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Posts Tagged ‘Saúde’

Até 17 de dezembro a nossa BE está em campanha de promoção natalícia destinada a todos os que a frequentam: alunos, professores e funcionários – levem dois livros à vossa escolha e entreguem só depois das férias!

(Esta campanha não inclui manuais e obras de consulta)

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os-filhos-da-drogaF., Christiane (1983), Os Filhos da Droga, Lisboa, Círculo de Leitores,  7ª edição

Aconselharam-me vários livros para o meu contrato de leitura. Este foi um deles, Os Filhos da Droga. Achei o título interessante assim que o vi e fiquei curiosa em saber mais.

O livro é uma autobiografia de Christiane Vera Felscherinow. Ao longo da história, Christiane esteve constantemente a tentar adaptar-se a novos lugares e situações, conseguindo fazer parte dos grupos aos quais aspirava.

A sua história começa então aos 6 anos quando se muda para Berlim. Aí tudo o que era divertido era proibido e em casa instalou-se um mau ambiente familiar, em que o pai utilizava a violência contra a mãe, a irmã e ela própria independentemente do que fizessem. Assim, Christiane  começou a ver o mundo de uma forma distorcida: acreditava que a maneira certa para obter respeito era através do poder e da força. Os seus pais acabaram por se divorciar.

Aos 12 anos passa a frequentar um clube de jovens chamado Casa do Centro. Aí experimentou pela primeira vez drogas leves como haxixe e mesmo LSD. Mais tarde, começou a ir à Sound, uma discoteca onde se consumia todo o tipo de drogas e onde acabou por conhecer Detlef, que se tornou seu namorado após ela ter experimentado heroína, justificando a sua opção a Detlef ao dizer que queria sentir o mesmo que ele.

A passagem que escolhi é precisamente de quando ela experimentou heroína, pois reflete bem o que os drogados sentem e porque a entrada nas drogas duras foi um acontecimento marcante na sua vida e o início da sua desgraça.

Eu estava excitadíssima por pensar que ia experimentar aquela droga forte. Não refletia nem sentia remorsos. Queria experimentar, para voltar a sentir-me bem drogada uma vez mais. Tinha medo de me injetar, de maneira que disse:

– Não quero picar-me. Vou cheirar.

(…) Era como se os braços e as pernas fossem ao mesmo tempo muito pesados extraordinariamente leves. Sentia-me muito cansada, o que me produzia uma excitação intensa. Todos os meus males desapareceram de repente. Acabou-se «It is too late». Senti-me melhor do que nunca.

Para sustentar o vício, Christiane passa assim a prostituir-se na Estação do Zoo, tal como o seu namorado.

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Christiane Vera Felscherinow tem hoje 50 anos e mantém a sua adição à heroína

Com o decorrer do tempo, Christiane vê um cenário de morte à sua volta e tenta mudar o seu destino com várias tentativas de desintoxicação, mas o vício era mais forte. Acabou por ser presa e mandada para casa da sua avó, longe de Berlim. Porém, Christiane não consegue deixar as drogas.

Esta obra retrata a decadência do ser humano, a necessidade de afirmação e integração. Achei-a muito marcante, ajudando-me a perceber a verdadeira razão pelo qual as pessoas, muitas delas informadas, começam a consumir drogas. Aprendi também porque é que as drogas causam dependência, como é que os drogados se sentem e o ambiente repugnante em que se envolvem. Não é muito difícil entrar neste mundo, mas sair é muito mais complicado. Apesar de uma pessoa ter escolha, raramente a razão prevalece.

Aconselho o livro vivamente, pois trata um tema atual, apesar da história se passar nos anos 70, que nos permite refletir sobre o significado da vida e o que é realmente importante.

