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Posts Tagged ‘Livros’

image2.jpgUma vez mais, a professora Rosa Silva dinamizou junto dos seus alunos na disciplina de Português a organização anual de um Portefólio de Leituras que organizasse e deixasse registado o Projeto Individual de Leitura de cada aluno. Este portefólio integra itens como o meu perfil de leitor, os livros da minha vida, as minhas recomendações de leitura, assim como registo de atividades e âmbito letivo associadas à leitura, que os alunos foram desenvolvendo ao longo do ano.

Desta vez, a distinção coube à Marta Isidoro e à Carolina Afonso, do 9ºB, premiadas pela professora Rosa Silva com uma obra da sua escolha. Publicamos em seguida alguns itens dos portefólios vencedores, dando os parabéns às alunas pelo seu bom trabalho e à professora Rosa pela sua resiliência e crença neste projeto

O meu Perfil de Leitora

Considero-me uma leitora assídua e de mente aberta a novas aventuras no âmbito da1 literatura. Abordo cada livro como se fosse um mundo paralelo ao meu, e sempre que leio, viajo para outra realidade, para, assim, enriquecer a minha imaginação. Ao ler, descubro novas formas de ver o mundo à minha volta e amplas opiniões acerca de diversos assuntos, que me ajudam a estruturar as minhas ideias e opiniões. Tento sempre ler um pouco de tudo, para desenvolver o meu conhecimento e pensamento.

No entanto, tenho géneros que são “a minha praia” ao nível da leitura, como por exemplo:

  • adoro livros de romance e poesia, as suas páginas transpiram suavidade, delicadeza e mistério, fazendo-nos percorrer os diversos sentimentos do ser humano.
  • Para além disto, aprecio livros de Fantasia, Aventura e Ficção Científica. Adoro viajar por páginas cheias de imaginação, “mergulhando” nas diversas realidades apresentadas.

 

O Livro da Minha Vida

2O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry é, para já, o meu livro preferido, já que constitui uma permanente lição de vida na qual me vou inspirando enquanto pessoa, tentando que os valores nele espelhados sejam também o reflexo das minhas atitudes e comportamentos no dia a dia. O valor da amizade é, para mim, um dos mais importantes, num mundo feito de aparências e de futilidade, onde o tempo para estar com os outros é escasso. Precisamos de magia, de pessoas que nos cativem, porque o “essencial é invisível aos olhos”. O verdadeiro valor das coisas ou das pessoas não pode ser visto com uma visão superficial; para conhecer o que é essencial, é preciso ver com o coração. Para além disto, o importante na vida é também o tempo que dedicamos aos outros: “foi o tempo que dedicaste à tua rosa que a fez tão importante”. São fundamentalmente estes valores, de que me apropriei, que me fazem gostar tanto desta obra, e também o facto de, ao crescer, querer “cultivar” a criança ainda inocente que há em mim.

As Minhas Sugestões de Leitura

O Filho de Noé, de Eric-Emmanuel Schmitt

3O filho de Noé é uma narrativa feita na 1ª pessoa, sendo que o narrador é também a personagem principal (narrador participante). A narrativa é feita, quase na íntegra, através dos olhos e pensamentos de um jovem narrador. No entanto, no último capítulo, há também um narrador adulto (que corresponde à mesma personagem, que se tornou adulta). A história é passada no auge da 2ª Guerra Mundial, quando as rusgas nas casas das pessoas se tornaram habituais. Joseph, um rapaz judeu de 7 anos, ingénuo e curioso, é entregue, pelos pais, a uma família de nobres para assegurar a sua sobrevivência, mas estes começam a ser investigados e, para proteção do pequeno Joseph, que ainda não sabia ao certo quem era, entregaram–no a um sacerdote, o Padre Pons.

