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sonho 3ºCiclo.jpg

A minha biblioteca de sonho

É um sítio irreal

Nas nuvens eu a ponho

É por isso especial.

 

Sossego, luz, cultura

É o que não vai faltar,

Depois da imaginação pura

À Terra vou voltar.

 

E eis que encontro parecido

Um agradável lugar

Onde tudo faz sentido

E a sabedoria está no ar.

 

Simpatia e amabilidade

Eu consigo encontrar,

Pois esta é na verdade

A minha biblioteca escolar.

Madalena Vitorino, 9º C

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A Multiplicidade em Fernando Pessoa

fpA imagem que escolhi é da autoria do artista português Rui Pimentel. Representa, de uma forma curiosa, o autor Fernando Pessoa e o seu processo de fragmentação do “Eu”, que remete para a multiplicidade do poeta.

Esta gravura mostra o poeta em frente a um espelho que reflete três diferentes personalidades que constituem o seu “todo”, representando alguns dos heterónimos que assumiu.

O espelho, podendo assumir inúmeros significados, pode aqui ser encarado como um símbolo da verdade e sinceridade, um instrumento de contemplação, sendo possível atingir, o pensamento em si mesmo.

Tal como acontece no mito de Narciso1, também Pessoa se olha ao espelho com a finalidade de se conhecer. As várias reflexões surgem então como fragmentos do pensamento do poeta.

Através da sua poesia expressa o desejo que tem de conhecer o seu verdadeiro “Eu”, “Não sei quantas almas tenho/ Cada momento mudei./ Continuamente me estranho./ Nunca me vi nem achei.”2.

Esta necessidade de se conhecer leva-o a fragmentar-se em outros, que apesar da mesma aparência têm personalidades completamente distintas, “Atento ao que sou e vejo,/Torno-me eles e não eu./ Cada meu sonho ou desejo/ É do que nasce e não meu.”2.

Tal como representado na figura, neste processo de despersonalização destacaram-se Alberto Caeiro, poeta bucólico, antimetafísico e mestre dos outros – “Pensar é estar doente dos olhos”3, Ricardo Reis poeta clássico, e Álvaro Campos, poeta engenheiro, amante da ‘força da máquina’ – “Ah poder exprimir-me todo como um motor se exprime!”4 -, cuja vida acaba por tomar um rumo semelhante à do seu criador -“Não: Não quero nada/Já disse que não quero nada”5.

Perante a imagem conclui-se que o espelho funciona de certo modo como uma ferramenta que permite o autoconhecimento do próprio poeta e uma consequente expressão e materialização do seu pensamento.

Sara Cardoso, 12ºB

  1.  – Mito grego no qual um belo jovem se apaixona pelo seu reflexo e este acontecimento acaba por conduzir à sua morte.
  2.  – Não sei quantas almas tenho”, Fernando Pessoa
  3.  “O Mundo não se Fez para Pensarmos Nele”, Alberto Caeiro
  4.  – “Ode Triunfal”, Álvaro de Campos
  5. “Lisboa Revisitada”, Álvaro de Campos

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sonhos sec

Prémio

Uma “biblioteca de sonho” é, no mínimo, uma expressão estranha numa sociedade em que tudo o que é “de sonho” se afasta cada vez mais do livro. Mas, como diria Neil Gaiman, “um livro é um sonho que tu seguras nas tuas mãos”, e se calhar é mesmo isso que falta nesta sociedade, sonhar.

Se calhar é isso mesmo que nos falta, falta-nos os mundos, as personagens a ficção, falta-nos as lágrimas, o riso, o suspense, falta-nos descobrir o mundo sem sair do quarto, falta-nos viver mil vidas num virar de página.

E, se um só livro é tudo isto, então o que será uma biblioteca senão a porta para um novo mundo? Porque nunca uma biblioteca é “apenas uma biblioteca”, é, porém, uma nave espacial, que nos leva aos mais longínquos cantos do universo, ou uma máquina do tempo, que nos transporta do passado para o futuro num simples piscar de olhos, ou uma professora, que tem mais a ensinar que qualquer ser humano, ou uma amiga que te entretém e consola, quando mais ninguém o consegue fazer – mas, acima de tudo, um refúgio, para uma vida melhor e mais feliz.

É certo, então, que nunca uma “biblioteca de sonho” precisou de ser grande, bem decorada, ou ter livros mais eruditos, uma “biblioteca de sonho” não precisa mais do que um livro, daqueles que nos fazem sonhar, e apenas um leitor, de preferência, daqueles que ainda sabem sonhar.

