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Já temos um novo perfil no Facebook e agradecemos a alguns dos frequentadores da BE da ESDS por terem “dado a cara” por todos nós :D.

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Caros leitores,

Há algum tempo, por políticas do próprio Facebook, o nosso perfil foi encerrado. Lamentamos perder os nossos “amigos” mas tentaremos criar um novo perfil ou uma página, tal como o anterior, apenas com o intuito de divulgar as publicações do Bibliblog. Entretanto, se gosta do nosso blog, pode antes tornar-se subscritor clicando no botão subscreva-me! numa das caixas laterais.

Voltem sempre!

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A abertura desta página concretiza-se num ano especial, em que se comemora o percurso de 25 anos de existência de uma escola que, ao longo do tempo, se afirmou com uma identidade própria muito vincada. Temos saber feito de experiência, do caminho percorrido, mas ainda muita vontade de evoluir e chegar cada vez mais longe.

Por sermos uma escola com memória e um forte sentido de pertença, projetamo-nos para os desafios do futuro sem esquecer as vivências e os contributos do passado.

(Texto de abertura da página – excerto – da autoria da direção da escola)

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Há quem considere a cortesia e  a gentileza como rituais de hipocrisia, o sorriso pela frente e a injúria pelas costas, ou apenas um modo superficial e inócuo  de cidadania proactiva, que apenas identifica classes sociais e perpetua o modo da corte (cortesia). Por outro lado, estes rituais funcionam desde os primeiros tempos da civilização como meios para diminuir as tensões sociais e prevenir os atos agressivos (sabiam, por exemplo, que o aceno ou o aperto da mão como cumprimento, provém de um gesto que, ao expor a mão, revela que não estamos armados, que viemos em paz?). Há mesmo quem defenda cientificamente, como o World Kindness Movement, que a gentileza espontânea e praticada quotidianamente até faz… bem à saúde.

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Foi precisamente este movimento que, em 1998, em Tóquio, na primeira conferência que o oficializou, instituiu o Dia Mundial da Gentileza (World Kindness Day),  com o propósito de  celebrar, mais do que a cortesia,  a tolerância perante “outras” crenças, raças, modos de vida, aproximando-o assim de valores mais civicamente profundos como a “tolerância” e o “respeito”, já longe das meras “boas maneiras” que distinguiriam um gentleman de um carroceiro.

E como as redes sociais constituem hoje as ruas, praças, cafés e tertúlias, afinal os sítios virtuais de muitas das interações sociais, onde também o lidar com o “outro” implica regras, bom senso e moderação, deixamos à consideração dos nossos leitores um Guia de boas maneiras facebookianas que Diana Garrido publicou no Jornal I.

Fernando Rebelo

Guia de Boas Maneiras Facebookianas

01 Tags Identificar pessoas em fotografias sem pedir autorização aos visados não só é rude, como pode ser perigoso: “Não estavas doente? Porque é que apareces na fotografia da festa de ontem da Sociedade Recreativa de Carrazeda de Ansiães com umas cuecas na cabeça?” E pimba, acaba-se o namoro. Culpa de quem? Sua.

02 Fotografias Adicionar fotografias embaraçosas de outras pessoas também não é boa ideia e pode provocar tensões e discussões numa bela amizade. Se aquelas fotografias datadas de 1989, quando as poupas e os chumaços estavam na moda, estão guardadas no fundo de uma caixa, é porque é lá que pertencem, para sempre. Não seja desagradável nem meta o nariz onde não é chamado.

03  Estado Civil Evite mudar de “numa relação com” para “solteiro” sem discutir primeiro o assunto com a outra pessoa. A falta de consideração pelo outro é uma coisa muito feia. Muuuuuuito feia.

04  Amizades Lá por ter visto a pessoa uma vez durante cinco minutos numa saída à noite e por ela fazer parte da lista de amigos de um dos seus amigos, não significa que a possa adicionar. Não tem de ser amigo de todos os seres humanos do universo. Não se imponha, nem ponha as pessoas numa situação desconfortável.

05  Privado
Se souber o significado da palavra “privado” compreenderá que fazer perguntas como “esse furúnculo que tinhas no queixo já passou?” ou “já acabaste com o Luís?” no mural de alguém, à vista de todos, não cabe na definição de “privado”. E, à semelhança das fotografias identificadas, também pode criar problemas.

