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Archive for Abril, 2012

O conhecimento do funcionamento do cérebro pode ser usado para melhorar a aprendizagem. Apesar dos numerosos estudos sobre o funcionamento do cérebro humano, muitas das questões sobre esta matéria, continuam por responder. 

Sobre o funcionamento do cérebro humano, como sobre outros assuntos, factos falsos repetidos frequentemente são difíceis de corrigir. Assim persistem alguns equívocos sobre o nosso cérebro, afirmações que convencem muita gente, mas que os cientistas afirmam não serem válidas.

Ao longo de 6 semanas vamos desmistificar algumas dessas crenças. Aqui abordamos a primeira. Leia para descobrir a verdade por detrás dos mitos sobre o cérebro.

1. Usamos apenas 10% do nosso cérebrofalso

Embora o mito dos 10 % seja uma ideia amplamente difundida, os resultados de pesquisas com tecnologia de imagem têm mostrado, conclusivamente, que esta ideia é falsa. Seria altamente improvável que a evolução filogenética tivesse originado um órgão tão cheio de recursos e potencialidades e que 90% dele, não fosse usado. É verdade que não exercitamos o nosso cérebro para 100 % da sua capacidade, mas também é verdade que ainda não foi identificada uma única parte do cérebro que não tenha uma função.

A verdade é que usamos todo o nosso cérebro. Embora o cérebro humano não esteja todo ativo de uma só vez, sabemos que várias áreas cerebrais estão ativas no decurso de uma atividade específica (por exemplo, ler, escrever, falar ou cantar). As áreas envolvidas numa atividade  nem sempre são contíguas e variam consoante a exigência da tarefa. Mesmo em tarefas mais simples, o cérebro funciona como uma unidade integrada, com muitas áreas trabalhando em conjunto.

Teresa Alves Soares

(Psicóloga da ESDS)

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O Banco Alimentar tem uma nova campanha para ajudar a conseguir mais alimentos através da doação de papel usado. Entregue no Banco Alimentar mais próximo de si todo o papel que não precise: jornais, revistas, folhetos, cadernos, fotocópias. Por cada tonelada de papel o Banco consegue obter 100 euros em alimentos.

Aqui fica o desafio à ESDS e a todos os que quiserem aderir.

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Daniel Pennac

Em 1992, Daniel Pennac registava no seu livro Como um romance os Direitos Inalienáveis do Leitor e, não por acaso, logo à cabeça surgia O Direito de Não Ler.

De facto, por mais que custe a professores, bibliotecários, bibliómanos ou simples leitores felizes, assim é: chama-se liberdade. E foi conquistada há 38 anos, quando nesta madrugada de 24 para 25 se acabou, entre muitas coisas, que hoje nos parecem completamente inadmissíveis, com a estupidez tirânica de proibir pessoas de ler certos livros, de ver certos filmes, de ouvir determinadas músicas. Chamava-se censura e já só as gerações mais velhas  se lembram dela.

Não era nada de novo; nem sequer foi inventada por esse estado que se chamou a si próprio de “Novo”. Já existia na cultura ocidental, no index da inquisição, nos outros fascimos, nazismos e quejandos que dominaram parte da Europa no séc. XX. Fosse em nome de um qualquer deus, moral, ou patriotismo acéfalo, outros decidiram o que podíamos ler, ouvir, ver, pensar.

Instituida em 1926, a censura, desse mais tarde chamado Estado Novo, sujeitava a exame prévio tudo o que se escrevia, e apreendia as obras que considerava não alinhadas com a ideologia dominante. O célebre lápis azul, que eliminou palavras, frases, textos de autores como Aquilino Ribeiro, Luís de Sttau Monteiro, Alexandre O’Neil, José Régio, entre muitos outros, impediu uma população de dizer o que queria, de ler o que queria.

