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É com enorme satisfação que comunicamos que foi selecionado mais um dos projetos da BE da DS.

Desta vez tratou-se da candidatura ao Programa Movimento 14-20 a Ler, do Plano Nacional de Leitura (PNL), com o projeto Ler ver e fazer (n)o mundo.

Das diversas Bibliotecas Escolares que participaram, apenas quatro projetos foram selecionados a nível nacional e contemplados com o prémio de € 10.000.

Ler ver e fazer (n)o mundo pretende motivar os jovens para a leitura e para a escrita, reforçando estes domínios, assim como para a partilha destes interesses junto dos seus pares através dos meios audiovisuais e das redes sociais, mobilizando e desenvolvendo competências com vista a uma participação mais ativa, consciente e responsável na sociedade.

Para este projeto, a BE estabeleceu parcerias com a Junta de Freguesia da Charneca da Caparica e Sobreda, a ONG Help Images e a Organização de Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura.

A imagem que irá figurar no portal do PNL foi realizada pelo artista plástico André Trafic e encontra-se na parede lateral do pavilhão D da Escola Secundária Daniel Sampaio.

A BE agradece a todos os alunos que produziram e participaram no vídeo que apoiou a candidatura ao Programa Movimento 14-20 a Ler, assim como aos Foxy Rocket que consentiram a utilização de um dos seus temas no clipe.

Ana Noválio

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Comemoraram-se nos dias 15, 16 e 17 de outubro os “DIAS ERASMUS” – uma celebração de um programa que assumiu o antigo nome das bolsas de estudo universitárias para se estender, desde o seu início em 2014, a todos os níveis de ensino, sob o nome Erasmus +. Desde então, a nossa escola tem-se candidatado à sua Ação-chave 2, que financia projetos de parcerias entre escolas europeias, tendo tido, desde 2016, três projetos financiados na área das ciências em abordagem interdisciplinar: SMiLES (2016-18), INTEReST (2018-21) e, desde setembro, o SCIENTIFY (2020-22).

Certo é que nestes tempos complexos, estes projetos, mais em particular o que vínhamos a desenvolver desde 2018 – INTEReST– , viram-se privados de uma componente muito importante do seu sucesso: o encontro físico dos seus participantes,  dada a incerteza, quando não impossibilidade, da mobilidade internacional. Assim, foi com grande pena nossa que tivemos de adiar sine die o último encontro da parceria, que teria tido lugar em março de 2020, em Mersin (Turquia). Nesse encontro, as escolas de Portugal, Lituânia, Hungria e Turquia teriam tido oportunidade de mostrar as atividades que tinham realizado no âmbito do BeeINTEReSTed e de  finalizar em conjunto as últimas etapas desse projeto que, como o vídeo que a seguir publicamos bem ilustra, se propôs  tratar o tema das abelhas através das conteúdos curriculares das disciplinas de Biologia, Matemática, Física e Química do Ensino Secundário.

Esperando melhores dias, que com certeza chegarão, decidimos porém não ficar parados e, aproveitando a oportunidade que a Agência Nacional E+ nos proporcionou de não só prolongar o projeto até 2021, como de substituir o encontro físico pelo virtual, daremos início a 4 de novembro a uma série de 5 workshops por videoconferência, em que alunos dos 4 países da parceria trocarão experiências sobre as atividades levadas a cabo no desenvolvimento do BeeINTEReSTed e proporão aos colegas dos outros países desafios no âmbito desta temática. Desta forma, manteremos os alunos e os professores destes 4 países motivados, acreditando na qualidade do seu trabalho, preparando-nos para o dia em que nos poderemos encontrar todos outra vez.

