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Archive for Abril, 2009

A nossa Escola comemora mais um Dia da Escola, no próximo dia 4 de Maio, com diversas actividades, como constam do programa que a seguir se publica.

O Dia da Escola é um dia de afirmação da nossa identidade, mas também de abertura à comunidade. Convidamos assim toda a comunidade educativa a juntar-se a nós.

Profªs. Eulália Alexandre, Laila Ribeiro, Fátima Campos e Luísa Santos

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A última novidade em Tecnologias da Informação e Comunicação chega ao convento – quem adivinhará como funciona esta moderníssima ferramenta? (Dê uma vista de olhos, apesar de estar em inglês).


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Sara Lopes 9ºF

Sara Lopes 9ºF

Rita 9ºF

Rita 9ºF

Sermão do P. António Vieira - Tatiana 11ºG

Sermão do P. António Vieira - Tatiana 11ºG

Vista da escola - José Castanheira 9ºF

Vista da escola - José Castanheira 9ºF

Ilustração - Tatiana 11ºG

Ilustração - Tatiana 11ºG

Uma vista da escola - Ricardo Veiga 9ºF

Uma vista da escola - Ricardo Veiga 9ºF

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Das rosas do Dia do Livro passamos aos cravos do 25. A 35 anos de distância, o que significa este dia para a gente que o viveu, ou para quem  já veio ao mundo num país diferente?

Certamente, mesmo entre aqueles que lhe atribuem um significado especial, o 25 evoca emoções, ideias distintas, pois foi essa liberdade, que nesse dia comemoramos, que nos trouxe o 25.

Aqui fica, então, uma galeria de ícones do nosso património comum. E , para ver e saber mais, não deixe de visitar o Centro de Documentação 25 de Abril.

Fernando Rebelo

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aceda ao site

aceda ao site

Dando uma nova dimensão ao conceito de biblioteca global, abriu a 21 deste mês o site da Biblioteca Digital Mundial, onde podem ser consultados documentos em diversas línguas (incluido a portuguesa)  que cobrem uma vasta área do tempo e do espaço de muitas culturas do planeta. Merece a pena fazer-lhe uma visita e colocá-la nas nossas Outras Estantes.

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Dia Mundial do Livro? E o que celebramos: a leitura ou o livro? Esse objecto que começou por ser preciosidade: única, manuscrita e iluminada por anos de trabalho de monges copistas nos escuros scriptoria, para mais tarde ser felizmente banalizado pela revolução da imprensa e virtualizado em tempos mais recentes pela Internet. Será o seu futuro igual ao do cavalo em era de automóvel? Não sabemos… de qualquer forma, aqui fica este post em sua homenagem. Em nome de quem ainda aprecia a sua forma rectangular, o prazer táctil da leitura, o cheiro do papel adequadamente reciclado – a todos esses enlevos, até ao da antiga decoração da sala de estar…

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UMA VISITA PELA EVOLUÇÃO DO DESIGN

O homem, hoje, encontra-se rodeado, não de outros homens mas sobretudo de objectos. Tal como Jean Baudrillard muito bem expôs em “A Sociedade de Consumo”… “Vivemos o tempo dos objectos: quero dizer que existimos segundo o seu ritmo e em conformidade com a sua sucessão permanente.”

Hoje, somos nós que sobrevivemos à vida dos objectos, enquanto antigamente estes sobreviviam às gerações humanas. A velocidade de ‘envelhecimento’ de um objecto, o seu tempo de vida útil tem diminuído velozmente. Com isso, o design tornou-se uma ferramenta ao serviço do mercado, onde a Forma, a Cor, a Embalagem, as características físicas do produto, muito mais do que a sua funcionalidade são decisivos para o sucesso da sua venda. Assim, a evolução do Design enfrenta novos desafios: a crescente inovação nas capacidades tecnológicas, a escassez de recursos energéticos e preocupações ambientais versus responsabilidade social do design.

