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Archive for Outubro, 2010

Foi em 31 de Outubro de 2008 que iniciámos este blog da BE da ESDS com um post alusivo ao Mês das Bibliotecas Escolares, publicado pela então bibliblogueira Teresa Antunes.

Ao longo destes 2 anos temos feito o nosso melhor para que continue a crescer como um sítio de comunicação, aprendizagem e sobretudo de partilha.

Nada mais adequado para este aniversário do que agradecer as 129.157 visitas até ao momento, mas mais particularmente os comentários de encorajamento que aqui têm deixado registados. Voltem sempre, cá estaremos…

Fernando Rebelo

"Regant les lletres", Stephane-Yves Barroux, via Pinzellades al món

Outras sugestões:

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O Kidblog foi especialmente desenhado para professores do Ensino Básico que queiram fornecer a cada um dos alunos da sua turma o seu próprio blogue. As ferramentas simples mas eficazes do Kidblog permitem aos alunos publicarem artigos e participarem em foruns de debate no contexto seguro da sua comunidade-turma de bloggers, mantendo os professores um controlo completo sobre os conteúdos e podendo criar uma “turma” mesmo sem o recurso aos mails dos alunos.

(tradução/adaptação de http://kidblog.org/home.php)

NOTA DA EDIÇÃO:  o site está em inglês

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Outras sugestões:

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O Página 23 é um blog do jornal Público que associa jornalismo, media, redes sociais e comunicação social em geral a temas da educação,  fomentando a produção de jornais escolares, através da sua divulgação e organização de um concurso anual. A não perder para quem se interessa por estes temas.

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Ver a animação original de 1894, reproduzida nesta recriação: aqui

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"Escuela Lectura", Philippe Behá, via Pinzellades al món

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Defendo que a discriminação positiva não deve ser praticada, pois apesar de reconhecer que tem como objectivo uma sociedade mais justa, não há condições para erradicar de uma forma tão simples um problema existente desde o início da espécie humana.

A discriminação positiva consiste em favorecer um indivíduo ou um grupo de indivíduos com o objectivo de eliminar desigualdades historicamente acumuladas, tentando garantir a igualdade de oportunidades, bem como compensar perdas provocadas pela discriminação e/ou marginalização, decorrentes de motivos raciais, étnicos, religiosos, de género, etc. Ou seja, devemos dar tratamento preferencial aos membros de grupos sociais mais desfavorecidos?

Ao observar a definição de discriminação positiva, é logo visível que se trata de uma definição contraditória: esta teoria defende a tentativa de obter a igualdade com base na criação e acentuação de desigualdades. Haverá então alguma diferença entre discriminação positiva e discriminação negativa? Muito provavelmente não. A verdade é que em ambas existe a violação de direitos, e alguém acaba sempre por sair prejudicado. O conhecido “caso Bakke” é uma boa prova de que a discriminação não promove realmente a igualdade:

O caso Bakke é talvez o mais célebre nos EUA. Alan Bakke candidatou-se à Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia. A Faculdade de Medicina, para aumentar o número de alunos provenientes de minorias desfavorecidas, reservou 16% dos lugares para tais alunos. Deste modo, alguns alunos de origem europeia que não foram admitidos, tê-lo-iam sido caso essa opção não tivesse sido tomada. Bakke contava-se entre esses alunos de origem europeia que não foram admitidos. Considerando-se vítima de uma injustiça, processou a universidade. Ganhou a causa, tendo o juiz afirmado que “Os programas preferenciais só podem reforçar estereótipos comuns que sustentam que certos grupos são incapazes de obter êxito sem protecção especial”.

in http://www.didacticaeditora.pt/arte_de_pensar/filosofiapolitica.pdf

Perante um exemplo como este, alguns defensores da discriminação positiva poderão afirmar que as pessoas que são agora beneficiadas foram, no passado, vítimas de desigualdades, das quais resultou o seu desfavorecimento em relação a outros cidadãos, logo, uma sociedade justa deve compensar as vítimas de desigualdade. No entanto, penso que este argumento só reforça a ideia de desigualdade e inferioridade presente no pensamento dos defensores da discriminação positiva. Não compreendo o motivo pelo qual devemos assumir à partida que certos grupos são incapazes de obter êxito sem condições especiais. Não sentirão essas pessoas que estão a ser dadas como incapazes em vez de estarem a ser beneficiadas?

