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Archive for Outubro, 2009

Fecho os olhos e vejo o meu coração …

“To dance before sea and sky”, por Steve Hanks
“To dance before sea and sky”, por Steve Hanks

Dúvidas que pairam, ignorância que sobressai e medos que me embaraçam. Esta realidade que me fez pensar no passado, estabilizar no presente e temer o futuro.

Como uma onda que me deita abaixo e que me deixa sem intenção de me erguer e seguir a minha paixão …

O chão foge-me dos pés e o céu deixa de ser visível – torno-me ignorante ao não querer saber o que se passa na minha vida…

Tento encobrir-me, deixo de acreditar na verdade, naquilo que aparenta ser a minha felicidade. Esforço-me para esconder o óbvio, limito-me a sobreviver, enxugando as lágrimas vindas do mais profundo que há em mim.

Meu refúgio, que é o mar, preserva-me as ilusões e torna-me notável. Manto azul que reflecte o luar, concedo-lhe o meu sonho na esperança que floresça… Que se forme lentamente e um dia seja a minha vida, que vagueie no maior oceano e um dia se transforme no meu destino.

Agora, perdida no seu infinito, sinto que é essencial seguir a minha visão, o meu sonho, que é dançar.

Jamais vou desistir daquilo que um dia me fez existir.

Por fora não, mas por dentro vale a pena sonhar.

Joana Pinto, 10ºB

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asterix Nasceu em 1959, tal como este bibliblogueiro. Leia a notícia da exposição comemorativa no Público, conheça a colecção completa  publicada pela Asa e não perca tempo: agarre já num dos seus muitos exemplares que estão nas estantes da nossa biblioteca.

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meu filho nickO livro O meu filho Nick, de Danielle Steel, conta-nos a história de um rapaz chamado Nick que sofria de psicose maníaco-depressiva. Esta doença, incurável, provocava-lhe mudanças drásticas no comportamento, embora Nick estivesse a ser acompanhado por médicos e medicado.

Nick foi crescendo e, com ajuda dos psiquiatras, da sua mãe e da sua família foi lutando contra a sua doença. Quando chegou à fase da adolescência, apaixonou-se por muitas coisas novas, como a música. Passados alguns anos, constituiu uma banda onde cantou músicas compostas e interpretadas por ele, viajando pelo mundo.

Todos os médicos consultados pela sua mãe diziam que se Nick conseguisse sobreviver até 30 anos podia ter fortes probabilidades de viver uma vida mental normal. Mas Nick foi por caminhos menos bons, consumindo drogas, não tomando os medicamentos, recusando a ajuda e revoltando-se contra todos os que o amavam, principalmente a sua mãe. Pouco tempo mais tarde, Nick morreu com apenas 19 anos de idade, vítima dessa doença que o levaria ao suicídio.

A sua mãe escreveu então este livro e criou uma fundação com o mesmo objectivo: ajudar e explicar os malefícios de uma doença sem cura, uma maldita doença que lhe tirou o seu próprio filho.

Susana Ruas, 10ºB

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Normalmente, quando publico um post, faço-o no plural. Isto porque, ao longo do ano lectivo anterior, outros blogueiros deram também vida ao Bibli . Agora, enquanto espero a adesão de uma nova equipa, deixo aqui à Teresa Antunes, parte do ADN deste, também seu, Bibli, um abraço especial.

Mas como a vida não pára, a Teresa, agora integrada na equipa da BE da ES Romeu Correia,  continua o seu afã bloguista com a criatividade com que marcou muitas vezes este outro sítio da BE da Daniel Sampaio.

Aqui fica então a notícia do lançamento do Romeu’s Blog e, como de laços se fazem links, cá estará também no cantinho das nossas especiais biblices.

Fernando Rebelo

romeu's


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Com origem na tradição anglo-saxónica, o Halloween, ou Dia das Bruxas, tem vindo a ganhar destaque em Portugal, sendo já comum verem-se crianças disfarçadas a bater às portas da vizinhança na noite de 31 de Outubro com o costumeiro trick or treat (doces ou travessuras). Assim, tal como as luzes, as estrelas, a árvore constituem os adereços do Natal, o Halloween ilustra-se de abóboras iluminadas de sorrisos diabólicos, bruxas, esqueletos, fantasmas, morcegos…

Mas é também  uma boa oportunidade para aqueles que se assustam com a leitura porem um pouco à prova a sua coragem. E, como o Halloween também também se pode encontrar na nossa biblioteca , aqui fica uma sugestão de livros e DVDs que podem levar directamente das nossas estantes…

Bons sustos 😀

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O Livro de que eu vou falar chama-se A Esperança Reencontrada, de esperança reencontrada Andrew Mark. Andrew Mark cresceu na Europa e na Ásia, estudou Antropologia na Faculdade de Connecticut e fez um mestrado em Belas-Artes na Universidade da Columbia, sendo este livro o seu segundo romance.

