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Archive for Outubro, 2015

O concurso 7 dias, 7 dicas sobre os media é uma iniciativa promovida pela Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) em parceria com a Direção-Geral da Educação (DGE), a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) e a Comissão Nacional da Unesco (CNU). Consiste num concurso de produção de dicas sobre os media, em suporte digital, de acordo com o presente regulamento.
O conteúdo dos trabalhos é composto por alertas, recomendações ou conselhos expressos numa linguagem direta e clara, que designaremos por dicas, sobre um dos temas abaixo mencionados. Cada aluno ou grupo de alunos deve elaborar 7 (sete) dicas sobre um e só um destes temas:
– 7 dicas para usar os media na sala de aula e na biblioteca
– 7 dicas para promover a segurança online
– 7 dicas para respeitar os direitos de autor
– 7 dicas para promover a inclusão e a cidadania digitais
– 7 dicas para proteger os dados pessoais
– 7 dicas para manter a reputação online
– 7 dicas para evitar a dependência online

Admitem-se trabalhos individuais ou de grupo com o máximo de 3 alunos, devendo cada trabalho ter um docente associado como orientador e supervisor.Os trabalhos podem ser apresentados nos seguintes formatos: vídeo – avi, flv, mpeg e wmv; apresentação eletrónica – ppt e pptx; cartaz – pdf.
Os trabalhos de cada escola, no máximo de um por tema e por categoria, devem ser enviados pelo professor bibliotecário, até ao dia 8 de abril de 2016. Os alunos autores do trabalho vencedor de cada categoria serão distinguidos individualmente com um tablet ou um cartão oferta de valor equivalente.

Há alguém interessado na AEDS ;)?

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GEOescritas está de volta com novos temas do interesse de todos! Como cidadãos conscientes do nosso papel no Planeta Terra, iremos divulgar, ao longo do ano letivo, aspetos geográficos de Portugal e do Mundo.

Não percam!

Leonett Abrantes 

A produção de Colza em Portugal

fig.3 - a produção da colza

a produção da colza

Colza (do latim, Brassica napus) é uma planta oleaginosa herbácea, que pode atingir 1 a 1,8 metros de altura e de cujas sementes é possível a extração do azeite de colza para produzir biodiesel. Em Portugal, a produção de colza iniciou-se com o projeto da IBEROL, que planeava implantar em Portugal 20 000 hectares desta planta. Os campos experimentais foram estabelecidos nas Regiões Agrárias da Beira Interior e Alentejo.

O rendimento proveniente da extração de azeite é cerca de 45%, sendo o restante farinha de colza ou bagaço.

automóveis a biodiesel

automóveis a biodiesel

Esta cultura promove inúmeras vantagens não só ao país mas, também,  para os produtores, visto ter um baixo custo de instalação e proporcionar aos agricultores uma ajuda comunitária de 45 euros por hectare. Quanto aos benefícios desta plantação para o país, resultam na diminuição da dependência externa face aos combustíveis fósseis, no equilíbrio da balança comercial pela redução das importações de gasolina e de gasóleo, na promoção da dinamização dos transportes rodoviários movidos com biodiesel e, portanto, “amigos do ambiente”, bem como na redução de gases poluentes e de «Efeito de Estufa» como o CO2, para a atmosfera.

As folhas da colza também constituem alimento para o gado, pelo seu elevado teor em lípidos e médio conteúdo em proteínas.

Em Portugal, a produção de biodiesel, também se poder extrair do girassol, que apresenta os mesmos valores energéticos que a colza, como se pode verificar na tabela abaixo.

fig.1Rita Carvalho Alves, 11ºF

O cultivo da Colza: vantagens em relação ao cultivo do Girassol

colza

colza

A colza ou a couve-nabiça é uma planta cujas sementes se extrai o azeite de colza, utilizado também na produção do biodiesel. As folhas das plantas da colza servem também de forragem (alimentação) para o gado, pelo seu alto conteúdo em lípidos e conteúdo médio em proteínas. Os principais produtores da colza são: a União Europeia (UE), o Canadá, os Estados Unidos da América, a Austrália, a China e a Índia.

