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Archive for Março, 2010

No âmbito das actividades que integraram o Dia da Escola, este ano subordinado ao tema  (Bio)diversidade, organizou-se um workshop,  patrocinado conjuntamente pelos grupos de História e Geografia e pela BE que visava celebrar a diversidade na sua vertente cultural.

O Mundo na Escola, assim se designou esta actividade, visava revelar aspectos dos universos culturais dos alunos da nossa comunidade escolar que são de origem estrangeira. Embora na sua maioria estes alunos sejam falantes de português, por serem oriundos de países outrora colónias portuguesas, com os quais se mantém laços privilegiados, (Palops e Brasil), não é menos verdade que outros há que são oriundos de regiões europeias bem distantes, historica e culturalmente, como as comunidades  dos Países de Leste. Outros, por enquanto poucos, são provenientes de outros continentes, como os chineses, e as dificuldades de comunicação tornam-se por vezes muito difíceis de superar.

Estamos porém a falar de comunidades razoavelmente integradas, por mérito próprio e por condições sociais, económicas e culturais favoráveis. No entanto, nem sempre se tem consciência do esforço que muitos destes alunos tiveram que fazer, ou fazem, para se integrarem na nossa escola. Basta lembrar que muitos dos curricula são assumidamente eurocêntricos, com tónica no lado ocidental da europa, se não mesmo tendicionalmente “nacionais” e que muitos destes seus destinatários em casa falam romeno, ucraniano ou crioulo.

Foi o reconhecimento desse esforço que se pretendeu revelar nas apresentações deste workshop. Somos uma escola que acolhe várias culturas mas muitas vezes estas ficam remetidas à rememoração dos seus portadores. A pluralidade deve ser conhecida, valorizada. Pretendeu-se dar visibilidade a esse encontro de culturas, torná-lo uma experiência de partilha, propiciadora de integração, de tolerância e enriquecimento. Simultaneamente foi uma experiência mobilizadora de competências para os alunos que nela participaram, pela pesquisa que exigiu a exposição das suas experiências, pela selecção e composição da realidade que apresentaram, como se reviram nelas, as representações que têm das suas comunidades. Foi também, e sobretudo, um momento grato para eles, por serem poucas as oportunidades que têm de partilharem que é mais significativo para si e do que os identifica no meio da comunidade escolar.

Tudo isto se revelou no empenho que dedicaram à actividade e  no número de alunos que aderiram à iniciativa, tornando escassos os noventa minutos que estavam programados, obrigando assim ao agendamento das outras apresentações para dia 21 de Maio (Dia da Escola II) e também Dia Mundial da Diversidade Cultural.

Cristina Teixeira e Fernando Rebelo

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A saga Casa da Noite é mais uma das muitas sobre vampiros. Apesar disso, é diferente de muitas das que li até agora.

Este primeiro livro da saga, Marcada, escrito por P.C. Cast e Kristin Cast conta o início da história de uma rapariga chamada Zoey que vive num mundo igual ao nosso mas com uma única diferença: os vampyros não só existem como são tolerados.

Ao contrário das histórias mais comuns sobre vampiros, não é necessário ser mordido para que ocorra a transformação. Nesta saga,  os humanos são “marcados” por uma espécie de caças, ou seja, vampyros cuja profissão é avisar as pessoas que irão ser transformadas dentro de pouco tempo e que terão de dirigir-se à Casa da Noite. Ou seja, irão viver num local para onde vão todas as pessoas que são marcadas para aprender a lidar com a sua nova vida. Lá, irão concluir a mudança ou acabar por morrer. Os vampyros que são marcados caracterizam-se pelo aparecimento de uma meia-lua na testa.

Na Casa da Noite Zoey acaba por encontrar não só amizade e amor como também mentira e inveja.

Gosto especialmente desta saga, não só pelo facto de ser diferente das histórias de vampiros comuns como também por desenvolver mais o lado psicológico das personagens, fazendo com que tenham de tomar decisões difíceis mesmo que nem sempre a escolha feita seja a melhor das opções, levando a que, por vezes, as suas vidas se tornem mais complicadas. Também a “amizade” tem um papel importante nesta saga, lembrando-nos que na adolescência os amigos fazem tudo uns pelos outros. É também uma história que deixa o leitor sempre à espera de saber a continuação do livro, imaginando as mais diversas situações que poderão suceder em seguida.

Ana Rita Marina, 10ºB

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Decorreu no passado dia 17 de Março de 2010, por volta das 17h30, na Fundação Calouste Gulbenkian, com a colaboração da Sociedade Portuguesa de Astronomia, a Sessão de encerramento do Ano Internacional da Astronomia 2009. O evento incluiu a inauguração da exposição “A Astronomia no Portugal de Hoje”, o lançamento do livro Mensageiro das Estrelas e uma conferência “Ano Internacional da Astronomia em Portugal: E depois do adeus”.

No âmbito desta área, as alunas Marta Serra e Ana Rodrigues estão a desenvolver um blogue de Astronomia, na disciplina de Área de Projecto, com o objectivo de divulgar a Astronomia junto da comunidade escolar e estimular o interesse pelo tema.