Miriam Colaço, 10ºC

imagem de Christiane Vera Felscherinow daqui

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 No âmbito do Ano Internacional do Voluntariado I Love 2 Help, decorreu no passado dia 10 de Maio a 1ª Mostra do Filme Solidário, na ESDS, dirigida a alunos dos Cursos Profissionais – Nível Secundário e a alunos do 7º ano – Ensino Básico. A actividade teve como tema O mesmo REAL, diferentes linguagens e surgiu com o intuito de estabelecer o diálogo entre a literatura, o cinema e os Projectos /Turma/Escola.

 A actividade, promovida pela Prof. Dulce Sousa, teve a colaboração de alguns docentes dos C. Profissionais, da Coordenadora dos C. Profissionais, da Coordenadora do Ensino Básico, e foi possível devido à total disponibilidade da produtora HELP IMAGES .

in Portal da ESDS (excerto); cartaz: Raquel Viegas 11ºI

Nota do Editor: aqui fica também o trailer promocional da mostra, com a indicação de que muitos dos filmes que dela fazem parte, verdadeiras obras de arte, para além do mérito da mensagem humanista que veiculam, se encontram no YouTube, para quem quiser (re)vê-los.

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aceda ao site

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Defendo que a comunidade escolar deve ter um papel activo  na formação dos seus alunos a todos os níveis, incluindo a nível sexual.

Antes de mais, penso que é importante referir que o termo “educação sexual” tem como base a sexualidade em geral, e não apenas relações sexuais. Como tal, a “educação sexual” abrange os mais variados temas, como as relações sociais e emocionais entre indivíduos, sentimentos e aceitação de diferentes perspectivas e experiências em relação à sexualidade.

Assim sendo, não é correcto afirmar que os professores não têm habilitações para “ensinar educação sexual”, pois trata-se de algo que deriva de experiências vividas e certamente será do conhecimento de qualquer professor.

É importante também referir que um dos principais objectivos das escolas é a formação de indivíduos responsáveis e bem formados a todos os níveis. Qual será então o motivo que nos leva a excluir a sexualidade? A verdade é que existem ainda muitos tabus e preconceitos relativamente a temas relacionados com a sexualidade, que logicamente dificultam qualquer diálogo sobre este tema. Enquanto não for aceite que a sexualidade é algo com que lidamos diariamente, sendo por isso um tema que deve ser falado de forma natural, será complicado envolver as escolas na form ação dos alunos a este nível. Considero então o abandono destes preconceitos absolutamente necessário para a evolução da sociedade.

Por outro lado, defensores da tese de que não compete à escola promover a educação sexual dos seus alunos afirmam ainda que a abordagem da sexualidade nas escolas é um incentivo ao início precoce da vida sexual dos alunos. Penso que este argumento revela, acima de tudo, falta de conhecimento do significado e da abrangência da expressão “educação sexual”, dando a entender que esta se limita apenas a relações sexuais, ignorando tudo o resto.

Conhecendo o significado da expressão “educação sexual” não existem dúvidas de que a comunidade educativa lida diariamente com a sexualidade dos alunos, muitas vezes mais do que os próprios encarregados de educação. Como tal, compete sem dúvida à escola, em conjunto com os encarregados de educação, promover a educação sexual dos jovens, pois a escola não deve ter apenas como objectivo formar indivíduos a nível profissional, mas também a nível social e emocional, pelo que deverá abranger todos os aspectos da vida dos seus alunos, incluindo a sexualidade.

Ana Margarida Campos, 11º B

A meu ver, é muito importante que haja disponibilidade por parte das escolas para falar sobre educação sexual, não discordando que os pais se devem propor a falar com os seus educandos sobre este tema.

Hoje em dia, existem cada vez mais casos de gravidezes indesejadas principalmente na adolescência e de doenças sexualmente transmissíveis. Perante isto, é muito importante sensibilizar a comunidade, e quanto mais cedo for, maior será o efeito. A maioria dos “acidentes” deve-se principalmente à falta de informação, e por vezes a relação entre pais e filhos não permite a discussão sobre temas delicados como este, ou porque os pais não falam, ou porque os filhos têm vergonha de perguntar. Sendo esta situação muito frequente, compete às escolas evitar que haja falta de informação e incentivar os alunos para que estes tenham uma vida sexual segura sem dúvidas e sem erros.