Propomos aqui, então, duas obras que nos proporcionam UMA VISITA PELA EVOLUÇÃO DO DESIGN internacional bem como pela produção nacional, pois a história não se conta só por acontecimentos mas também pelos objectos que elegemos para connosco conviverem.

Sérgio Ferreira



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Ontem, foi o Dia da Filosofia na nossa escola.

Correu bem, mas, como bons filósofos que somos, esquecemo-nos de tirar fotografias! Foi uma pena, porque haviam de ver os vossos colegas a apresentarem reflexões sobre o nada fácil tema Sonho e Realidade, por parte de alunos do 11º e 12º anos das professoras Ana Paula Silva e Lurdes Manso. Foi, aliás, por causa deste tema que o grupo de teatro coordenado pelo Prof. Carlos Amaral estreou também ontem a sua versão da peça de Shakespeare, Sonho de Uma Noite de Verão. Para além da peça, durante a manhã foi projectado o filme Conversa Acabada, de João Botelho, que se centra na relação de amizade entre os poetas Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, numa sessão organizada pelo Prof. Luís Rosado. 

A encerrar, esta que vos escreve, apresentou o vencedor do Prémio φ de Ensaio Filosófico deste ano que é… não vou dizer! Terão que esperar por um novo post sobre o acontecimento, que isto do suspense é tudo!

Disse que não tínhamos tirado fotografias. Para além do facto de termos as nossas mentes muito atarefadas, julgo que a explicação também passa por uma questão de anatomia…

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“POSTAS”

… HÁ UM POST ATRÁS.

 

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ana-hatherly_labirinto-de-letras_1994-726782Como foi anunciado aqui no Bibli, realizou-se na nossa escola um Concurso Literário, promovido pelo grupo de Português, na pessoa das professoras Isabel Vinhas, Ana Duarte e Eva Conde. Apesar dos prémios só serem entregues no dia 4 de Maio (Dia da Escola), O Bibli tem o privilégio de  anunciar o nome dos vencedores, assim como publicar os textos escolhidos pelo júri.

O prémio atribuído ao Ensino Básico foi para Ana Leonor Gonçalves, do 7º C,  tendo o do Ensino Secundário sido atribuído a Daniela Viera, do 11º A.  Aqui ficam os seus textos, com os nossos parabéns!

A Aparição

Há alguns anos atrás existia uma menina chamada Isabel. Isabel era uma menina de dez anos que não brincava com os seus colegas da escola, pois os seus pais tinham morrido num acidente de avião quando ela tinha apenas seis anos, por isso, ela fora obrigada a crescer muito cedo.

Ela vivia com os seus avós maternos que a tratavam como se fosse filha deles.

Uma noite, quando Isabel suspirava os tempos em que os seus pais eram vivos e era uma rapariga feliz, a sua avó Matilde entrou no quarto para lhe dar a beijo de boas noites e encontrou Isabel a chorar. Matilde sentindo-se muito triste, sentou-se na cama de Isabel e disse:

– Não chores! Eu sei que amanhã faz quatro anos que os teus pais morreram e nós as duas e o teu avô vamos ao cemitério como todas as semanas.

– Eu não gosto de ir ao cemitério, eu gostava que os meus pais estivessem vivos e para além disso de que me serve ir ao cemitério se não posso ver os meus pais nem falar com eles?

– Eu sei que não podes, mas eles estão de certeza no teu coração e na tua memória. – Matilde acabando de dizer isto, abraçou a sua neta e deu-lhe um beijo de boas noites.

Isabel durante a noite ouviu uns sussurros. Acendeu a luz e não queria acreditar no que via, os seus pais estavam ali à sua frente.

– Pai, mãe, são vocês? – disse ela admirada pensando que estava a sonhar.

– Sim, somos nós! Viemos aqui para te aliviar o coração, nós estamos bem e queremos dar-te esta carta.

Os pais desapareceram no ar, ela abriu a carta. Na carta dizia que os seus pais a adoravam e que estavam a olhar por ela, ela adormeceu com a carta ao lado.

