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Desde o ano letivo de 2012-13 que a BE tem promovido em colaboração com o grupo de Português a realização de um Portefólio de Leitura no Ensino Básico, cujos objetivos seriam dar forma a um projeto individual de leitura dos alunos, integrando quer as leituras curriculares, quer as escolhas dos alunos.

Apesar de não se ter conseguido generalizar esta prática, a prof. Rosa Silva tem sido admiravelmente perseverante, acreditando nas potencialidades deste projeto e apresentando resultados que temos vindo a publicar todos os  anos.

Desta vez, a seleção dos 3 melhores portefólios entre os seus alunos premiou os Portefólios da Sara Boisseau, do Bruno David e da Inês Martins, do 9ºC, cujos portefólios a seguir publicamos, quer em excertos, quer na sua integralidade.

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Sara Boisseau, Bruno David e Inês Martins com os livros que premiaram o seu trabalho

O meu perfil de leitor

Eu sou uma pessoa aberta a novas experiências e estou sempre pronta para novos desafios. Considero-me uma apaixonada pela leitura.

Os livros são os nossos segundos pais. Ajudam-nos a crescer e dão-nos ferramentas para podermos orientar a nossa vida, presente e futura. Ao ler, formamos uma ideia própria e madura acerca de variadíssimos assuntos. Lendo, falamos e escrevemos melhor e mais rapidamente, com um vocabulário muito mais rico do que aquele que não possui essa prática. Ler enriquece os nossos sonhos, permite-nos ver a imensidão da nossa ignorância, transporta-nos a mundos desconhecidos. Ler educa a mente, a memória e a imaginação. Em suma, ler é receber muito em troca de quase nada.

Sara Boisseau

O Livro da Minha Vida

No fim, tu morres. No fim do livro, tu morres. Assim mesmo, como se morre nos romances: sem aviso, sem razão, a benefício apenas da história que se quis contar. Assim, tu morres e eu conto. E ficamos de contas saldadas.

Ainda não encontrei o livro da minha vida, por isso, continuo a procurá-lo. Sou muito jovem ainda e tenho um longo caminho a percorrer. De todos os livros que já li, o que mais me marcou foi, sem sombra de dúvida, “No teu deserto”, de Miguel Sousa Tavares.

Este “quase romance” relata uma viagem realizada pelo narrador ao deserto do Sahara, fazendo-se acompanhar do seu jipe e de Cláudia, uma jovem que conhecera poucos dias antes da partida.

9789897243097O narrador descreve todas as paisagens e transmite todas as suas sensações ao longo desta maravilhosa aventura. Este livro parece uma carta dedicada a Cláudia, na qual o narrador lhe agradece, por todos os bons momentos que passaram juntos. No entanto, lamenta o facto de esta ter falecido sem ter a oportunidade de ler esta carta. Isto remete-nos para um certo arrependimento por parte do narrador, por não ter dito a Cláudia tudo aquilo que gostaria de lhe ter dito.

Esta foi uma obra que me cativou pois apela ao facto de as pessoas darem mais importância a coisas banais, como os bens materiais, e pouca importância ao que realmente importa, como as pessoas que nos rodeiam. Esta obra motiva-nos a dar mais atenção às pessoas que nos fazem felizes. Se essa devida atenção não for dada agora, quando será? Amanhã? E se amanhã for tarde de mais? Ficam abraços por dar, histórias por contar, alegrias por partilhar e, neste caso, palavras por dizer. É um livro magnífico, que me emocionou. Graças a ele, hoje, dou mais valor a todos os momentos que passo com as pessoas com quem me relaciono, tendo consciência de que qualquer momento poderá ser o último.

Sara Boisseau

Duas sugestões de leitura

Os dois livros que eu sugiro, que não os do contrato de leitura, são “A culpa é das estrelas”, de John Green, e “Pai-nosso”, de Clara Ferreira Alves.

Sugiro estas duas leituras porque, no caso de “A culpa é das estrelas”, é uma história que explora, de maneira brilhante, a aventura divertida, empolgante e simultaneamente trágica que é estar-se vivo e apaixonado.

