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Archive for Outubro, 2012

 

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Este sítio, Quero estudar melhor, promovido pelo jornal Expresso, fornece informação relevante para estudantes quer do Ensino Superior, quer do Secundário. Na sequência do Guia do Estudante, disponibilizado pelo mesmo jornal desde há anos e integrado neste novo espaço, o sítio alarga agora o seu âmbito solicitando a participação de estudantes, com relatos das suas experiências, publicando regularmente notícias e orientações para a atividade estudantil, assim como oferecendo 30 bolsas de estudo no Ensino Superior aos melhores candidatos do Secundário. A merecer uma visita.

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Disponível no Centro Virtual Camões, esta ferramenta didática de exploração de textos literários permite ouvir (necessita Real Player), ler, responder a um questionário e aceder a informações sobre o autor e obra, numa apresesentação muito prática e fácil de usar. Inclui contos e excertos de narrativas de uma grande diversidade de autores portugueses. Já incluidos no nosso centro de recursos – A Linha na Estante– estes materiais didáticos podem ser interessantes para disciplina de português, em especial para o desenvolvimento das competências de de Compreensão Escrita e Oral e para o conhecimento de alguns autores da nossa literatura.

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Apesar das contigências da planificação do 12º Ano de Português não permitirem fazer coincidir a efeméride com a lecionação da obra, não quisemos deixar de assinalar a data dedicando-lhe um painel na nossa BE e uma Estante aqui no Bibli.

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Cada frase, ou discurso, ou o período, cria-se dentro de mim mais como uma fala do que como uma escrita. A possibilidade da espontaneidade, a possibilidade do discurso em linha recta, enfim, a direito, é muito maior do que se eu me colocasse na posição de quem escreve.
No fundo, ao escrever estou colocado na posição de quem fala.

José Saramago

in VENTURA, Mário, Conversas. Lisboa: D.Quixote, 1986.

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Amor de Perdição, obra publicada por Camilo Castelo Branco em 1862, celebra 150 anos. Talvez a narrativa mais conhecida da fase final do romantismo português,  sem dúvida a obra mais famosa deste escritor, conta, parte narrativa, parte epistolar, a tragédia do triângulo amoroso envolvendo Simão e Teresa, irremediavelmente apaixonados contra a vontade das respetivas famílias, e Mariana, que dedica a sua vida a Simão e que com este morre. Na linha dos grandes amores trágicos, como Pedro e Inês e Romeu e Julieta, é por muitos considerada uma obra prima, enquanto outros preferem as obras de Camilo mais inseridas na linha da sátira social.

Para celebrar esta efeméride, o Centro Cultural de Belém promove uma série de iniciativas culturais entre os dias 22 e 27 de outubro, como noticia o Jornal Sol:

«Camilo Castelo Branco: As paixões juvenis e o Amor de Perdição» dão o mote a um ciclo de iniciativas, que se realiza no Centro Cultural de Belém (CCB), para celebrar os 150 anos da edição do romance do escritor.

Camilo Castelo Branco – caricatura de Bordalo Pinheiro

O ciclo começa segunda-feira, no CCB, em Lisboa, e, até dia 27, inclui exposições, concertos, debates e a exibição de filmes,contando com as participações, entre outros, de Fernando Pinto do Amaral, João Lopes, José Manuel de Oliveira, José Pacheco Pereira, Álvaro Laborinho Lúcio, Maria Ana Bobone, Nicholas McNair e Pedro Abrunhosa.

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You can’t take the dance out of the dancer,  foi uma citação que ouvi recentemente e que ficou gravada na minha memória.

Isto vale para qualquer profissão. Espera-se que os veterinários sejam uns corações-moles e que não consigam resistir a uns anúncios de adoção de animais domésticos, assim como se espera que na casa de um chef seja sempre ele a cozinhar.

São amigos de alguém cuja profissão desconheçam? Duvido. A nossa profissão manifesta-se em tudo e muito se engana quem acha que o trabalho serve só para viver: ele faz parte da fracção mais profunda do nosso ser e da nossa personalidade.

Claro que agora isto é cada vez menos comum, porque as pessoas têm que aceitar um trabalho fora da sua área de estudos ou mesmo da sua vocação para conseguirem levar dinheiro para casa, mas até mesmo neste caso, esta profissão de segunda escolha acaba, de alguma maneira, por fazer parte de nós.

E tudo isto remonta à altura em que nos perguntavam “o que queres ser quando fores grande?” e, posteriormente, à lembrança de quando chegamos ao secundário e nos vimos obrigados a escolher uma área –  é o tic-tac de uma bomba à espera da nossa grande decisão – tudo o que fizermos irá ter efeito no nosso futuro.

Normalmente os bons alunos já têm uma ideia clara sobre o assunto, sobre como vai ser o futuro deles e não têm qualquer dificuldade em tomar esta decisão. E é tanta a sua certeza, como é a incerteza dos demais. Os alunos “menos bons”, por norma, têm alguma dificuldade em tomar esta decisão, pois têm problemas de auto-estima e confiança no seu trabalho.

Bem, tudo isto para vos dizer que, se estão a passar por uma situação semelhante, ouçam o vosso coração. Não se arrependerão. Eu não me arrependi.

Inês Costa, 10ºE

You can take the dancer out of the dance, but you can’t take the dance out of the dancer – citação integral que quer dizer: pode-se retirar o dançarino da dança, mas não a dança ao dançarino

(nota do editor)

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