No dia seguinte pensou que tinha sonhado, mas olhou para o lado e a carta estava lá, na sua cama, a partir daí Isabel não foi mais a mesma, tornou-se uma rapariga alegre que brincava com as outras crianças.

Ana Leonor Gonçalves, nº 2, 7º C

Sento-me aqui, ensino a noite o caminho para o paraíso perdido, onde a lua mergulha sobre o mar e onde cai o manto enorme da noite e as estrelas bailam, alimentando sonhos abandonados.

Estou aqui neste ambiente taciturno, coberto de pequenos grãos de areia, e onde eu construo o meu próprio mar, com as lágrimas que derramo sem cessar. Agarrada, a mim mesma, sobre um sonho que já nada meu tinha, deixo esvoaçar o meu cabelo, com as memórias tento refrescar a minha alma hoje apagada. Ele destruiu tudo, até a mim mesma. Estou sedenta de amor, um amor que dificilmente conseguirei apagar, transformou-me.

Tudo não passou de meras utopias do destino, tentei largar o amor tal e qual como ele o fez, mas estava cravado no coração e teimava em não sair. Estou mergulhada no meu próprio sangue, e o pesadelo que hoje construo é ponto final do amanhã. A conversa acabou ali naquele ambiente que eu amava, tal e qual como a ele. O vento faz-me cócegas nas bochechas, alimenta a minha carência, quase beijando-me.

Desço a praia até ao mar, subo a uma rocha e grito: Amo-te. Quando desço liberto todas as mágoas para as enterrar no fundo do mar, assim como se largasse a vida que perdera.

Como seria agora passar os dias a sobreviver, deixando todos os momentos em que vivi.

Estava presa, pois nada do que antes conseguia fazer o era capaz agora, estava iludida num sonho profundo, estes vasculham cada página que tu próprio criaste, em uníssono.

Onde as carícias se foram como a espuma das ondas, e o amor se enterra na areia como um mexilhão sem rumo.

Sinto-me assim, sou um ser coberto de nada, acima de tudo um vazio incompleto, tremo de medo, estou desolada, neste ambiente frio que eu não tenho a capacidade de aquecer sozinha. Volta, vem acariciar-me como dantes. As saudades apertam e ferem o coração desolado. Querer-te-ei até ao dia em que me quiseres, mas jamais serei escrava de um amor sem destino. Não estou pronto a partir no teu barco por esse mar, se nem tu sabes como guiá-lo. Criei um mundo fora de mim do qual já não faço parte, lançaste-me para fora do teu mundo um mundo que juntos construímos.

Tudo parou. Os meus olhos abrem-se de repente com um feixe de luz a embater sobre eles, estão inchados e dói-me a cabeça, abandonei a praia, visto-me de rompante e estou pronta a sair de casa para mais um dia de sofrimento, na procura do amor perdido, que jamais encontrarei.

O amor é um momento

Um passageiro sem rumo nem chegada

Viajante de coragem

Que nos aprisiona para magoar.

LuadeAmor                            19-02-09

Daniela Bastos, nº 6, 11º A

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Dia Internacional dos Monumentos e Sítios com 450 iniciativas por todo o país

O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios vai ser comemorado este sábado com 450 iniciativas distribuídas por 150 concelhos de vários pontos do país. A apresentação do programa foi feita após uma viagem no eléctrico 28 de Lisboa, entre o Chiado e São Vicente de Fora.(…)

