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Archive for Novembro, 2016

À semelhança do ano anterior, a BE organizou, em parceria com a Porto Editora e a colaboração das professoras Énia Sena, Marina Andrade e Ana Fernandes, o concurso de literacia 3D. Este ano foi o 7ºAno de Ciências que contou com a participação de perto de 30 alunos de todas as turmas.

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Teve lugar na Biblioteca, no passado dia 20 de outubro, a entrega dos diplomas DELF, de língua francesa, com a presença, além dos alunos diplomados, da nossa diretora Sara Moura e das professoras Idalina Francisco e Maria Chinopa. Foi atribuído, no Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas, o nível A2 os alunos João Carvalho, Rafaella Latanzzzio, Margarida Nunes e Sofia Ribeiro, e o nível B1 aos alunos Andrea Almeida, Alexandra Louro e Ana Catarina Leitão.

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1507-1No conto “A Aia”, de Eça de Queirós, a Aia troca de berço o principezinho e o escravozinho (seu filho), acabando este por ser morto, e ela, por se suicidar.

Na minha opinião, o que a Aia fez foi de grande coragem e lealdade ao reino, pois não é toda a gente que sacrificaria o seu próprio filho para salvar o herdeiro do trono, mas, apesar disso, eu não concordo com a troca de bebés. Se eu estivesse no lugar da Aia, provavelmente teria fugido com as duas crianças. Sim, eu estaria a trair o reino, mas a meu ver, uma vida vale muito mais do que tudo isso, e se fosse necessário, abdicaria da minha própria vida para salvar a vida dos dois.

Tendo em conta a troca dos bebés, é normal que a Aia se sentisse culpada daquilo que tinha feito, porque tecnicamente, foi ela que matou o próprio filho. Assim que a Aia colocou o seu filho no berço do príncipe, ele ficou com a morte garantida.

Portanto, eu entendo que a Aia se tenha suicidado, pois a coisa mais preciosa que ela tinha era o seu filho, mas ele foi morto. Então, ela perdeu a vontade de viver e, com o sentimento de culpa, acabou por tirar a sua própria vida.

Ana Bárbara Gomes Rodrigues, 9.º B

A meu ver, a atitude da Aia, ao trocar os dois bebés, o príncipe e o escravo, não foi correta, nem o acontecimento que lhe sucedeu, que foi o suicídio da aia com o punhal de esmeraldas.

Acerca da troca de bebés, não concordo pois penso que ninguém tem o direito de escolher quem vive e quem morre, independentemente da classe social. Para além disso, na minha opinião, o amor de mãe deve ser superior a qualquer outro sentimento, como por exemplo, a lealdade. Um dos deveres da mãe deve ser o de proteger o filho.

Em relação ao suicídio, julgo que a Aia não agiu corretamente pois, como já referi anteriormente, ninguém tem o direito de escolher quem vive e quem morre, mesmo quando se trata da nossa própria vida. Do meu ponto de vista, o suicídio é um ato de cobardia. A aia suicidou-se pois não conseguia viver com as consequências da sua escolha.

Concluo, baseando-me nos argumentos por mim apresentados anteriormente, que não foi correta a atitude, da aia, de trocar os dois bebés de berço nem o seu consequente suicídio.

Tomás Silva, 9.ºB

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Eu não concordo com as atitudes da aia.

Não concordo com ela, porque, em vez de pôr o filho à frente de tudo e todos, quis proteger o filho da rainha, para o reino não desmoronar.

A meu ver, a aia nunca devia ter posto a vida do seu próprio filho à frente dos interesses do reino, pois afinal de contas, a aia era uma simples empregada que prestava os seus serviços ao reino.

Em relação ao suicídio, penso que a aia tomou a decisão errada, porque se ela, no início, colocava o reino à frente do seu pequeno “chocolatinho”, logo a seguir, ela espeta aquele punhal de esmeraldas no peito, ou seja, primeiro, queria salvar o reino do tio bastardo, mas depois, deixa o reino desfalcado, sem uma das suas mais leais empregadas. Na minha opinião, ela foi má para o filho e acabou por não ajudar assim tanto o reino.

Pelas razões supracitadas, condeno as atitudes da aia.

Tiago Fernandes, 9ºB

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Penso que o fim do conto “A Aia” foi demasiado dramático ou, por outras palavras, triste.

 Julgo que não era necessário a Aia morrer no fim, pois como já li vários textos, desde livros, banda desenhada, entre outros, esse tipo de final é aquilo a que chamamos de “cliché”. Quantas histórias já eu li que acabam assim! A meu ver, a Aia devia ser uma mulher jovem, por isso poderia ter tido mais filhos. Do meu ponto de vista, a Aia devia ter fugido com o seu filho e com o príncipe. Por muito leal que a Aia fosse, estar a sacrificar sangue do seu sangue é um pouco extremo, para mim.

Mas no fim de tudo, acho que o final é também adequado, pois a Aia salvou o seu príncipe, ao trocar os dois bebés de berço, e após isso, como ela acreditava na vida após a morte, matou-se para ir ter com o filho.

