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Posts Tagged ‘Web 2.0’

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Com a massificação do acesso à internet e às redes sociais, o conceito de informação e comunicação ganhou uma dimensão que não poderíamos sonhar há apenas alguns anos. Com essa velocidade e facilidade, que sem dúvida abriu um enorme campo a explorar na interação humana e na aprendizagem, veio também o seu lado negro – as crianças e os jovens não estão agora só expostos aos perigos do mundo físico e presencial do dia a dia, mas também a todo o tipo de consequências que um uso menos experiente e lúcido desse outro mundo virtual pode acarretar. Tal como educa os seus jovens para uma sexualidade sã e feliz, longe das práticas de um moralismo proibicionista, a escola deve educar agora para uma vivência e convivência virtual que potencie os seus aspetos mais positivos e diminua os seus riscos.

Por tudo isto é importante que, mais que um dia, esta educação faça parte da cultura letiva da escola no sentido de uma cidadania digital madura. Assim, a SeguraNet disponibiliza uma série de recursos para educadores e educandos a não perder, especialmente aqueles professores que, no nosso agrupamento, em particular no 7ºAno, este ano letivo lecionam o módulo de Boas Práticas na Internet, que dispõe de um guião curricular e um biblioteca de recursos aqui no Bibliblog.

Lembramos ainda que irá decorrer hoje uma Ação de sensibilizaçãoInternet Segura“, promovida em parceria pela GNR e pela Microsoft, destinada aos alunos do 2º e 3º ciclos do agrupamento, representados pelo delegado e subdelegado de cada turma, que posteriormente transmitirão aos colegas a informação que receberam.

Ajudemos então os nossos alunos a tornarem-se cidadãos digitais habilidosos mas lúcidos.

Fernando Rebelo

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CIDADANIA

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À semelhança do ano anterior, agora alargado a todo o agrupamento, irá ser lecionado neste 2º. Período, na disciplina de Cidadania do 7ºAno, o módulo de Boas Práticas na Internet.

Temas como o plágio, por contraposição à partilha e citação; a livre expressão da criatividade, por contraposição ao excesso de exposição da intimidade; a cortesia e o respeito pelos outros por oposição à falta de educação e até ao cyberbullying; assim como o perigo de fraudes e outros perigos que advêm de um uso menos avisado e responsável da rede deverão ser abordados pelos professores que lecionam essas disciplinas.

Um guião curricular e novos materiais foram acrescentados à biblioteca já existente, que constitui um  pequeno centro de recursos ao dispor dos professores para operacionalização das suas atividades, de acordo com os seus estilos e modelos letivos e as características de cada grupo-turma.

Fernando Rebelo (PB)

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Nós, representantes dos jovens de toda a Europa, convidamos-te a dizer aos responsáveis ​​políticos e à indústria como deveria ser o futuro da Internet. Quais devem ser os teus direitos e oportunidades digitais? Diz -nos o que é importante para ti no que respeita ao teu futuro online.  

A página do website Youth Manifesto dedicada a Portugal pode ser encontrada clicando no banner abaixo: aí poderás postar as tuas ideias, debater os prós e os contras com outros jovens e votar em questões que aches que são as mais importantes.

Esta iniciativa faz parte de um processo de consulta que será realizada em duas fases: a primeira online usando esta plataforma para expressar e partilhar ideias e a tua visão de futuro (podes discutir este assunto também na escola juntamente com os teus colegas e professores e deixar no website os resultados dessa discussão). Na segunda fase os jovens que tiveram ideias mais votadas, serão convidados para irem a Bruxelas em Novembro de 2014 ao Safer Internet Fórum, para apresentarem as suas ideias aos decisores políticos e às pessoas da indústria. Esta é a tua oportunidade de teres a tua voz ouvida, e esperamos que a aceites e uses.