Notícia RTP1 , 17.04.09

consultar o programa por cidades

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cialetras_gatomalhado O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, de Jorge Amado, é mais uma história de amor contrariado que se repete ao longo da vida da humanidade. A recorrência à humanização de personagens como o Tempo, a Manhã e o Vento é uma manobra divertida para relatar uma história que pode acontecer em qualquer época. A Andorinha e o Gato, que poderiam ser uma aristocrata e um plebeu, uma cristã e um judeu, ou uma jovem e um homem mais velho (não necessariamente mais maduro), são a personificação de dois mundos paralelos, que não lhes permitem cruzarem-se. O ódio de estimação dela por ele é forjado pelas regras da sociedade que tentam não aceitar misturas sociais. Durante algum tempo, a Andorinha, mesmo ciente dessas contrariedades, assume o papel de provocadora e desobediente. Por sua vez, o Gato Malhado, a quem deveria de pertencer o papel de sedutor, é o seduzido e abandonado, pela intervenção não só de uns pais ciosos de manter a sua descendência imaculada, como também de alcoviteiras (vaca Mocha), falsos moralistas (papagaio), sábios solitários (coruja) e de um pretendente

Jorge Amado

Jorge Amado

oportunista (noivo da Andorinha). Ninguém reconhece ao gato as boas acções de outrora, nem as vezes que defendeu a comunidade do parque. Apenas se lembram da sua aparência soturna e pouco dada a brincadeiras, por isso providos de preconceitos, minam a relação amorosa existente entre eles e boicotam um futuro possível apesar das suas diferenças.

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, que se limitaram a viver os seus sentimentos da forma mais pura, sem que as diferenças os impedissem de se amarem e de viverem o seu amor de forma espiritual, foram assim condenados à separação e ela à pena de se casar com um seu par e procriar. Mais uma vez, o amor doce e alegre sucumbiu à vontade da comunidade, deixando um Gato mais solitário e desgostoso e uma Andorinha com pensamentos de paixão mal resolvida e quem sabe até mesmo infiéis.

Ana Rita Gomes, 12ºD

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Creio no riso e nas lágrimas como antídotos contra o ódio e o terror. (Charles Chaplin)

Se fosse vivo, Charles Spencer Chaplin faria hoje 120 anos. Contudo, julgo que  ganhou, de alguma forma, a imortalidade,  já que modelou de uma forma indelével aquilo a que chamamos cinema – as  imagens em movimento.

A ele lhe devemos a concepção perfeccionista de O Circo, a sátira mordaz de A Quimera do Ouro, a audácia crítica de O Grande Ditador, a lucidez de Tempos Modernos.

Mas, se não quisermos entrar em considerações mais aprofundadas sobre a sua arte e o modo como influenciou tantos outros, desde Jacques Tati a Rowan Atkins, resta-nos ainda a imagem de Charlot, o vagabundo trágico-cómico mas nunca patético, sempre pronto a dar uma pontapé na adversidade, a sacudir a poeira dos sapatos e a seguir em frente com o seu eterno espírito de sobrevivência e alegria de viver.  Como eterno será para a arte que ajudou a nascer.


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filosofia1Quantas vezes nos sentimos perdidos? O livro Filosofia Segundo Perdidos, de Sharon M Kaye, refere-se a uma situação extrema de sobrevivência, quando hipoteticamente, somos isolados da civilização e do mundo tal como o conhecemos, existindo por vezes, a necessidade de nos reinventarmos a nós próprios… Este livro fundamenta pormenorizadamente, os motivos que condicionam a acção das personagens quando confrontadas com decisões controversas. Para os fãs incondicionais da série televisiva “Perdidos”, o referido livro esclarece qualquer dúvida sobre a conduta dos agentes, por intermédio da análise dos “flashbacks” ou situações extremas do estado de natureza retratado pelo filósofo Thomas Hobbes…

Neste livro, 27 filósofos uniram esforços e procuraram explorar os receios das personagens que, segundo os seus pontos de vista, já se encontravam perdidos antes de se despenharem na ilha, no voo Oceanic 815… As personagens obtiveram uma segunda oportunidade para recomeçarem as suas vidas, esquecendo ou tentando esquecer as suas experiências anteriores ao despenhamento.