Lara Alves, 12ºE

Menção Honrosa

A minha biblioteca de sonho teria a mesma função que as bibliotecas atuais: preservar o que de melhor há no mundo, os livros.

Esta minha biblioteca paradisíaca seria acessível a todos os que dela quisessem desfrutar, independentemente das idades. A sua estrutura seria de vidro e as poucas paredes deveriam ter cores vivas e alegres.

Para além das estantes mágicas com toda a variedade de livros, imagine-se a entrar numa sala deslumbrante, sobre um grande e retângular tapete vermelho, cujas portas cor de mel convidam o leitor a entrar. Experimente olhar à sua direita. Sentado nessa modesta cadeira pode observar Fernando Pessoa, que o espera para conversar. Entre e satisfaça a sua curiosidade. Saia e dirija-se a qualquer uma das outras centenas de portas nessa sala, pois, em cada uma delas, encontrará um grande escritor que anseia  dialogar consigo, respondendo a todas as suas inquietações.

A minha biblioteca de sonho daria vida aos livros, mas, principalmente, aos seus escritores, pois mais do que preservar os livros, é preservar a memória de quem os escreveu.

Sara Boisseau dos Santos, 11ºB

 

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cartaz mibe2

Durante o mês de outubro gostaríamos que descrevesses a tua biblioteca de sonho – informa-te na BE e ganha um prémio pela partilha do  sonho mais imaginativo.

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Espero que te possa confiar tudo a ti; o que, até agora nunca pude fazer a ninguém, e espero que venhas a ser um grande amparo para mim.

Anne Frank

Imagem1Anne Frank, uma pequena menina judia de 13 anos recebe no dia do seu aniversário, um pequeno diário.  Anne vai escrevê-lo frequentemente sob a forma de carta a uma amiga imaginária, a quem vai chamar “Kitty”. Nele, Anne desabafa sobre a sua vida e os seus pensamentos mais íntimos.

Às três horas da tarde, a família Frank recebe uma carta, a dizer que Margot, irmã de Anne, teria de ir para um campo de concentração na Alemanha. Otto, pai de Anne, decide abandonar as suas vidas antigas para não serem apanhados pela Gestapo (polícia nazi). Escondem-se num pequeno “apartamento”, onde Otto trabalhava. A esse “apartamento”, Anne chama “anexo” e aos seus habitantes de “mergulhadores”.

No “anexo”, não podiam fazer barulho, por causa dos operários que trabalhavam no rés-

Imagem3

o “Anexo”

do-chão. Ao ir para o “anexo”, a família Frank ficou privada de sair à rua  porque podia ser descoberta a qualquer altura. Como não podiam sair à rua, Miep uma operária que trabalhava para Otto, sacrificou-se a ajudar a família Frank trazendo comida e notícias “do mundo exterior”. Anne admirava muito Miep, chamando-a de “a nossa heroína”.

“Como refúgio, a casa de trás é ideal; ainda que seja húmida e esteja toda inclinada, estou segura de que em toda Amsterdão, e talvez em toda Holanda, não há outro refúgio tão confortável como o que temos instalado aqui.”

No início a família Frank não consegue habituar-se à sua nova vida de “mergulhador”.  Anne sente muitas dificuldades, mas aceita e consegue habituar-se a certas mudanças. Às nove horas da manhã, o anexo receberia mais três moradores, a família van Daans. Estes não conseguem habituar-se às suas novas vidas, queixando-se de tudo e  deixando Anne desconfortável.

“ A gente não tem ideia de como mudou até que a mudança já tenha acontecido.”

Como o “anexo” se encontrava no meio de Amesterdão, os bombardeamentos ingleses eram frequentes, deixando todos os “mergulhadores” receosos. Vivia-se um período de medo. Mais tarde, entra o oitavo “mergulhador, Dussel, um homem solitário com a mulher no estrangeiro. Este, como não tinha lugar para dormir, muda-se para o quarto de Anne. Anne não simpatiza com Dussel.

“Como se já não ouvisse bastante ‘psius’ durante o dia, porque estou fazendo barulho demais, meu caro companheiro de quarto teve a ideia de ficar fazendo ‘psius’ também à noite. De acordo com ele, eu não deveria nem me mexer. Eu me recuso a dar trela, e da próxima vez em que ele pedir silêncio vou devolver-lhe o ‘psiu’.”