No caso de “Pai-nosso”, porque, neste livro, se testemunham os conflitos religiosos, com maior incidência no Médio Oriente, que assolam o mundo há mais de vinte anos, e como se cruzaram os projetos religiosos dos diferentes países. Esta é uma história que retrata uma realidade com a qual não contactamos, e que nos sensibiliza, ao tomarmos consciência da sua existência. A mim, por exemplo, toca-me particularmente aquilo que está a acontecer, atualmente, com os refugiados da Síria e o quanto deve ser difícil saírem do seu país sem saberem o destino final.

Inês Martins

Sobre as obras de Leitura Obrigatória do 9.º Ano

No nono ano, tivemos de estudar, obrigatoriamente, três obras. Estas eram: “A Aia”, de Eça de Queirós; “Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente; “Os Lusíadas”, de Luís Vaz de Camões.

abiEu gostei, especialmente, do “Auto da Barca do Inferno” e assumo que “não foi amor à primeira vista”, uma vez que já tinha ouvido várias opiniões acerca desta obra, e estas não foram as melhores. Não gostei, no princípio, também pelo facto de a obra conter muitos arcaísmos, ser de difícil compreensão e ser uma obra muito antiga. Sinceramente, tive várias dificuldades, sobretudo, ao nível da interpretação. Mas, com o decorrer do estudo da mesma, apercebi-me de que o texto era cómico, sendo que superei, a meu ver, as minhas dificuldades.

Em relação à minha opinião acerca da obra, acho que é bastante atrevida para a época, dado que cada personagem, a meu ver, representa a classe social a que pertence, na perfeição. O uso de objetos enriqueceu a peça, pois estes representam os pecados cometidos em vida. Também é interessante o facto de Gil Vicente “quebrar o gelo” com tipos de cómico, e o facto de nem todas as personagens irem para o Inferno. Gosto, principalmente, das situações em que as personagens de classes sociais mais elevadas, pensam que deviam ir para o Paraíso, uma vez que pertenciam a estas mesmas classes. Na minha opinião, o facto de a peça ser feita em verso rimado, torna-a bastante interessante, dado que se torna mais melodiosa. Em suma, acho esta peça excelente, pois a meu ver, permanece atual, é cómica e representa a sociedade na perfeição.

Bruno David

Balanço das leituras feitas

No meu entender, evoluí mais dos onze aos catorze anos do que em todos os anos anteriores, desde que comecei a ler. Devido à minha evolução na leitura, melhorei o meu vocabulário, a compreensão escrita e a capacidade interpretativa e criativa. Tenho avançado também no grau de dificuldade da minha leitura. Isto deve-se não só à minha leitura regular, como também ao meu cuidado na seleção de livros. Essa seleção tem sido apoiada no Plano Nacional de Leitura. As bibliotecas das escolas por onde tenho passado estão recheadas de bonitas obras para todas as idades e gostos.

Foi aí que eu encontrei a maior parte dos livros que li, os quais, alguns deles, apresento neste portefólio. Isto, para dizer que, para ler, basta ter vontade. A leitura é acessível a todos. Basta procurá-la. Vivam os livros e parabéns aos seus escritores, e já agora, também para nós, leitores!

Sara Boisseau

 

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ler pr'a ti

Ao longo da Quinzena, teve lugar a atividade “Ler (pr’a ti)… é um prazer”. Alunos de 5 turmas (7ºD, 8ºA, 8ºD, 11ºC e 11ºG) “invadiram” as aulas uns dos outros com as suas leituras, com a colaboração das professoras Natália Marques, Dulce Sousa, Ana Noválio  e Ana Fernandes.

A seleção foi muito variada: tivemos excertos de “A rapariga que roubava livros”, “Espanta pardais”, dramatização de algumas cenas de “As Três Cidras do Amor”, leitura de poemas, como “Cantiga de amigo”, de Natália Correia, ou “Aprender a estudar”, de Ary dos Santos. Tivemos ainda textos lidos por alunos de diferentes origens na língua natal das suas famílias (castelhano, chinês, ucraniano..).

No final, o saldo foi muito positivo e ler para os outros acabou por ser de facto… um prazer.

Fernando Rebelo (PB-ESDS)

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PROGRAMA

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