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Posts Tagged ‘Comédia’

O destaque do mês vai, sem dúvida, para o filme de João Canijo, Sangue do meu sangue. Representa um exemplo do cinema nacional de qualidade, um ótimo filme com excelentes prestações de atores, distinguindo-se Rita Blanco. Também português, é o filme de terror O Barão  de Edgar Pêra, adaptação do livro homónimo de Branquinho da Fonseca. No documentário O meu Raul, de Patrícia Vasconcelos, é possível recordar o saudoso Raul Solnado.

Com uma vasta campanha de promoção, a estreia do mês é  As aventuras de Tintim, o segredo do Licorne, realizado em imagem real por Steven Spielberg e transporto para animação, com captura de movimento em 3D, pelo produtor Peter Jackson. Este primeiro filme de uma trilogia baseia-se nos álbuns O segredo do Licorne e o tesouro de Rackham, o terrível.

São também de destacar os filmes  Submarino de Richard Ayoade, uma agradável surpresa do cinema inglês, o romeno Terça, depois do natal de Radu Muntean e o emocionante Serviçais de Tate Taylor, baseado no bestseller de Kathryn Stockett The Help. Com ação no Mississipi racista dos anos 60, relata  factos verídicos  da luta pelos direitos civis de minorias étnicas.

Nas comédias  distinguiu-se a sátira a 007 com Rowan Atkinson (o impagável Mr. Bean) no  papel de um  espião pouco ortodoxo em O regresso de Johnny English de Oliver Parker .

O romantismo está presente nos filmes A lista dos Ex de Mark Mylod, Românticos Anónimos de Jean Pierre Améris e Não sei como ela consegue de Douglas McGrath.

Do conjunto de filmes de terror fazem parte  Medo profundo em 3D de David R. Ellis,  Contágio de Steven Soderbergh,  Não tenhas medo do escuro  de  Troy Nixey e Atividade Paranormal 3 de Ariel Schulman e Henry Joost.

A merecer alguma atenção Identidade secreta de John Singleton, A outra verdade de Ken Loach, o brasileiro No meu lugar de Eduardo Valente, Incendies – a mulher que canta de Denis Villeneuve, Pater de Alain Cavalier e a nova versão do  famoso clássico de Alexandre Dumas, agora em 3D,  Os três mosqueteiros   de W.S.Anderson.

Quanto a estreias, termino com a referência ao documentário sobre o emblemático cabaret parisiense Crazy Horse de Frederick Wiseman, também apresentado na abertura do Doclisboa 2011. Nesta edição, o vencedor  do Grande Prémio da Cidade de Lisboa  foi a obra de Gonçalo Tocha  É na terra não é na lua, filmada na ilha açoriana do Corvo.

Ainda em Lisboa, os apreciadores do cinema alemão  podem usufruir de sessões gratuitas na biblioteca do Goethe Institut, quinzenalmente, a partir das 19:30 e, de 4 a 13 novembro, realiza-se o Lisbon & Estoril Film Festival. A extensa e preenchida programação poderá ser consultada em http://www.leffest.com.

Uma questão muitas vezes debatida no mundo lusófono é a criação de um mercado comum de cinema. Sérgio Sá Leitão, presidente do festival internacional do Rio de Janeiro, deu o apoio público a  esta iniciativa. A crise  será a justificação para o projeto não avançar?

Infelizmente, em outubro, foi novamente notícia a contínua perseguição a actores e realizadores no Irão. A atriz Marzieh Vafamehr foi condenada a 1 ano de prisão e 90 chibatadas  por ter protagonizado um filmes sobre a situação das mulheres naquele país, enquanto o cineasta Jafar Panahi viu confirmada a condenação a seis anos de prisão e proibição de viajar, realizar filmes e dar entrevistas durante vinte anos.

Luísa Oliveira

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José Castanheira, 11º C

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Mais uma tira do José Castanheira no Bibliblog. Se no seu último post tivemos um primeiro contacto com as aventuras virtuais de Martim, desta vez ficamos a conhecer o Telmo. Ficamos à espera da próxima. 🙂

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José Castanheira, 11ºC

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Saiba mais consultando o folheto de apresentação e o programa aqui.

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