A vida dos moradores não era nada fácil. Acordavam às 7:30, as mulheres preparavam as refeições enquanto os homens, trabalhavam nas suas “secretarias”. Anne passava a tarde a estudar e à noite escrevia no seu diário.

Vários meses se passam e os “mergulhadores” habituam-se à sua nova vida. Anne, por ser a mais nova de entre os moradores, normalmente recebia a culpa de tudo.

Às sete horas da tarde, Anne e os restantes “mergulhadores”, reúnem-se a ouvir a rádio, na emissora Orange. Ouvem que a Itália fascista tinha capitulado e que a derrota dos alemães estava próxima. Os moradores do anexo, ao ouvirem isso, começaram a ficar ansiosos pelo fim da guerra e por poderem voltar as suas antigas vidas.

Já é 1944, e a derrota dos Alemães, estava prevista para o inverno. Anne já tem quase 15 e começa a perder o receio dos “mergulhadores serem descobertos pelos alemães. Começa a aproximar-se de Peter, o único filho da família van Daans. Mais tarde, apaixona-se por Peter, chegando mesmo a beijá-lo. Peter já tinha dezoito anos e Anne nunca conseguiu pedi-lo em namoro, visto que tinha mais três anos do que ela.

imagem5

Mais uma vez, Anne e os mergulhadores reúnem-se à volta da rádio a ouvir as notícias. Ao meio dia, a rádio inglesa anunciou o «D-day». Anne percebeu logo que não tardava o colapso da Alemanha e que o fim da guerra estava próximo.

“Os horríveis alemães oprimiram-nos e ameaçam-nos tanto tempo, que só o pensar, agora, não se trata só dos judeus. Agora  trata-se da Holanda e de toda a Europa.”

«Um feixe de contradições», esta foi a frase que Anne começou a escrever para Kitty a 1 de agosto de 1944. Nesse dia Anne escreve um desabafo final sobre o que ela pensava do mundo. Desabafa uma última vez com “Kitty”. Estas foram as últimas palavras a serem escritas no seu diário:

“ (…) e continuo a procurar um meio para vir a ser aquela que gostava de ser, que era capaz de ser, se…sim, se não houvesse mais ninguém no Mundo. ”

Tua Anne M. Frank

A 4 de agosto, a policia «Grune Polizei» invade o “anexo”, prendendo todos os habitantes, levando-os para um campo de concentração na Alemanha. Em 1945, nove meses após a Imagem6sua deportação, Anne morre no campo de concentração de Bergen-Belsen. A sua irmã Margot tinha falecido também vítima de tifo e subnutrição dias antes de Anne. A sua morte aconteceu duas semanas antes do campo ser liberto. Dos oito “mergulhadores”, apenas o pai de Anne sobreviveu.

Na minha opinião, o tema retratado na obra (a vida de uma menina judaica presa num “anexo” durante a 2º guerra mundial) é interessante para o leitor, com poucas passagens desinteressantes. Após a morte de Anne, o leitor certamente sentirá compaixão e tristeza, visto que acompanhamos a sua vida no “anexo”. Recomendaria esta obra aos meus colegas, sendo esse o motivo pelo qual decidi escrever sobre ela.

Imagem7Os agentes alemães pilharam o “anexo”, levando fotografias, jornais, etc. Dois anos depois, Miep encontra numa pilha de jornais e papeis velhos, o diário de Anne. Alguns anos mais tarde Otto, pai de Anne, publica pela 1ª vez o livro da filha, com o nome de: “Como sobrevivi ao holocausto” . Miep morreu em 2010, com 101 anos de idade e ficou conhecida como a ajudante de Anne. Otto morreu em 1980, em Berna com cancro do pulmão. Ficou conhecido na história como pai de Anne  e passou a sua vida a divulgar os pensamentos da filha.

Atualmente o Diário de Anne Frank é um dos dez livros mais lidos em todo o mundo.

 

Jaime Espada , 7ºE

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Encontro-me perante um auditório repleto de homens, impressionante, como este se encontra cheio! mas há um problema… os homens não se aproveitam!

Isto suposto, quero hoje, à imitação de Santo António, voltar-me deste auditório para a terra e, já que os homens não se aproveitam, pregar aos gatos os louvores das suas virtudes e, em seguida, as repreensões dos seus vícios em geral e em particular.gatos

Começando pelos vossos louvores, irmãos gatos, bem vos pudera eu dizer que, entre as criaturas viventes e sensitivas, vós sois a mais independente, curiosa e inteligente de todas dos três elementos. Vindo pois, irmãos às vossas virtudes, que são as que só podem dar o verdadeiro louvor, é aquela subtileza com que vós fazeis as suas tarefas pela honra de vosso Criador e Senhor.

