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Archive for Fevereiro, 2011

Paulo Bento valorizou esta segunda-feira a importância do ‘scouting’ como uma ferramenta indispensável para o trabalho de um treinador. Em visita à escola secundária Daniel Sampaio, na Sobreda da Caparica, o seleccionador nacional iniciou desta forma o projecto ‘Scouting vai à escola’, numa parceria da FPF com o Ministério da Educação.

«É mais uma ferramenta para que se possa tirar o máximo rendimento em termos de jogo e para que os jogadores possam estar bem documentados sobre o adversário. Para as equipas que tenham objectivos elevados, este é um departamento indispensável, pois ajuda muito os treinadores na preparação do jogo, no treino e comunicação com os jogadores», afirmou Paulo Bento.

O seleccionador português contou ainda com o seu adjunto Ricardo Peres (treinador de guarda-redes da Selecção) e Sérgio Costa e Bruno Pereira, do Gabinete de Observação e Análise da FPF.

Questionado sobre as diferenças desta ferramenta estando ao comando de uma selecção ou de um clube, Paulo Bento relativizou essa separação: «É uma área importante, seja em clube ou na selecção. As observações são é feitas com objectivos diferentes. Aqui a parte individual de análise e rendimento tem a ver com a escolha para uma eventual convocatória; num clube, com jogos ao domingo e quarta-feira, a situação é mais rotineira e há mais interacção com este departamento.»

Paulo Bento considera ainda que a vertente de ‘scouting’ é igualmente uma boa oportunidade no mercado de trabalho da área do futebol, sobretudo num contexto de crise, como o que se vive actualmente. «É importante para nós, mas também pode ser para os jovens, pois é uma forma de terem mais uma perspectiva de trabalharem no desporto, neste caso no futebol. Ainda para mais num momento em que estão para decidir aquilo que pretendem», concluiu o seleccionador, que se escusou a comentar quaisquer outros temas à margem desta visita.

in Sapo Desporto

Assim o noticiava este periódico e muitos outros, que deram conta da visita do seleccionador nacional para falar com alunos do Curso Tecnológico de Desporto da ESDS, no âmbito de uma parceria entre a Federação Portuguesa de Futebol e o Desporto Escolar, desta vez sobre o tema do scoutinge que teve o condão de juntar águias e leões na mesma foto 🙂

(leia mais aqui e brevemente uma reportagem completa no JEDS )

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Actualmente vivemos na sociedade da informação rápida. Apenas com um clique podemos obter qualquer informação em qualquer parte do mundo. Porém, faço-me uma pergunta sobre esta nova sociedade e desta nova cultura, a cultura da informação: será que isto é prejudicial às pessoas? Se o problema dos antigos era a falta de informação o nosso é totalmente o contrário: o seu excesso. Será que todo o investimento nesta sociedade tecnológica faz sentido?

Tenho observado no ambiente escolar que este excesso de informação tem sido prejudicial aos alunos – um desses exemplos é quando temos que ler um livro ou simplesmente fazer um trabalho. No caso do livro, grande parte dos alunos não o lêem, mas fazem o download do resumo na “Net”, porque isto é muito mais fácil do que ler uma obra. Não estou dizendo que não podemos ler um resumo ou tirar informações da “Web”, no entanto, precisamos ter cuidado com este facilitismo, pois com ele adquirimos informações, porém não O Verdadeiro Conhecimento. Conhecimento é uma coisa e Informação é outra. Conhecimento é obtido através da recolha de informações e da observação, é a forma como elaboramos mentalmente a representação da realidade, é a construção, o acto do sujeito de conectar informações. Conhecimento não é sinónimo de informação, ainda assim, o conhecimento precisa da informação.

Portanto, sabemos tanto que nada sabemos, porque temos acesso a tanta informação, mas tudo muito artificialmente. Essa geração da informação não se preocupa em memorizar nada. Para quê? Se com um clique, a partir do nosso telemóvel, podemos obter qualquer informação. Isto é o mal da nossa sociedade, temos o nosso cérebro, que podemos comparar a um Ferrari, porém andamos com a velocidade de um triciclo.

