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Archive for Janeiro, 2010

Os alunos Marian Pavel, Rodrigo Gonçalves e João Marques da turma C do 12 º ano vão desenvolver, em Área de Projecto, o projecto Green Cork na Escola II. Trata-se de um projecto que inclui um programa de recolha de rolhas de cortiça usadas, organizado pela Quercus em parceria com a Corticeira Amorim, a Modelo/Continente e a Biological. É um simples passo, mas necessário, para a defesa do Ambiente na medida em que contribui para a redução de resíduos e para a defesa da rolha de cortiça. A cortiça é um produto que garante a manutenção do montado de sobreiros, um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do continente europeu e que se estima absorver, por ano, 4,8 milhões de toneladas de CO2, um dos principais gases causadores do efeito estufa e do consequente aquecimento global.

Paralelamente à actividade de recolha de rolhas de cortiça vamos desenvolver um trabalho sobre Biodiversidade que, a par do ar (atmosfera) e da água (hidrosfera), constitui um bem do nosso planeta que todos usufruímos.

Basta então trazeres rolhas de cortiça para a escola para poderes contribuir para esta boa acção. Que tal? Não custa nada!

Autores do texto: Marian Pavel, Rodrigo Gonçalves e João Marques (12ºC)

Orientação do projecto: Profª. Laila Ribeiro


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Bertolt Brecht

No âmbito do calendário de actividades da BE para o corrente ano lectivo, decorreu, no passado dia 29 de Janeiro, no pequeno auditório da ESDS, uma palestra/debate sobre a obra de Bertolt Brecht, promovida pela Profª Cristina Teixeira (BE) e pelo Prof. Carlos Amaral, contando com a presença dos actores Alberto Quaresma e Miguel Martins do Teatro Municipal de Almada, que dinamizaram a sessão.

O auditório, constituído por alunos de Filosofia do 11º Ano, assim como alguns elementos dos clubes de teatro da escola, pôde ouvir os actores dissertarem acerca da história e dos contextos sociais e políticos da peça, em cena no TMA até 31 de Janeiro, A Mãe (de Bertolt Brecht, sobre um texto de Máximo Gorki), peça essa a que grande parte dos presentes havia assistido alguns dias antes.

"A Mãe", pelo TMA

Foram ainda abordados temas associadas ao teatro brechtiano, como o empenhamento social do autor, a necessidade de levar o espectador a pensar com distância crítica em vez de se alienar catarticamente com o espectáculo, no paradigma do Teatro Épico versus o Teatro Clássico, proposta igualmente seguida por Luís de Stau Monteiro na sua peça Felizmente há Luar.

Alberto Quaresma e Miguel Martins

Alberto Quaresma e Miguel Martins

A audiência colocou ainda questões sobre a encenação e a preparação da peça em análise em particular e sobre as técnicas de representação em geral, beneficiando da presença e experiência em directo dos dois actores profissionais, que fazem parte do elenco da peça e que amavelmente se disponibilizaram a animar esta actividade.

(texto e fotos por FR)

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Carolina Monteiro, 8º A

Joana Toco, 8º B

Ângelo, 7ºB

Nádia, 7ºC

Carolina Monteiro, 8º A (pequeno electrodoméstico)

Jeniffer, 8º D

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O efeito de estufa é provocado pela presença de gases na atmosfera, como o dióxido de carbono, o vapor de água, o metano, entre outros – designados por ‘gases de estufa’- que evitam que o calor solar absorvido pela superfície terrestre, seja reflectido para o espaço, provocando um aquecimento a nível global do planeta.

Isto acontece porque as radiações solares do espectro do visível atravessam a atmosfera e são absorvidas pela superfície do globo, aquecendo-a; este calor é depois reemitido para o espaço sob a forma de radiações infra-vermelhas, que são parcialmente absorvidas pelos gases de estufa, retendo esta energia ‘calorífica’.