Para além disso, as pessoas prejudicadas por esta acção afirmativa nada fizeram para prejudicar as pessoas desfavorecidas. Ora, se não foi Alan Bakke quem causou o desfavorecimento destes alunos, será justo que seja ele a ter de os compensar, ficando fora da Universidade para lhes dar lugar? Penso que não. No entanto, compreendo que as pessoas desfavorecidas também nada fizeram para o ser, mas penso que a discriminação positiva não é a melhor forma de resolver este problema.

Teorias a favor da discriminação positiva afirmam ainda que esta só será praticada temporariamente, até se atingir a igualdade entre todos os membros da sociedade. Penso que embora possa parecer resultar na teoria, esta ideia nunca resultará na prática, pois não seria possível erradicar de uma forma tão simples, como já disse anteriormente, um problema tão antigo quanto a espécie humana. Muito provavelmente, quando certos membros da sociedade deixassem de ser discriminados positivamente as desigualdades voltariam a acentuar-se, provavelmente mais ainda do que inicialmente. Por outro lado, se a discriminação positiva fosse praticada a longo prazo, acabaria por se tornar um ciclo vicioso, pois as pessoas que agora não necessitam de ser discriminadas positivamente, acabariam por ficar prejudicadas em relação às beneficiadas, e iriam elas próprias precisar de condições especiais para atingir os seus fins. Portanto, nunca seria possível obter uma sociedade igualitária com base numa medida como esta.

Concluindo, penso que a sociedade deve lutar contra as injustiças e desigualdades existentes, a fim de melhorar as condições de vida de todos os seus membros, mas não recorrendo à discriminação positiva. Devemos criar novas oportunidades para aqueles que poderão ser considerados mais desfavorecidos, mas nunca retirar oportunidades já existentes a outros membros da sociedade. E sobretudo, devemos começar por abandonar a ideia de que certos grupos da sociedade são superiores a outros. Só então será possível obter uma sociedade equilibrada e justa, com igualdade de direitos para todos.

Ana Margarida, 11ºB

imagens: daquidaqui , daqui e daqui

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O PESS (Projecto da Educação para a Saúde e Sexualidade) fará no dia 3 de Novembro, a sua apresentação pública na ESDS com a presença do Professor Daniel Sampaio e outros convidados.

(Aceda ao folheto com a informação detalhada aqui.)

Entretanto, com o intuito de promover hábitos alimentares mais saudáveis, o PESS sugere aos leitores que assinem a Petição para inscrição da Dieta Mediterrânica na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO, clicando  aqui.

Coordenadora do PESS: Profª Isabel Pereira

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Muitas pessoas seguem em busca dos seus sonhos e de melhores condições de vida, assim vão para as grandes cidades do mundo.

Assim como para brasileiros, países como Estados Unidos, Japão, Alemanha e Espanha são o sonho do progresso, para muitos habitantes dos países, como Paraguai, Bolívia e Peru, o país (Brasil) é a chance de uma vida melhor.

Luiz Bassegio, fundador da Pastoral dos Imigrantes no Brasil

A imigração é um movimento de entrada, com intenção de permanecer temporariamente ou permanentemente, para trabalhar, estudar ou residir em outro país, que não o de origem.

Geralmente, as pessoas imigram para obter melhores condições de vida, um trabalho com melhor remuneração e um ensino de melhor qualidade, mas ainda há pessoas que deixam o seu país devido a questões religiosas, políticas, ou ainda, perseguições e discriminações. Um desses exemplos é a Família Real Portuguesa, que em tempo de guerra, foi obrigada a refugiar-se na América. Nunca, nem um rei tinha abandonado o seu reino, para viver e reinar no “Novo Mundo”, embora os europeus tivessem muitas colônias, nem um rei foi a um território ultramarino para governar. Outro exemplo, são os judeus, que imigraram para o Brasil e EUA, vítimas de perseguições na Europa.

Durante o séc. XIX e em meados do séc. XX, a Europa passava por uma crise econômica e política, nomeadamente a Itália, a Alemanha, a Espanha e a Irlanda, o que levou muitas pessoas para as nações do “Novo Mundo” (E.U.A, Brasil, Argentina, Uruguai e Chile), pois estes países precisavam de mão-de-obra para continuar o seu crescimento. Muitos governos incentivam a imigração para aumentar a população. Em contrapartida, alguns governos expulsam seus imigrantes, como o atual caso do governo francês.

O governo francês anunciou no mês de Agosto, que iria repatriar cerca de 700  imigrantes ilegais em França, o que foi uma decisão bastante polêmica e que, a meu ver, dependendo da situação, é uma decisão sensata, mas só para imigrantes que tenham cometidos crimes graves.