E é curioso o critério do que era considerado impróprio: obras didáticas como A Vida Sexual, de Egas Moniz, de 1933 (o nosso outro prémio Nobel), ou a História da Literatura Portuguesa, de José António Saraiva, de 1965 (obra quase incontornável ainda hoje no estudo do tema), eram perigosos manifestos subversivos, antipatrióticos ou imorais, que fazem parte do extenso  registo de 900 obras banidas desde 1933 (a que os leitores interessados podem ter acesso aqui).

É difícil explicar isto a quem não nasceu com isto, a quem, por desconhecimento, ou por estar zangado com os tempos que hoje vivemos, afirma ter saudades daquilo. Mas o certo é que “aquilo” era nem sequer se poder estar a escrever isto, nem mesmo se poder dizer agora que se tem saudades daquilo.

Por isso, com mais ou menos razões para festejar esta madrugada, qualquer que seja o sentido que ainda possa ter ao cabo de 38 anos, mesmo para quem não tem dela nenhuma memória, algo de muito precioso lhe devemos – O Direito de (não) Ler,  a Liberdade de o Dizer.

(dedicado aos meus alunos)

Fernando Rebelo

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Saber mais: Wikipédia; site oficial (em inglês)

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O projeto De pequenino se torce o pepino foi desenvolvido por um grupo de alunos da nossa escola, que apresentou uma candidatura de projeto com vista a sensibilizar a comunidade envolvente para o tema da deficiência, em particular a população infantil.

 São alunos finalistas do Curso Profissional de Apoio à Infância da Escola Secundária Daniel Sampaio na Sobreda, concelho de Almada, e já se encontram a estagiar em creches e jardins-de-infância do concelho de Almada.

 Em resposta a um desafio lançado pela Associação Salvador e em parceria com a Junta de Freguesia da Sobreda, que proporciona a ligação ao agrupamento de escolas Elias Garcia e o contacto com o grupo de crianças alvo desta ação, os alunos organizaram um projeto com vista a sensibilizar as crianças que frequentam esses espaços educativos para o tema da deficiência, a decorrer no Dia Mundial da Criança, 1 de Junho de 2012.

 Ao trabalhar o tema das deficiências podemos contribuir para uma maior consciência das crianças mais pequenas sobre este assunto, ajudando a quebrar preconceitos e trazendo informações sobre a deficiência desde tenra idade.

 As crianças possuem uma vida e personalidade próprias e cada grupo de crianças estabelece um ambiente próprio que pode ser aproveitado pelos nossos alunos dinamizadores com a planificação de atividades que considerem um ambiente educacional inclusivo tão inerente à vida em sociedade.

Soledade Estribio

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No dia 24 de abril de 2012, várias instituições do Ensino Superior estarão de visita à nossa escola. Esta iniciativa é dirigida, em primeiro lugar, aos alunos dos 11º e 12º anos, dos cursos científico-humanísticos e profissionais que terão a oportunidade de estabelecer um contacto direto com as instituições presentes, visitando os stands, junto à sala de alunos, entre as 9.30 e as 13.30h. Todos os alunos estão convidados e mesmo os mais novos, terão mais uma oportunidade de recolher informações úteis para a construção do seu projeto vocacional. Estas instituições disponibilizarão informação sobre cursos do Ensino Superior e Cursos de Especialização Tecnológica.

Está confirmada a presença do Instituto Politécnico de Setúbal, Escola Superior de Tecnologia de Setúbal, Escola Superior de Ciências Empresariais, Escola Superior de Educação, Escola Superior de Tecnologia do Barreiro e Escola Superior de Saúde, do ISLA Campus Lisboa – Laureate International Universities, do ISCE – Instituto Superior de Ciências Educativas, do IPA, Instituto Superior Autónomo de Estudos Politécnicos e da ETIC, Escola Técnica de Comunicação e Imagem. No dia 26 de abril, teremos a presença do ISCTE, com a dinamização de uma sessão de informação e divulgação dos seus cursos, dirigida às turmas do 12º ano de Línguas e Humanidades e também com um stand na sala de alunos, no período da manhã.

Teresa Alves Soares
Psicóloga do SPO

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