Os autores conjugaram os nomes das personagens com diversos filósofos, pois três personagens partilham curiosamente, o mesmo nome que três célebres e prestigiados filósofos: Jonh Locke, Rousseau, Humme, atribuindo um teor filosófico à série. Referem também uma outra personagem de apelido Shepard (do inglês “pastor”) que, lidera e guia o seu “rebanho” de pessoas desamparadas na ilha, empenhando-se em regressar à sua vida anterior. Entretanto, na remota ilha tropical, são testemunhadas peripécias (aparentemente) inexplicáveis, desde o aparecimento de um urso polar e uma implacável nuvem negra (designada por “monstro do fumo preto”) ao surgimento de uma comunidade suspeita, os “Outros”.

Existe uma relação de cumplicidade entre o leitor e as personagens, pois ambas as partes se deparam com as mesmas questões paradigmáticas, tentando determinar uma justificação plausível e fiel às suas convicções…Será que tudo acontece por uma razão? O despenhamento do avião foi puro acaso, ou uma fatalidade do destino? Quem são os Outros?…

Sobre a autora: Sharon Kaye

Sharon M. Kaye é professora associada de Filosofia na Universidade John Carroll, em Cleveland.
É autora dos seguintes livros: Philosophy for Teens (2006) e de More Philosophy for Teens (2007), ambos em co-autoria com Paul Thomson; Lost and Philosophy (2007); Medieval Philosophy (2008); e Critical Thinking.


Patrícia Pires, 10º B

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click_cartazO filme que escolhi é um dos que se encontram entre os meus favoritos. Visto que não tenho um filme predilecto definido, resolvi escolher este, pois considero que tem uma história bastante incrível e faz-nos aprender um pouco mais sobre o verdadeiro significado dos pequenos momentos da nossa vida, dando-lhes mais valor em vez de os desperdiçarmos, como costumamos fazer, e, depois, quando damos por isso, a vida passa e é tarde demais para voltar atrás – é por isso vou falar de Click.

A personagem principal, Michael Newman, representada por Adam Sandler, vive num mundo onde o trabalho é a sua própria preocupação, querendo por isso ser promovido, deixando os filhos e a mulher em segundo plano: embora goste muito deles, raramente consegue arranjar tempo para eles, pois pensa que ao ser promovido, talvez depois tenha mais disponibilidade. Um dia ele chega a casa cansado e resolve sentar-se no sofá para ver um pouco de televisão, mas devido ao excesso de comandos em cima da mesa, é difícil encontrar o comando da televisão, acabando por utilizar todos menos o que interessava. Farto que isso acontecesse, ele resolveu comprar um comando universal que lhe pudesse facilitar algumas tarefas do seu dia-a-dia. Ao chegar a casa, apercebe-se que o comando para além de servir para as coisas essenciais, também pode controlar tudo na sua vida, o que de início o deixa bastante contente, querendo tirar o maior partido dele. Com o comando ele pode ‘avançar’ as discussões, nas reuniões de família, quando fica doente, consegue ‘baixar o volume’ para que não o perturbem, ‘pausar’ nos melhores momentos e ‘voltar atrás’ na sua vida para recordar outros. Mas o comando começa a programar-se por si, conforme as preferências do seu possuidor, avançando automaticamente em tudo aquilo que ele costumava avançar por achar que era demasiado aborrecido. Como consequência, Michael perde grande parte da sua vida, vivendo apenas para o trabalho e deixando a sua família para trás, fazendo com que vá perdendo todos aqueles que gosta lentamente, e não estando presente nos momentos mais importantes, acabando por morrer sem aproveitar a sua vida, deixando-o arrependido por isso, mas já nada havia a fazer. É então que ele acorda inesperadamente, na loja onde havia comprado o comando, reparando que aquilo, felizmente, não passara de um sonho onde lhe haveria sido dada uma segunda hipótese para acordar para a vida e dar mais valor às pessoas que amava.

A mensagem que o filme nos tenta transmitir é que hoje em dia nós passamos grande parte das nossas vidas perdendo tempo, sem darmos importância ao que realmente devemos e aquelas pessoas que amamos e, quando damos por nós, estamos velhos e nem sequer vivemos nada.

Ana Cristina nº2, 12º A

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