A Europa já foi um continente mais aberto aos imigrantes, principalmente depois da guerra, pois os imigrantes “renovavam” a população e ainda constiuiam mão-de-obra barata, o que ainda hoje é uma realidade.

Assim, como muitos brasileiros vêm para a Europa tentar uma vida melhor, milhares de colombianos, bolivianos, argentinos e outros latinos vão para o Brasil, principalmente para o Sudeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Minas Gerais), que é a região mais rica do país. Estes ainda têm outra dificuldade para se integrar na sociedade: a língua. Até mesmo moradores de estados mais pobres do Brasil, migram para as grandes cidades, o que consequentemente, leva ao crescimento desordenado e dá origem às favelas e ao aumento da criminalidade.

Não é fácil ser imigrante. Há muita burocracia com os processos de legalização e leis “fechadas” que complicam essa condição. Assim como eu, milhares de brasileiros também emigram para a Europa e EUA, e têm dificuldades em se legalizar e conseguir um trabalho digno. Assim, temos o paradoxo: “para se conseguir trabalho tem que ter o visto. Para ter o visto, tem que ter um trabalho”.

Os E.U.A são um país que muito sofreu com este fenómeno da imigração na história da Humanidade: no séc. XVII, os escravos foram trazidos da África para o E.U.A., só tendo sido libertados em 1863; muitos latino-americanos tentam a sua sorte neste país, correndo  risco de vida, atravessando o deserto do México.  A emigração dos latinos registra algumas alterações importantes étnicas e culturais, como é exemplo disso, o facto de em alguns lugares dos E.U.A. o idioma mais recorrente ser o espanhol, pois os latinos têm mais filhos que os norte-americanos.

Durante muitos séculos, também os portugueses foram forçados a emigrar para sobreviver e conseguir melhores condições de vida, o que atualmente ainda ocorre; mas, nos últimos vinte anos, Portugal se tornou  destino de muitos imigrantes, nomeadamente das comunidades lusófonas e dos países do leste europeu, principalmente oriundos do Brasil, logo seguido por Cabo-Verde e Ucrânia. Atualmente, os imigrantes representam cerca de 5% da população portuguesa.

Enquanto o número de cidadãos estrangeiros de países da União Europeia registou uma redução de 44,7 por cento e os PALOP, uma descida de 13,8 por cento, registaram-se aumentos no número de ucranianos (31 por cento), da Moldávia (42,9 por cento), romenos (41,4 por cento) e brasileiros (53,7 por cento).

in Jornal Público

Em 2008, foram os Romenos que se destacaram pelo número de cidadãos estrangeiros que imigraram para Portugal, ultrapassando mesmo os PALOP e o Brasil.

A taxa de natalidade dos portugueses está entre as mais baixas da Europa, e estará  a breve prazo sob o predomínio de outras comunidades que procriam com percentagens elevadas de nascimentos.

Eu, como exemplo vivo disto, posso dizer que quando nós deixamos o nosso país para viver na Europa, temos uma visão muito à maneira “holywoodesca”, romântica, aquela Europa glamourosa, sem problemas, uma visão muito limitada e sonhadora. A Europa que costumamos ver nos filmes não é a mesma dos imigrantes.

Um ciclo que não pára: latinos que tentam a vida no Brasil, brasileiros que tentam a vida na Europa, EUA, Japão e em Portugal, portugueses que tentam a vida na América e em França, ou seja, nunca estamos satisfeitos com o nosso país de origem.

E ser brasileiro gera uma série de ideias pré-concebidas, especialmente em relação ao Rio de Janeiro. As pessoas ao redor do mundo pensam que no Brasil tudo é Carnaval, praia, caipirinha, favelas, “Garotas de Ipanema” e bala perdida. O problema do Rio de Janeiro é que a imprensa maximiza tudo o que há de ruim, e sobre outros países faz o inverso – minimizam os seus problemas. Não estou dizendo que não é verdade o que vemos na TV, mas geralmente este tipo de informação é sensacionalista. Alguns filmes brasileiros, como “Tropa de Elite” e “Caramdiru” também não ajudam muito: até parece que estamos em Bagdad.

É muito díficil ter uma perspectiva de um país sem o conhecer, como é o caso do Brasil, um país de tantas realidades: a do pobre e do rico, do marginal e do doutor, da felicidade e do infortúnio, das festas, mas também do trabalho árduo. Já ouvi muitos brasileiros falarem coisas que dentro da minha realidade no Brasil, seriam um absurdo, mas hoje eu compreendo.