Este homem da igreja, bondoso, levou-o para um orfanato, na Villa Jaune, frequentado por crianças cristãs e às quais se juntavam crianças judias, que eram instruídas, para sua própria segurança, a ocultar a sua origem, história, nome, religião e sentimentos. Contudo, o Padre Pons sempre se empenhou em manter viva a religião judaica em Joseph, de modo a não perder a sua identidade.

Joseph ia à catequese e aprendia a ser um cristão de dia e, à noite, ia com o Padre Pons e outros judeus para uma sinagoga secreta, onde lhes ensinava a Torá, a Mishmá, os textos dos rabinos e os objetos de culto.

O Padre Pons fazia coleção de objetos relacionados com as diversas “raças”, já que existia a probabilidade de “extinção”, devido à guerra, e também para nunca se esquecerem de que estas existiram, o Padre Pons, tal como Noé, tornou-se num “coleccionador” que iria salvar a humanidade, cumprindo com o dever de memória que todos temos de ter relativamente à nossa História (neste caso, a história dos judeus, ajudando os jovens a esconderem-se até ser proclamada a paz e a liberdade). Quando os jovens puderam sair daquela sinagoga, voltaram a encontrar as suas famílias, e Joseph reencontrou os seus pais.

Mais tarde, Joseph diz aos seus pais que quer converter-se ao cristianismo. Estes, ao ouvirem isso, ficaram surpreendidos. O Padre Pons explicou a Joseph que ele era o futuro da sua “raça”, tal como Noé fez ao salvar os seres vivos.

A história acaba quando Joseph já é adulto e vê dois grupos de jovens, uns judeus e outros palestinianos, à pedrada uns aos outros. Joseph dirige-se a eles, gritando para pararem, e estes fogem em direções opostas. Joseph encontra objetos perdidos destas crianças e apanha um kipá e um lenço palestiniano e diz: “Estou a começar uma nova coleção” .

Aconselho, vivamente, a leitura deste livro porque o autor, em cada página, consegue transmitir-nos claramente as sensações que o pequeno Joseph vivenciava. Para além disto, sensibilizou-me a forma como o narrador utiliza as palavras, de forma minuciosa para suavizar e tornar mais suportável a energia negativa ao redor deste tema: o Holocausto

Mil Vezes Adeus, de John Green

4John Green é o meu autor preferido no que toca a romances de autoria inglesa. Já li todos os seus livros, e aquele que vou sugerir foi, provavelmente, o que mais me surpreendeu pelo aspeto positivo.

O romance desenrola-se em torno da personagem Aza, uma rapariga do liceu, pouco sociável, que se debate, desde pequena, com as suas batalhas interiores, partilhando connosco, ao longo da história, as suas angústias e a suas doenças.

Aza, uma jovem de dezasseis anos, e sua melhor amiga, Daisy, através de uma conversa de refeitório, descobrem o caso do desaparecimento do bilionário Russel Pickett, pai de Davis, um ex-colega e vizinho de Aza de quem esta tinha perdido o contacto. Aza e Daisy usaram isso como pretexto para se aproximarem do rapaz, na busca de pistas para encontrarem o pai de Davis, para conseguirem uma recompensa.

Davis e seu irmão Noah não tinham mãe, e o pai tinha-os abandonado numa mansão repleta de empregados, para aí fazerem as mais simples tarefas.

O que é uma missão simples acaba por se tornar num romance entre Aza e Davis, mas esta não consegue aguentar um compromisso. A sua fixação por micróbios, que são transmissíveis pelo simples toque, e o seu subconsciente sempre a ocupar-lhe a cabeça tornam-na uma pessoa insegura, mas Davis compreende-a e dá-lhe o seu espaço.

Recomendo a leitura desta obra, pois é um livro que nos faz refletir sobre o amor, a resiliência e o poder da amizade, e também põe em cena a história de uma rapariga com uma doença mental que a impede de aproveitar o que há de bom na vida, o que nos faz perceber a sorte que temos em ter uma vida aparentemente “normal”, privilegiada e, sobretudo, nos faz relativizar os nossos pequenos problemas do dia a dia.