Outra coisa que devo mencionar é a falta de iniciativa e interesse na nossa sociedade. Desde a adesão à União Europeia, Portugal tem acesso a fundos comunitários como, por exemplo, fundos para educação, para apoiar projectos inovadores, etc. E, com todos estes investimentos, os jovens estão interessados em fazer alguma coisa? Não posso dizer que não, porque cairia na generalização, mas a grande maioria não está. Vivem a vida como se fosse um “videoclip”. Podemos e devemos curtir a nossa juventude, mas com um pouco mais de responsabilidade social e sempre pensando no amanhã.

“De acordo com os últimos dados divulgados pelo governo em relação ao período 2000 a 2005, a União Europeia disponibilizou 17.768,7 milhões de euros de fundos comunitários mas o nosso País, nesse período, só utilizou 13.165,8 de euros, ou seja, não foram utilizados 4.602,8 milhões de euros que podiam ter sido utilizados até ao fim de 2005 para melhorar a qualificação dos portugueses, modernizar e aumentar a competitividade da economia, e reduzir as graves assimetrias que existem entre as várias regiões do País. Esta situação é ainda pior do que a verificada no fim de 2004, pois até a 2004 não tinham sido utilizados 4.602,90 milhões de euros”  (Eugénio Rosa).

Ao invés de ficarmos reclamando de Portugal, que é isto ou aquilo, que aqui não tem nada de bom, não se produz nada, podíamos gastar esta energia, em projectos com fundos comunitários. Imaginem como 4.602,90 milhões de euros poderiam ajudar a melhorar neste país, em infra-estruturas, por exemplo. Mas o que falta é o empreendorismo e a falta de inciativa. Estamos vivendo uma crise, sim, porém temos o dinheiro da UE e todos os anos desperdiçamos milhares de euros, enquanto estamos reclamando. Reclamar, reclamar e reclamar, não melhora o país, mas tomar iniciativa para fazer e acontecer, isto sim.

Em suma, temos tanto que nada temos, temos milhares de euros para serem investidos dos fundos comunitários, só nos faltam pessoas com um espírito empreendedor, para avançar com este país. Se nos outros países, ditos do 3º Mundo ou em desenvolvimento, o problema é a falta de recursos disponíveis para investir na população, na Europa, dito 1º Mundo, o problema já é ao contrário: temos tanto que nada temos.

(Em forma de protesto contra esse excesso de informação,contra essa sociedade de audiovisuais, resolvi fazer um post sem nenhuma imagem.)

Luiz Monteiro, 11ºE

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Em pleno Ano Internacional da Química, o Pavilhão do Conhecimento-Ciência Viva recebe no próximo dia 2 de Março, quarta-feira, às 16h00, o Prémio Nobel da Química Robert Huber […] leia o resto aqui

faça a sua inscrição individual para o mail info@pavconhecimento.pt ou de grupo aqui

 

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aceda ao site

Desde o início do mês que é possível através do site Art Project (promovido pelo Google) visitar museus como a Tate Gallery, o Hermitage, a National Gallery, os Uffizi de Florença, o Museu Metropolitano de Nove Iorque, entre tantos outros. O site tanto permite a vista de cada obra de arte em particular (com qualidade de alta resolução na ampliação de pormenores e informação adicional audivisual), como uma visita virtual ao espaço de cada museu. A não perder para quem gosta de arte… e não pode deslocar-se pessoalmente a todos esses espaços.