A meu ver, é evidente que a imigração é uma experiência enriquecedora, a nível cultural e linguístico – em suma,  ganham os dois lados: o país de acolhimento uma mão-de-obra mais barata e uma possibilidade de rejuvenescimento da população; o imigrante o dinheiro e melhores condições de vida, além da grande experiência em si mesma.

Luiz Monteiro, 11º E

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Com a publicação destes trabalhos, reiniciamos no ano lectivo 2010-2011 a rubrica Diário Gráfico, promovida pela nossa colega Ana Guerreiro, que regista como curiosidade que estes alunos estão a dar os “primeiros passos” neste  Diário, o que de algum modo se associa ao tema destes seus desenhos.

Nota: clique nas imagens para ver o tamanho original

 

Rogério, 7º C

 

 

 

Diogo Pereira, 7º B

 

 

Gonçalo Nunes, 7º C

 

 

Inês Marques, 7º C

 

 

João Caeiro, 7º B

 

 

Margarida, 7º A

 


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Um breve resumo da história…

Esta história decorre em Barcelona, no ano de 1945. Daniel Sempere está prestes a comemorar o décimo-primeiro aniversário e, como presente, o seu pai leva-o a um local desconhecido para a maior parte dos barceloneses no centro da cidade: o Cemitério dos Livros Esquecidos. Este lugar é uma biblioteca secreta e infindável onde se encontram os livros abandonados e esquecidos pelas pessoas, que estão à espera de ser redescobertos. Já no Cemitério, Daniel encontra um exemplar de A Sombra do Vento escrito pelo desconhecido Julián Cárax.

Ficou de tal forma interessado pelo livro e pelo autor, que procurou encontrar mais informações e detalhes sobre a sua misteriosa vida . No entanto, Daniel descobre que alguém anda a queimar todos os exemplares das obras escritas por Cárax e que o exemplar que  possui pode bem ser o último existente.

À medida que aprofunda a sua investigação, Daniel descobre que a obra que que tem nas mãos retrata a vida amorosa do próprio Julián com uma rapariga chamada Penélope Aldaya, filha de uma família rica de Barcelona. Obcecado em desvendar todos os mistérios, Daniel percorre todos os cantos da cidade com o seu amigo Fermín (funcionário da livraria do pai de Daniel), e aos poucos vai descobrindo a verdade da triste vida de Julián e Penélope. No decorrer da investigação, Daniel apaixona-se ele próprio por Beatriz, irmã do melhor amigo de Daniel, Tomás Aguilar.

O meu excerto preferido…

Um homem jovem, coroado já de alguns cabelos brancos, caminha pelas ruas de uma Barcelona apanhada sob os céus de cinza e um sol de vapor que se derrama sobre a Rambla de Santa Mónica como uma grinalda de cobre líquido.

Leva pela mão um rapaz de uns dez anos, olhar embrigado de mistério perante a promessa que o pai lhe fez ao alvorecer, a promessa do Cemitério dos Livros Esquecidos.

– Julián, não podes contar a ninguém aquilo que vais ver hoje. A ninguém.

– Nem sequer à mamã? – inquire o rapaz a meia-voz.

O pai suspira, amparado naquele sorriso triste que o persegue pela vida.

– Claro que sim – responde. – Para ela não temos segredos. A ela podes contar tudo.

Daí a pouco, figuras de vapor, pai e filho confundem-se entre a multidão de Ramblas, os seus passos para sempre perdidos na sombra do vento.

Porque o recomendo…

Escolhi falar deste livro porque foi o primeiro livro que me cativou só ao ler o primeiro parágrafo, já para não falar do ambiente misterioso que se sente ao ler o livro. Porém, o mais engraçado é que é um livro que fala sobre outro livro, mostrando a magia e a influência que os livros têm sob as pessoas. Também o escolhi porque considero o melhor livro que já li, pois não só possui as duas características que penso serem essenciais num bom livro (escrita simples e acessível e  uma história cativante), como também pelo suspense tão intenso que consegue envolver o leitor ao ponto de só apetecer ler sem parar.

Filipe Hanson, 11ºB

ZAFÓN, Carlos Ruiz, A Sombra do Vento, Publicações Dom Quixote, 17ª Edição, Março 2009

Carlos Ruiz Zafón

Do mesmo autor:

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Este período, o contrato de leitura dos  alunos do 10º Ano incidiu sobre a obra do nosso patrono – a BE junta-se à iniciativa do grupo de português publicitando no painel de entrada as obras que fazem parte do nosso acervo.

