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Posts Tagged ‘Astronomia’

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O nosso sistema solar é constituído por uma estrela a qual chamamos Sol e por planetas: Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno.

O sistema solar é um conjunto de planetas, asteróides, cometas e outros corpos que estão sempre em movimento. Cada um mantém-se na sua respetiva órbita devido à intensa força gravitacional exercida pelo Sol, que possui massa muito maior que a de qualquer outro corpo do sistema solar.

Vénus é o segundo planeta a contar do Sol e o sexto maior. Por vezes, este planeta é referido como irmão da Terra, porque em alguns aspectos são muito semelhantes. Vénus é apenas um pouco mais pequeno que a Terra: o seu diâmetro é cerca de 95% do diâmetro da Terra e a sua massa é aproximadamente 80% da massa da Terra. Ambos os planetas têm poucas crateras, o que indica superfícies relativamente jovens. As suas densidades e composições químicas são semelhantes.

A superfície de Vénus está rodeada por uma atmosfera constituída praticamente por dióxido de carbono e por uma enorme camada de nuvens que são formadas por gotas de ácido sulfúrico. A densa camada de nuvens provoca um enorme efeito de estufa, ou seja retém o calor fazendo com que Vénus seja o mais quente dos planetas.

É na camada de nuvens que ocorre uma forte reflexão da luz solar, fenómeno que é responsável pelo brilho deste planeta. De facto, Vénus é, depois do Sol e da Lua, o astro mais brilhante no céu e, por isso, se vê facilmente a olho nu. E, tal como a Lua, pode ser visto de dia e de noite. O seu brilho resulta da reflexão da luz solar na camada de nuvens.

 João Pedro, 7ºB

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Simone Ferreira, 7ºB

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O Sistema Solar é constituído por 8 planetas: Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno.

Há muitos planetas no Sistema Solar que têm satélites, por exemplo, a Terra tem 1 satélite: Lua; Marte tem 2 satélites: Fobo e Deimos; Júpiter tem 67 satélites: Lo, Europa, Ganimedes, Calisto e mais; Saturno tem 62 satélites: Mimas, Encélado, Tétis, Dione, Reia e mais; Úrano tem 27 satélites: Puck, Miranda, Ariel, Umbriel e outros; Neptuno tem 14 satélites: Tritão e Nereida, entre outros.

Marte é o quarto planeta a partir do Sol. É também o segundo menor planeta no Sistema Solar. Batizado em homenagem ao deus romano da guerra, muitas vezes é descrito como o “Planeta Vermelho”, porque o óxido de ferro predominante na sua superfície lhe dá uma aparência avermelhada.

Marte está sendo explorado por cinco naves espaciais atualmente: três em órbita — Mars Odyssey, Mars Express e Mars Reconnaissance Orbiter — e duas na superfície — Mars Exploration Rover Opportunity e Mars Science Laboratory Curiosity.

Marte é um planeta rochoso com uma atmosfera fina, com características de superfície que lembram tanto as crateras de impacto da Lua quanto vulcões, vales e desertos. Recentemente, a NASA divulgou uma grande descoberta para a imprensa, a descoberta de fortes evidências que indicam a existência de água líquida na superfície marciana. Já não é de hoje que cientistas sabem da existência de gelo em certas regiões de Marte, mas nunca se conseguiu nada sobre água liquida correndo pela superfície de Marte.

 Afonso Vaz,7ºD

mara isodoro 7ºB

maqueta de Mara Isidoro, 7ºB

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Será realmente a questão da Génese um tabu para a Ciência? Façamos votos para que os apaixonantes trabalhos de investigação sobre a origem da Vida ou da Terra, possam prosseguir na serenidade necessária, sem qualquer ideia preconcebida sobre os seus resultados, sem que estes sejam interpretados como ofensas a quem quer que seja, mas, pelo contrário, como um elemento mais do percurso natural da Ciência.

Da pedra à estrelaALLÈGRE, Claude (1987), Da Pedra à Estrela, Coleção Ciência Nova, nº 4, Publicações Dom Quixote, 1ª edição, Lisboa

A obra Da Pedra à Estrela revela ao leitor que a geologia e a astronomia são ciências que se ignoraram mutuamente  durante muitos anos. O autor refere que os geólogos estudam a história da Terra, os astrónomos, a do Universo. Uns trabalham com martelos e bússolas, os outros com telescópios. As atenções dos primeiros estão concentradas na terra, as dos segundos no céu. No entanto, segundo o autor, nos últimos anos esta divergência tem vindo a desaparecer.