  • Equipa INTEReST: Carla Vaz, Telma Rodrigues (biologia), Ana Cristina Santos (matemática), Paula Paiva (física e química) e Fernando Rebelo (coordenação)
  • Site internacional INTEReST: http://www.interest-erasmus.net/

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cartaz da autoria da profª. Sandra Surgy

 

PROGRAMA

  • “10 min. a ler”
  • Formação de utilizadores
  • Semana Educativa Ibero-americana sobre Democracia e Cidadania para a Garantia dos Direitos Humanos
  • Repórter Local (Help Images)
  • Mostra do Filme Solidário (Help Images

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Cá estamos de volta. Num ano de grandes mudanças na nossa escola, a termos de nos adaptar a uma série de coisas terminadas em “idade” – flexibilidade, semestralidade, diversidade – , surgem igualmente algumas mudanças na biblioteca: ao cabo de 25 anos na BE da ESDS, achei que já era mais do que tempo de dar lugar a sangue novo. Assim, a Dulce Sousa é agora a Professora bibliotecária e, desde aqui, neste outro espaço da BE, lhe desejo o maior sucesso e ofereço o meu apoio para o que achar necessário. Desde logo, mantendo o papel de editor do Bibliblog, o projeto que iniciei há 11 anos por esta altura, contando com o regresso outonal dos autores e leitores para que, em conjunto, o possamos continuar.

Bom regresso!

Fernando Rebelo

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Este inquérito ao perfil de leitor dos alunos da Escola Daniel Sampaio foi realizado no âmbito do Plano de Melhoria da Biblioteca Escolar. Contou com a colaboração empenhada de todo o Departamento de Português na recolha dos dados.

Os seus objetivos eram claros: traçar um perfil de leitor dos nossos alunos, para com esses dados rentabilizar recursos e promover estratégicas com maior potencial de eficácia para que os alunos leiam mais e melhor.

Os dados foram recolhidos através de um formulário online, durante o mês de janeiro de 2018 e a amostra (que tinha como meta os 75% da totalidade dos alunos) distribuiu-se da seguinte forma:

NÍVEIS TOTAL ALUNOS AMOSTRA %
146 127 86%
134 94 68%
144 112 78%
10º 242 212 80%
11º 193 122 63%
12º 223 155 76%
BÁSICO 424 328 77%
SECUNDÁRIO 658 489 74%
TOTAL ESCOLA 1124 817 76%

Nas leituras favoritas, a narrativa de aventuras ganha em todos os níveis de ensino, embora o interesse registe um já esperável decréscimo do 7º ao 12º. Pelo contrário, e sem grandes surpresas, o interesse por obras didáctico-científicas é três vezes e meia maior no 12º do que no 7º.A leitura dos resultados, que se expõem nos painéis seguintes, permite-nos concluir que os alunos do 7º Ano são os leitores mais fervorosos, não só porque são os que mais gostam de ler (81%, por contraposição aos 61-62% do 9º em diante), mas são os que leem com mais frequência e que mais livros leram no último ano. São também os que mais leem exclusivamente em papel, 58,3%, por contraste com os do 9ºAno, em que 51,8% dos alunos afirma ler tanto em papel como em ecrã.

Conclui-se igualmente que 66% dos alunos possui livros suficientes para satisfazer as suas necessidades de leitura, e que apenas 11% recorre à BE para as suas leituras lúdicas. Regista-se ainda que o critério de escolha dos livros resulta em grande parte de sugestões e orientações de amigos, familiares ou professores, 75%, enquanto os restantes 25% prefere uma busca mais autónoma na BE, nas livrarias, na Internet, lendo as sinopses das obras para as seleccionar.

A adesão às leituras propostas/indicadas na disciplina de Português diminui com a subida do nível de escolaridade – enquanto 21,3% dos alunos do 12º afirma “nunca” gostar das obras associadas à disciplina, 15% dos do 7º dizem que gostam “sempre”.

Verificamos com grande satisfação que, entre as medidas que sugerem para melhorar os seus hábitos de leitura, “dar-lhes mais tempo para ler nas aulas” ganha a dianteira – o que confirma a impressão positiva que temos tido do impacto da medida 10 minutos a ler, implementada, igualmente no âmbito do Plano de Melhoria da BE em estreita articulação com o Departamento de Português.

Quanto ao resto, convidamos toda a escola a olhar para os resultados e retirar as suas próprias conclusões, ajudando-nos a refletir sobre como podemos melhorar como leitores ou promotores da leitura.