Desta forma, a temperatura do planeta é mantida dentro de uma gama de valores cerca de 30º C superior ao que seria se estes gases não existissem, o que torna possível a existência de vida no planeta (nomeadamente, impede que os rios, lagos e mares congelem). Os valores de temperatura que este fenómeno proporciona, permitiram a existência de vida na Terra, através da criação de uma atmosfera rica em oxigénio, azoto e outros gases que se encontram em pequenas quantidades, em especial o ozono.

No entanto, as actividades humanas, em especial a queima de combustíveis fósseis, tem aumentado substancialmente este efeito, levando a um aquecimento muito acentuado do globo terrestre.

O principal poluente que contribui para o efeito de estufa é o dióxido de carbono.

Este efeito, além de provocar efeitos a longo prazo ainda não muito bem conhecidos em todo o planeta, modifica o clima, contribui para o desaparecimento dos glaciares, altera a distribuição das doenças infecciosas como a malária e provoca danos respiratórios.

António Relvas, 10ºC

imagem acedida em:
http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/cienciasnaturais/ciencias_trab/recursosenergeticos/recursosenergeticos04.jpg

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Primeiramente um estilo que define não só a minha adolescência mas de milhões de adolescentes no mundo todo – não só a minha geração mas a de milhares de pessoas. Podemos definir este estilo como um dos estilos que mas criticou a sociedade, o nosso estilo de vida e os nossos governantes. Esse estilo começou na década de 50, e podemos dizer que deu voz a milhares de pessoas, que criticou os sistemas impostos na sociedade, que libertou, que falou sobre os problemas da nossa vida, sobre os problemas entre pais e filhos. Como, em tempos, as músicas de Cat Stevens – Father e Son; Os Beatles – She`s leaving home e Simple Plan – Perfect, entre outras.

A música da minha vida é do grupo canadense de Montreal, Simple Plan – Perfect. Ela é a música da minha vida porque relata claramente os problemas da relação entre pais e filhos, sobre as expectativas que os pais têm sobre os filhos, com a pergunta: Did I grow up according to the plan? Será que nós temos que seguir os ideais dos nossos pais? Será que vamos ser felizes se não seguimos os ideais dos nossos pais? Será possível ser feliz seguindo os nossos caminhos, aqueles em que acreditamos? Estas e muitas outras questões podemos levantar através dessa canção.

Mas também não podemos esquecer e acreditar que os nossos pais (ou os nossos responsáveis) sempre desejam o melhor para a nossa vida. Geralmente os filhos sempre fazem de tudo para impressionar os pais, mesmo quando eles desaprovam tudo. Mas muitas vezes quando nós fazemos alguma coisa que vai contra os ideias deles eles desaprovam e geralmente eles não nós apoiam. Essa música fala  dos problemas do diálogo entre pais e filhos ou a falta dele. Fala até mesmo da perfeição que os pais esperam dos filhos. Sobre o tempo perdido, quando os pais eram os nossos heróis, todos os dias que passaram connosco, sobre as brigas e sobre a dores que os filhos sentem interiormente quando essas situações acontecem e sobre as barreiras que os filhos tem quando querem falar com os pais.

Luiz Felipe da S. Monteiro, 10º E


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Pouco a pouco, vamos desvendando aqui na Estante o que o Pai Natal deixou no sapatinho da biblioteca. Começamos por publicar uma Estante mais virada para o entretenimento dos leitores e espectadores, em particular os mais jovens, onde não podiam faltar obras sugeridas aqui no Bibli nas Fitas do Mês, Livro ou Filme da Minha Vida, entre os quais os vampiros da Stephenie Meyer, as  feitiçarias em filme do Harry Potter e o mais recente mistério de Dan Brown. Agora é só ir ao balcão da biblioteca, requisitar e passar um bom bocado 🙂

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aceda ao gráfico

O Jornal Público dá a conhecer, num gráfico animado, as palavras que mais se utilizaram nesta última década com ligações a informação sobre cada uma delas.

Uma interessante síntese da História do início deste século para quem gosta de índices e de velocidade na informação –  a não perder.

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