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Archive for the ‘Texto & Pretexto’ Category

Destino, que pecado foi o meu ?

Eu era feliz. Durante toda a minha vida sempre cantei e amei, porém, todo este doce canto se converteu em lágrimas e em choro. Amei, cantei mas perseguido pelo Destino e pela Má Fortuna, também sofri. Confesso que este sofrimento também foi causado pelos meus Erros, pois levei algum tempo a perceber, que o “ Amor é um fogo que arde sem se ver “, sofrendo muitas das vezes a tentar definir o que é o Amor.

camõesSempre fui um Homem muito propenso às paixões amorosas, porém, talvez devido à ironia do destino, sempre se trataram de amadas ilustres de uma beleza suprema conotada com uma harmonia e um equilíbrio que lhe conferem uma beleza celestial e caráter superior, e por isso , infelizmente para mim, durante toda a minha vida tive de lidar com amores impossíveis.

Ao longo da minha vida também vivi sempre com a fama de boémio e rufião e por isso deixaram-me um pouco de parte. Fiquei sempre muito entristecido e frustrado pois todas as minhas obras me levaram a um grande esforço e inspiração, mas confesso que fui incompreendido pela sociedade e isto sempre me causou indignação.

                                                                                                             Assinado: Luís de Camões

Duarte Almeida, 10ºF

imagem daqui

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1O desenvolvimento das telecomunicações aumenta os fluxos de informação e dinamiza as relações internacionais, tendo diminuído as vertentes distância-tempo e distância-custo. As TIC constituem um instrumento de desenvolvimento económico e de coesão social, desenvolvendo um novo conceito de espaço, designado por ciberespaço, onde a interação entre pessoas e empresas de todo o mundo é cada vez maior.

Assim, o desenvolvimento das TIC tem um papel muito importante na sociedade atual, por facilitar as relações interterritoriais e dinamizar as atividades económicas.

Em Portugal, têm-se realizado progressos significativos relativamente à criação de infraestruturas e à difusão das redes de telecomunicação.2

Os contrastes na repartição espacial das redes de telecomunicação coincidem com os contrastes na distribuição da população, sendo que a maioria se encontra no litoral. Porém, todo o território está coberto pelas redes de serviços essenciais, o que permite a toda a população o acesso à informação e internet.

Desta forma, Portugal encontra-se conectado ao resto do mundo através de serviços internacionais de comunicação por satélite e por uma rede de cabos submarinos de fibra ótica, o que permite a realização de contactos mais rápidos e baratos com a maioria dos países.

3O desenvolvimento tecnológico exige uma sociedade onde o conhecimento é um valor fundamental que deve promover a criação de emprego e riqueza, a melhoria da qualidade de vida e o desenvolvimento social. Nesse âmbito, a política comunitária adotou iniciativas como a Iniciativa Internet, em 2000, que visava o crescimento acelerado do uso da internet e constituiu um instrumento complementar do Programa eEuropa, o Programa Operacional Sociedade do Conhecimento e o Programa Ligar Portugal, todos com o objetivo de dotar Portugal dos meios e saberes necessários para responder aos desafios da nova sociedade da informação. Atualmente, seguindo as orientações da Agenda Digital para a Europa,  Portugal definiu e aprovou, em 2012, a sua própria Agenda Digital. Esta visa contribuir para o desenvolvimento da Economia Digital e da Sociedade do Conhecimento, preparando o país para um novo modelo de atividade económica.

Alice Santos, 11º D

Imagens retiradas da plataforma Flickr:

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A capital lusitana era uma porta aberta para o mundo, visto ser um porto de partida e chegada das rotas transoceânicas que interligariam para sempre a Europa, África, América e Ásia

Lisboa está na moda. Seja isto surpreendente ou não, a realidade é que esta situação não é de todo inédita e que a capital já foi outrora reconhecida à escala mundial pelas mais diversas razões.

De facto, durante o século XVI, Lisboa sofreu um incrível incremento que a tornou numa das maiores urbes europeias.

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Lisboa no séc. XVI

A capital lusitana era uma porta aberta para o mundo, visto ser um porto de partida e chegada das rotas transoceânicas que interligariam para sempre a Europa, África, América e Ásia.

Desta forma, a cidade crescia a olhos vistos em edifícios e variadas gentes, voltada para o mar, com um excelente porto, chegando a ser considerado como o melhor que há em toda a costa do mar descoberto. Neste porto, cruzavam-se tripulações de soldados, armadas, missionários, mercadores, funcionários da Alfândega bem como das Casas da Índia e Guiné, banqueiros e humildes carregadores.