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Muitas foram as aquisições recentes para a estante de História da nossa BE – esperamos que os outros leitores da ESDS as aproveitem com pelo menos uma parte do entusiasmo com que os nossos bibliblogueiros profª. Cristina Teixeira e Luís Fernandes recomendarem a sua aquisição. Aqui ficam as sugestões de quem sabe…

Para a  História de Portugal…

Um rol de Reis, uma Rainha (a outra estava esgotada…); dois destacados estadistas estadistas de vulto, um consensual, outro mais controverso, já contemporâneos: Salazar e Sá Carneiro(convém conhecer os responsáveis pelos nossos destinos), todos governantes portugueses ; uma revolução revista por um polémico analista e nada mais que três imperadores (num único livro) – três primos (pelo lado materno e/ou paterno), ligados familiarmente à  Rainha Vitória (dois netos directos e um terceiro por afinidade), que dominaram parcelas imensas da terra e empurraram o mundo para a Grande Guerra, deixando marcas indeléveis na história do século XX. Estas são as obras em destaque entre as recentes aquisições de livros de História para a biblioteca da escola.

Assim, a colecção REIS de PORTUGAL (Temas & Debates), escrita pelos mais reputados historiadores portugueses da actualidade, é uma excelente colecção de biografias régias, lançados pela Temas e Debates (e também pelo Círculo dos Leitores), que nos devolve, à luz da mais recente historiografia, não só a vida de quem nos governou durante 8 séculos, como dos contextos nacionais e internacionais que condicionaram as suas vidas e as sua decisões. Contêm, além da bibliografia exaustiva sobre o tema, dados cronológicos, estampas e gravuras de grande qualidade. Alguns reinados foram mais decisivos que outros  e esse foi o critério que presidiu à selecção das aquisições, embora alguns dos títulos preferidos se  encontrem entretanto esgotados, como a biografia de D. José, de D. Maria II, de D. Pedro V e de D. Luís. Segue lista das obras adquiridas nesta colecção:

D. Afonso Henriques, de José Mattoso

D. Afonso V, de Saul António Gomes

D. João II, de Luís Adão da Fonseca

D. Manuel I, de João Paulo Oliveira e Costa

D. Maria I, de Luís Oliveira Ramos

D. João VI, de Jorge Pedreira

D. Carlos, Rui Ramos

Igualmente de salientar: a História da colonização Portuguesa no Brasil, de Maria Beatriz Nizza da Silva, académica que lecciona tanto no Brasil, na Universidade de são Paulo, como em Portugal, na Universidade portucalense e na Universidade Aberta (edições Colibri); Exclusão e intolerância, número da revista Ler História, colectânea de artigos sobre a forma como em Portugal se tem lidado, ao longo dos tempo, com as várias minorias étnicas, religiosas e outras, aqui residentes, e sobretudo àquelas que foram alvo de perseguição pela Inquisição; O Estado, a Igreja e a Sociedade em Portugal -1832-1911, de Vítor Neto, uma edição da IN-CM, sobre a difícil e conturbada relação entre a instituição religiosa e o estado durante a consolidação do liberalismo em Portugal; Afonso Costa, de Filipe Ribeiro de Meneses (Leya) e Diário dos Vencidos – o 5 de Outubro visto pelos monárquicos em 1910. de Joaquim Leitão, com prefácio de Vasco Pulido Valente (Aletheia Editores). Sobre a mesma temática foi adquirido também este ano, entre outros, o livro de Jorge Morais, Regicídio, a contagem decrescente, sobre a implicação dos monárquicos dissidentes e da maçonaria no derrube da monarquia, dando-nos uma crónica detalhada da trama que vitimou o Rei e o Príncipe Real em 1908).

Finalmente, como já foi referido, Salazar, de Filipe Ribeiro de Menezes, investigador do Trinity College de Dublin e docente da National University of Ireland, e grande especialista da primeira metade do século XX, é uma excelente biografia do homem que durante meio século conduziu a história do país e que foi o único que, como o autor começa por nos lembrar, entre todos os ditadores da época, chegou ao poder por mérito académico, e  Sá Carneiro, de Miguel Pinheiro, uma extensa biografia do malogrado e carismático político, do fim do marcelismo e dos primeiros anos da República democrática pós 25 de Abri, trágica e precocemente morto no polémico acidente de Camarate.