Contudo, as gravidezes e as doenças sexualmente transmissíveis não acontecem só pela falta de informação acerca dos métodos contraceptivos mas sim também pela falta de informação sobre as consequências que poderão surgir se não os usarmos, e mais uma vez compete à escola informar os alunos de tudo o que poderá suceder se não tiverem em conta  práticas de contracepção.

Mais do que a educação sexual por parte dos professores, já há escolas que possuem um gabinete de sexualidade e que é muito mais vantajoso para aqueles que sentirem vergonha de tirar certas dúvidas com um professor, pois no gabinete as perguntas podem ser feitas em anonimato: aqui está um bom método de evitar falta de informação.

Contudo, é também muito importante falar sobre a sexualidade com os pais, pois nas escolas é possível tirar dúvidas e informarmo-nos acerca do tema, mas, se quisermos iniciar a nossa vida sexual, é necessário uma consulta de planeamento familiar e aí compete aos pais levarem os filhos ao médico de família para que este nos possa indicar o método contraceptivo mais adequado, assim como esclarecer-nos sobre todos os aspectos relacionados com ele.

Assim, é muito importante a educação sexual ser abordada quer pela escola quer pelos pais, mas a escola tem um papel fundamental para evitar que muitos alunos cometam erros.

Joana Pinto, 11ºB

Imagens: daqui, daqui, daqui, daqui e daqui


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NOTA: A sessão do Projecto Boomerang está integrada no plano de actividades do PESS (Projecto de Educação para a Saúde e Sexualidade da ES Daniel Sampaio)

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O PESS (Projecto da Educação para a Saúde e Sexualidade) fará no dia 3 de Novembro, a sua apresentação pública na ESDS com a presença do Professor Daniel Sampaio e outros convidados.

(Aceda ao folheto com a informação detalhada aqui.)

Entretanto, com o intuito de promover hábitos alimentares mais saudáveis, o PESS sugere aos leitores que assinem a Petição para inscrição da Dieta Mediterrânica na Lista Representativa do Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO, clicando  aqui.

Coordenadora do PESS: Profª Isabel Pereira

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Através da disciplina de Educação Física, podemos perceber um conjunto de aspectos que estão interligados não só com o Desporto como também com a nossa vida em geral. Deixo-vos excertos de respostas que alguns alunos da nossa Escola, neste ano lectivo, deram num dos testes da disciplina.

Será a Educação Física só para alguns alunos?

Entre os muitos benefícios que a educação física possibilita para a nossa saúde, o nosso organismo fica mais forte, mais saudável e resistente. È também importante no factor social porque promove o espírito de equipa, a competitividade saudável, a socialização com novas pessoas, etc.” “ É importante que na educação física, o professor adapte os métodos de ensino e aprendizagem aos vários tipos de alunos.

Catarina Neves, 10º F

A Educação Física é para todos, federados e não federados. Todos devem ter esse mesmo direito. O professor e a disciplina devem conseguir acompanhar o nível de todos.

Ana Carrilho, 10º E

A Educação Física deve ser de todos e para todos pois fazer  exercício físico torna uma pessoa saudável tanto fisicamente como psicologicamente, evitando problemas de saúde como a obesidade, é igualmente bom a nivel social porque ao se praticar desportos colectivos, por exemplo, conhecem-se novas pessoas e descontrai-se do stress do dia a dia.

Na Escola, é também um factor positivo poder-se praticar Educação Física, promovendo o gosto pelo desporto e ajudando a melhorar os resultados escolares de quem gosta de praticar desporto.

Ana Ribeiro, 10º E

Qual a vantagem de se trabalhar por grupos de nível semelhante numa aula de Ed. Física?

Os grupos ficam mais equilibrados, podemo-nos ajudar uns aos outros e corrigindo os nossos erros de uma forma mais colectiva.