Descendo ao particular, de alguns somente farei menção. E o que tem o primeiro lugar entre todos é aquela santa gata Iuki a quem lhe foi proposto petiscar junto dos seus outros irmãos gatos, por ser fêmea e não ter capacidade para caçar o seu próprio alimento. Se Iuki não fosse uma gata independente, teria aceitado a proposta, mas preferiu manter a sua dignidade, uma vez que saberia que ia chegar o dia em que teria de enfrentar a vida sozinha. Assim, aprendeu aos poucos a ser uma gata feroz na caça do seu alimento, conseguindo sempre o que queria. Já os homens, muitas vezes não têm esta dádiva de pensar no futuro e no que é melhor para a sua vida, já para não falar da discriminação feita às mulheres e à falta de determinação e persistência para alcançar um objetivo.fourpackcoloredcats

Passando dos da força de vontade, quem haverá que não louve e admire muito a virtude tão celebrada por Califa que, ao ver qualquer objeto, quer logo perceber do que se trata e qual o seu fim, aprendendo assim através da sua curiosidade. Tomara a maioria dos homens ter esta qualidade, pois  permanecem na ignorância e não partem para a descoberta do mundo exterior.

Antes, porém, que vos vades, assim como ouvistes os vossos louvores, ouvi também agora as vossas repreensões. Descendo novamente ao particular, direi agora gatos, o que tenho contra alguns de vós, começando aqui pelo Yoshi, que só vem a casa quando tem fome, para receber mimos quando está carente ou para se abrigar do frio, no entanto, se nós quisermos a companhia dele simplesmente desaparece, tal como a maioria dos homens, que só agem por interesse.

Com esta única e última advertência vos despido, ou me despido de vós, meus gatos. E que vades consolados com um sermão, que não sei quando ouvireis outro.

Beatriz Oliveira, 11ºC

Imagens editadas daqui e daqui

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On December 6th of 2016 Catarina Cabral and João Pimenta, class 12th B and their colleagues, within teacher Lígia Luís’s English class and with the cooperation of teacher Lurdes Jesus, told a short story to the students of 7th grade. The story is called “Girls night out”, it is about two best friends who decided to sneak out one night to go to a club and something happened.

Most of the kids understood the story and seemed to enjoy it. At the end of the story, the story tellers and the teachers made them some questions about the story, and they even helped to make a suspect list! It was a good experience.

This is the story that was told:

Girls night out

Isobella and Chloe were two typical American teenage girls. After school they spent all of their time together, watching scary movies, having sleepovers, shopping for new clothes. They liked partying, keeping up with their friends, having fun and just enjoying life. They had no way of knowing the terrible fate that life had in store for them.

One night, Isobella and Chloe decided to have a girls night out. They planned to sneak out to a nightclub as soon as their parents went to sleep. Isobella kissed her parents goodnight and went upstairs to bed. When she thought that everyone had gone to sleep, she took out her cellphone, called her friend Chloe and told her to meet her at the store down the street. Chloe agreed and hung up.

Isobella quietly opened her bedroom window, trying not to wake anyone up. She stepped out onto the windowsill and climbed down the drainpipe. As she walked down the deserted street, she got a strange feeling that she was being watched. The hairs on the back of her picked up. She glanced behind her, but she was alone. When she came to the corner of the store there was nobody around, so she took out her cellphone and called Chloe.

“Ok, I’m at the store”, she said, “ Hurry up”.

“What’s wrong?” replied Chloe.

“I don’t know”, said Isobella, “This just doesn’t feel like other nights. Something’s not right. I´ve got a bad vibe.”

“Stop it. You´re just being paranoid”, Laughed Chloe. “I´ll be there in 2 minutes”.

Isobella hung up the phone, but she could not shake the feeling that someone or something was watching her.

Five minutes later, Chloe turned up and the two girls walked together to the nightclub. The girls were too young to get into the club, but the bouncers never asked for their ID. They strolled inside and pretty soon they were dancing to the music and flirting with guys on the dance floor.

Around 3 A.M., Isobella was chatting to a guy who must’ve been at least 10 years older than her. When suddenly she felt her phone vibrating in her pocket. It was a text message from her ex-boyfriend Anthony. She hadn’t heard from him since they broke up.