Sobre a História Mundial…

Os Três Imperadores – três primos, três impérios e o caminho para a Primeira Guerra Mundial, de Miranda Cárter (Texto História): obra várias vezes premiada e fundamental para se compreender a violência dos acontecimentos que caracterizaram o século XX. Uma biografia de Nicolau II, czar da Rússia, Jorge V, do Reino Unido e do Kaiser Guilherme II do Império alemão – retratos de vida e de famílias, de laços familiares impossíveis e ilusórios, de cobiças e conflitos que empurraram a civilização para a Primeira Guerra Mundial.

Cristina Teixeira

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Maria Armanda Mendes nasceu em Seia, em 1958. É professora na Escola Secundária Daniel Sampaio desde 1987. Desenha desde menina, mas no dia 25 de Abril de 1974, dia da revolução dos cravos, descobriu o grande gosto pelo desenho, criando nesse dia o seu nome artístico – Nany.

Frequentou e concluiu o curso de Artes dos Tecidos, em Coimbra, iniciando a sua carreira profissional leccionando as disciplinas de Trabalhos Manuais, Trabalhos Oficinais, Educação Tecnológica, Tecnologia Têxtil e disciplinas relacionadas com cursos profissionais.

Em 2006, sente necessidade de agarrar o pincel e, num atelier de pintura, aperfeiçoa os conhecimentos e começa a pintar a óleo. Mais tarde, começa a utilizar a tinta acrílica com mais frequência nos seus trabalhos. Contudo sente que muito mais ainda tem que aprender e aperfeiçoar.

A par desta paixão alia-se a da fotografia.

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No âmbito das comemorações do Ano Europeu do Voluntariado, a equipa da Biblioteca da ESDS promoveu, no dia 7 Fevereiro, um debate com um representante do Conselho Português para os Refugiados (CPR), única organização que trabalha com esta população em Portugal, ligada ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).

A Drª Mónica Frechaut apresentou, de forma objectiva e cativante, esta Organização Não Governamental para o Desenvolvimento aos jovens estudantes do 10º e 12º anos da área de Línguas e Humanidades que, desta forma, tiveram oportunidade de contactar com uma realidade que abrange milhões de pessoas em todos os continentes – realidade esta muito distante do conforto e das comodidades em que vivem e que, frequentemente, não valorizam.

O C.P.R. defende a tolerância e respeito pela dignidade dos povos e tem como

Mónica Frechaut

objectivo principal promover uma política de asilo mais humana e liberal tanto a nível nacional como internacional. Desde a análise dos pedidos de asilo até à integração no país de acolhimento, a preocupação constante é que o refugiado seja tratado com dignidade.

No seguimento da apresentação, foram realçados os motivos políticos, religiosos, étnicos que levam pessoas de qualquer idade a fugirem dos seus países de origem e a procurarem refúgio e segurança em outros locais. É preciso uma coragem extraordinária para ser refugiado e as várias histórias de vida nos campos de refugiados e nos países de acolhimento são testemunhos dos inúmeros obstáculos que enfrentam todos os que fogem de guerras e perseguições que representam ameaças à vida ou segurança. A coragem continua nos países de acolhimento pois a integração é um processo complexo  em vários aspectos, sobretudo no que respeita à situação jurídica e inserção no mercado de trabalho.

Sensibilizados com a temática, os alunos solicitaram esclarecimentos sobre a forma como se processa a integração nas sociedades de acolhimento, nomeadamente nas questões relacionadas com alojamento, refeições, assistência na saúde, deslocações, aprendizagem da língua e formação profissional. A Drª Mónica esclareceu prontamente todas as questões, integrando-as nas várias valências do Centro de Acolhimento para Refugiados na Bobadela, concelho de Loures.