Grafismo do cartaz: Profª Filomena Graça (equipa da BE)

Visite a página pessoal do nosso patrono:


 

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O GPS é um sistema de posicionamento global, capaz de fornecer informação sobre localização de pontos, ou seja, o GPS pode dar-nos as coordenadas exactas de onde se encontra uma pessoa em qualquer parte do mundo.

Para o seu funcionamento, o sistema de GPS recorre a um conjunto de 24 satélites artificiais que se encontram em 6 planos de orbitais diferentes,  situados a cerca de 20 000 km de altitude, demorando cada um 12 horas a orbitar a Terra.

Em relação ao aparelho receptor, calcula as distâncias através da seguinte fórmula: d  =  velocidade  x  tempo

Para que o GPS funcione de uma forma precisa e exacta  tem de se reger pelo método de triangulação, que consiste na sincronização de três satélites a um quarto satélite fazendo assim com que o GPS tenha a precisão de um relógio atómico.

O GPS foi desenvolvido pelo departamento de Defesa do Estados Unidos da América, sendo inicialmente utilizado apenas para fins militares.

Desde 1995, o sistema encontra-se disponível gratuitamente, pelo que pode ser utilizado por qualquer pessoa que tenha um receptor que capte o sinal emitido pelos satélites.

O GPS pode fornecer informação sobre latitude, longitude e altitude em relação ao nível médio das águas do mar e, de acordo com o sistema de memória, permitir a reconstituição de um percurso efectuado.

Actualmente, o GPS tem aplicações muito importantes no dia-a-dia, nomeadamente localizar, orientar um percurso, navegar, mapear e medir tempos.

Finalmente, refira-se que o GPS foi uma invenção que veio ajudar o ser humano ao nível da sua orientação, facilitando a sua deslocação bem como permitir recolher, em pouco tempo, informações detalhadas que anteriormente eram desconhecidas, ou apenas obtidas por métodos que implicavam grandes cálculos e deslocações para a obtenção dos mesmos resultados.

Nuno Costa,  12ºB

Foto: Equipamento do Laboratório de Física da ESDS

Pode ler também:



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Foi já confirmada oficialmente a participação da nossa escola em mais uma edição  do projecto Escola Electrão, cujo objectivo primordial é envolver professores, alunos, funcionários, pais e comunidade em geral no esforço global de recolha, reciclagem e valorização dos resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos.

 


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Como é que tudo começou?

A origem está num país grande e rico do outro lado do Atlântico, chamado  Estados Unidos da América.

É um país onde as  pessoas gostam de pensar e realizar “em grande”. Assim construíram grandes casas mas com dinheiro emprestado pelos bancos.

Mas estes empréstimos envolvem juros, que é o ganho de quem se sacrifica ficando sem esse dinheiro por um período.

Ora, estas casas eram vendidas a outros americanos que, para as poderem comprar também, pediam dinheiro emprestado aos bancos.

Havendo muita procura porque todos querem viver muito bem, alguns bancos já não tinham dinheiro para emprestar mas, como não queriam perder os clientes, pediram dinheiro emprestado a bancos maiores, e assim sucessivamente.

Este mercado foi correndo sempre bem. Todos ganhavam muito dinheiro: os construtores, os banqueiros, e outros que para eles trabalhavam (engenheiros, gestores, economistas, …), com ordenados e benefícios formidáveis.

Até que chegou o dia em que alguns americanos deixaram de pagar o que deviam aos bancos. Estavam a viver acima das suas possibilidades, mas como os bancos emprestavam…. Isto foi acontecendo a cada vez mais pessoas. Foi crescendo até que os pequenos bancos deixaram de ter dinheiro para pagar aos grandes. Foi aqui que tudo se complicou e a bola de neve alastrou ao resto do mundo porque este mundo na era da globalização é uma aldeia.

Isto faz lembrar a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais queremos. Quanto mais queremos, mais desesperamos. Vivemos com uma
insatisfação insaciável.

Já muitos escreveram que o fim último da vida não é o ter, o luxo, mas sim a felicidade! E onde está a tua?

Clube da Economia

(Coordenação: Prof. Alexandre Palma)

imagens: daqui, daqui, daqui e daqui

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Uma colecção de postais do arquivo da Biblioteca Nacional de França revela como em 1910 as pessoas imaginavam o ano 2000. Curiosa, particularmente, a ideia das novas tecnologias aplicadas à perspectiva de escola da época. Como é difícil prever o futuro…

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Fonte das imagens: daqui e daqui


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