Sara Trigo, 9°B

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Como é do conhecimento geral, grande parte dos filmes exibidos são adaptações  de obras literárias  apresentando, por vezes, algumas alterações em relação ao original. Foi o caso de A rapariga no comboio  de Tate Taylor adaptação do mundialmente famoso livro homónimo de Paula Hawkins. Quem conhece esta surpreendente obra talvez fique dececionado com o filme não reconhecendo algumas partes pois as diferenças não são só a nível do suspense e mistério mas também geográficas, dado que no filme a ação  decorre em Nova Iorque e no livro nos arredores de Londres. Mas a escolha das personagens tanto femininas como masculinos e sobretudo de Emily Blunt como protagonista apresenta alguns momentos intensos o que torna interessante este thriller  de cariz psicológico.

Pelo contrário, Inferno de Ron Howard, terceiro filme adaptado dos livros de Dan Brown  depois de O código da Vinci em 2006 e Anjos e demónios em 2009, segue  a obra original  com os enigmas habituais e várias reviravoltas no enredo. Tom Hanks continua como protagonista no papel do professor especialista em simbologia religiosa. Woody Allen apresenta os seus habituais diálogos criativos em Café Society, uma comédia dramática romântica sobre relações amorosas frustradas na América dos anos 30/40 do século XX . A ação alterna entre a radiosa Hollywood e as suas festas luxuosas e o ambiente faustoso da cinzenta Nova Iorque, misturando-se mafiosos e políticos que frequentam os mesmos locais de divertimento e lazer.

Em moldes diferentes,  Doutor Estranho, com realização e argumento de Scott Derrickson, apresenta mais um super-herói, neste caso, de força mental, que combate as forças do mal que pretendem destruir o planeta. Esta adaptação da banda desenhada de Steve Ditko apresenta  Benedict Cumberbatch  interpretando um brilhante e arrogante neurocirurgião que perde o uso das mãos após um desastre de automóvel  e que no Tibete descobre em si poderes sobrenaturais e dimensões do universo nunca sonhadas; aprende artes marciais mágicas e enfrenta as forças mais negras do universo.

Os que apreciam filmes de terror com muita violência e tensão têm à disposição o thriller Green Room  de Jeremy Saulnier que fez parte da programação da Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes. Patrick Stewart surge no papel de um líder de neonazis assassinos que pretende eliminar todos os elementos de uma banda punk, testemunhas de um ato de violência praticado por aqueles.

Por fim, para passar momentos descontraídos, a comédia francesa  Bem-Vindos… mas não muito  de Alexandra Leclère,  já exibido na Festa do cinema francês cujas obras continuam a percorrer o país . Os grupos sociais franceses são apresentados de forma estereotipada como pretexto para o tratamento de questões polémicas atuais como sejam o acolhimento de emigrantes /refugiados, a pobreza e as diferenças sociais. Resulta numa obra agradável, mesmo para os que não apreciam cinema francês sendo que o final é mais otimista do que a realidade, infelizmente.

De 4 a 13 novembro, decorre um dos maiores eventos culturais em Portugal, a 10ª edição do Lisbon & Estoril Film Festival, apresentando o que de melhor se faz não só no mundo da Sétima Arte como também noutras áreas culturais, nomeadamente  literatura, música e artes plásticas. Utilizando vários espaços em Lisboa e Cascais e com a presença de nomes célebres das várias áreas culturais continua a apresentar-se como um acontecimento propício à discussão e reflexão de temas que marcam a atualidade internacional.

Termino relembrando que o Cine-clube Impala, na Costa de Caparica, continua com os seus ciclos de cinema. Assim, em novembro,  propõe um Ciclo de Cinema de Taiwan e do Japão, começando no dia 3, pelas 21:30 horas, com o filme de Taiwan Yi-Yi, realizado por Edward Yang, sobre o difícil equilíbrio que cada família chinesa de Taipé tem de fazer entre o passado e o presente e a complexidade das relações ao longo do tempo. Este Ciclo de cinema, que abrange obras raramente exibidas nas salas nacionais, continua nos dias 10, 17 e 24 de novembro o que constitui uma boa oportunidade para conhecer esta filmografia oriental.

Luísa Oliveira

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Os Jogos Olímpicos acabam, e todos os comentadores desportivos atiram para o ar, como se o mundo fosse deles, “Portugal foi um fracasso nos Jogos Olímpicos”, mas esquecem-se de que aqueles atletas que estiveram lá, a dar tudo o que tinham por onze milhões de pessoas, durante quatro anos, estiveram a preparar aquelas provas, alguns sem meios nenhuns para o fazer.

Rui Bragança, campeão europeu de Taekwondo, é eliminado na sua segunda luta, o que, para alguns, foi uma grande desilusão, mas para mim, não, pois países com muito dinheiro conseguem ter os meios que quiserem para os seus atletas, enquanto o nosso atleta tem talento, mas vive num país em que o futebol é o desporto-rei, e não se quer saber dos outros desportos para nada.

Tiago Fernandes, 9ºB

comitiva-de-portugal-nos-jogos-olimpicos-rio

imagem daqui

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