06  Vamos a votos Pedir a toda a lista de contactos do seu Facebook que faça “gosto” 30 vezes por dia numa fotografia sua para que consiga ganhar aquele frigorífico tão bom, não é razoável. Pedir que votem em coisas suas, mais do que uma vez por semana, também não. É, até, extremamente chato e corre o risco de ser bloqueado. E com razão.

07  Chat Não aborde pessoas no chat com quem tem apenas uma relação profissional, muito menos para falar de trabalho. A última coisa que se quer no Facebook, esse intervalo do labor, é discutir orçamentos, entrevistas ou festas de Natal da empresa.

08  Inimizades Ah que boa pareceu a ideia de criar um grupo intitulado “O Zé cheira mal dos pés, vamos odiar o Zé” até ao dia em que o Zé foi esbofeteado na rua por um bando de entusiastas dos grupos de ódio. O ódio é feio. O ódio não é bonito.

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imagens: daqui, daqui e daqui

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Apenas um clip publicitário de uma ópera tendo como enredo as redes sociais, em cena em Londres nos meses de Junho/Julho… mas dá que pensar, não?

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Mais uma tira do José Castanheira no Bibliblog. Se no seu último post tivemos um primeiro contacto com as aventuras virtuais de Martim, desta vez ficamos a conhecer o Telmo. Ficamos à espera da próxima. 🙂

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José Castanheira, 11ºC

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Perguntámos  no início do ano lectivo, na nossa Sondagem do Mês, que factores poderiam contribuir mais para o melhorar.

Contabilizados os votos, há a destacar um razoável número de participantes, tendo 30% considerado que uma maior responsabilização das famílias seria o mais importante para melhores resultados. De facto, algumas mudanças sociais passaram a atribuir à escola, quase em regime de exclusividade, a tarefa de educar as crianças e os jovens, sentindo-se muitos pais desresponsabilizados pelo seu processo educativo, que certamente vai muito para além do que a melhor escola lhes pode dar. O outro lado da moeda talvez seja uma recente participação mais activa das associações de pais nos órgãos de gestão, tornando-os corresponsáveis pelas decisões da instituição que socialmente prepara o futuro dos seus educandos.

Sem grandes surpresas, a satisfação profissional dos professores, colheu o segundo lugar nas preferências, com 20% dos votos. As constantes reformas no ensino e alterações nas condições da carreira docente não têm  certamente criado um ambiente muito favorável ao seu desempenho. Mas este tema levar-nos-ia muito mais longe que um simples apontamento aqui no Bibli recomendaria…

Em terceiro, com 8%, uma maior preparação dos professores e uma maior autonomia na gestão das escolas leva-nos para o lado técnico-organizacional do ensino.. e quem sabe se estes factores não estarão de alguma forma associados ao anterior.

Finalmente, instrumentos jurídicos, como o Novo Estatuto do Aluno ou a melhoria dos recursos materiais, como a intervenção do PTE e do parque escolar nas escolas, recolhem 6% e 4%, respectivamente das preferências dos leitores.

Mas, mal ou bem,  o ano lectivo já está em marcha, é tempo de propor-vos uma nova sondagem sobre um tema que desde há algum tempo está na ordem do dia, pelas melhores ou piores razões: qual a característica mais marcante das redes sociais (blogues, marcadores sociais, Twitter, Facebook, etc.)?

Dificilmente esta forma de comunicação, disseminada a uma velocidade exponencial, levantaria mais dilemas, ambivalências em relação ao seu papel na nossa sociedade do que qualquer outra anteriormente experimentada. Se, por um lado, uns a diabolizam pelo excesso de exposição da intimidade, os perigos das amizades virtuais, o excesso de ruído e de informação, que não substituem o conhecimento,  a reprodução em vez da produção, outros há que defendem o dever moral da partilha, a multiplicidade de fontes de informação, a velocidade e a capacidade que alcançámos no acto comunicativo, e todo um novo paradigma de interacção social, ensino e aprendizagem que rapidamente se está desenvolvendo.

E você, leitor, o que acha?

(dê-nos o seu “clique” no painel lateral do blogue: Sondagem do Mês)

Fernando Rebelo

imagens: daqui e daqui

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