Leva o seu tempo que necessitas para pensar sobre as perguntas que se seguem e partilha depois os teus pensamentos online:

1. Qual seria a única coisa que mudarias para fazer uma internet melhor?

2. A internet tem 25 anos de idade. Como pensas que vai parecer a Internet daqui a 25 anos? O que devia garantir?

(mensagem enviada para divulgação por Internet Segura.pt)

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 mensagens de parabéns de todo o mundo

Há 25 anos nascia no laboratório CERN (Organização Europeia para a Investigação Nuclear), na Suíça, a ideia que veio revolucionar a comunicação em rede e a vida de milhares de pessoas em todo o mundo. A World Wide Web – em português, rede de alcance mundial – foi a solução na altura encontrada pelo cientista Tim Berners-Lee para criar acesso a um arquivo comum através de computadores ligados entre si. (continuar a ler) in Público, 12.03.2014

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Os autores merecem ser remunerados e reconhecidos pelo seu esforço, dedicação e criatividade – mas não serão eles seriamente afetados por esta nova era de cibernautas que têm como linha de raciocínio: “se está na internet, é de todos”?

copyright-lawsDireitos autorais, ou direitos de autor, são as denominações atribuídas à extensa lista de direitos que os autores têm sobre as suas obras intelectuais, sejas estas científicas, literárias ou artísticas. Muitas das suas obras são divulgadas na internet e apropriadas de forma ilegítima por parte de terceiros.

Eu defendo a partilha livre de conteúdos na internet mas com certas regras e limitações.

Existem duas componentes distintas dentro dos direitos autorais: os direitos patrimoniais da obra e os direitos morais do autor. Os direitos patrimoniais referem-se à obtenção de lucro por parte do autor, através das suas obras. A proteção dos direitos morais do autor tem como base a noção de que um trabalho criativo é, de alguma forma, uma expressão da personalidade do autor e deve ser, consequentemente, protegido.284541-2059-24

Deste ponto de vista, os autores merecem ser remunerados e reconhecidos pelo seu esforço, dedicação e criatividade – mas não serão eles seriamente afetados por esta nova era de cibernautas que têm como linha de raciocínio: “se está na internet, é de todos”?

De facto, os autores (principalmente músicos, escritores, etc.), recebem uma pequena parte do lucro proveniente da venda das suas obras. É importante ter a noção de que tudo o que é publicado na internet vai passar a estar à disposição e ao alcance de milhões de utilizadores, sendo provável ser-se vítima de plágio, cópia ou qualquer outra apropriação ilegítima.

creative-commons-screenshotAs licenças de uso livre, apelidadas de Creative Commons, têm como fim a proteção das obras e conteúdos publicados e expostos na internet, em que o autor escolhe qual dos seis tipos de licença se adequam melhor a si, permitindo não só o respeito dos seus direitos autorais, mas também a utilização correta desses conteúdos.

Desta forma, concordo que o plágio merece ser punido por lei. A partir do momento em que alguém tem o trabalho e gasta recursos e tempo para criar uma obra ou um conteúdo, e vê essa mesma obra ser divulgada ou copiada sem a devida identificação do autor ou o respeito pelos seus direitos, essa pessoa vai deixar de se dar a esse trabalho. Vai deixar de criar todo o tipo de conteúdos porque não vê os seus direitos respeitados, e a internet será afetada, assim como todas as outras indústrias.

o-plagio-de-textos-dos-blogsNo caso da música, porém, um estudo realizado pela Comissão Europeia conclui que a pirataria na internet não afeta a indústria musical. Pelo contrário, conclui-se que o aumento em 10% da audição de música em sites de streaming, levou ao aumento de 0,7% das vendas legais. No entanto, fora da indústria musical, está provado que a pirataria, que é também uma forma de violação dos direitos de autor, tem impacto na economia do país.

Esta forma de “pirataria” sempre existiu, antes mesmo do aparecimento da internet, mas, na minha opinião, o seu fim passa simplesmente pela educação e correção da mentalidade de todos nós.

