Feeds:
Artigos
Comentários

Posts Tagged ‘Natal’

Foi em 1943, em plena 2ª guerra mundial, que Hugh Martin e Ralph Blane compuseram uma canção para um filme protagonizado por Judy Garland (Meet me in St. Louis/Não há como a nossa casa).

Have yourself a merry little Christmas percorreu com êxito os 77 anos que já nos separam da sua criação mas, não obstante ser mundialmente conhecida, não sei se todos se aperceberam do modo como a mensagem que as palavras que a compõem se atualiza nestes outros tempos difíceis que estamos a viver: “Next year all our troubles will be out of sight” (no ano que vem, já todos os nossos problemas terão ficado para trás), “Faithful friends who are dear to us/Will be near to us once more” (Bons amigos, que nos são queridos/Estarão connosco outra vez). São palavras que ecoam um Natal triste, sem a presença dos entes queridos, mas são sobretudo palavras de outra geração que, estando igualmente a sofrer, nos transmite a esperança num melhor futuro.

Aqui fica então essa esperança e essa canção.

Bom Natal e Melhor Ano Novo

Fernando Rebelo

Read Full Post »

Através do traço da Maria e da Sofia, a Biblioteca Escolar deseja-vos Boas Festas!

Residência de artistas:

Mural de Natal construído pelas nossas duas artistas convidadas – alunas de 7 ano.

Mais um projeto artístico em parceria com a Professora Ana Guerreiro (E.V.)

Merry Christmas

Joyeux Noël

Feliz  Navidad

Read Full Post »

Read Full Post »

prelúdio3

Read Full Post »

Read Full Post »

ode aos natais esquecidos

Read Full Post »

natal-ary-dos-santos

Read Full Post »

Este slideshow necessita de JavaScript.

Read Full Post »

natal dmfazulresbatido

Read Full Post »

Até 17 de dezembro a nossa BE está em campanha de promoção natalícia destinada a todos os que a frequentam: alunos, professores e funcionários – levem dois livros à vossa escolha e entreguem só depois das férias!

(Esta campanha não inclui manuais e obras de consulta)

Este slideshow necessita de JavaScript.

 

Read Full Post »

dia de natal (2)

imagens editadas daqui e daqui

Read Full Post »

nascer

  • excerto retirado daqui
  • ler mais: SARAMAGO, José (1999) Deste Mundo e do Outro, Editorial Caminho – disponível na BE; localização: 821.134.3. SAR39
  • ilustração de Nancy Ekholm Burkert, daqui

Read Full Post »

Este slideshow necessita de JavaScript.

Read Full Post »

não digo do natal

Read Full Post »

clique para ampliar

siga o Martim & Telmo no Facebook

Read Full Post »

Desde há alguns anos foi implementado o projeto ECO ao nível de alguns Departamentos do ministério da Educação. Com este projeto, pretende-se promover uma utilização mais racional dos recursos materiais existentes tendo como parceiros as diferentes instituições escolares do nosso sistema educativo. Como experiência pioneira, tivemos um convite da DGRHE de forma a possibilitar às alunas do Curso profissional de Técnico de Apoio à Infância dar uma resposta alternativa à Árvore de Natal tradicional.

As alunas, orientadas pelas suas professoras, projetaram, executaram e montaram uma árvore, onde aplicaram ecologicamente o conceito modular da forma, através do revestimento a folhas de papel de jornal de caixas de sapatos vazias. As folhas de jornal foram pintadas por crianças das creches e jardins-de-infância onde as alunas estagiam e que posteriormente forraram as caixas. As caixas de sapatos forradas com papel de jornal pintadas por crianças foram então empilhadas em forma de uma Árvore de Natal na entrada da DGRHE, que foi enfeitada por pequenos brinquedos e peluches de forma a animar visualmente o conjunto.

Assim, de forma a rentabilizar a participação no projeto ECO, as alunas promoveram ainda uma campanha de doação de brinquedos, convidando os colaboradores deste  serviço do Ministério da Educação a deixar o seu contributo de forma a angariar alguns brinquedos a entregar posteriormente numa instituição que acolhe crianças carenciadas.

Alunas do Curso Profissional de Técnico de Apoio à Infância – 10º G, 11º F e 12º I

Texto: Soledade Estribio     fotos: Armanda Mendes

Este slideshow necessita de JavaScript.

Read Full Post »

Estamos diante de uma das maiores festas do mundo, em que nos reunimos com a família e compramos muitos presentes. No entanto, será que é este o real significado do Natal ou estamos a esquecer-nos do principal, a origem dessa festa? É que esta festa tem uma origem religiosa. Na igreja Cristã Ocidental, o Natal é comemorado no dia 25 e na Igreja Ortodoxa Oriental é comemorado no dia 6 de Janeiro.

Qual será então a história dessa data tão ansiada pelas crianças e por vezes nem tanto pelo bolso dos pais? Embora, originalmente, o Natal seja um feriado cristão, muitos não crentes também comemoram este evento. Actualmente, o Natal deixou de ter uma vertente religiosa e passou a ter uma vertente puramente comercial, perdendo a sua verdadeira essência. Para muitos, o Natal é sinônimo de compras. Mas quando na sua história,  ficou assim tão reduzido aos presentes? Isto parece-me ser mais uma ideia burguesa para aumentar as vendas. E de facto é-o.