“Qualquer pessoa pode olhar para ti. É bastante raro encontrar alguém que veja o mesmo que tu.”

John Green

Mara Isidoro

O meu Perfil de Leitora

Como leitora, gosto bastante de livros policiais porque aprecio muito a criatividade que estes livros possuem. Nos policiais, geralmente, aqueles que eu leio também contêm um pouco de “suspense” e mistério, porque o leitor não consegue adivinhar como será o final, devido à existência de muitas reviravoltas. Este é também um dos aspetos que aprecio nos policiais.

Outro estilo de que também gosto são os romances. Tal como nos policiais, os romances têm muita criatividade e “suspense”, o que os torna mais apelativos para mim.

Gosto também de ler livros de história, essencialmente da Segunda Guerra Mundial. Não sei porquê, mas sinto um magnetismo entre mim e as histórias dos judeus que viveram num inferno chamado campos de concentração e guetos judaicos. Também acho importante saber bem os erros cometidos no passado, para aprender e não os cometer. novamente.

O Livro da Minha Vida

O livro da minha vida é Um Crime no Expresso do Oriente, de Agatha Christie. Foi publicado, pela primeira vez, no dia 1 de janeiro de 1934. Eu considero-o o livro da 5minha vida, porque despertou o meu gosto por policiais, pois, desde então, comecei a ler muitos policiais. Estão recheados de mistério e a história dá muitas reviravoltas antes de se  concluir. É por isso que gosto muito dos livros de Agatha Christie, pois nunca descobrimos, enquanto estamos a ler, o que vai acontecer no fim. E quando chegamos ao fim, temos uma enorme surpresa e pensamos “Como é que não pensei nisto antes? “.

Quando o li, penso que tinha 9 anos. Antes disso, só lia livros infantis com assuntos pouco sérios, mas, desde então, comecei a interessar-me por livros mais “adultos”, o que me ajudou a ganhar maturidade.

No entanto, não quero pensar que apenas um livro transformou a minha vida em algo diferente. Há outros livros que mudaram a minha vida e me transformaram no que sou. Entre eles, está  A rapariga que roubava livros. Foi este o primeiro livro que li sobre a Segunda Guerra Mundial e, desde então, ainda não me cansei de ler histórias sobre este tempo sombrio.

As Minhas Sugestões de Leitura

7A minha primeira sugestão de leitura é Viver depois de ti, de Jojo Moyes. É uma história de amizade e amor. Na verdade, é muito mais complexa do que parece.

Era uma vez uma rapariga chamada Lou que estava a viver miseravelmente. Quer dizer, não estava a viver, estava a sobreviver. Saltava de emprego em emprego e esquecia-se de desfrutar da vida. Até que conheceu Will. Lou foi contratada para cuidar de uma vítima de um acidente rodoviário que ficara paralisada do pescoço para baixo e fora, outrora, um homem aventureiro e vivera a sua vida ao máximo. Mas desde o seu acidente de carro, perdera o seu espírito e desejava suicidar-se. Lou encontrava-se, todos os dias, numa posição díficil pois ela sempre fora uma pessoa alegre e positiva. Com o passar do tempo, Lou foi-se apercebendo de como não desfrutava, como devia ser, a vida, com o exemplo que via todos os dias. A história acaba quando Will vai para a clínica dos Dignitas, e Lou fica por sua conta.

Eu sugiro este livro por várias razões. Uma delas é por ser um livro muito inspirador, sendo a “lição” viver cada momento da tua vida. Outra razão é por ser muito parecido com a realidade, ou seja, este livro não tem um final feliz como todos os outros têm. A rapariga não fica com o rapaz e não viveram felizes para sempre. Acredito que tem outro tipo de felicidade, pois Lou ficou a saber que tinha de desfrutar mais a vida.

Depois deste livro, a autora escreveu o seu seguimento: “Viver sem ti”. Esta história já foi adaptada para cinema.