Elena Ostrovan, 11ºC

imagens: daqui, daqui, daqui e daqui

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Não só num dia, nem numa semana, mas “todos os dias” aqueles que desempenham  funções educativas deviam tentar sensibilizar os mais jovens, ou os mais incautos para o facto de, entre as muitas vantagens, a Internet nos reservar igualmente muitos perigos – e digo “todos os dias” porque este meio de comunicação, diversão e aprendizagem já faz parte do quotidiano da maior parte das pessoas, particularmente dos mais jovens – os nativos digitais.

Na ESDS a BE, em articulação com os professores de Formação Cívica, está a ser desenvolvido neste 2º Período um projeto/programa que pretende fomentar nos alunos destinatários Boas Práticas no uso da Internet. Já divulgado anteriormente no Bibli, quer o programa, quer os materiais de apoio podem ser acedidos aqui.

Assim, apesar de ser sem dúvida uma tarefa sistemática, aproveitemos então esta efeméride para nos lembrarmos, e àqueles que connosco aprendem, das “regras de trânsito” da Internet para uma “condução” mais segura.

Fernando Rebelo

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Mais uma vez, a nossa colega Teresa Pombo partilha os seus conhecimentos do Goggle Earth num site com materiais didáticos e tutoriais de utilização desta ferramenta que cobre um vasto âmbito multidisciplinar – sem dúvida a merecer uma cuidada visita.

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A Qwiki é uma espécie de Wikipédia cujos verbetes (entradas) são apresentados sob a forma de uma síntese multimédia (imagens, vídeos, audio e texto) a partir da expressão pesquisada pelo utilizador, que o software compila em tempo real a partir de outros sites. Segundo os seus promotores, representa o futuro das enciclopédias online, para uma obtenção rápida de informação de carácter científico-cultural.

Apesar de apenas estar disponível, de momento, em língua inglesa, não deixa de ser um conceito interessante no campo da apresentação da informação online, a merecer sem dúvida uma visita dos nossos leitores.

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Apesar do empenho de muitos professores, entre os quais me incluo, em evitar o empobrecimento da língua, a superficialidade na escrita, temos de admitir, sob pena de sermos ultrapassados pelas circunstâncias, que as línguas, antes de serem realizações escritas ou orais de normas gramaticais, são sobretudo instrumentos dinâmicos e funcionais que, como tal, se vão adaptando aos contextos comunicativos.

Com a multiplicação dos meios de comunicação e da sua velocidade, a escrita como informação e expressão de emoções ganhou novos códigos, em que a abreviatura, a mistura do gráfico e do verbal (emoticons) têm um lugar predominante, assunto abordado mais extensamente no artigo Abreviaturas nos SMS podem modificar linguagem, na Revista online Ciência Hoje.

Não há bem nem mal nestas coisas… é a vida. E talvez o mais eficaz seja, em vez de remar contra uma inevitável maré, aprender e ensinar. Aprender também estas novas linguagens e aceitar as suas vantagens, nomeadamente a rapidez com que permitem a codificação de mensagens. Ensinar, particularmente aos jovens, que são quem mais as utiliza e melhor as domina, que há momentos para tudo:  tal como o registo literário sempre coabitou com o calão, também o smssês (ou o chatês :D) tem de coabitar com a complexidade sintática e a variedade lexical, que refletem ao fim e ao cabo a profundidade e a riqueza dos nossos pensamentos – mesmo que impliquem muito mais tempo e esforço a estruturar.

Aqui fica então, para quem não domina o internautês, uma sugestão de leitura.

Fernando Rebelo

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Há quem considere a cortesia e  a gentileza como rituais de hipocrisia, o sorriso pela frente e a injúria pelas costas, ou apenas um modo superficial e inócuo  de cidadania proactiva, que apenas identifica classes sociais e perpetua o modo da corte (cortesia). Por outro lado, estes rituais funcionam desde os primeiros tempos da civilização como meios para diminuir as tensões sociais e prevenir os atos agressivos (sabiam, por exemplo, que o aceno ou o aperto da mão como cumprimento, provém de um gesto que, ao expor a mão, revela que não estamos armados, que viemos em paz?). Há mesmo quem defenda cientificamente, como o World Kindness Movement, que a gentileza espontânea e praticada quotidianamente até faz… bem à saúde.