Bem, o verdadeiro motivo para o comemorarmos é este: O Natal é o dia  do nascimento de Jesus, embora não possamos ter certezas sobre quando isso terá ocorrido. Segundo a Bíblia,  magos do Oriente estavam à procura daquele que seria o rei dos Judeus, porque tinham visto uma estrela no Oriente e iam adorá-Lo. Herodes (rei da Judéia, na época) ouviu-os e perguntou onde  iria este rei nascer, ao que eles responderam:  – Em Belém da Judéia; “Então, Herodes, chamando secretamente os magos, inquiriu-os directamente acerca do tempo em que a estrela lhes aparecera. E enviando-os a Belém, disse: Ide e perguntai diligentemente pelo menino e, quando o achardes, participai-mo, para que também eu vá e o adore.” (Mt. 2; 7-8) Acabaram de falar com o rei e seguiram viagem, mas perceberam que a estrela ia com eles,  acabando por encontar o lugar onde estava Jesus. “E, entrando  na casa, acharam o menino com Maria, sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, lhe ofertaram dádivas: ouro, incenso e mirra. E sendo por divina revelação avisados em sonhos para que não voltassem para junto de Herodes, partiram para sua terra por outro caminho.” (MT. 2; 11-12). Herodes, vendo que tinha sido enganado pelos reis magos, ficou furioso, mandou fazer um recenseamento, matando todas as crianças até os dois anos de idade, em Belém e suas províncias. Quando José ficou sabendo disso, a partir de uma revelação de um anjo, fugiu com a sua família para o Egito, até à morte do rei Herodes.

O Natal é comemorado no dia 25 porque, na Roma Antiga, era neste dia  que se celebrava “o início do Inverno”; presume-se então que haja alguma relação em entre esses dois factos. O dia 25 é festejado desde o século IV pela Igreja Ocidental e desde o V pela Igreja Oriental. A Igreja Ortodoxa comemora-o 13 dias depois dos cristãos ocidentais, por causa da diferença do Calendário Gregoriano. Geralmente, estes últimos respeitam 40 dias de jejum  e consideram este período como um tempo de reflexão.

A figura que hoje conhecemos como Pai Natal, não tem nada a ver com o verdadeiro Natal que  provém da  história de São Nicolau (séc. IV), que era bispo na Ásia Menor. Ele era conhecido por ser uma pessoa austera, generosa e que praticava o bem: ajudava os pobres, colocando sacos de moedas nas chaminés, sem ninguém saber. Ao contrário do que muitos pensam, não foi a Coca-Cola que lançou este look do Pai Natal, mas sim o cartoonista Thomas Nast, na revista Harper’s Weekly, no ano de 1886. É evidente que a Coca-Cola ajudou a difundir esta ideia, pois em 1931 lançou uma  campanha de publicidade com o Pai Natal, com as cores vermelha e branca, as mesmas cores do rótulo da sua bebida.

São Francisco de Assis, por seu turno, foi quem introduziu na tradição natalícia o presépio, com o intuito de tornar esta comemoração mais empolgante e dar-lhe mais vida.

Há muitas versões sobre a origem da Árvore de Natal: a mais aceite é a que envolve Martinho Lutero. Em um belo dia, Martinho estava voltando para casa e  olhando para o céu, maravilhou-se com a visão das estrelas, através de pinheiros que estavam em volta da estrada. Encantado com isto,  levou uns ramos de  pinheiro para casa, colocou-os em um vaso com terra e enfeitou-os, dispondo velas acesas e papéis coloridos na ponta dos galhos.  Martinho tinha como objectivo ensinar aos seus filhos a grandeza do céu, na noite em que Jesus tinha nascido. Algumas pessoas também afirmam que a Árvore de Natal fazia parte de uma tradição pagã e que foi transformada posteriormente em símbolo natalício. Porém, mais uma vez, não sabemos ao certo como esta árvore veio a fazer parte do conjunto dos rituais e tradições do Natal.

No Natal, as crianças esperam o último vídeo-jogo e os adultos não ficam atrás: aproveitam esta época de tentações, com baixos preços, e correm para comprar o presente mais caro, para se afirmar nesta sociedade consumista. Nesta época do ano surgem imensas promoções: as editoras lançam CD, DVD especiais… e neste ponto eu dou um conselho: neste Natal, não compre o que você não pode pagar, mas dê o maior presente de todos: a sua presença e o seu amor às pessoas.

“O que compraria Jesus?” Frase provocatória, coloca o dedo na ferida dos cristãos que enchem as superfícies comerciais para celebrar o aniversário do nascimento de Cristo com uma espectacular troca de presentes. A frase deambula pelas lojas de um centro comercial de Michigan, Estados Unidos da América, numa das acções da campanha “Dia sem compras” que o movimento Adbusters conseguiu instalar em pontos estratégicos do planeta. (…)” 

in Jornal de Notícias

Em 2009, o GAIA (Grupo de Acção e Intervenção Ambiental) organizou o “Dia sem compras” e deu sugestões para as compras de Natal com consciência, tais como:  evitar compras de marcas ou de países que supostamente utilizam o trabalho infantil; optar por comprar produtos locais,  evitando-se assim o recurso aos transportes e dando-se preferência a produtos mais “naturais”.

Porém, será que  nos lembramos que, enquanto estamos na nossa confortável casa, ceando com a nossa família e trocando presentes, há pessoas na rua, sem ter  que comer ou sem família?  Neste Natal dê às pessoas  o presente que Jesus gostaria de receber. Afinal, Ele é o aniversariante. Ame o próximo, ajude as pessoas, dê um presente, mesmo sem valor monetário, mas que poderá marcar a vida de uma família, apenas por tê-lo feito. E não faça isto só no Natal, mantenha este “espírito natalício” todo o ano todo. Não se deixe levar pelo tsunami da publicidade festiva, pense mais na verdadeira essência do Natal e não se esqueça do principal nesta grande noite:  Jesus!

Feliz Natal e um ótimo 2011.

Luiz Monteiro, 11ºE

imagens seleccionadas pelo autor do post: daqui, daqui, daqui, daqui e daqui

Read Full Post »

Older Posts »