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Archive for Setembro, 2010



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A Ciberescola é o mais recente projecto do Ciberdúvidas, para ensinar Português aos alunos de todos os níveis de ensino, mas também àqueles que o estudam como segunda Língua. O portal é totalmente gratuito e começa a funcionar esta terça-feira.

Um professor de Português virtual, a qualquer hora, e à distância de um clique. É este o conceito da Ciberescola, um portal que inclui exercícios interactivos para os alunos dos vários níveis de ensino – do 1.º ao 12.º ano.

O serviço é totalmente gratuito e não é necessário fazer o download de qualquer ferramenta informática. Para o usar, só é preciso um computador com internet e um registo, que pede apenas um endereço de e-mail e uma palavra-passe.

Depois, é só começar a fazer as diferentes fichas com exercícios que cumprem os programas de Português em vigor.

«O servidor atribui uma pontuação às respostas, corrige os erros e faz um arquivo dos resultados», explicou ao SOL a coordenadora do Ciberdúvidas, Ana Martins.

Mas os falantes de Português não são o único público-alvo deste site. «Temos uma vertente de Português como Língua Não Materna, que se dirige, por exemplo, a alunos em Erasmus ou a comunidades de imigrantes», lembra Ana Martins, garantido que os temas escolhidos foram «os mais neutros» para chegar ao maior número possível de idades e níveis culturais.

Outro dos alvos da Ciberescola serão os professores. «É através deles que queremos chegar aos alunos».

No portal, os docentes poderão encontrar fichas e exercícios completamente originais, para serem usados nas aulas em computadores ou em quadros interactivos.

O projecto é uma iniciativa do Ciberdúvidas, mas o Ministério da Educação já está em negociações para adquirir os direitos desta aplicação. «Quando as negociações estiverem concluídas, a Ciberescola vai estar, por exemplo, no Portal das Escolas», esclarece Ana Martins.

por Margarida Davim, in Sol, 27 de Setembro de 2010

(com alguns sublinhados da edição do Bibli)

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Para quem gosta de arte gráficas em geral e ilustração em particular, um blog absolutamente a não perder!

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A Mudança

Mudar de escola é difícil, porém existem vantagens e desvantagens. Os amigos são para sempre, mas devido à falta de comunicação vão-se esquecendo uns e outros. Por aqui vemos que existem sempre dois lados nas coisas.

Às vezes, a mudança de escola significa para melhor, pois existem escolas que estão pouco modernizadas. Mudar de escola é um recomeço: novos amigos, novos professores, novas salas e muitas outras coisas. Porém, ao mudar de escola ficamos tristes, pois as pessoas com quem falávamos, brincávamos todos os dias, na escola anterior, irão desaparecer.

As escolas podem ser diferentes, mas uma coisa todas têm em comum, a amizade.

João Santos,  7ºA

Vantagens e desvantagens em mudar de escola

As vantagens em mudar de escola são as seguintes: fazer novos amigos, ter novos professores, conhecermos uma nova escola e sermos mais independentes.

Para mim, uma das grandes vantagens é estar perto de casa, assim chego mais cedo e tenho tempo para fazer outras coisas de que gosto.

As desvantagens são estas: termos de perder tudo o que tínhamos na outra escola, como os amigos e os professores que conhecíamos e com quem estávamos habituados a conviver diariamente. Quando entramos numa nova escola, sentimo-nos como uns intrusos, pois a nova escola é um lugar desconhecido.

Para mim, a maior desvantagem desta mudança foi ter de me separar das minhas melhores amigas, que eram muito especiais para mim. Todos os dias sinto falta delas…

Mas as mudanças fazem parte da nossa vida e temos de aprender a viver com elas.

Ana Rita Gonçalves, 7ºA

Uma Mudança Radical

As vantagens e desvantagens em mudar de escola são as seguintes: conhecer pessoas novas; mudar de ambiente; conhecer uma escola melhor ou pior, neste caso, é melhor.

No meu caso, mudei de tipo de escola, pois antes andava num colégio. Como vinha para uma escola pública todos diziam que ia notar uma grande diferença, mas ainda não a notei.

As desvantagens, para mim, são outros aspectos: não ter muito tempo para os amigos da escola antiga; perder professores que achava muito bons e também correr o risco de não fazer amigos. Mas estou disposta a correr esse risco.

Assim, chego à conclusão de que as vantagens são mais que as desvantagens e de que tenho, afinal, que aprender a viver com as desvantagens.