Junto ao porto encontravam-se os estaleiros da Ribeira das Naus onde se construía e reparava a frota portuguesa e as denominadas Ruas Novas onde se juntavam comerciantes dos confins do mundo para efetuarem os seus ofícios.

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Rua Nova dos Mercadores, séc. XVI, autor desconhecido

A Casa da Guiné, da Índia e os Bazares da Rua Nova dos Mercadores abarrotavam de ricas especiarias, marfim, ouro, sedas, açúcar, diamantes e outras preciosidades que tinham então percorrido os mares do Globo.

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O Paço da Ribeira em finais do séc. XVI

Foi D. Manuel que revigorou Lisboa enquanto Metrópole Comercial. Com a realização de um plano de reconstrução urbanística, mandou erguer o Paço da Ribeira, o Armazém do Trigo, a Alfândega Nova, a Casa dos Bicos, a Torre de Belém entre outros.

Desta forma, manteve igualmente enquanto monarca um poder forte e centralizado que organizava os tráfegos ultramarinos pela via do monopólio régio.

Perante a hegemonia lisboeta, a população da cidade triplicou num século e infelizmente algo que também ajudou esse acréscimo foi o desmesurado aumento do número de escravos, de modo a acarretarem todas as tarefas necessárias para o desenvolvimento da cidade.

Em conclusão, a afirmação de Lisboa ocorreu devido à fusão entre um forte império colonial, enquanto metrópole comercial e política e ainda uma renovação cultural, onde estas transformações a tornaram uma das maiores e mais animadas cidades da Europa na centúria de Quinhentos.

Beatriz Sousa, 10ºD

Referência Bibliográfica:

  • PINTO, Célia do Couto e ROSAS, Maria Antónia Monterroso (2016) Um novo Tempo da História – História A – 10.º Ano, Porto Editora

Imagens:

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No dia 29 de Novembro de 2016, realizámos uma visita de estudo ao Museu de Arte Contemporânea do Chiado no âmbito do estudo das vanguardas modernistas. Nesta exposição vimos então quadros que representavam as vanguardas e neovanguardas na arte portuguesa nos séculos XX e XXI. Foi assim possível observar o que caracterizou a época do modernismo na arte em Portugal. De variados quadros de imensos artistas portugueses prestigiados, como Almada Negreiros, Mário Eloy, Amadeo de Souza-Cardoso, ou Mário Cesariny, escolhi, para aprofundar a pesquisa, “Cabeça” de Santa-Rita.

santa-ritaGuilherme Santa-Rita, nascido em 1889 na cidade de Lisboa, recebeu uma bolsa para estudar em Paris em 1910, após formar-se na Escola das Belas Artes, voltando apenas ao seu país em 1914, devido ao inicio da 1ª Guerra Mundial. Tendo-se inspirado nas exposições de pintores futuristas italianos em galerias que vira na França, trouxe consigo para Portugal ideias futuristas que acabariam por torná-lo num dos introdutores do futurismo no nosso país, junto com Mário de Sá-Carneiro. Participou nas revistas Orpheu e Portugal Futurista, sendo a sua pintura “Orpheu nos Infernos”, representada nesta última. No entanto, curiosamente, Santa-Rita nas portas da morte, vítima da tuberculose, fez um último desejo, indicando à sua família que destruísse toda a sua obra. A família assim o fez, sendo assim, muito difícil delinear o percurso artístico do pintor durante a sua estadia em França e mesmo após esta. As únicas pinturas que “sobreviveram” foram, então, “Cabeça”, “Orpheu nos Infernos” e alguns trabalhos que este tinha realizado durante o tempo que estudou Belas-Artes em Lisboa.408px-guilherme_de_santa-rita_001

A pintura “Cabeça”, realizada em 1910 e possivelmente inspirada nas máscaras africanas, encaixa-se, então, na primeira fase do modernismo português com influências do futurismo nas linhas curvas que conferem dinamismo e nas cores metalizadas reforçando o carácter maquinista da figura e características cubistas, mais especificamente cubismo analítico, nas formas decompostas de uma cabeça e de um violino. Este óleo sobre tela, para além de ser conhecido por ser uma mistura entre Cubismo e Futurismo (cubo-futurista), revela, ainda, mistério pelo facto de estar inacabado. Isto comprova-se com uma atenta observação ao fundo da pintura, onde se nota que apenas o canto superior esquerdo e pouco mais, se encontra pintado com um tom acinzentado. O resto do plano do fundo não está pintado, sendo possível observar a superfície da tela onde Santa-Rita realizou esta obra. Contudo, esta não deixa de ser uma bela obra e um grande símbolo do primeiro modernismo em Portugal.

