrar nestas estantes mistérios para todos os gostos para, por algumas horas, dias ou semanas, viver as aventuras que só existem nos livros, assistir aos filmes que só a nossa imaginação, transportada pelas palavras certas, consegue realizar: ler.

Fernando Rebelo

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BROWN, Dan (2004) O Código da Vinci, Bertrand, Lisboa (disponível na BE)

Foi no Natal de 2010 que este livro me chegou às mãos. É certo que a obra já foi publicada há algum tempo, mas só nesta altura é que tive a maravilhosa oportunidade de o ler. O Código Da Vinci é um livro de Dan Brown, um escritor que conseguiu pôr quatro dos seus livros simultaneamente na lista de mais vendidos do New York Times. E isto não é apenas uma mera curiosidade para que fique bem num texto. É antes um grande feito que até agora nenhum outro escritor conseguiu igualar!

Este livro, como deve ser do conhecimento geral,  levanta muita polémica (e essa é uma das razões que, na minha opinião, o torna um best-seller); além do mais, já tinha visto o filme Anjos e Demónios que é baseado num dos seus livros pelo que estava deveras entusiasmado para ler esta obra. Código Da Vinci está também em filme, e é claro que a maioria dos conhecedores desta obra, conheceu-a através do vídeo e não propriamente através da leitura, pelo que posso garantir que muito se fica a perder, pois o filme não cobre a totalidade dos aspetos do livro (como a maioria, não é verdade?).

Dan Brown

O livro tem como tema-chave o Priorado de Sião, os Templários e a sua relação com um terrível segredo: a localização do Santo Graal. É certo que o Santo Graal é um assunto que já foi alvo de reflexão e de propaganda por parte de outros autores e realizadores, nomeadamente Spielberg com a famosa série do Indiana Jones. Este cineasta tem um filme inteiramente dedicado a isso, Indiana Jones, e a última cruzada. Apesar disso, Dan Brown conseguiu criar um enredo totalmente diferente de todos os outros um enredo totalmente diferente de todos os outros já existentes, através da sua genialidade! Genialidade essa que havia sido já revelada nos seus outros livros. Três dos seus cinco livros têm como personagem principal a minha personagem favorita, Robert Langdon – um professor da Universidade de Harvard que, através da sua inteligência, perspicácia e persistência, acaba por conseguir desvendar as pistas, os códigos e as mensagens ocultas que lhe são deixadas. Utilizar a lógica acima de tudo é como se fosse o seu lema.

Este foi um dos livros que mais marcou a minha vida. Além se ser de leitura fácil (para mim um livro de leitura fácil é um livro com capítulos curtos para poder parar numa parte certa e que seja bastante acessível a nível de linguagem), é um livro cheio de suspense e onde são feitas algumas descobertas. Tenha-se atenção porque o livro está de tal forma bem escrito e bem fundamentado que se pode acabar mesmo por acreditar no romance. Aliás não fosse este o melhor livro do maior escritor da atualidade: Dan Brown! Já agora, vale mesmo a pena ler este livro!

Tiago Bernardino, 10º F

imagem daqui

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O mês de Setembro foi marcado pela 66ª edição do Festival de Veneza, que é sempre um acontecimento muito carismático reunindo personalidades  de todo o mundo. O Leão de Ouro de melhor filme foi atribuído a Lebanon do realizador Samuel Maoz que mostra a invasão do Líbano nos anos 80 do ponto de vista da tripulação de um tanque. O emocionado realizador dedicou o prémio a todos os que regressam a salvo das guerras. O Leão de Prata foi atribuído à iraniana Shirin Neshat por Women without men, um drama sobre os efeitos de um golpe no Irão apoiado pela CIA, nos anos 50.

O actor Michael Madsen foi o convidado de honra da 25ª edição do Festróia, em que Fruto proibido, do realizador finlandês Dome Karukoski ,  ganhou o Golfinho de Ouro  para Melhor Filme,  enquanto O mundo é grande e a salvação está ao virar da esquina do búlgaro Stephan Komandarev venceu o Prémio do Público e o de Melhor Realização.  Quanto à 1ª edição do Douro Film Harvest , o filme  Volchok do realizador russo Vassili Sigarev foi eleito o melhor filme pelo público. em que

Mas o mês também foi marcado com a estreia de bons filmes. Mesmo para os que não apreciam filmes de Guerra, devem gostar de Estado de Guerra de Kathryn Bigelow considerado, muito justamente, o melhor filme feito até agora sobre a guerra no Iraque. Também muito interessante é o movimentado thriller Assalto ao metro 123, de Tony Scott. Sobre propostas de origem fancesa, além de 35 shots de rum de Claire Denis, temos também o elogiado Séraphine, de Martin Provost, que ganhou sete Césares incluindo o de Melhor Filme Francês de 2008 e de Melhor Actriz para Yolande Moreau. O tema centra-se na vida misteriosa da pintora Séraphine de Senlis. Para os nostálgicos dos anos 60 e não só, estreou-se Taking Woodstock de Ang Lee. A abrir a sessão deste filme  assiste-se à premiada curta-metragem Arena. Sobre os excessos e contradições de Hollywood temos a comédia  Pânico em Hollywood, de Barry Levinson. Ainda no âmbito da comédia, destaca-se Charlie Bartlett – psicanálise para todos, de Jon Poll , As minhas adoráveis ex-namoradas, de Mark Waters, e Quem diria? realizado por Fred Durst e protagonizado por Ice Cube sobre a única mulher quarterback no futebol americano.  Em relação a dramas, é de referir as estreias de uma obra de Pedro Almodóvar, Abraços Desfeitos , do comovente Para a minha irmã, de Nick Cassavetes, e de O outro homem, de Richard Eyre. Sobre o papel da sedução, estreou-se Chérie, de Stephen Frears.

Os adeptos de ficção científica devem apreciar Distrito 9, que apresenta uma visão original sobre a vinda de extraterrestres à Terra, onde  passam a viver uma espécie de apartheid, e foi realizado por Neill Blomkamp e  produzido por Peter Jackson, numa produção conjunta dos E.U.A. e Nova Zelândia.

Do norte da Europa, chegou-nos o intenso thriller sueco Millenium 1- os homens que odeiam as mulheres, de Niels Arden Oplev.

Para os apreciadores de filmes épicos, destaca-se  A batalha de Red Cliff, de John Woo, que conta  a história da maior e mais famosa batalha da História da China.

Madonna teve uma obra em estreia, Sujidade & Sabedoria. No que respeita a um tema  actual – a responsabilidade do homem nas alterações climáticas – há o documentário de Franny Armstrong A era da estupidez.

A cinematografia nacional continua presente, tendo-se estreado A esperança está onde menos se espera, realizado por Joaquim Leitão. A nossa cenografia  está igualmente de parabéns pois os realizadores André Marques e Carlos Silva ganharam o 2º prémio de animação no festival de cinema Twin River, nos Estados Unidos da  América, com o filme Acidente.

A terminar, é de relembrar que em Outubro temos a VII edição do Doclisboa, festival internacional de cinema documental que apresentará, como sempre, excelentes documentários e que se realizará de 15 a 25 na Culturgest.

Profª Luísa Oliveira

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