Feeds:
Artigos
Comentários

Archive for Fevereiro, 2011

Paulo Bento valorizou esta segunda-feira a importância do ‘scouting’ como uma ferramenta indispensável para o trabalho de um treinador. Em visita à escola secundária Daniel Sampaio, na Sobreda da Caparica, o seleccionador nacional iniciou desta forma o projecto ‘Scouting vai à escola’, numa parceria da FPF com o Ministério da Educação.

«É mais uma ferramenta para que se possa tirar o máximo rendimento em termos de jogo e para que os jogadores possam estar bem documentados sobre o adversário. Para as equipas que tenham objectivos elevados, este é um departamento indispensável, pois ajuda muito os treinadores na preparação do jogo, no treino e comunicação com os jogadores», afirmou Paulo Bento.

O seleccionador português contou ainda com o seu adjunto Ricardo Peres (treinador de guarda-redes da Selecção) e Sérgio Costa e Bruno Pereira, do Gabinete de Observação e Análise da FPF.

Questionado sobre as diferenças desta ferramenta estando ao comando de uma selecção ou de um clube, Paulo Bento relativizou essa separação: «É uma área importante, seja em clube ou na selecção. As observações são é feitas com objectivos diferentes. Aqui a parte individual de análise e rendimento tem a ver com a escolha para uma eventual convocatória; num clube, com jogos ao domingo e quarta-feira, a situação é mais rotineira e há mais interacção com este departamento.»

Paulo Bento considera ainda que a vertente de ‘scouting’ é igualmente uma boa oportunidade no mercado de trabalho da área do futebol, sobretudo num contexto de crise, como o que se vive actualmente. «É importante para nós, mas também pode ser para os jovens, pois é uma forma de terem mais uma perspectiva de trabalharem no desporto, neste caso no futebol. Ainda para mais num momento em que estão para decidir aquilo que pretendem», concluiu o seleccionador, que se escusou a comentar quaisquer outros temas à margem desta visita.

in Sapo Desporto

Assim o noticiava este periódico e muitos outros, que deram conta da visita do seleccionador nacional para falar com alunos do Curso Tecnológico de Desporto da ESDS, no âmbito de uma parceria entre a Federação Portuguesa de Futebol e o Desporto Escolar, desta vez sobre o tema do scoutinge que teve o condão de juntar águias e leões na mesma foto 🙂

(leia mais aqui e brevemente uma reportagem completa no JEDS )

Read Full Post »

Actualmente vivemos na sociedade da informação rápida. Apenas com um clique podemos obter qualquer informação em qualquer parte do mundo. Porém, faço-me uma pergunta sobre esta nova sociedade e desta nova cultura, a cultura da informação: será que isto é prejudicial às pessoas? Se o problema dos antigos era a falta de informação o nosso é totalmente o contrário: o seu excesso. Será que todo o investimento nesta sociedade tecnológica faz sentido?

Tenho observado no ambiente escolar que este excesso de informação tem sido prejudicial aos alunos – um desses exemplos é quando temos que ler um livro ou simplesmente fazer um trabalho. No caso do livro, grande parte dos alunos não o lêem, mas fazem o download do resumo na “Net”, porque isto é muito mais fácil do que ler uma obra. Não estou dizendo que não podemos ler um resumo ou tirar informações da “Web”, no entanto, precisamos ter cuidado com este facilitismo, pois com ele adquirimos informações, porém não O Verdadeiro Conhecimento. Conhecimento é uma coisa e Informação é outra. Conhecimento é obtido através da recolha de informações e da observação, é a forma como elaboramos mentalmente a representação da realidade, é a construção, o acto do sujeito de conectar informações. Conhecimento não é sinónimo de informação, ainda assim, o conhecimento precisa da informação.

Portanto, sabemos tanto que nada sabemos, porque temos acesso a tanta informação, mas tudo muito artificialmente. Essa geração da informação não se preocupa em memorizar nada. Para quê? Se com um clique, a partir do nosso telemóvel, podemos obter qualquer informação. Isto é o mal da nossa sociedade, temos o nosso cérebro, que podemos comparar a um Ferrari, porém andamos com a velocidade de um triciclo.

Outra coisa que devo mencionar é a falta de iniciativa e interesse na nossa sociedade. Desde a adesão à União Europeia, Portugal tem acesso a fundos comunitários como, por exemplo, fundos para educação, para apoiar projectos inovadores, etc. E, com todos estes investimentos, os jovens estão interessados em fazer alguma coisa? Não posso dizer que não, porque cairia na generalização, mas a grande maioria não está. Vivem a vida como se fosse um “videoclip”. Podemos e devemos curtir a nossa juventude, mas com um pouco mais de responsabilidade social e sempre pensando no amanhã.