Magda Farinho, 12º E

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No dia 29 de novembro de 2016, no âmbito da disciplina de História A, as turmas de décimo segundo ano do curso de Línguas e Humanidades realizaram uma visita de estudo ao Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado, onde puderam observar in loco várias das obras estudadas no que diz respeito à temática das tendências culturais vanguardistas em Portugal, que se distinguiram em dois momentos particulares: o primeiro modernismo (entre 1911 e 1918) e o segundo modernismo (decorrido nos anos 20 e 30).

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 Menino e Varina, Mário Eloy, 1928

Entre as várias obras de artes visualizadas e brevemente analisadas ao longo da exposição, destaco o “Menino e Varina” de Mário Eloy, um dos mais relevantes representantes do Modernismo português, conhecido por ser um irreverente autodidata e cuja vida e obra foi marcada pelas suas várias viagens ao estrangeiro (teve até contacto com o centro cultural europeu, Paris, que lhe deu acesso a um meio socialmente elitista, permitindo-lhe aprofundar conhecimentos e abrindo-lhe portas a uma carreira artística mais convencional). Apesar de ter tido também um percurso marcado pela sua instabilidade emocional e oscilações de humor – que o levou mesmo a destruir muitas das suas obras -, da sua carreira ter tido um fim prematuro e uma curta duração devido à doença de que padecia causar-lhe um progressivo descontrolo motor e demência, e de ter ainda perdido um grupo de cerca de trinta pinturas que deixara na Alemanha no decorrer da II Guerra Mundial, deixou como legado um conjunto de quatrocentas peças, entre as quais se encontram desenhos e pinturas de sua autoria.

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Mário Eloy, autorretrato

Relativamente a esta obra, “Menino e Varina”, tem como técnica o óleo sobre tela, uma altura de quarenta e nove centímetros e largura de quarenta e três centímetros como dimensões, e foi executada em Lisboa no ano de 1928, tendo sido exposta pela primeira vez nesse mesmo ano.

Tendo em conta estes dados e numa primeira observação da pintura, entende-se uma evidente influência das frequentes viagens que fazia à cidade de Lisboa, onde sob a perspetiva do movimento expressionista que lhe é dado a conhecer em Berlim e que marca as suas obras no período entre 1927 e 1929, Eloy interpreta situações da vida quotidiana tradicional, representando assim paisagens urbanas, retratos ou modelos tipicamente lisboetas, entre os quais o fadista e a varina, para exemplificar.

Deste modo, constatamos nesta cena que Mário Eloy estrutura uma composição onde o primeiro plano é ocupado pela figura desproporcionada e monumental de uma varina, uma vendedora ambulante de peixe que leva o um cesto sobre a sua cabeça e cujo corpo ocupa quase a totalidade da tela, parecendo mesmo estar a trespassá-la pelo modo como o seu braço esquerdo levantado está cortado pelos limites superiores do quadro. O seu rosto, que apresenta formas distorcidas onde se distinguem uma boca entreaberta e grandes olhos, é pintado com uma pincelada grosseira e larga, num cromatismo agressivo que conjuga tons negros, verdes e ocres, que remetem para o Expressionismo.

Partilhando com a varina o primeiro plano mas numa escala desajustada está o seu filho – também ele deformado – que tem pelo joelho e que carrega nos seus braços um único peixe, dando a sensação que acompanha o movimento do corpo da mulher no sentido diagonal.

Por sua vez, no plano de fundo da obra é possível visualizar-se uma paisagem, na qual o mar e a areia da praia mal se distinguem, destacando-se uma casa de pescadores deformada à esquerda, e dois barcos no lado que se lhe opõe, à frente dos quais se veem duas outras mulheres despidas, carregando na cabeça o que pode ser interpretado como cestos de carvão ou de peixe.

Conclui-se que todos os elementos distintivos deste quadro evidenciam a visão subjetiva de Mário Eloy face a esta realidade, assim como demonstram também o expressionismo alemão que conheceu na cidade de Berlim e de cuja intensidade se veio afastar numa fase posterior no início dos Anos 30.

Ana Leitão, 12ºE

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Encontro-me perante um auditório repleto de homens, impressionante, como este se encontra cheio! mas há um problema… os homens não se aproveitam!