A colza está a ser introduzida em Portugal para a produção de combustíveis, atendendo ao facto de poder ser cultivado no período outono/inverno, o que apresenta vantagens comparativas ao cultivo do girassol, efetuado no período primavera/verão, onde existe menor aproveitamento dos recursos hídricos. O clima português apresenta uma irregularidade da precipitação: os meses de maior necessidade de água coincidem com os meses de maior seca, portanto menor precipitação, o que constitui o principal fator limitativo ao cultivo da colza. Como a colza é utilizada para a produção de biodiesel e biocombustível, trata-se de uma cultura industrial.

campo de colza

campo de colza

O cultivo da colza apresenta uma importância muito significativa para Portugal, visto que contribui para a diminuição da dependência externa do país, face aos combustíveis fósseis. Com o cultivo de colza, Portugal cumpre as normas implementadas pela União Europeia (UE), nomeadamente, a Política 20-20-20, que visa uma redução a mais de 20% das emissões com gases que contribuem para o efeito de estufa, aumento de 20% do peso das energias renováveis e, igualmente, um aumento em 20% da eficiência energética nos países da União Europeia (UE). O cultivo da colza não apresenta apenas as vantagens anteriormente mencionadas como também aumenta a obtenção de lucros e, consequentemente, o rendimento do agricultor.

Lara Ramos,  11ºG

fig. 5 - logoFonte das imagens:

– APPB – Associação Portuguesa de Produtores de Biocombustíveis

– Wikipédia

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clique para aceder aos site da RBE

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encontro5O 2º Encontro das Bibliotecas Escolares do concelho de Almada teve como tema “A Biblioteca Escolar e o desenvolvimento do pensamento crítico”. Com um programa rico e diversificado, constituiu um momento de reflexão e de consciencialização da importância da BE no processo de aprendizagem e de construção da pessoa / aluno, mas também da pessoa / professor.

Num universo tão complexo como é o da educação, que envolve razão e emoção, o primado do pensamento crítico deverá prevalecer. Pensar o pensamento é um ato crítico. Será esse mesmo ato que deveremos desencadear em nós, enquanto docentes, e promover nos outros, enquanto alunos. Pensar-nos, alargar experiências, recorrer a instrumentos que nos prestem auxílio à orientação, ao rumo a seguir, deverão ser ações recorrentes e constantes no contexto educativo. “Ler e pensar para compreender, compreender para transformar, transformar para ler”. Desafio tenso e intenso nas palavras do Dr. José Barata Moura, professor catedrático do Departamento de Filosofia da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 1º palestrante do Encontro, para quem a qualidade da nossa vivência depende deste exercício. “Para que o viver não permaneça uma sala vazia.” A conferência do Dr. José Barata Moura foi brilhante, no meu entender. Subordinada ao tema “A leitura e o desenvolvimento do pensamento crítico” consubstanciou-se num prática reflexiva atenta e perspicaz sobre o modo como o conhecimento traz inquietação, mas também constrói felicidade.encontro3