O debate serviu, também, de sensibilização para o valor e importância das actividades de voluntariado nas várias áreas, especialmente cívica, cultural e social . O papel do voluntário é importante para suprir carências que existem em todas as organizações, por razões económicas. No caso específico do C.P.R.,  há inúmeras tarefas que o voluntário pode executar disponibilizando o seu tempo e empenho, mas vivendo igualmente experiências enriquecedoras no contacto com pessoas de proveniências diversas, ao sentir-se útil contribuindo para reconstruir vidas e esperança.

Cada um é responsável não só pelo que faz mas também pelo que deixa de fazer e, como tal, a dedicação do voluntário como expressão de uma cidadania activa contribui para uma sociedade mais solidária. E este é um dos objectivos do Ano Europeu do Voluntariado.

Texto: Luísa Oliveira

Fotos: Cristina Teixeira

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A janela do meu quarto, Inês, 7º C

 

Alexandre, 7º B

Sofia Marques, 7º B

A janela do meu quarto, Sara, 7º C

Também já disponível na Biblioteca da ESDS:
Diários Gráficos em Almada

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A turma 11ºI do curso profissional de Técnico de Apoio à Infância encontra-se a dinamizar uma actividade do Dia dos Namorados, no âmbito do plano anual de actividades. Assim, vimos por este meio informar os alunos que se encontra no pavilhão A um marco de correio destinado a mensagens do Dia dos Namorados. Todos os alunos poderão participar e não se esqueçam… o amor não é só para os namorados mas também para os amigos.

As vossas mensagens poderão ser depositadas no marco até às 10 horas do dia 14 de Fevereiro que posteriormente serão distribuídas por amorosos cupidos.

Gaëlle Boissonnard, via Pinzellades al món

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A 3ª Edição do Concurso de Desenho da ESDS realiza-se este ano sob o signo do Ano Internacional da Química, tema para os trabalhos concorrentes, que deverão ser entregues até ao dia 2 de Maio. A Cerimónia de Entrega de Prémios terá lugar a 6 de Maio, durante a celebração  no Dia da Escola.

O regulamento poderá ser consultado na entrada do Pavilhão A no placard dos Clubes.

Laila Ribeiro, Ana Guerreiro e Leonett Abrantes

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SHELLEY, Mary (1995), Frankenstein, ou o Moderno Prometeu, Colecção Livros de Bolso – Série Grandes Obras, Editora Europa-América

Discípulo de alquimistas famosos, Viktor Frankenstein vive obcecado por tentar dar à vida um ser que está morto. Para isso ele empenhou-se bastante nas aulas de anatomia e em diversas áreas da ciência. Começou então a trabalhar no seu projecto pessoal, desenvolvendo um método original que consistia em usar partes retiradas de pessoas mortas e montar um novo corpo com essas partes. Então, ao fim de algum tempo, conseguiu recriar vida.

Mas o ser que consegue trazer à vida tem um aspecto tão monstruoso que o Dr. Frankenstein acaba por fugir dele. No entanto, o monstro tenta de tudo para se aproximar dos seres humanos, e acaba por aprender a falar como eles, a sentir o que eles sentem. Porém, com a sua face horripilante apavora todos os que o vêem.

Isto acaba por condenar o monstro a viver numa solidão extrema. Como consequência, a criatura vai em busca do seu criador, a quem pede uma companhia. A recusa do médico desencadeia na criatura um desejo de vingança. E o monstro acaba por matar a sua esposa Elizabeth – é a partir daí que Viktor passa a perseguir a criatura viajando para o Árctico. E é lá que Viktor acaba por morrer.

Recomendo a leitura deste livro, pois é um clássico e mostra que muitas vezes julgamos apenas a pessoa pela aparência e acabamos por magoar essa pessoa. Apesar de ser uma história trágica, na minha opinião tem uma boa moral, e faz-nos acreditar que o para nós é impossível pode-se tornar possível se nos empenharmos no que estamos a fazer.