Ben Minor, um ex-estudante de medicina, tinha decidido abandonar Nova Iorque, deixando todos os seus problemas para passar férias nas montanhas a norte do país, acabando por ficar em Cotagge Mills, uma pequena localidade entre o Maine e o Canadá, onde conheceu Annie. Ben e Annie começam a criar laços e Ben começa a sentir-se cada vez mais intimamente ligado àquele lugar e a Annie. Passado algum tempo, porém, Ben descobriu que nem tudo poderia ser perfeito, pois tomou conhecimento de que Annie se encontrava doente . Annie tinha um linfoma já há alguns anos do qual pensava ter ficado curada, mas o problema voltara a surgir. Annie recusava-se, contudo, a receber terapia, pois já estava cansada dos seus efeitos secundários. No entanto, Ben, um homem cheio de força e coragem, consegue convencê-la a não desistir.

Este livro, foi um dos livros da minha vida, por ter um desfecho magnífico: Estavam entrelaçados agora como os fios de uma corda. E foi então que Ben percebeu que os médicos podiam aprender algo com os poetas: era o amor que suavizava a dor da vida. Era a única coisa que tornava a vida suportável. E esse bálsamo era o melhor medicamento que Ben jamais conhecera.

Este livro  foi sem dúvida marcante, pois mostra a extrema coragem e o verdadeiro amor que Ben sentia por Annie ao ponto de a conseguir convencer a receber de novo o tratamento.

Sara Moreira, 10ºB

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João Sousa, 8ºC

João Sousa, 8ºC

Patrícia Moga, 7ºB

Patrícia Moga, 7ºB

Patrícia Moga, 7ºB

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Tiago Coelho, 7ºB

Tiago Coelho, 7ºB

João Marques, 7º B

João Marques, 7º B

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narcisoNinguém: Que andas tu i buscando?
Todo-o-mundo: Mil cousas ando a buscar: delas não posso achar, porém ando porfiando, por quão bom é perfiar.
Ninguém: Como hás nome, cavaleiro?
Todo-o-mundo: Eu hei nome Todo-o-Mundo, e meu tempo todo inteiro sempre é buscar dinheiro e sempre nisto me fundo.
Ninguém: Eu hei nome Ninguém, e busco a consciência.
Berzebu: Esta é boa experiência! Dinato, escreve isto bem.
Dinato: Que escreverei, companheiro?
Belzebu: Que Ninguém busca consciência e Todo-o-Mundo dinheiro.gilVic02
Ninguém: E agora, que buscas lá?
Todo-o-Mundo: Busco honra muito grande.
Ninguém: E eu virtude, que Deos mande que tope co’ela já.
Belzebu: Outra adição nos acude: escreve logo i a fundo, que busca honra Todo-o-Mundo, e Ninguém busca virtude.
Ninguém: Buscas outro mor bem qu´esse?
Todo-o-Mundo: Busco mais quem me louvasse tudo quanto eu fezesse.
Ninguém: E eu quem me reprendesse em cada cousa que errasse.
Belzebu: Escreve mais.
Dinato: Que tens sabido?
Belzebu: Que quer em extremo grado Todo-o-Mundo ser louvado, e Ninguém ser reprendido.

in Gil Vicente, Auto da Lusitânia, 1532

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big-bang

Das várias teorias sobre a formação do Universo, a actualmente mais aceite entre a comunidade científica é a Teoria do Big Bang porque se baseia num maior número de factos comprovados.

Segundo esta teoria, o Universo teria nascido entre 13 e 20 mil milhões de anos atrás, a partir de uma grande concentração de matéria e energia extremamente densa e quente que explodiu e começou a expandir-se dando origem a toda a matéria que conhecemos.

Existem várias evidências da teoria, tais como: a expansão do Universo, ou seja, diferentes galáxias que constituem o Universo estão a afastar-se umas das outras a uma velocidade que é proporcional à distância entre elas; outra evidência é a radiação cósmica de fundo, esta é uma radiação electromagnética microondas, que teve origem na grande explosão e ainda hoje envolve todo o Universo; e por fim a abundância dos elementos mais leves no Universo; actualmente o Hidrogénio é o elemento mais abundante, seguido do Hélio e de outros elementos bastante leves. Este facto defende a teoria pois esta refere que estes elementos foram os primeiros a serem formados.