Outras intervenções de grande qualidade e lucidez se seguiram, já que todos os painéis apresentaram sempre um contributo novo, esclarecedor, sobre os fios que tecem a teia do pensamento crítico. Pessoalmente, destacaria a comunicação da Dra. Teresa Calçada, especialista das áreas temáticas das bibliotecas e leitura, que reforçou a noção de biblioteca como elemento fundador, chamando a atenção para o facto do “mundo da biblioteca variar conforme o mundo exterior”. Nesta perspetiva, propôs o reconhecimento das qualidades e das características do mundo digital. Fenómeno novo e marcante do mundo em que vivemos, que exige uma atitude crítica, pessoal, filosófica sobre o modo como a técnica se comunica entre si, ou seja, há que ter pensamento crítico. Não no sentido de se aprovar ou desaprovar, mas no de (re)pensar o que se pensa. Ler em papel ou em digital, exige um código, exige saber descodificar, exige uma aprendizagem, exige a aquisição de capacidades e de literacias. A leitura é interpretação da realidade e da ficção. A leitura é condição sem a qual não acedemos ao conhecimento nem à condição de ser Homem / cidadão. Por isso, “ler é um imperativo social”, segundo a Dra. Teresa Calçada. Este axioma assume-se como uma verdade inquestionável. Não se explica, não se questiona. Sem a leitura a dimensão humana do ser definha. Apreciei especialmente a visão clara da oradora sobre a imprescindível necessidade de inclusão do “novo”, sem receio de “abrir velas ao vento”, imagem posteriormente acrescentada pela Dra. Maria José Vitorino. Esta perspetiva de incorporação rompe paradigmas e preconiza vitalidade para o futuro da BE, o que para qualquer professor bibliotecário é extremamente gratificante.

Esta visão explica e implica a inegável centralidade da BE na escola. Ou será que existe alguma perspetiva em que a BE possa ser pensada fora deste contexto? Demissionária da sua função de promotora de literacias e, por extensão, de cidadania?

encontro1Na minha opinião, houve também, neste 2º Encontro das BE do concelho de Almada, três outras intervenções que se destacaram: a da professora bibliotecária Maria José Vitorino que, entre diversas funções, é também a curadora do “Fólio Educa – Festival Internacional de Literatura de Óbidos”; a apresentação do Dr. José João Moura, Diretor da Biblioteca da FCT – Universidade Nova de Lisboa, que mostrou as práticas de uma biblioteca com múltiplas valências e grande dinâmica, de arquitetura propícia à leitura, ao estudo e à cultura. Numa outra linha, os comentários e o papel de moderador desempenhado por Luís Miguel Cintra, sobejamente conhecido, pensamento crítico inconformado. As intervenções do ator e encenador do Teatro da Cornucópia trouxeram ao Encontro um contributo eclético, já que a figura em causa sintetiza em si mesmo várias artes: a teatral, a cinematográfica e a literária, e simultaneamente um contributo proveniente da praxis, pois através da encenação Luís Miguel Cintra constata, com preocupação, que sobretudo as faixas etárias mais jovens pouco uso fazem do pensamento crítico, tendência que acarreta graves implicações sociais.

Conclusão, todos os painéis foram importantes e interessantes, em especial, aqueles que deram voz e visibilidade às práticas das escolas, como “a minha Biblioteca em 2 minutos”, a “Arte Postal” – promovida pela Associação 800 anos de Língua Portuguesa, entre outras. Apesar de poderem ter tido maior destaque, as boas práticas tiveram a grande virtude de mostrar o quanto a BE é galvanizadora de estéticas literárias e artísticas, promovendo, muitas vezes, com fracos meios o que deveria ser uma preocupação inadiável de todos os decisores políticos: a educação.

Assim, impõe-se também felicitar toda a organização pelo excelente trabalho, bem como a edilidade, entidades culturais e formadoras envolvidas, e lamentar que a afluência do público, docente ou não, tenha ficado aquém do desejável numa iniciativa desta importância. No entanto, acima de tudo ficou claro para todos que a Biblioteca Escolar é indiscutivelmente um incentivo ao desenvolvimento do pensamento crítico na sociedade.

O Encontro encerrou com o expressivo contador de histórias de tradição oral, António Fontinha, que redesenhou a figura do Lobo, requalificando-o à luz das preocupações atuais. Tal como com a BE “Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”.