O meu excerto preferido, pois foi ele que me levou à leitura deste romance, é o seguinte:

Nada é mais penoso ao espírito humano, depois de os sentimentos se consumirem numa sucessão de acontecimentos, do que a calma morta da inacção e de certeza que se seguem e privam a alma da esperança e do medo.

Bruno Berrincha, 11ºB

Notas do editor:
 

Mary Shelley (1797-1851)

Mary Shelley foi casada com o poeta romântico inglês Percy Shelley e escreveu esta obra com apenas 19 anos. Muitas vezes o nome do protagonista é, erradamente, atribuído à criatura.

O subtítulo faz referência à figura da mitologia grega, Prometeu, que roubou o fogo aos deuses e foi por isso castigado por eles, o que constitui uma clara analogia com a hybris de Frankenstein, que tentou criar vida, desafiando as leis da natureza.

Imagens: daqui e daqui

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Quase todos as coisas boas na vida têm o seu lado mau, e a facilidade com que hoje comunicamos é exactamente a mesma com que nos expomos a múltiplos perigos.

Até que ponto estamos todos – professores, pais e especialmente os mais novos (muito provavelmente os utilizadores mais comunicativos e entusiastas destas novas redes de socialização) – cientes destes perigos?

Assim,  a SeguraNet promove a semana da Internet Segura, com especial ênfase para o Dia 8. A ESDS incluiu nos Planos de Acção do PTE/BE uma campanha de adesão às actividades de sensibilização mais segura destes meios, já em marcha em algumas turmas do Ensino Básico, campanha na qual contamos pouco a pouco envolver os DTs na área da Formação Cívica e também os pais e Encarregados de Educação.

clique para saber mais

E, entretanto, jovem leitor, que usa com frequência o Google, o telemóvel, o Facebook, o Myspace ou outros meios para a escola e ainda mais para comunicar com amigos e muitas vezes “navegar” no desconhecido, que tal pensar um pouco nas questões levantadas nas imagens abaixo?

Clique para ampliar:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

materiais editados de originais de SeguraNet

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Consulte o regulamento aqui

Concepção e organização: Manuela Curado (Grupo de  Português)

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No mundo do cinema continua a época de atribuição de prémios que antecedem os Óscares. O People’s Choice Awards, escolha feita pelos espectadores  com votação on line, premiou Eclipse, 3º filme da saga Crepúsculo que, curiosamente, também teve nove nomeações para os Razzies, prémios atribuídos pela Fundação Golden Raspberry Award, que premeia as piores longas metragens estreadas nos E.U.A.

No dia dezasseis realizou-se  em Los Angeles a 68º cerimónia dos Globos de Ouro,  concedidos pela  imprensa estrangeira acreditada em Hollywood. Estes prémios são considerados a antecâmara dos Óscares e, este ano, a apresentação esteve a cargo do actor britânico de séries de humor, Rick Gervais, que fez algumas intervenções polémicas. A Rede Social foi o grande vencedor com os prémios nas categorias de Melhor Filme Dramático (o mais prestigiado),  realizador, banda sonora e argumento. Os miúdos estão bem ganhou o prémio de Melhor Filme de Comédia e Annett Bening  o de Melhor Actriz.   Colin Firth  em  Discurso do rei (filme premiado pela Associação de Realizadores dos EUA) e Natalie Portman em Cisne negro foram galardoados como Melhores Actores Dramáticos.  Prémio de carreira foi para  o excelente actor Robert de Niro .

Em 27 Fevereiro irá realizar-se a 83º edição dos Óscares. Na longa lista de nomeados  destacam-se O Discurso do Rei de Tom Hooper e Indomável dos irmãos Cohen, respectivamente, com doze e dez nomeações.