Francisca Côrte-Real,  7ºA

Textos enviados pela Profª  Dulce Sousa

Imagens retiradas daqui, daqui e… daqui

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A fibra óptica foi descoberta inicialmente por Narinder Singh Kapany, um físico indiano, e consiste num fino tubo de vidro de característica flexível e comprido de diâmetro variável, consoante o fim que se pretende, podendo ir desde  poucos micrómetros até vários milímetros.

A sua estrutura divide-se entre parte interna, da qual faz parte o núcleo (vidro enriquecido com fósforo ou germânio que actua como um semicondutor), e parte externa, constituída pelo revestimento (ou interface), feito à base de vidro muito puro e de índice de refracção inferior ao do material do núcleo.

Como funciona? A luz entra no núcleo por uma  das extremidades da fibra, propagando-se até à outra extremidade devido a sucessivas reflexões internas totais nas superfícies de separação entre o núcleo e o revestimento, de modo a que os ângulos de incidência do que se esteja a transmitir sejam superiores aos ângulos críticos do material utilizado.

Pode ser utilizada nas mais variadas áreas, como por exemplo a medicina (endoscopias), na engenharia mecânica (inspecções), mas sobretudo no ramo das telecomunicações (TV, internet, telefone), pois, ao não sofrer interferência electromagnética,  as comunicações tornam-se mais nítidas, além disso é menor e mais leve quando equiparado com o cobre; porém tem também algumas desvantagens, como o (ainda) elevado custo de compra e manutenção.

Rogério Matos, 12º A

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Durante as férias de Verão, perguntámos aos nossos leitores na nossa Sondagem do Mês, qual a obra de Saramago que consideravam mais marcante. Das várias opções apresentadas e da possibilidade de indicar outras, surgiram à cabeça, com um empate de 26%, Memorial do Convento e Ensaio sobre a Cegueira, logo seguidos de outro empate, com 13% dos votos cada, Evangelho Segundo Jesus Cristo, O Ano da Morte de Ricardo Reis e Caim. Um último empate resultou ainda de 4,5% (9% no total) dos leitores ter atribuído essa distinção ora a Jangada de Pedra ora a As Intermitências da Morte.

Como nota inicial, é de salientar que nenhuma das obras apagou por completo as outras e que provavelmente, apesar de alguns romances, por uma razão ou por outra se terem tornado mais emblemáticos, os leitores têm as suas preferências muito diversificadas. Não é de todo surpreendente que Memorial do Convento tenha ficado, ainda que ex aequo, em primeiro lugar. Tal como não é por acaso que o epitáfio que escolheram para o autor seja um excerto do último parágrafo dessa obra (Mas não subiu às estrelas se à terra pertencia). Desde que foi publicado em 1982, o “Memorial” tem vindo a tornar-se um “clássico” mundial da nossa literatura, ganhando honras de obra de leitura integral no 12º Ano e fazendo do Convento de Mafra um local de peregrinação internacional no roteiro saramaguiano.

Infelizmente, Saramago já não é o único autor vivo a ser estudado no Ensino Secundário e os alunos do 12º Ano, que em plena época de exames, se deram conta disso, comentam com emoção a notícia da sua morte no seu blog do Público Nota Final.

Talvez por ter sido adaptado ao cinema, Ensaio sobre a Cegueira ganha um destaque idêntico. Escrito muito mais tarde (1995), impressionou já outra geração de leitores e ganhou uma dimensão de metáfora universal da miséria e crueldade humanas. Esta obra foi já tema de um post aqui no Bibli, da autoria de Joana Lopes, na rubrica Livro da Minha Vida, contando com 1240 visitas e diversos comentários, que atestam a sua popularidade.

Evangelho Segundo Jesus Cristo e Caim, pelas polémicas religiosas (e até políticas) que na altura da sua publicação suscitaram, foram também para alguns as obras mais marcantes, tendo sido curioso que  este derradeiro livro  de José Saramago revisite um dos  seus temas recorrentes: Deus e a Bíblia.

O Ano da Morte de Ricardo Reis é referido por muitos como a sua obra prima, particularmente por outros escritores e personalidades mais associados à literatura – a sua relação especial com o universo de Fernando Pessoa e com  a cidade de Lisboa, constiturão talvez uma das marcas da identidade literária, portuguesa e lisboeta do seu autor.

Ainda referidos por alguns leitores-votantes, Jangada de Pedra (também adaptada ao cinema, embora com menos mediatismo que Ensaio sobre a Cegueira) remete-nos para outra faceta do ideário de Saramago – o iberismo – sendo As Intermitências da Morte mais uma das suas fábulas, com raiz numa ideia inicial: “e se”…um dia ninguém morresse?