Fernando Rebelo, Professor-bibliotecário

resultados em pdf.

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30 anos

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Clube Europeu

https://clubeuropeu.wordpress.com/

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“Da Montanha para o Livro” – João Garcia, todas as Alturas são boas para a Leitura

AEDS, 23 de março de 2017

O alpinista João Garcia, o 1º português a atingir o cume do Evereste (8.848m) e a ascender às 14 montanhas mais altas do mundo, com mais de 8.000m de altitude, sem auxílio de oxigénio artificial, relatou a sua experiência de vida em 4 livros:

  • A Mais Alta Solidão
  • Mais Além- depois do Evereste
  • 10 Passos para atingir o topo
  • 14# – Uma Vida nos Tectos do Mundo

O AEDS teve o privilégio e o prazer de o receber como convidado na Quinzena da Leitura. Neste encontro com alunos e professores do ensino básico e secundário das escolas de Vale Rosal e Daniel Sampaio, o alpinista falou de sucessos e insucessos, fundamentou as suas palavras com conhecimentos de geografia (relevo, clima, meteorologia), biologia (o corpo em altitude, congelamento, mal de altitude) e metodologia de treino. Falou da inteligência emocional, do racional e da tomada de decisões em situações limite. Falou das diferentes conceções do mundo na Europa e na Ásia. Falou das características que nos tornam mais fortes e que são imprescindíveis para que consigamos atingir o topo de qualquer projeto, seja o nosso Evereste um curso de engenharia, de turismo, ambiente, literatura ou desporto. Falou do que o motivou à escrita: a necessidade de clarificar realidades, de refletir em voz alta, de partilhar e agradecer um trabalho de equipa protagonizado por si. Falou da escrita como o modo de expressar um projeto de vida – 17 anos de paciência, determinação, trabalho, persistência, acreditando sempre que as 14 montanhas mais altas do mundo, um dia, poderiam também ter a pegada de um português. “Quando iniciei este projeto, mais gente tinha pisado a Lua do que estado no cume do Evereste na Terra.”

Perante tal testemunho, as perguntas dos alunos e professores foram surgindo. Primeiro tímidas, depois curiosas, indagadoras do pormenor, quer no domínio da vida em montanha, quer na gestão dos afetos. Umas foram “caso pensado”, fruto da leitura e reflexão prévia (questionário on-line) realizada a partir do 5º capítulo do livro A Mais Alta Solidão, atividade organizada pelas Bibliotecas (DS+VR) com o apoio de professores de Português, Geografia, Educação Física, Cidadania e TIC. Outras despontaram com a graça da curiosidade espontânea de quem descobre uma realidade nova.

Durante esta manhã, 23 de março, João Garcia fez-nos viajar até ao mítico Oriente, até à inacessibilidade das montanhas de neves eternas. Como se isso não bastasse, oferece-nos também a partilha da viagem através da leitura dos seus livros, pois ler é sempre Ler para Ser.

E já na manhã seguinte muitos tinham lido os seus livros autografados. Lido por prazer.

Obrigada a todos.

Dulce Godinho (PB- BEVR)

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PROGRAMA

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NC

Num total de 58 projetos a nível nacional na área da ciência, candidatos ao concurso FCT NOVA Challenge , a ESDS conseguiu classificar 3 nos 6 primeiros lugares! Pelos vistos, a nossa escola na área de projetos laboratoriais e na ciência de campo está bem e recomenda-se.

Destaca-se no entanto o mérito especial do projeto Vida no Limite, já divulgado aqui no Bibliblog num artigo da  rubrica BibliCiência, que alcançou o 1º lugar, tendo sido, por isso, premiado com uma visita à NASA em Washington D.C e com um valor de 5000 euros.

Parabéns a todos os alunos e professores da nossa escola que participaram, fazendo-nos sentir orgulho no seu talento e esforço, mas mais especialmente aos grandes vencedores: o Afonso Ramos, a Daniela Mendes, a Sara Cosme, o Tiago Ramalho (12ºB), a Lídia Barata  (12ºC) e a professora Telma Rodrigues que os orientou ao longo de todo o processo.