“De acordo com os últimos dados divulgados pelo governo em relação ao período 2000 a 2005, a União Europeia disponibilizou 17.768,7 milhões de euros de fundos comunitários mas o nosso País, nesse período, só utilizou 13.165,8 de euros, ou seja, não foram utilizados 4.602,8 milhões de euros que podiam ter sido utilizados até ao fim de 2005 para melhorar a qualificação dos portugueses, modernizar e aumentar a competitividade da economia, e reduzir as graves assimetrias que existem entre as várias regiões do País. Esta situação é ainda pior do que a verificada no fim de 2004, pois até a 2004 não tinham sido utilizados 4.602,90 milhões de euros”  (Eugénio Rosa).

Ao invés de ficarmos reclamando de Portugal, que é isto ou aquilo, que aqui não tem nada de bom, não se produz nada, podíamos gastar esta energia, em projectos com fundos comunitários. Imaginem como 4.602,90 milhões de euros poderiam ajudar a melhorar neste país, em infra-estruturas, por exemplo. Mas o que falta é o empreendorismo e a falta de inciativa. Estamos vivendo uma crise, sim, porém temos o dinheiro da UE e todos os anos desperdiçamos milhares de euros, enquanto estamos reclamando. Reclamar, reclamar e reclamar, não melhora o país, mas tomar iniciativa para fazer e acontecer, isto sim.

Em suma, temos tanto que nada temos, temos milhares de euros para serem investidos dos fundos comunitários, só nos faltam pessoas com um espírito empreendedor, para avançar com este país. Se nos outros países, ditos do 3º Mundo ou em desenvolvimento, o problema é a falta de recursos disponíveis para investir na população, na Europa, dito 1º Mundo, o problema já é ao contrário: temos tanto que nada temos.

(Em forma de protesto contra esse excesso de informação,contra essa sociedade de audiovisuais, resolvi fazer um post sem nenhuma imagem.)

Luiz Monteiro, 11ºE

Read Full Post »

Em pleno Ano Internacional da Química, o Pavilhão do Conhecimento-Ciência Viva recebe no próximo dia 2 de Março, quarta-feira, às 16h00, o Prémio Nobel da Química Robert Huber […] leia o resto aqui

faça a sua inscrição individual para o mail info@pavconhecimento.pt ou de grupo aqui

 

Read Full Post »

aceda ao site

Desde o início do mês que é possível através do site Art Project (promovido pelo Google) visitar museus como a Tate Gallery, o Hermitage, a National Gallery, os Uffizi de Florença, o Museu Metropolitano de Nove Iorque, entre tantos outros. O site tanto permite a vista de cada obra de arte em particular (com qualidade de alta resolução na ampliação de pormenores e informação adicional audivisual), como uma visita virtual ao espaço de cada museu. A não perder para quem gosta de arte… e não pode deslocar-se pessoalmente a todos esses espaços.

Read Full Post »

Muitas foram as aquisições recentes para a estante de História da nossa BE – esperamos que os outros leitores da ESDS as aproveitem com pelo menos uma parte do entusiasmo com que os nossos bibliblogueiros profª. Cristina Teixeira e Luís Fernandes recomendarem a sua aquisição. Aqui ficam as sugestões de quem sabe…

Para a  História de Portugal…

Um rol de Reis, uma Rainha (a outra estava esgotada…); dois destacados estadistas estadistas de vulto, um consensual, outro mais controverso, já contemporâneos: Salazar e Sá Carneiro(convém conhecer os responsáveis pelos nossos destinos), todos governantes portugueses ; uma revolução revista por um polémico analista e nada mais que três imperadores (num único livro) – três primos (pelo lado materno e/ou paterno), ligados familiarmente à  Rainha Vitória (dois netos directos e um terceiro por afinidade), que dominaram parcelas imensas da terra e empurraram o mundo para a Grande Guerra, deixando marcas indeléveis na história do século XX. Estas são as obras em destaque entre as recentes aquisições de livros de História para a biblioteca da escola.