6A minha segunda sugestão de leitura é o livro After 1. É o primeiro da coleção de cinco livros da autora Anna Todd.

Este livro conta a história de uma rapariga chamada Tessa, que consegue entrar na Universidade de Washigton e estudar Literatura Inglesa. É uma rapariga “certinha” e muito organizada. Quando chega ao dormitório, com a sua mãe e o seu namorado, Noah encontra a sua colega de quarto e dois dos seus amigos, mas apenas um capta a atenção dela. Mais tarde, fica a saber que se chama Hardin. Ela sente uma estranha atração por este rapaz desequilibrado. Mais tarde, fica a saber o quão mau ele é, para ela, e então, percebe que ele não sente o mesmo por ela. Com o passar do tempo, podemos “observar” a vida dela a desmoronar-se e a mudar: ela terminou com o seu namorado e começou uma grande discussão com a sua mãe, mas tudo isto aconteceu, devido à sua estranha atração pelo rapaz maldisposto. Eles acabaram por começar a namorar, mas como eram duas pessoas bastante diferentes, tinham muitos altos e baixos, portanto, durante meses, acabavam e voltavam a ficar juntos várias vezes sem conta. Até que ela descobriu que ele fizera uma aposta para lhe tirar a virgindade, e é aí que termina o livro. Mas a história continua no segundo livro.

Eu gostei deste livro, porque fala de uma história de amor entre duas pessoas muito diferentes, mas que acabam por se entender pois realmente se importam muito um com o outro. Consegui perceber que esta história foi escrita com muita paixão e um toque de “suspense”, mas contém muito romance.

Leia os portefólios na íntegra:

 

 

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Olá! Somos a Beatriz Lapa e a Clara Arraiolos, do 10°A, e gostávamos de vos contar a nossa experiência em relação à atividade Ler pr’a ti é um prazer.

Por gostarmos as duas de ler, decidimos aderir à proposta que a professora Isabel Vinhas nos fez e preparámos a nossa leitura. Não nos levou muito tempo, o suficiente para ficar uma leitura estável. Eu, Beatriz, decidi ler um excerto do livro O principezinho, enquanto que eu, Clara, preparei um excerto do livro Marley & Eu.

Durante a Quinzena da Leitura, fomos então a duas salas com turmas do 7° ano e partilhámos a nossa leitura com os alunos, que ficaram bastante interessados e atentos. Sentimo-nos um pouco nervosas ao início, mas acabou por correr tudo bem e a nossa leitura fluiu, tendo toda a gente entendido o que lemos.

Passado algum tempo, os alunos de uma das turmas do 7° ano vieram, por seu turno, à nossa sala para nos retribuírem, lendo os seus excertos. Assim, conseguimos dar-lhes a oportunidade de expressarem o seu entusiasmo não só a ouvir-nos, como também nós a eles.

Por fim, achamos que foi uma atividade deveras interessante, tanto pelo facto de conhecermos novas caras larocas como no facto de ser um método diferente de aprendizagem. Convidamos todos os alunos a aderirem a esta atividade, não se irão arrepender!

Beatriz Lapa e Clara Arraiolos, 10°A

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Decorreu com sucesso mais uma Feira do Livro durante toda a Quinzena da Leitura. A feira, com catálogos do Grupo Leya, tinha obras para todos os gostos e preços muitíssimo em conta.

3

TOP 3 DE VENDAS

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No dia 8 de março, o autor, jornalista e historiador José Milhazes conversou com alunos das turmas do 12º Línguas e Humanidades com o intuito de promover o seu livro mais recente “As Minhas Aventuras no País dos Sovietes” (2017) e de expor algumas ideias e histórias sobre o comunismo e as suas experiências pessoais passadas num país com aquela ideologia.