Todavia, é de notar que a teoria do Big Bang apresenta diversas limitações, pois esta não explica o que explodiu, o que existia antes do Big Bang e se a expansão se verificará continuamente ou se ocorrerá uma contracção, ou seja o Big Crunch. É também de referir que a teoria do Big Bang é apenas uma de muitas outras teorias existentes sobre a formação do Universo.

Tiago Afonso, 10ºC

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50,000

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Há momentos em que parece que vivo à parte, rodeada de todos e de ninguém, mas, às vezes aparece alguém, lá bem no fundo do horizonte, que chama por mim. Caminho e volto a caminhar sem rumo traçado, apenas ouvindo a melodia daquela voz. Quando lá chego, encontro algo sem traços definidos e sinto-me novamente perdida. Olho melhor, à procura de explorar e só identifico uma mão. Pego nela e deixo-me levar.

Holding_the_world_in_your_hand_by_kristinelarsen

"Holding the world in your hand", por Kristinelarsen

O que quer que aquilo fosse, no caso de ser verdadeiramente alguma coisa, levou-me a descobrir um mundo novo, cheio de cores, de sentimentos, de Alegria! De repente, aquela realidade parou e fez-me olhar em volta. Olhei e olhei mas não via nada… Até que olhei melhor e vi um arco-íris. Fixei o meu olhar naquela imagem e fechei os olhos…Os meus sonhos mais perfeitos, tornaram-se em pesadelos em tonalidades de cinzento. Então, voltei a sentir receio que aquilo voltasse…A vida antes de tudo era uma irrealidade real que me atormentava divinamente todos os dias da minha vida.

Eu sabia que não podia ter receio daquilo. Ou era agora ou nunca. Continuava de olhos fechados e com receio de os abrir e voltar a ver o mesmo que vira durante a minha existência. Será que agora era pior? Ou era apenas a minha imaginação a pairar até ao ínfimo do meu ser e imaginar tudo de um modo pior?

Senti algo a tocar-me e abri os olhos tão repentinamente que me senti tonta, mas ao mesmo tempo bem. Desta vez era um rapaz com os olhos mais delicados e perfeitos que alguma vez tinha visto. Pegou-me na mão e eu sorri. Nesse momento percebi que se torna tão fácil sorrir quando alguém nos pega na mão e nos leva em frente que nem a mais perfeitamente simples gota de água do charco mais longínquo teria sabedoria suficiente para mostrar o contrário. Apercebi-me que o mundo é grande, mas só para quem perdeu algo na outra ponta. É grande para quem continua à espera. É grande para quem vê a distância com os olhos, e não com o coração. E um olhar parece ser tanto, quando tantos olhares nos separam de onde o nosso coração está. Para mim, um olhar é tudo.

Por vezes procuramos aprender a ser grandes quando ainda somos pequeninos e depois, quando crescemos, vimos que não brincámos o suficiente, que não chorámos o suficiente, que não ouvimos o suficiente… E portamo-nos como crianças, choramos mais e mais pelo que devíamos ter chorado e ouvimos os conselhos dos outros com atenção. Apercebemo-nos então que era assim que devia ser: devíamo-nos sentir culpados por não ter brincado demais e brincar com os sentimentos dos outros, depois choraríamos por isso e escutaríamos com atenção o pedido de desculpas e ficaríamos felizes por isso.

Sou feliz assim, depois de tantas lágrimas, tantos arco-íris, tantos insultos e tantas desculpas? Só o tempo o dirá.

Ana Rita, 10ºB

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Qual o livro da minha vida?

Bem, diria melhor: “os livros da minha vida,”  aqueles que deram origem ao meu Eragongosto pela leitura. Estou-me a referir ao Ciclo da Herança, do autor Christopher Paolini. Esta suposta trilogia, abrange os livros Eragon, Eldest, Brisingr e, agora, aguardo ansiosamente  o quarto livro que ainda não foi publicado e que muito possivelmente se juntará aos meus favoritos.

Os títulos têm significados bastante interessantes pois cada um deles refere-se a uma parte importante de cada livro.

Eragon é o nome do personagem principal que, no primeiro livro, descobre aquilo que realmente é e apercebe-se que o seu destino será algo bastante difícil de enfrentar. Mesmo assim, continua em frente, vivendo a sua adolescência à procura do amor, da sabedoria e de uma vida justa para o reino de Alagaësia.