Dulce Godinho Sousa

Prof. Bibliotecária BEVRosal – AEDS

fotos de Isaura Carvalho

As nossas BE em 2 minutos
(vídeo das BE do Agrupamento de Escolas Daniel Sampaio apresentado no encontro)

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outonal

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Mantendo a tradição, o mês de outubro começou com a indicação dos laureados para os prestigiados Prémios Nobel. O primeiro anúncio foi para o de Medicina  e Fisiologia sendo  galardoados  os investigadores norte-americano William C. Campbell, japonês Satoshi Omura e chinesa Youyou Tu. Enquanto Campbell e Omura foram distinguidos pelas descobertas relacionadas com uma nova terapia para combater infeções provocadas por parasitas como lombrigas, Youyou Tu vai receber o prémio por uma inovadora terapia contra a malária. O contributo destes investigadores no combate de doenças mortais causadas por vermes parasitas e da eficácia dos medicamentos Avermectin no combate a doenças parasitárias e do Artemisinin, que contribuiu para reduzir a taxa de mortalidade entre os que contraíram malária foi enaltecido no comunicado do júri em que é referido que “as doenças provocadas por parasitas têm afetado a humanidade há milénios e constituem um problema sanitário global. Em particular, as doenças parasitárias afetam as populações das regiões mais pobres do mundo e representam uma grande barreira à melhoria da saúde e do bem-estar. Este ano, os laureados pelo Nobel desenvolveram terapias que revolucionaram o tratamento de algumas das mais devastadoras doenças parasitárias”. Realçaram, igualmente, que “as duas descobertas concederam à humanidade meios poderosos para combater este tipo de doenças debilitadoras que afetam anualmente milhões de pessoas em todo o mundo. São imensas as consequências para a melhoria da saúde humana e para a redução do sofrimento”.

medicina e fisiologia

Medicina e Fisiologia

Quanto ao Nobel da Física, os contemplados foram Takaaki Kajita e Arthur B. McDonald sendo que a investigação contemplada também tem participação portuguesa, porque a experiência liderada por McDonald integrava, na altura, dois físicos do LIP – Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas  de Coimbra  destacando-se que o grupo português continua a trabalhar com o cientista canadiano. Com investigações separadas o japonês Takaaki Kajita e o canadiano

Física

Física

Arthur B. McDonald solucionaram o enigma sobre os neutrinos (partículas elementares mais abundantes no universo) que emitidos pelo Sol não chegavam à Terra, tendo concluído que aqueles não se perdem, apenas mudam de “sabor”, e isso significa que, afinal, têm massa. Segundo o júri, o estudo “mudou a nossa compreensão dos mecanismos internos da matéria e pode ser crucial para a nossa visão do universo”.

O  Nobel da Química premiou Tomas Lindahl, Paul Modrich e Aziz Sancar, pelos estudos mecanicistas da reparação do ADN. Os três investigadores conseguiram mapear, a nível molecular, como é que as células reparam o ADN danificado e salvaguardam a informação genética. O sueco Tomas Lindahl, do Instituto Francis Crick e do Laboratório Clare Hall, em Hertfordshite, no Reino Unido, provou que o ADN se deteriora a uma taxa que faria com que a vida na Terra fosse impossível. Por isso, percebeu que tinha de existir um mecanismo que vai contra o colapso do nosso ADN: a reparação de excisão de base. Paul Modrich, do Instituto Médico Howard Hughes e da Faculdade Médica da Universidade de Duke, demonstrou como a célula corrige os erros ocorridos quando o ADN é replicado através da divisão das células. Ao mecanismo, chama-se excisão da incompatibilidade. O turco Aziz Sancar, da Universidade da Carolina do Norte, mapeou a reparação de excisão dos nucleótidos que é usada pelas células para reparar os danos dos raios ultravioleta no ADN. As pessoas que nascem com defeitos neste sistema desenvolvem cancro da pele se forem expostas à luz do sol.  Segundo o júri, os cientistas contribuíram para o conhecimento fundamental sobre o funcionamento de uma célula viva, o que pode ser crucial no desenvolvimento de novos tratamentos para o cancro.

química

Química

Literatura

Literatura

O 112.º laureado com o prémio Nobel de Literatura é a escritora e jornalista bielorrussa Svetlana Aleksievitch, a 14.ª mulher a receber o galardão. Alexievich foi escolhida pela sua “obra polifónica, um monumento do sofrimento e da coragem em nosso tempo”.  Esta nomeação não constituiu surpresa pois a escritora e jornalista bielorussa já era apontada antes, pela imprensa internacional, como a favorita para receber o galardão. Em Portugal, apenas uma das suas obras está publicada, O Fim do Homem Soviético – Um Tempo de Desencanto, livro vencedor do Prémio Médicis Ensaio e indicado pela revista Lire como Livro do Ano 2013 em França. Aguardam-se, por isso, novas publicações sobre a escritora de obras de não ficção e cujos temas estão ligados à história da URSS e há identidade russa.