A diversidade marcou as estreias do mês: Tron, o legado de Joseph Kosinski ,  aventura digital  filmada no meio de muito secretismo, com o excelente actor Jeff Bridges num remake de um filme que tinha protagonizado há 28 anos; O turista de Florian Henckel von Domersmarck ; As viagens de Gulliver de Rob Letterman, adaptação aos tempos modernos  do clássico de 1726 do irlandês Jonathan Swift; Chantrapas , produção francesa  e ucraniana  realizada pelo russo Otar Iosseliani; Xeque à rainha de Caroline Bottaro; Fora de lei de Rachid Bouchareb numa coprodução da Argélia e da França; Tu, que vives, de Roy Anderson, curiosas histórias tragicómicas passadas em várias cidades mundiais; O preço da traição de Atom Egoya; a comédia romântica  O amor é o melhor remédio Edward Zwick ; o quotidiano íntimo de um casal de terceira idade em Um ano mais Mike Leigh, nomeado para o Óscar de Melhor Argumento original; o drama Biutiful do mexicano  Alejandro González Inárritu,  que o descreveu como “poema sórdido”, com Javier Bardem num grande papel, nomeado para Óscar de Melhor Actor; O thriller  72 horas de Paul Haggis; o drama italiano Que mais eu quero de Sílvio Soldini e o documentário Com que voz de Nicholas Oulman sobre o seu pai, Alain Oulman que acompanhou Amália Rodrigues nas produções musicais.

Os destaques do mês vão para o documentário Complexo: Universo paralelo dos irmãos Mário e Pedro Patrocínio, que durante três anos registaram o quotidiano  de uma das favelas mais perigosas do Rio de Janeiro; as obras de dois gigantes da 7ª arte, a comédia romântica Vais conhecer o homem dos teus sonhos de Woody Allen e Hereafter-Outra vida de Clint Eastwood,  que aos 80 anos realiza a sua 31ª obra  com produção de Steven Spielberg, em que trata os mistérios da vida para além da morte; A minha alegria de Sergei Loznitsa , que depois de inúmeros documentários realiza a sua primeira ficção com produção conjunta da Alemanha, Holanda e Ucrânia, e  que é uma parábola crítica e pessimista sobre a situação actual na Rússia.

Termino com a notícia de que, no dia vinte cinco, Leonor Silveira, actriz presente em muitos filmes de Manoel de Oliveira, foi condecorada, pelo governo francês, com a Ordem das Artes e Letras,  na embaixada francesa em Lisboa.

Luisa Oliveira


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Como já havia sido anunciado aqui no Bibli numa Estante anterior, os alunos do 10ºAno da ESDS estabeleceram no 1º Período o seu contrato de leitura na disciplina de Português sobre obras do nosso patrono, Professor Daniel Sampaio.

Lidas as obras, tiveram agora os alunos das 6 turmas  do 10ºAno oportunidade, em duas sessões que decorreram ao longo da manhã do dia 2 de Fevereiro, de colocar questões, fazer comentários directamente ao autor sobre as suas leituras. Como é evidente, as narrativas, ficcionadas segundo o próprio  a partir da sua experiência pessoal e profissional ao longo dos anos, suscitaram questões com que muitos jovens  se debatem frequentemente, sendo muitas vezes esta reflexão e partilha um bom caminho  para a compreensão de nós próprios e o entendimento do outro.

Assim, não faltaram perguntas e comentários  sobre  sexualidade e  afectos (gravidez na adolescência e contracepção, amor e sexo, homossexualidade, amizade), violência e  bullying,  tristeza,  depressão e  suicídio,  relações com os pais, professores e adultos significativos…

Pelas referências do auditório, pudemos perceber que as suas preferências  iam para obras como Vagabundos de nósMemórias do futuro, Vivemos livres numa prisão e, mais particularmente, Tudo o que temos cá dentro, que suscitou a curiosidade de alguns alunos sobre a relação entre os protagonistas, Nuno e Rita, em questões como a culpa e as diversas formas de amar… mas sobre isto deixaremos falar mais detalhadamente os nossos leitores do 10ºAno, pois contamos publicar brevemente aqui no Bibli alguns artigos sobre as obras de que mais gostaram.

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