Fotos: Junta de Freguesia da Charneca e Sobreda e sítio do concurso

(Em baixo publicamos o filme com que a equipa se apresentou a concurso.)

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dia da escola

dia da escola 2

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Está decorrer, no átrio do Pavilhão A, patrocinada pela vereação da cultura da CMA e organizada pela nossa colega Fátima Campos, uma pequena exposição de 8 painéis sobre a história do nosso concelho. Apesar de não ocuparem muito espaço, os painéis oferecem no entanto uma síntese bem conseguida do que foi o nosso concelho desde a Idade Média até à atualidade e têm suscitado a curiosidade de quem passa.

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Visualização na aula de Geografia A do Projeto Diálogo Intergeracional-11ºE

Visualização na aula de Geografia A do Projeto Diálogo Intergeracional-11ºE

No Projeto Diálogo Intergeracional – Redescobrir/Reconhecer – documentários produzidos pela Direção-Geral da Educação e seus parceiros no âmbito do evento Portugal Maior – 2013 (FIL, Parque das Nações, Lisboa, de 30/11 a 8/12/2013), foram apresentados filmes reflexivos sobre a sociedade multigeracional.

Com o argumento da professora Dulce Godinho e com intervenções dos professores Vanda Rodrigues, Maria João Albuquerque e Fernando Rebelo, estes documentários versaram temáticas variadas, que se inserem nos Conteúdos Programáticos da Geografia A (10º e11º Anos)

Após visualizarmos estes documentários nas aulas e com o auxílio da nossa professora de Geografia A, decidimos abordar aspetos relativos à Família, ao Projeto de Vida, à Sustentabilidade, à Viagem e aos Territórios Humanos e Geográficos.

Integrando os Conteúdos Programáticos da Geografia A de 10º e 11º Anos, foi-nos permitido tirar algumas conclusões, que, seguidamente, apresentamos:

→ A tendência de Envelhecimento Demográfico no país é marcada pelo aumento da proporção de idosos, acompanhada pela diminuição da proporção de jovens, fenómeno este explicado por fatores interligados, como a diminuição progressiva da Taxa de Natalidade – nº de nados-vivos em cada 1000 habitantes –, a diminuição da Taxa de Mortalidade – nº de óbitos em cada 1000 habitantes – e o aumento da Esperança Média de Vida – nº de anos que, em média, se tem probabilidade de viver, devido à melhoria da qualidade de vida da população em Portugal.

Sendo um dos objetivos o estudo da população portuguesa, o Projeto Diálogo Intergeracional permitiu constatar que a Natalidade tem vindo a diminuir com o declínio da Fecundidade, devido à generalização do Planeamento Familiar, ao aumento da Taxa de Atividade Feminina, ao prolongamento da escolaridade, aos casamentos mais tardios e ao adiamento do nascimento do primeiro filho.

O Envelhecimento Demográfico também se justifica pelo aumento da Esperança Média de Vida, devido aos progressos nos cuidados médico-hospitalares e à

Maria Inês Costa e Tiago Oliveira

Maria Inês Costa e Tiago Oliveira

melhoria da alimentação.

A Taxa de Crescimento Efetivo relaciona o crescimento natural com o saldo migratório e reflete o envelhecimento demográfico do país, pois a população jovem/adulta tem emigrado nos últimos anos (ou continua a efetuar o êxodo rural). Em Portugal, têm permanecido os mais idosos.

→ É, assim, possível, constatar um duplo envelhecimento, devido à diminuição da proporção de jovens e ao aumento da proporção de idosos. Se analisarmos estes dados numa Pirâmide Etária, verificamos o estreitamento da base e o alargamento do topo, dificultando a renovação das gerações. O Índice Sintético de Fecundidade – nº médio, que apresenta um valor muito baixo em Portugal (1,3 em 2013.) O Índice de Dependência de Idosos – quociente entre o número de pessoas com 65 e mais anos e o número de pessoas com idades compreendidas entre os 15 e os 64 anos – tende, pois, a aumentar em Portugal.