Mas porque esta sondagem apenas serviu de pretexto para lembrarmos o que ficou do homem  que partiu – os livros que escreveu – recomendamos aos nossos leitores que visitem a infografia publicada pelo jornal Sol, que permite uma rápida e fácil consulta interactiva de toda a sua bibliografia, quer por datas, quer por géneros literários.

Sugerimos ainda a leitura do caderno P2 do Público, Saramago, de 26 de Junho de 2010 (que pode ser acedido aqui), com imensos depoimentos e artigos de muitas personalidades nacionais e internacionais que com ele lidaram de perto ou que simplesmente o leram e quiseram deixar testemunho sobre o homem e a obra.

Finalmente, no limiar de um novo ano lectivo, gostaríamos de desejar que os alunos que iniciem a leitura de Saramago com o Memorial do Convento, venham também a apreciá-lo e que encontrem na sua escrita algumas das razões porque a tanta gente deixou saudades.

Fontes:

Sol, Público, Fundação Saramago e Outros Cadernos de Saramago

Nota: grande parte dos títulos da obra de José Saramago encontra-se disponível para requisição na nossa biblioteca

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O Ler+Ciência é uma iniciativa conjunta do Plano Nacional de Leitura, da Fundação Calouste Gulbenkian e da Ciência Viva, que procura estimular a leitura de obras científicas (e de ficção científica) entre as crianças e os jovens.

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Após a interrupção do Verão, as Fitas retomam com notícias das estreias que marcaram o período quente. Começo por referir filmes que agradam a todas as faixas etárias  como Shrek- Para sempre de Mike Mitchell, e o que considero  o melhor filme desta estação o mundo encantador  e emocionante de Toy Story 3 de Lee Unkrich, último filme da famosa trilogia da Pixar,  complementado pela curta  Day & Night de Teddy Wewton. Destaque  merecido para  o excelente filme policial/suspense O escritor fantasma do polémico e genial Roman Polanski que, com mérito, ganhou o Urso de Ouro de Melhor Realizador no Festival de Berlim  2010.

Assistiu-se a estreias de  filmes  fascinantes, realizados fora do circuito de Hollywood, como  Vão-me buscar alecrim dos irmãos Benny e Josh Safdie, um comovente filme  autobiográfico sobre a infância que representa uma homenagem dos realizadores ao pai de ambos e que já tinha arrecadado o Grande Prémio no Indielisboa 2010;  a obra peruana vencedora do Festival de Berlim 2009 A Teta assustada de Claudia Llosa, que relata a forma como o medo pode aniquilar a alma  ; do Uruguai, o Prémio da Crítica do Festival de Cannes 2004 Whisky de Juan Pablo Rebella e Pablo Stoll sobre o quotidiano banal e,  do novo cinema norueguês, Águas Agitadas de Erik Poppe, um discreto e melancólico drama sobre o direito  que todos têm à regeneração humana e social,  convertendo em Bem todo o Mal.

O Verão  também ficou marcado pelo que é considerado o filme do ano: a ficção científica A origem de Christopher Nolan, com um enredo intrigante que prende o  espectador.

Para os apreciadores de argumentos de espionagem, estrearam-se O Caso Farewell de Christian Carion, uma ficção baseada num dos mais importantes casos de espionagem  do período da Guerra Fria e Salt de Phillip Noyce. O Barão Vermelho de Nikolai Mullerschon,   baseado na vida de Manfred von Richthofenn, admirado piloto alemão da 1ª Guerra Mundial, deve agradar aos que gostam de biografias.

Para um público mais restrito, os filmes  perturbantes Canino de Giorgos  Lanthimos e  Meu filho, olha o que fizeste de Werner Herzog,  este último baseado num caso verídico que descreve  a insanidade crescente de um indivíduo.

O género terror esteve representado por Saw VI – Jogos Mortais de Kevin Greutert e o mundo fantástico e  mágico  pela nova  versão  do filme Fantasia, produzida pela  Walt Disney Pictures,  Aprendiz de feiticeiro de Jon Turteltaub.

Surgiram também adaptações  como Presente de morte de Richard Kelly, baseado num episódio da emblemática série televisiva A Quinta Dimensão, Soldados da Fortuna de Joe Carnahan  e  Lucky Luke de James Huth.