Isto suposto, quero hoje, à imitação de Santo António, voltar-me deste auditório para a terra e, já que os homens não se aproveitam, pregar aos gatos os louvores das suas virtudes e, em seguida, as repreensões dos seus vícios em geral e em particular.gatos

Começando pelos vossos louvores, irmãos gatos, bem vos pudera eu dizer que, entre as criaturas viventes e sensitivas, vós sois a mais independente, curiosa e inteligente de todas dos três elementos. Vindo pois, irmãos às vossas virtudes, que são as que só podem dar o verdadeiro louvor, é aquela subtileza com que vós fazeis as suas tarefas pela honra de vosso Criador e Senhor.

Descendo ao particular, de alguns somente farei menção. E o que tem o primeiro lugar entre todos é aquela santa gata Iuki a quem lhe foi proposto petiscar junto dos seus outros irmãos gatos, por ser fêmea e não ter capacidade para caçar o seu próprio alimento. Se Iuki não fosse uma gata independente, teria aceitado a proposta, mas preferiu manter a sua dignidade, uma vez que saberia que ia chegar o dia em que teria de enfrentar a vida sozinha. Assim, aprendeu aos poucos a ser uma gata feroz na caça do seu alimento, conseguindo sempre o que queria. Já os homens, muitas vezes não têm esta dádiva de pensar no futuro e no que é melhor para a sua vida, já para não falar da discriminação feita às mulheres e à falta de determinação e persistência para alcançar um objetivo.fourpackcoloredcats

Passando dos da força de vontade, quem haverá que não louve e admire muito a virtude tão celebrada por Califa que, ao ver qualquer objeto, quer logo perceber do que se trata e qual o seu fim, aprendendo assim através da sua curiosidade. Tomara a maioria dos homens ter esta qualidade, pois  permanecem na ignorância e não partem para a descoberta do mundo exterior.

Antes, porém, que vos vades, assim como ouvistes os vossos louvores, ouvi também agora as vossas repreensões. Descendo novamente ao particular, direi agora gatos, o que tenho contra alguns de vós, começando aqui pelo Yoshi, que só vem a casa quando tem fome, para receber mimos quando está carente ou para se abrigar do frio, no entanto, se nós quisermos a companhia dele simplesmente desaparece, tal como a maioria dos homens, que só agem por interesse.

Com esta única e última advertência vos despido, ou me despido de vós, meus gatos. E que vades consolados com um sermão, que não sei quando ouvireis outro.

Beatriz Oliveira, 11ºC

Imagens editadas daqui e daqui

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On December 6th of 2016 Catarina Cabral and João Pimenta, class 12th B and their colleagues, within teacher Lígia Luís’s English class and with the cooperation of teacher Lurdes Jesus, told a short story to the students of 7th grade. The story is called “Girls night out”, it is about two best friends who decided to sneak out one night to go to a club and something happened.

Most of the kids understood the story and seemed to enjoy it. At the end of the story, the story tellers and the teachers made them some questions about the story, and they even helped to make a suspect list! It was a good experience.

This is the story that was told:

Girls night out

Isobella and Chloe were two typical American teenage girls. After school they spent all of their time together, watching scary movies, having sleepovers, shopping for new clothes. They liked partying, keeping up with their friends, having fun and just enjoying life. They had no way of knowing the terrible fate that life had in store for them.

One night, Isobella and Chloe decided to have a girls night out. They planned to sneak out to a nightclub as soon as their parents went to sleep. Isobella kissed her parents goodnight and went upstairs to bed. When she thought that everyone had gone to sleep, she took out her cellphone, called her friend Chloe and told her to meet her at the store down the street. Chloe agreed and hung up.

Isobella quietly opened her bedroom window, trying not to wake anyone up. She stepped out onto the windowsill and climbed down the drainpipe. As she walked down the deserted street, she got a strange feeling that she was being watched. The hairs on the back of her picked up. She glanced behind her, but she was alone. When she came to the corner of the store there was nobody around, so she took out her cellphone and called Chloe.

“Ok, I’m at the store”, she said, “ Hurry up”.

“What’s wrong?” replied Chloe.

“I don’t know”, said Isobella, “This just doesn’t feel like other nights. Something’s not right. I´ve got a bad vibe.”

“Stop it. You´re just being paranoid”, Laughed Chloe. “I´ll be there in 2 minutes”.

Isobella hung up the phone, but she could not shake the feeling that someone or something was watching her.

Five minutes later, Chloe turned up and the two girls walked together to the nightclub. The girls were too young to get into the club, but the bouncers never asked for their ID. They strolled inside and pretty soon they were dancing to the music and flirting with guys on the dance floor.