Os principais problemas daí resultantes são:

  •  o acréscimo de despesas com o sistema de saúde – que poderá entrar em risco de rotura financeira, por diminuição de receitas por decréscimo de contribuintes e aumento de despesas por incremento de idosos;
  •  o acréscimo de despesas com a Segurança Social, nomeadamente os serviços sociais de apoio à população idosa;
  • o acréscimo de despesas com o pagamento de pensões e de reformas à população idosa
  • o reduzido número de ativos, que propicia a diminuição da produtividade, o espírito de iniciativa tão característico dos jovens;
  • o acréscimo de despesas com a assistência aos idosos: alojamentos adaptados à diminuição das suas capacidades, atividades de lazer, passatempos, ajudas familiares, assistentes sociais.

Geografia A - Apresentação do trabalho sobre o Projeto Diálogo Intergeracional-11ºE

Geografia A – Apresentação do trabalho sobre o Projeto Diálogo Intergeracional-11ºE

→ A resolução destes problemas poderá passar por Políticas Natalistas, em que o Estado assume um papel importante na atribuição de subsídios e na redução de impostos às famílias mais numerosas, bem como na construção de creches e de jardins-de-infância, incentivando o aumento da Natalidade.

A preocupação com a classe etária dos idosos, no sentido de valorização do seu conhecimento, das suas experiências, do ‘Saber’  e do ‘Saber-Fazer’, é crescente!

→ A partilha de conhecimentos com os adultos e com os jovens (filhos e netos) permite concretizar aprendizagens. Os mais novos adotam, muitas vezes, o gosto por algumas das atividades profissionais dos pais e dos avós (que passam de geração em geração). Constata-se, assim,  a influência, por parte dos mais idosos, na tomada de decisões futuras dos mais jovens. Estes conseguem ser melhores profissionais em atividades desempenhadas, no passado, pelos mais idosos.

→ A fixação de jovens/adultos no interior traria vantagens em termos de rejuvenescimento demográfico e progresso económico. Com a especialização dos jovens – mais instruídos e qualificados – nas mesmas áreas dos seus familiares mais idosos, dinamizar-se-ia o trabalho em parceria, e proceder-se-ia ao investimento, juntando o saber de experiência feito dos idosos, com o saber o teórico dos jovens.

→ Com a visualização do Projeto «Diálogo Intergeracional», denota-se uma preferência de alguns destes dos jovens por permanecer no interior, o que contribuir para atenuar a Litoralização, isto é, a concentração de população e de atividades económicas no litoral português ocidental, entre Setúbal e Viana do Castelo e, também, na costa meridional (Algarve). Igualmente, reduz concentração de população em dois polos: Lisboa e Porto (Bipolarização).

A fixação de jovens nas áreas rurais conduz ao dinamismo das regiões, atenuando os contrastes Litoral/Interior.

Diana Alves, Teresa Rosado, Paulo Lopes, Maria Inês Costa, Rita Caleça

Diana Alves, Teresa Rosado, Paulo Lopes, Maria Inês Costa, Rita Caleça

Assim:

Na perspetiva do Presente, concluímos da importância da Política Regional de Coesão Económica e Social no atenuar das desigualdades no país e na qualidade de vida, a fim de proporcionar as mesmas oportunidades à população.

 ► Na perspetiva do Futuro, o Projeto «Diálogo Intergeracional» permite aferir a valorização das profissões mais antigas e tradicionais, que poderão ser modernizadas, fomentando a economia das cidades do interior e atenuando as desigualdades regionais do país.

Autores (alunos que colaboraram no projeto no âmbito da disciplina de Geografia A): Ana Filipa Cândido, 11ºD, Diana Alves, Maria Inês Costa, Paulo Lopes, Rita Caleça, Teresa Rosado, 11ºE, sob a orientação da professora de Geografia A, Leonett Abrantes

Documentário realizado na BE com alunos da ESDS e seus respetivos avós no âmbito da vertente Reconhecer:

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