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Ao fim de 6 meses, a nossa sondagem sobre o acontecimento mais marcante no ano de 2016 deu uma nova vitória à vitória da equipa nacional de futebol no campeonato europeu, com 39% dos votos. Em 2º lugar, não muito atrás (34%), a eleição de Donald Trump continua a ser considerada, provavelmente não pelas melhores razões, o “acontecimento” do ano que passou. Outra vitória portuguesa, a eleição de Guterres para Secretário geral da ONU ficou em 3º, já um pouco distante dos anteriores, com 13,6% das escolhas. Também o Brexit mereceu a preferência de 6,8% dos leitores, enquanto 3,9% destacaram a “inesperada” atribuição do Nobel a Bob Dylan. Finalmente, a eleição de Marcelo Rebelo de Sousa para presidente e o golpe de estado na Turquia apenas recolheram 1,7% dos votos, sendo que a Web Summit em Lisboa não foi alvo de nenhuma escolha.

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Agora que mais um ano letivo se aproxima do fim, após a introdução de alterações, como o fim dos exames para alguns ciclos de ensino e a reintrodução de provas de aferição, num momento em que se fala de alguma flexibilização dos curricula e da retoma do programa de reabilitação do parque escolar, perguntamos aos nossos leitores com vista ao próximo ano – Que medida teria maior impacto na melhoria do ensino/aprendizagem nas escolas portuguesas?

Não deixe de dar a sua opinião no quadro disponível nos painéis do lado direito da página.

imagem editada daqui

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Chego à escola, às 8:30h. Lentamente, saio do carro, arrasto-me para a escola. À entrada, faço um compasso de espera. Mentalizo-me. Finalmente, ganho coragem e entro na escola.

Sei o que me espera: o terror, não das aulas (às aulas estou eu habituado), mas do temido almoço. Às vezes, pergunto-me como pode uma refeição, uma mera refeição, ser condenada desta maneira. Até nas conversas de recreio ela conseguiu impor a sua posição, através de perguntas como “O 22640que é o almoço, hoje?” ou “Hoje, o comer é bom?”. Irritante, mas impressionante.

Apesar de todos os queixumes e lamúrias – não sei se é por não terem mais nenhum sítio onde comer, ou por terem sido aliciados pelo humilde 1,46€ -, imensos são os alunos ou críticos alimentares que formam a fila diária de 10 metros para degustarem a comida do refeitório.

Por isso, pergunto-me: por que é que os alunos vão almoçar uma comida da qual dizem tanto mal? Sim, porque não existe nenhuma criança que não tenha, em momento algum, criticado o almoço da escola.

Chego à conclusão que o problema não é só da minha escola e, muito menos, um problema das crianças.

Já os adultos, os tão corretos adultos, também estão sempre a queixar-se. Ora se queixam dos preços altos, ora se queixam do trânsito. Até do primeiro-ministro que eles próprios elegeram se queixam, imaginem só!

Se calhar, o problema é do povo português, que, por, durante a História, scribe-cartoonter sido sempre tratado como uma raça inferior (fruto de uma briga entre D. Afonso Henriques e sua mãe), desenvolveu um mecanismo que o deixa sempre insatisfeito e que funciona como uma espécie de barreira mental que evita que seja enganado pelos outros.

Realmente, as pessoas estão sempre insatisfeitas. De certo modo, até estou satisfeito. Afinal, o problema não é só meu.

António Coelho,  9.º B

imagens daqui e daqui

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