Sendo o Verão uma época propícia  a comédias românticas, Jennifer Aniston não podia falhar em Como gerir o amor de Stephen Belbert, que se pode  juntar a outras produções vulgares como  É muito rock, meu de Nicholas Stoller, Miúdos e Graúdos de Dennis Dugan, com o habitual Adam Sandler, Beijos & Balas de Robert Luketic, Cartas para Julieta de Gary Winick  e a  espanhola A estrada de Santiago de Robert Santiago.

Os filmes de acção também estiveram presentes com Dia e Noite de James Mangold,  Golpe de artistas de Peter, O último Airbender 3D de M. Night Shymalan e Os Mercenários de Silvester Stallone .

A cinematografia francesa, como é habitual,  marcou presença com os documentários A Dança de  Fredéric Wiseman sobre a conceituada Companhia de Bailado da Ópera de Paris e Iréne de Alain Cavalier, a partir do drama causado pela morte da mulher, a actriz Irene Tunc  e com  as comédias  Casamento a três de Jacques Doillon  e  Louise-Michel de Benoît Delepine e Gustave de Kervern, produção de 2008, com um argumento interessante.

Quanto a filmes nacionais, contámos com Contraluz de Fernando Fragata, O inimigo sem rosto de José Farinha, baseado no livro da magistrada Maria José Morgado e do jornalista José Vegar sobre a corrupção em Portugal, e a produção animada Dama da Lapa, curta animação de Joana Toste vencedora de vários prémios.

Em Setembro começa a definir-se  o cenário para os Óscares 2011  nos importantes Festivais de Toronto, San Sebastian, Nova Iorque e Veneza.

A 67ª edição do  Festival de Cinema de Veneza, que  decorre de 1 a 11   de Setembro, apresenta a estreia mundial de 79 obras. Portugal está presente com a curta-metragem de Manoel de Oliveira, Painéis de São Vicente,Visão Poética e a primeira longa-metragem de João Nicolau A Espada e a Rosa.

Ainda sem a projecção dos festivais mencionados vai decorrer a 2ª edição do Douro Filme Harvest de 5 a 11 que alia a 7ª Arte  à gastronomia para promover a belíssima região duriense. Neste evento,  a actriz italiana Sophia Loren será homenageada.

No âmbito das comemorações do Centenário da Implantação da República a Cinemateca vai apresentar, nos meses de Setembro e Outubro, documentários e filmes relacionados com o tema.

Profª. Luísa Oliveira


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Seria evidentemente o tema da época, se não fosse, aliás, uma época em sim mesma – a rentrée, o regresso; seja ao trabalho em geral, seja ao futebol, seja ao debate político, seja, como é o caso que mais nos interessa, a um novo ano lectivo.

Tal como em todas as rentrées, discutem-se as condições em que este se processa: professores (não) colocados, novas regras, velhas regras, as despesas das famílias com os manuais escolares, enfim, já sem tanto caos ou foguetório de outros tempos mas ainda com direito a polémicas.

Faz então todo o sentido que lancemos, no advento de um novo ano lectivo, a pergunta aos nossos leitores: que factor(es) pensa que pode(m) contribuir para um melhor ano lectivo?

É evidente que a questão é mais profunda  – o que é afinal um melhor ano lectivo? Melhores classificações dos alunos? Maior grau de satisfação de todos os agentes de uma escola? Deixemos então aos nossos leitores essa interpretação, pois mais profundidade não cabe nos modestos propósitos desta sondagem, cujo único objectivo é suscitar alguma reflexão e interactividade por parte dos leitores.

E, já que estamos em maré de reflexões,  aqui fica uma,  a título mais pessoal , a propósito dos manuais escolares: Qual o seu papel no apoio à leccionação (pois ainda é muito disso – “papel” – que se trata) num mundo com tantas fontes de informação, em suportes tão diversificados?  Como os escolheremos para  os próximos 6 anos – seremos realmente capazes de adivinhar quão úteis ou obsoletos poderão ser até essa altura? (basta lembrar o mundo há seis anos atrás…) Não estarão demasiado sobrevalorizados nesta Sociedade da Informação? Não será antes função formativa dos professores o de ajudarem os alunos a serem críticos e selectivos no contacto com a imensa pluralidade informativa que os rodeia, quer queiramos ou não?

Mas, para celebrar mais uma rentrée, com ou sem nostalgia, aqui fica também uma galeria da memória das nossas, dos nossos pais ou dos nossos avós,  cartilhas e livros de leitura da escola primária.

Fernando Rebelo

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Fonte das imagens: Santa Nostalgia

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