Este livro fala-nos sobre a origem da Terra, sobre a maneira como este planeta se formou e sobre as condições que lhe permitiram tornar-se hospitaleira para a vida e para o homem. O autor refere que estas são questões que todas as civilizações humanas levantam e que, na sua opinião, os modos de abordar este problema variam conforme as sociedades, mas constituem uma das bases da reflexão de qualquer civilização.

À medida que avançamos na leitura, apercebemo-nos que o problema da origem da Terra pertence ao domínio da Ciência, no entanto, ultrapassa-a largamente. Ao longo da obra o autor faz referência ao facto da geologia se recusar a abordar a sua história antiga, o que leva o leitor a questionar como é que a geologia, que é a disciplina que tem por objeto o estudo da Terra, da sua estrutura e da sua evolução, pode recusar abordar o nascimento da própria Terra. O  autor questiona mesmo quais as razões que motivam este silêncio prolongado, esta repulsa por um assunto que deveria constituir o próprio cerne dos estudos geológicos.

Para que o leitor fique esclarecido, ao longo da obra, Claude Allègre entra no domínio «interdito» aos geólogos, utilizando as ferramentas da geologia e decifrando as mensagens inscritas nas rochas, permitindo assim ao leitor percorrer a própria história da geologia.

Considero esta obra, repleta de ilustrações, muito interessante porque discute a história da Terra e a sua formação, em que se convida o leitor a fazer uma viagem ao centro da Terra, para obter um conhecimento mais profundo sobre a origem do nosso planeta. Trata-se de um livro escrito de um modo muito didático, embora estejamos perante uma obra científica destinada a não especialistas, o que facilita a sua leitura e compreensão.

Rita Pereira, 10ºC

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Um buraco negro é um corpo celeste que é originado por um colapso de estrelas com massa muito superior à do Sol. Nestes corpos, a atração gravítica é tão elevada que nada, nem mesmo a luz, consegue escapar à sua atração pelo que, desta forma, os buracos negros “consomem” tudo o que existe na sua proximidade.

Uma estrela que se aproxima de um buraco negro e é sugada devido à atração gravítica.

Uma estrela aproxima-se de um buraco negro e é sugada devido à atração gravítica

Quando uma estrela com massa bastante maior que a do Sol chega ao final da sua vida, ou seja, quando o seu “combustível” (o elemento Hidrogénio) começa a chegar ao fim, ela vai contrair-se ocorrendo várias colisões entre as partículas que a constituem, o que leva a um grande aumento da temperatura. Com temperaturas elevadas, na ordem dos 30 milhões de graus Celsius, vão ocorrer reações de fusão nuclear, nas quais núcleos de Hélio se fundem com núcleos de Carbono, dando origem a núcleos mais pesados como os de Oxigénio acompanhadas de grande libertação de energia e materiais (uma explosão). Forma-se uma estrela Supernova, que tem uma massa maior que a estrela que lhe deu origem. Nesta etapa da vida de uma estrela, dão-se também reações de fusão nuclear que a mantêm estável. No entanto, quando estas reações se esgotam, a estrela fica com um núcleo muito denso que ao colapsar origina um buraco negro.

Estes corpos celestes são apelidados de Buracos Negros porque a força da gravidade é tão elevada que toda a luz existente à sua volta é absorvida, o que origina uma zona negra no Espaço. Da mesma forma que a luz é absorvida, todos os outros corpos celestes também o são. Com a absorção de toda a matéria, os buracos negros expandem-se atingindo dimensões enormes. Os maiores buracos negros são chamados buracos negros supermassivos e resultam da fusão de dois ou mais buracos negros. Este tipo de buracos negros podem encontrar-se com mais frequência no centro das galáxias e a sua massa equivale à massa de muitas estrelas.

Na nossa galáxia, um buraco negro conhecido como Sagittarius A, cintila pelo menos uma vez por dia, este fenómeno deve-se à existência de inúmeros asteróides à sua volta e que são absorvidos

Na nossa galáxia, um buraco negro conhecido como Sagittarius A cintila pelo menos uma vez por dia; este fenómeno deve-se à existência de inúmeros asteróides à sua volta e que são absorvidos

Conclui-se assim que os buracos negros são corpos existentes no Universo que absorvem luz e matéria. Apesar de existirem em grande quantidade e de serem objeto de constante investigação, ainda há muito por conhecer sobre este fenómeno do Universo, pois estes corpos celestes só podem ser investigados através da observação mas, como nada sai deles, nada chega até nós.

Duarte Santiago, 10ºC

Bibliografia:
Imagens:

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