Maria Gomes, 8º B

Podemos trabalhar ao nosso ritmo e com o mesmo nível de dificuldade dos outros melmbros do grupo. Os grupos trabalham de acordo com níveis e objectivos que são adpatados ao nível dos próprios alunos.

Sara Gomes, 8º A

Cada modalidade tem as suas exigências e não temos que ser bons em tudo. Os níveis de avaliação permitem respeitar esta diferença entre alunos.

Catarina Serrano, 8º A

O facto de o professor conseguir arranjar esta forma de avaliar, permite acompanhar de forma mais fiel as dificuldades e os níveis dos alunos.

Joana Guimarães, 8ºB

Um dos grandes objectivos da disciplina de Educação Física é fazer justiça perante todos os alunos, explicando-lhes as vantagens de se conseguir ter uma vida saudável dentro e fora da escola. È importante perceber e fazer perceber aos outros, esta mesma mensagem.

Parabéns às respostas!

Prof. Paulo Robles

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Com o novo ano, damos início a uma nova rubrica: o João Cristo propôe-se a escrever sobre outros temas desportivos que não o futebol, visto que este já inunda os media de uma forma quotidiana e massiva.

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O termo doping tem origem na palavra doop que se referia a um sumo viscoso obtido do ópio que já era utilizado no tempo dos gregos. Já desde o sec. III a.C.  que os gregos usavam cogumelos alucinogénicos para aumentar o rendimento do atleta. Os atletas romanos também tomavam estimulantes, muitos usavam a cafeína, álcool, ópio e outras substâncias.

Hoje em dia, o termo doping, em português dopagem, é o uso de qualquer substância proibida pela regulamentação desportiva com a finalidade de promover o aumento ilícito do rendimento do atleta.

Com o avanço da ciência, existem técnicas muito sofisticadas e dispendiosas na detecção das substâncias dopantes, paralelamente, novos métodos e novas substâncias  surgem, o que torna muitas vezes indetectável, no momento, o seu uso. É como se fosse um jogo do gato e do rato: existe um constante  aperfeiçoamento técnico para a detecção do doping, mas, por outro lado, continua também a busca de substâncias e métodos não detectáveis pela ciência actual.

Longe vão os tempos em que os atletas entravam numa prova desportiva pelo prazer de competir. É claro que também ambicionavam a vitória, mas era pelo prazer puro da prática desportiva. São os valores da prática pura pelo prazer da actividade física, sem distorcer a verdade desportiva que a nossa sociedade está empenhada em promover, daí o apertado controlo anti-doping que se verifica nas provas de maior interesse nacional e internacional.

Os praticantes de desporto de alta competição sentem-se muitas vezes pressionados para obterem melhores resultados nas provas, recorrendo assim a certos medicamentos com substâncias que aumentam a força física, a massa muscular que diminuem os estados de fadiga provocados pelo dispêndio de energia. Também o desporto se tornou para muitos atletas uma profissão, caso do ciclismo, do futebol, do basquetebol, entre outros e assim, com a pressão de não perderem as oportunidades e obterem a melhor prestação desportiva, estes atletas recorrem desta forma às substâncias a fim de manterem os seus interesses profissionais.

Devemos combater o doping porque contradiz totalmente a finalidade do desporto. O desporto contribui para o bem estar físico, mental e social do ser humano e fomenta uma melhor cidadania e aperfeiçoamento das sociedades. Ao utilizar o doping para atingir os resultados, o ser humano está a enganar-se a si próprio e as suas capacidade e potencialidades naturais.

João Cristo, 10ºB

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A nossa Escola comemora mais um Dia da Escola, no próximo dia 4 de Maio, com diversas actividades, como constam do programa que a seguir se publica.

O Dia da Escola é um dia de afirmação da nossa identidade, mas também de abertura à comunidade. Convidamos assim toda a comunidade educativa a juntar-se a nós.

Profªs. Eulália Alexandre, Laila Ribeiro, Fátima Campos e Luísa Santos

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