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Foi precisamente este movimento que, em 1998, em Tóquio, na primeira conferência que o oficializou, instituiu o Dia Mundial da Gentileza (World Kindness Day),  com o propósito de  celebrar, mais do que a cortesia,  a tolerância perante “outras” crenças, raças, modos de vida, aproximando-o assim de valores mais civicamente profundos como a “tolerância” e o “respeito”, já longe das meras “boas maneiras” que distinguiriam um gentleman de um carroceiro.

E como as redes sociais constituem hoje as ruas, praças, cafés e tertúlias, afinal os sítios virtuais de muitas das interações sociais, onde também o lidar com o “outro” implica regras, bom senso e moderação, deixamos à consideração dos nossos leitores um Guia de boas maneiras facebookianas que Diana Garrido publicou no Jornal I.

Fernando Rebelo

Guia de Boas Maneiras Facebookianas

01 Tags Identificar pessoas em fotografias sem pedir autorização aos visados não só é rude, como pode ser perigoso: “Não estavas doente? Porque é que apareces na fotografia da festa de ontem da Sociedade Recreativa de Carrazeda de Ansiães com umas cuecas na cabeça?” E pimba, acaba-se o namoro. Culpa de quem? Sua.

02 Fotografias Adicionar fotografias embaraçosas de outras pessoas também não é boa ideia e pode provocar tensões e discussões numa bela amizade. Se aquelas fotografias datadas de 1989, quando as poupas e os chumaços estavam na moda, estão guardadas no fundo de uma caixa, é porque é lá que pertencem, para sempre. Não seja desagradável nem meta o nariz onde não é chamado.

03  Estado Civil Evite mudar de “numa relação com” para “solteiro” sem discutir primeiro o assunto com a outra pessoa. A falta de consideração pelo outro é uma coisa muito feia. Muuuuuuito feia.

04  Amizades Lá por ter visto a pessoa uma vez durante cinco minutos numa saída à noite e por ela fazer parte da lista de amigos de um dos seus amigos, não significa que a possa adicionar. Não tem de ser amigo de todos os seres humanos do universo. Não se imponha, nem ponha as pessoas numa situação desconfortável.

05  Privado
Se souber o significado da palavra “privado” compreenderá que fazer perguntas como “esse furúnculo que tinhas no queixo já passou?” ou “já acabaste com o Luís?” no mural de alguém, à vista de todos, não cabe na definição de “privado”. E, à semelhança das fotografias identificadas, também pode criar problemas.

06  Vamos a votos Pedir a toda a lista de contactos do seu Facebook que faça “gosto” 30 vezes por dia numa fotografia sua para que consiga ganhar aquele frigorífico tão bom, não é razoável. Pedir que votem em coisas suas, mais do que uma vez por semana, também não. É, até, extremamente chato e corre o risco de ser bloqueado. E com razão.

07  Chat Não aborde pessoas no chat com quem tem apenas uma relação profissional, muito menos para falar de trabalho. A última coisa que se quer no Facebook, esse intervalo do labor, é discutir orçamentos, entrevistas ou festas de Natal da empresa.

08  Inimizades Ah que boa pareceu a ideia de criar um grupo intitulado “O Zé cheira mal dos pés, vamos odiar o Zé” até ao dia em que o Zé foi esbofeteado na rua por um bando de entusiastas dos grupos de ódio. O ódio é feio. O ódio não é bonito.

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O que é um cookie? Como posso  proteger-me na web? E o mais importante: o que acontecerá se um camião passar por cima do meu computador?

Para tudo o que você sempre quis saber sobre a web, mas tinha medo de perguntar, leia a respeito.

(adaptado ao português europeu)

Assim está escrito na ficha de apresentação da versão portuguesa (do Brasil) deste interessante livro online publicado pela Google com tecnologia HTML 5 e  ilustrações de Christoph Niemann.

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