The message read: “COME OUTSIDE I´VE GOT A HUGE SURPRISE FOR U”

Curious she looked around and saw Chloe busy talking to some other man. She stepped outside…

She got yet another text message, and it read: “MEET U AROUND THE CORNER OVER BY THE DUMPSTER”

The street was dimly lit and deserted. Isobella had a bad feeling in the pit of her stomach. She told herself she was just being over-cautious.

Inside the club, Chloe was looking for her friend. But no signs of her.

Chloe got a text from Isobella:

“MEET ME OUTSIDE NOW HURRY”

As she got outside she got another text message: “I’M AROUND THE CORNER OVER BY THE DUMPSTER COME WATCH ME SPARKLE”

Chloe followed the directions, crossing the dark and lonely street. When she turned the corner, she was confronted by a horrific sight.

Isobella was hanging upside down in the parking lot. Sparkling Christmas tree lights were wrapped around her ankles. A pool of blood below her. Her body stripped of clothing, revealing deep wounds along her stomach and chest.

Chloe fell to the ground and screamed, people that were at the door of the nightclub heard and came to help.

When they turned the corner and saw Isobella’s bloody corpse hanging in front of them, they were horrified.

The police were called and they questioned Chloe for hours. Still in a state of hysteria, she could barely talk. Sobbing uncontrollably, she told them how she and Isobella had sneaked out that night and gone to the nightclub together. She tried to remember all of the guys that they had flirted with on the dancefloor. They asked her if she knew about anyone who would want to harm Isobella, but she couldn’t think of anyone. As much as she wanted to catch Isobella’s killer, she was no help to the investigation.

During the interrogation, one of the cops grabbed a plastic bag and took out a blood-stained envelope.

  “We found this in your friend’s throat. It’s addressed to you”, said the cop as he handed her the envelope.  

“Chloe” was written across the front. With trembling hands, she took out the piece of paper inside and read it.

The letter read: “Maybe if you stayed in bed like you were supposed to, things like this wouldn’t happen. Don’t go sneaking around at night. Bad things can happen.”

The cops had to grab her before she fainted. An ambulance took Cloe to the hospital and treated her for shock.

When Chloe returned home the next day, she was still shaken. Her parents told her that Isobella’s ex-boyfriend, Antony, had been arrested for the murder. He was later released after checking his alibi. He claimed his phone had been stolen on the day of the murder. The police didn’t rule him out as a suspect in the case, but they didn’t have enough to charge him.letter

Isobella’s murder remained unsolved. Nobody was ever brought to trial for the crime and as time went on, people began to forget about it.

Two years have passed and Chloe had almost managed to forget about the terrible night when her best friend had been savagely murdered.

One night, she called her boyfriend and asked him to meet her at the park. It was about 2 in the morning. She began to walk to the park, but felt a strange presence, just like the one Isobella had told her about, the night she was murdered. She was almost at the park when the feeling came across her, so she let it go. Her phone beeped. It was a text message from her boyfriend.  – “Almost there baby luv u lots”.

It made her feel much better. Her last task was to pass by the store, the park was on the other side. She began to walk but heard something behind her. Immediately she began to run. Her boyfriend got to the park and waited about 15 minutes. At 2:35 AM, he got a text from Chloe: -“Keep walking forward and u will see me”

He did as the text suggested and walked forward. There hanging upside-down from a tree, was the mutilate body of Chloe. Christmas lights were wrapped around her ankles and she was covered in blood.

He called the police and was interrogated all night. The next day, when Chloe’s boyfriend got home, there was a letter waiting for him on his parents’ doorstep. It was stained with small drops of blood. The note inside read: “Don’t go sneaking around at night. Bad things can happen.”

I wish I could tell you that the murders of Isobella and Chloe were solved, but that’s just not the case. Today, the police say the investigation is still ongoing, but they have no new leads.

The murders are rarely spoken about nowadays. They were high profile cases at the time, but due to the strange lack of evidence, people soon forgot about them. Everyone who was involved went on with their lives.

You may be wondering how I know so much about these cases. Well, I’d rather not go into it, considering it’s still an ongoing investigation. If you must know, I was the cop who was assigned to the case. I was the cop who handed Chloe the blood-stained letter. You may also be wondering why the murders were never solved. Well, like I always say: Don’t go sneaking around at night… Bad things can happen…

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