Around 3 A.M., Isobella was chatting to a guy who must’ve been at least 10 years older than her. When suddenly she felt her phone vibrating in her pocket. It was a text message from her ex-boyfriend Anthony. She hadn’t heard from him since they broke up.

The message read: “COME OUTSIDE I´VE GOT A HUGE SURPRISE FOR U”

Curious she looked around and saw Chloe busy talking to some other man. She stepped outside…

She got yet another text message, and it read: “MEET U AROUND THE CORNER OVER BY THE DUMPSTER”

The street was dimly lit and deserted. Isobella had a bad feeling in the pit of her stomach. She told herself she was just being over-cautious.

Inside the club, Chloe was looking for her friend. But no signs of her.

Chloe got a text from Isobella:

“MEET ME OUTSIDE NOW HURRY”

As she got outside she got another text message: “I’M AROUND THE CORNER OVER BY THE DUMPSTER COME WATCH ME SPARKLE”

Chloe followed the directions, crossing the dark and lonely street. When she turned the corner, she was confronted by a horrific sight.

Isobella was hanging upside down in the parking lot. Sparkling Christmas tree lights were wrapped around her ankles. A pool of blood below her. Her body stripped of clothing, revealing deep wounds along her stomach and chest.

Chloe fell to the ground and screamed, people that were at the door of the nightclub heard and came to help.

When they turned the corner and saw Isobella’s bloody corpse hanging in front of them, they were horrified.

The police were called and they questioned Chloe for hours. Still in a state of hysteria, she could barely talk. Sobbing uncontrollably, she told them how she and Isobella had sneaked out that night and gone to the nightclub together. She tried to remember all of the guys that they had flirted with on the dancefloor. They asked her if she knew about anyone who would want to harm Isobella, but she couldn’t think of anyone. As much as she wanted to catch Isobella’s killer, she was no help to the investigation.

During the interrogation, one of the cops grabbed a plastic bag and took out a blood-stained envelope.

  “We found this in your friend’s throat. It’s addressed to you”, said the cop as he handed her the envelope.  

“Chloe” was written across the front. With trembling hands, she took out the piece of paper inside and read it.

The letter read: “Maybe if you stayed in bed like you were supposed to, things like this wouldn’t happen. Don’t go sneaking around at night. Bad things can happen.”

The cops had to grab her before she fainted. An ambulance took Cloe to the hospital and treated her for shock.

When Chloe returned home the next day, she was still shaken. Her parents told her that Isobella’s ex-boyfriend, Antony, had been arrested for the murder. He was later released after checking his alibi. He claimed his phone had been stolen on the day of the murder. The police didn’t rule him out as a suspect in the case, but they didn’t have enough to charge him.letter

Isobella’s murder remained unsolved. Nobody was ever brought to trial for the crime and as time went on, people began to forget about it.

Two years have passed and Chloe had almost managed to forget about the terrible night when her best friend had been savagely murdered.

One night, she called her boyfriend and asked him to meet her at the park. It was about 2 in the morning. She began to walk to the park, but felt a strange presence, just like the one Isobella had told her about, the night she was murdered. She was almost at the park when the feeling came across her, so she let it go. Her phone beeped. It was a text message from her boyfriend.  – “Almost there baby luv u lots”.

It made her feel much better. Her last task was to pass by the store, the park was on the other side. She began to walk but heard something behind her. Immediately she began to run. Her boyfriend got to the park and waited about 15 minutes. At 2:35 AM, he got a text from Chloe: -“Keep walking forward and u will see me”

He did as the text suggested and walked forward. There hanging upside-down from a tree, was the mutilate body of Chloe. Christmas lights were wrapped around her ankles and she was covered in blood.

He called the police and was interrogated all night. The next day, when Chloe’s boyfriend got home, there was a letter waiting for him on his parents’ doorstep. It was stained with small drops of blood. The note inside read: “Don’t go sneaking around at night. Bad things can happen.”

I wish I could tell you that the murders of Isobella and Chloe were solved, but that’s just not the case. Today, the police say the investigation is still ongoing, but they have no new leads.

The murders are rarely spoken about nowadays. They were high profile cases at the time, but due to the strange lack of evidence, people soon forgot about them. Everyone who was involved went on with their lives.

You may be wondering how I know so much about these cases. Well, I’d rather not go into it, considering it’s still an ongoing investigation. If you must know, I was the cop who was assigned to the case. I was the cop who handed Chloe the blood-stained letter. You may also be wondering why the murders were never solved. Well, like I always say: Don’t go sneaking around at night… Bad things can happen…

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