O sempre aguardado  anúncio do Prémio Nobel da Paz surpreendeu todos com a atribuição ao Quarteto para o Diálogo Nacional na Tunísia pela contribuição para a construção de uma democracia pluralista após a Revolução de Jasmim de 2011. O Quarteto integra quatro “organizações chave” da sociedade civil tunisina: A União Geral dos Trabalhadores da Tunísia (UGTT), A Confederação de Indústria, Comércio e Artesanato da Tunísia (UTICA), A Liga dos Direitos Humanos da Tunísia (LDHT) e da Ordem Nacional dos Advogados da Tunísia (ONAT) e  contribuíram  para que o país se mantivesse numa sociedade democrática  após a Primavera Árabe. Como tal o comité norueguês reconhece “Um factor esssencial para que revolução da Tunísia tenha culminado em eleições pacíficas e democráticas no Outono passado foi o esforço feito pelo Quarteto para apoiar o trabalho da Assembleia Constituinte e garantir que a população apoiasse o processo constitucional. O Quarteto abriu caminho para um diálogo pacífico entre os cidadãos, os partidos políticos e as autoridades e ajudou a encontrar soluções de consenso num vasto leque de divisões políticas e religiosas”. Destacou ainda “o contributo decisivo para a construção de uma democracia pluralista na Tunísia” e disse esperar que o prémio sirva para consolidar a democracia naquele que é hoje o único caso de sucesso das revoltas no mundo árabe. O Quarteto de Diálogo para a Tunísia é, segundo o comité de Oslo, a principal razão pela qual o país não caiu na mesma instabilidade e autoritarismo que foram o destino das revoluções árabes no Egipto e Líbia e “Mostra que movimentos islamitas e políticos conseguem trabalhar em conjunto e atingir resultados significativos no melhor interesse do país” acrescentando que  “tem esperança de que o prémio deste ano contribua para a preservação da democracia na Tunísia e que este seja uma inspiração para todos os que procuram promover a paz e a democracia no Médio Oriente, Norte de África e no resto do mundo”.

Paz

Paz

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Economia

Por fim o Nobel das Ciências Económicas, contemplou o professor de origem escocesa da Universidade de Princeton, Angus Deaton por “ projetar uma política económica que promova o bem-estar e reduza a pobreza, devemos primeiro entender as escolhas de consumo individuais e mais do que ninguém, Angus Deaton tem reforçado esse entendimento contemplando o seu  trabalho de pesquisa sobre os temas do consumo, pobreza e economia do bem estar”. Aquando da sua participação na conferência de imprensa em que foi anunciado o prémio, via telefone, foi questionado sobre crise dos refugiados e respondeu que esta é o resultado das “barreiras” que existem entre o “mundo pobre e o mundo rico”, ao cabo de “séculos de desenvolvimento desigual”. “A redução da pobreza nos países pobres pode resolver o problema, ainda que não por muito tempo”, respondeu o académico.

nobelprisutdelning_07_06_sthlmCumprindo a tradição no dia 10 dezembro, aniversário da morte do patrono Alfred Nobel, serão entregues aos laureados o diploma, medalha e importância monetária de acordo com as receitas da Fundação Nobel. E, como também é habitual, as cerimónias de entrega serão rodeadas de algum esplendor como reconhecimento do esforço dos contemplados para o progresso da humanidade.

Luísa Oliveira

imagens daqui e daqui

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