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Posts Tagged ‘Desenho’

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O conjunto de desenhos, realizados por alunos de 7º e de 9º ano, aludem ao Halloween ou Dia das Bruxas, que se comemora no dia 31 de outubro.

Na escola, as máscaras de bruxas com chapéus pretos pontiagudos, a faca na cabeça como se a atravessasse e de onde jorra uma mancha de tinta vermelha, os esqueletos pintados em camisolas simulando cadáveres que se passeiam, as teias de aranha e os desenhos de abóboras com feições humanas preenchem o recinto escolar; e à noite, em casa, grupos de crianças e adolescentes não param de tocar nas campainhas procurando a doçura ou a travessura.

Tem sido assim nos últimos anos. Contudo, esta é uma prática recente entre nós, popular na cultura norte americana, e em todos os países anglo-saxónicos, remonta a uma antiga tradição celta – o Samhain –  que assinalava o fim do verão. Acreditava-se que o véu entre o mundo visível e o invisível se desvanecia, deixando que os mortos se passeassem por entre os vivos.

Em Portugal, as tradições mais antigas alusivas ao mundo dos mortos são o Dia de Finados, o dia de celebrar os mortos, habitualmente com visita às campas, onde se depositam flores e se exacerba a saudade, a tradição do Pão por Deus, que remonta ao séc. xv, a um ritual pagão, e depois implementado no dia 1 de novembro do ano a seguir ao terramoto de 1755, quando a população mais pobre de Lisboa saiu para pedir, aos mais abastados. Com o tempo, o peditório passou a ser feito por crianças e o pão foi substituído por guloseimas.

O Halloween, não só com o seu desfile de máscaras, de evocação dos mortos e do oculto, mas também através da representação por meio de desenhos, pode considerar-se um jogo onde se aprende a esconjurar e a lidar com os medos mais recônditos.

Ana Guerreiro

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ED_livrolivre1O Livro Livre é uma outra forma de comemorar os 40 anos do 25 de Abril dando a conhecer a crianças e jovens este marco da História de Portugal e o seu legado. Celebra os direitos e as liberdades fundamentais consagrados na Constituição de 1976 como a sua principal herança e destaca a responsabilidade do que é viver em democracia.

Tomando como referência este momento de conquista histórica, fruto da luta e do trabalho de muitos, militares e civis, o Livro Livre apela ao espírito da liberdade e convoca o leitor a participar numa atividade criativa, como co-autor do livro. Desafia-o a resgatar as memórias de quem viveu este período e registar estas experiências. Através de breves enquadramentos históricos, ilustrações sugestivas e propostas de atividade diversificadas, este livro constrói um espaço para a reflexão sobre o significado do 25 de Abril

(sinopse FNAC)

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O projeto foi apresentado à nossa turma, 9º C da ESDS, pela prof. de História Anabela Rodrigues e, em colaboração com Educação Visual, desenvolvemos o projeto Livro Livre.

Primeiramente analisámos os conteúdos já presentes no livro, depois realizámos diversas pesquisas documentais na biblioteca da escola e testemunhais junto da geração que viveu o 25 de Abril de 74.

Depois reflectimos individualmente sobre os conteúdos propostos pelo livro, que nos questionava sobre temas de cidadania, levando-nos a emitir uma opinião que mais tarde registaríamos no livro.

Mas a questão da criatividade  também foi importante, pois o preto e branco do livro antes de passar pelas nossas mãos necessitava cor e personalização: assim pintámos, modificámos páginas, e adaptámos o livro à maneira de cada um.

A turma gostou de participar no projeto, pois foi o testemunho de algo importante, conseguindo-se inclusivamente aprender mais com o Livro Livre do que com os manuais de História. Como etapas mais marcantes do processo destaco as entrevistas a quem viveu intensamente esse período. Foi igualmente fundamental, o trabalho de colaboração entre a nossa DT, as professoras de História e Educação Visual e as nossas famílias.

Fomos convidados para apresentar os nossos projetos pessoais no Museu do Aljube e aí pudemos dar testemunho aos presentes não só da nossa experiência individual mas de toda a turma.

Margarida Lopes, 9ºC (testemunho)

 

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ENCONTRO ILUSTRADOR

O ilustrador Hugo Teixeira visitará a nossa escola a 11 de maio para um encontro com alunos de Educação visual do 8º e 9º ano, num projeto que junta a BE e a prof. Ana Guerreiro.

Hugo Teixeira é um dos novos autores de BD portuguesa, desenhador multifacetado com participações nos seguintes projetos: Zona, Zona Zero e Zona Negra, especial terror Motelx. Este autor é um fã de Manga transportando todo este universo para as suas bandas desenhadas atuais.

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Hugo Teixeira

Durante o encontro, o autor-desenhador não só divulgará a sua obra publicada como partilhará com os alunos as suas técnicas de desenho e ilustração.

A partir de dia 3 de maio, estarão disponíveis na BE, com um desconto especial, duas das obras que ilustrou, editadas pela Asa: MAHOU – Na Origem da Magia e MAHOU – Perdidos no Tempo. Quem adquirir um ou dois exemplares terá direito, após o encontro, a um autografo personalizado pelo desenhador.

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