Eldest é uma palavra da linguagem especial do livro – a língua antiga – que eldestsignifica “o primogénito”. Este será o livro em que aparece um novo dragão, destinado a ser o primogénito de uma nova dinastia de seguidores do rei tirano Galbatorix, que pretende lançar uma nova onda de terror sobre o seu reino. Eragon opõe-se vivamente e luta para que isso não aconteça.

Brisingr é outra palavra da língua antiga, característica destes livros, que significa “fogo”, que é a base do poder mágico de Eragon, que ele consegue dominar e criar na perfeição e que o ajudará nas difíceis batalhas contra o exército de Galbatorix.

brisingrPorque é que estes são os livros da minha vida?  Tenho várias razões para defini-los como “os livros da minha vida”, uma delas é que têm um pouco de tudo: romance, magia, aventura e também um pouco de sangue.

Outra das razões são as relações expressas nos livros como, por exemplo, a relação entre Eragon e Saphira, uma relação quase familiar, de amizade e cumplicidade. Inseparáveis para o resto da vida pois, mesmo não estando fisicamente juntos, estariam sempre mentalmente ligados.

Estas histórias, imaginativas e complexas, têm para mim ainda mais valor pela sua imprevisibilidade, dando voltas e reviravoltas, com desfechos inesperados, algo que nunca ninguém está a espera e também pelo autor ter tido a imaginação suficiente para criar linguagens específicas para diferentes espécies e uma linguagem mágica, utilizada apenas por elfos e magos. Tudo isto, com aproximadamente quinze anos, mostrando-nos que com imaginação e trabalho tudo é possível.

Christopher Paolini, o autor destes livros, conseguiu aos quinze anos ver

Christopher Paolini

Christopher Paolini

publicado o seu primeiro livro na Colecção Jovens Talentos, que se transformou num bestseller e deu origem a um filme (que, como geralmente acontece, não é tão bom como o livro).

Aconselho estes livros a todos os que gostam de aventuras e/ou fantasias pois trata-se de uma saga apaixonante que vos arrastará para novos mundos.

Sara Fernandes, 10ºB

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tj1

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Sinónimo de noticiário televisivo mas, na realidade, nome de um programa noticioso regular da RTP, desde o tempo em que nem se sonhava com outros canais, o Telejornal faz 50 anos.

Independentemente das preferências de cada um por qualquer dos canais abertos ou por cabo a que temos profusamente acesso hoje em dia, o certo é que o Telejornal é já uma peça importante da História da 2ª metade do séc. XX, História essa que muitos de nós viveram  ainda a preto e branco mas já em directo, vendo “A Televisão” (sim, ter um (só) aparelho e um (só) canal ainda era um luxo nos idos sessenta do séc. passado).

Assim, além do programa da conferência comemorativa, os aficcionados da comunicação social, os nostálgicos ou meros curiosos, podem dar aqui uma vista de olhos a uma série de antigos genéricos do Telejornal ao longo dos anos, aceder à página da RTP que convida a uma visita no âmbito destas comemorações, ou ainda ao Museu Virtual da RTP, já publicitado aqui no Bibli.

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Não posso dizer que tive um livro que me marcasse a vida porque nenhum cirque_du_freak_capalivro que li me estabeleceu uma maneira de viver ou que me irá ficar na memória até ao fim da vida, mas recentemente li dois livros da mesma saga que me interessaram bastante pois acho que despertam alguma curiosidade até ao final e cuja leitura recomendo a pessoas que gostam de ficção mitológica e científica.

O livro denomina-se  Cirque Du Freak e foi escrito por Darren Shan. É uma saga de 12 livros que é um pouco parecida com os do “Harry Potter”, devido ao facto de ter vários momentos de fantasia que se misturam com a realidade que nós vivemos actualmente.

O narrador do livro entra na história, sendo um humano que se transforma em vampiro que vive com aberrações, que faz espectáculos pelo mundo fora e que vai vivendo variadíssimas aventuras, tais como conseguir controlar uma aranha gigante do tamanho de uma boina francesa, ter que se alimentar de seres da própria espécie, ou seja, humanos – o que vai contra a sua vontade mas que é necessário para a sua sobrevivência, visto que fica mais fraco a cada dia que passa se não se alimenta de sangue humano – e ainda lutar contra lobisomens para ajudar um recente amigo que conheceu numa viagem do circo.

Eu escolhi este livro porque, foi um dos únicos livros que me conseguiu chamar a atenção e me agradou do princípio ao fim.

Cláudio Zacarias, 10ºB

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