Milhazes, nascido na Póvoa de Varzim de uma família humilde de pescadores, partiu para a União Soviética em 1977, onde iria tirar a licenciatura em História e viver numa sociedade comunista, algo com que ele, firme apoiante da ideologia marxista, há muito sonhava. Em vez de voltar logo para Portugal, o historiador casou-se e ficou a viver lá durante muitos anos. Tendo lá chegado durante o governo de Brejnev, acompanhou esse período e tudo o que se seguiu, incluindo o fim da URSS. Desde 1989 que Milhazes, devido à sua posição e vivências, escreve para jornais portugueses e comenta sobre assuntos atuais que envolvam a Rússia.

A sessão começou com uma (quase) breve introdução, em que o convidado se apresentou aos presentes e falou sobre as suas aventuras no país dos sovietes, sobre a atual Rússia e sobre a evolução de Portugal, do seu ponto de vista. Depois, alunos e professores tiveram a oportunidade de colocarem as suas questões. Estas abrangeram vários tópicos, e receberam respostas ainda mais amplas que, apesar de serem longas e algo dispersas, acabaram por responder a muitas outras perguntas também, algumas das quais ninguém tinha sequer pensado!

Algumas das questões colocadas foram sobre a sua visão relativa ao caráter repressivo da URSS (e como se compararia ao Portugal pós-Revolução de que ele tinha saído), “acha que o marxismo ou algum tipo de neomarxismo ainda faz sentido? ”ou ainda a sua opinião sobre a violação de direitos humanos na atual Rússia. José Milhazes respondeu com várias histórias e opiniões pessoais, remetendo várias vezes aos seus livros e também aos artigos e crónicas escritos para jornais como o Observador. No final, os presentes tiveram a oportunidade de receber autógrafos nos seus livros e alguns até de ficar na sala por mais algum tempo e conversar com o autor.

O feedback vindo de alguns dos alunos presentes é positivo, mas muitos afirmaram que, apesar do privilégio de terem contactado diretamente com alguém que experienciou eventos aprendidos em aulas de História, o facto de José Milhazes ter divagado muito na sua introdução e nas respostas, limitou a intervenção de alguns alunos, já que esta estava limitada por tempo e muitas questões ficaram por perguntar ou por melhor esclarecer. Isto, claro, seria resolvido com uma segunda visita!

Alice Santos e Carla Miranda, 12ºD

A história de José Milhazes é uma inspiração para vários alunos que se maravilhavam a ouvi-lo sobre tudo o que tinha para contar. Informados acerca do seu trabalho e entusiasmados para compreender melhor o seu livro, foram colocadas questões variadas sobre política, economia e até lhe foi pedida a opinião sobre problemas atuais que o nosso mundo enfrenta.

O autor demonstra muito conhecimento relativamente à história da Rússia, dos tempos soviéticos e à atualidade do presidente Putin. O autor também transmite imensa informação sobre as suas experiências que são fascinantes e demonstram grande coragem da sua parte!

Os alunos da escola Daniel Sampaio desfrutaram de uma oportunidade única de conhecer a história para além dos livros, através de alguém com muita informação para transmitir, um gosto histórico enorme e, certamente, uma enorme vontade de aprofundar todos estes acontecimentos.

Entre as histórias e “ideologia” abordada pelo autor, foi importante ter realçado que o conhecimento deve sempre ser questionado e a aprendizagem nunca é demais. A aprendizagem e os fenómenos históricos são privilégio a que todos nós temos acesso, de modo que cabe a cada um de nós, como indivíduos de uma sociedade desenvolvida, buscar o conhecimento e a vontade de aprender.

Após uma experiência única e impactante em que o tempo passou a voar, todos esperam ansiosamente repetir este encontro continuando a acompanhar o trabalho feito por este célebre historiador, na esperança de, talvez no futuro, usufruir novamente de tal oportunidade para que todas as perguntas que ficaram por colocar sejam respondidas e a nossa visão histórica seja ampliada.

Stephanie Vidal, 12ºD

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