Assim, a colecção REIS de PORTUGAL (Temas & Debates), escrita pelos mais reputados historiadores portugueses da actualidade, é uma excelente colecção de biografias régias, lançados pela Temas e Debates (e também pelo Círculo dos Leitores), que nos devolve, à luz da mais recente historiografia, não só a vida de quem nos governou durante 8 séculos, como dos contextos nacionais e internacionais que condicionaram as suas vidas e as sua decisões. Contêm, além da bibliografia exaustiva sobre o tema, dados cronológicos, estampas e gravuras de grande qualidade. Alguns reinados foram mais decisivos que outros  e esse foi o critério que presidiu à selecção das aquisições, embora alguns dos títulos preferidos se  encontrem entretanto esgotados, como a biografia de D. José, de D. Maria II, de D. Pedro V e de D. Luís. Segue lista das obras adquiridas nesta colecção:

D. Afonso Henriques, de José Mattoso

D. Afonso V, de Saul António Gomes

D. João II, de Luís Adão da Fonseca

D. Manuel I, de João Paulo Oliveira e Costa

D. Maria I, de Luís Oliveira Ramos

D. João VI, de Jorge Pedreira

D. Carlos, Rui Ramos

Igualmente de salientar: a História da colonização Portuguesa no Brasil, de Maria Beatriz Nizza da Silva, académica que lecciona tanto no Brasil, na Universidade de são Paulo, como em Portugal, na Universidade portucalense e na Universidade Aberta (edições Colibri); Exclusão e intolerância, número da revista Ler História, colectânea de artigos sobre a forma como em Portugal se tem lidado, ao longo dos tempo, com as várias minorias étnicas, religiosas e outras, aqui residentes, e sobretudo àquelas que foram alvo de perseguição pela Inquisição; O Estado, a Igreja e a Sociedade em Portugal -1832-1911, de Vítor Neto, uma edição da IN-CM, sobre a difícil e conturbada relação entre a instituição religiosa e o estado durante a consolidação do liberalismo em Portugal; Afonso Costa, de Filipe Ribeiro de Meneses (Leya) e Diário dos Vencidos – o 5 de Outubro visto pelos monárquicos em 1910. de Joaquim Leitão, com prefácio de Vasco Pulido Valente (Aletheia Editores). Sobre a mesma temática foi adquirido também este ano, entre outros, o livro de Jorge Morais, Regicídio, a contagem decrescente, sobre a implicação dos monárquicos dissidentes e da maçonaria no derrube da monarquia, dando-nos uma crónica detalhada da trama que vitimou o Rei e o Príncipe Real em 1908).

Finalmente, como já foi referido, Salazar, de Filipe Ribeiro de Menezes, investigador do Trinity College de Dublin e docente da National University of Ireland, e grande especialista da primeira metade do século XX, é uma excelente biografia do homem que durante meio século conduziu a história do país e que foi o único que, como o autor começa por nos lembrar, entre todos os ditadores da época, chegou ao poder por mérito académico, e  Sá Carneiro, de Miguel Pinheiro, uma extensa biografia do malogrado e carismático político, do fim do marcelismo e dos primeiros anos da República democrática pós 25 de Abri, trágica e precocemente morto no polémico acidente de Camarate.

Sobre a História Mundial…

Os Três Imperadores – três primos, três impérios e o caminho para a Primeira Guerra Mundial, de Miranda Cárter (Texto História): obra várias vezes premiada e fundamental para se compreender a violência dos acontecimentos que caracterizaram o século XX. Uma biografia de Nicolau II, czar da Rússia, Jorge V, do Reino Unido e do Kaiser Guilherme II do Império alemão – retratos de vida e de famílias, de laços familiares impossíveis e ilusórios, de cobiças e conflitos que empurraram a civilização para a Primeira Guerra Mundial.

Cristina Teixeira

Read Full Post »

Read Full Post »

Maria Armanda Mendes nasceu em Seia, em 1958. É professora na Escola Secundária Daniel Sampaio desde 1987. Desenha desde menina, mas no dia 25 de Abril de 1974, dia da revolução dos cravos, descobriu o grande gosto pelo desenho, criando nesse dia o seu nome artístico – Nany.

Frequentou e concluiu o curso de Artes dos Tecidos, em Coimbra, iniciando a sua carreira profissional leccionando as disciplinas de Trabalhos Manuais, Trabalhos Oficinais, Educação Tecnológica, Tecnologia Têxtil e disciplinas relacionadas com cursos profissionais.

Em 2006, sente necessidade de agarrar o pincel e, num atelier de pintura, aperfeiçoa os conhecimentos e começa a pintar a óleo. Mais tarde, começa a utilizar a tinta acrílica com mais frequência nos seus trabalhos. Contudo sente que muito mais ainda tem que aprender e aperfeiçoar.

A par desta paixão alia-se a da fotografia.

Este slideshow necessita de JavaScript.

Read Full Post »

Older Posts »