Skat – um blogue de Astronomia” vai desenvolver-se durante o corrente ano lectivo, com actualizações semanais. Proporcionará aos interessados uma visão atenta sobre o mundo da Astronomia e os desafios quotidianos dos cientistas desta área.

clique para aceder ao site

Ana Rodrigues e Marta Serra, 12º C

Orientação do projecto: Professora Laila Ribeiro

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No passado dia nove de Fevereiro, visitámos o Museu da Electricidade com o principal objectivo de aumentar o conhecimento acerca dos recursos energéticos, matéria que estava a ser leccionada. Ficámos a saber que o Museu da Electricidade, também conhecido como Central Tejo, começou a ser construído em 1913 com o objectivo de fornecer energia eléctrica à cidade de Lisboa. Apesar de nos dias de hoje não ter um papel tão importante na sociedade como tinha há cem anos atrás, este museu proporciona uma oportunidade de ‘revivermos’ o funcionamento desta antiga central termoeléctrica, que tinha como protagonista no seu funcionamento o carvão.

Nos dias de hoje, existem várias fontes de energia capazes de produzir electricidade, algumas delas são as chamadas Energias Renováveis que, tal como o nome indica, são capazes de se regenerar e, portanto, são inesgotáveis. Uma das principais energias utilizadas em Portugal, e no mundo, é a energia solar. Este tipo de energia provém do Sol e pode ser captada através de painéis fotovoltáicos. A energia geotérmica, proveniente do calor existente no centro da Terra, tem várias maneiras de ser captada, podendo ser transformada em energia eléctrica ou térmica. Outra é a energia hídrica, resultante da pressão da água, captada através de barragens e ou diques.

Todas estas Energias Renováveis têm tendência para evoluir no futuro, na medida em que, são uma fonte de energia mais barata, não prejudicam o ambiente, uma vez que não produzem dióxido de carbono ou outros gases com “efeito de estufa”, conferem autonomia energética ao país, visto que a sua utilização não depende da importação de combustíveis fósseis, que apenas existem em algumas regiões, e também permitem o desenvolvimento de determinadas regiões com menores acessos e população. Para que haja o perfeito equilíbrio entre a produção e o consumo é necessário que haja eficiência energética, ou seja, proporcionar o melhor consumo de água e energia, e introduzir instrumentos necessários para gerir tais recursos. Utilizar a iluminação apenas quando há necessidades específicas e a substituição de dispositivos de iluminação por outros mais eficientes são exemplos de medidas que, além de trazerem benefícios ao utilizador, visto que reduzem os custos, também são um benéfico para a sociedade, pois contribuem para um desenvolvimento sustentado. No entanto, é necessário ter alguns cuidados, como por exemplo, não abrir a janela quando o aquecimento está ligado. Reciclar, desligar completamente equipamentos electrónicos quando estes não forem necessários e aproveitar ao máximo a luz do sol, permitindo igualmente baixar o consumo de energia.

Através da visita ao Museu da Electricidade tivemos a oportunidade de verificar a importância das energias renováveis nos dias de hoje e também a importância que, na sua altura, esta fábrica teve para a sociedade portuguesa.

“ A protecção do clima, feita de maneira correcta, poderia na verdade reduzir os custos, não aumentá-los.”

Camila Guimarães,  10ºF

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O beisebol, uma breve introdução

O jogo de beisebol é um dos desportos mais populares nos Estados Unidos da América, jogado por seis milhões de pessoas em campos e em jardins. Implementou-se também como um desporto de tradição, em Cuba, Japão, Tailândia, Canadá, Colômbia e Venezuela.

É também um desporto com grande expressão profissional e de grande dimensão na área do espectáculo.

Em Portugal, tem vindo nos últimos anos a ser introduzido nas escolas, quer no modo como formalmente está institucionalizado, quer numa forma muito semelhante dominando-se “softball”.

História

Diz-se que o jogo de beisebol, tal como está institucionalizado nos E. Unidos, derivou de um antigo jogo inglês, o “rounders” que foi introduzido na América do Norte no séc. XVIII, tornando-se conhecido como “townball”. Em 1854, um americano chamado Alexander J. Cartwrigh elaborou um conjunto de regras para este jogo, passando então a designar-se por “baseball” (beisebol em português).

Apesar da grande popularidade que há muito tempo tem nos Estados Unidos,  só recentemente foi introduzido nos Jogos Olímpicos: inicialmente como desporto de demonstração, tendo apenas ganho o estatuto olímpico em Barcelona, em 1992.

Em que consiste o jogo?

Joga-se com duas equipas, de nove elementos cada uma, num campo quadrado, constituído por uma “casa base”(home base) e mais três bases em cada um dos seus cantos.

O lançador (pitcher) arremessa a bola a partir do centro do campo, para o batedor (batter) situada na casa base. Este jogador bate a bola com um taco que larga em seguida e corre à volta do campo, tentando chegar à casa de onde partiu,  fazendo assim a sua equipa ganhar um ponto. Se conseguir fazê-lo por etapas, diz-se que marca um “run”, se o fizer de uma só vez, diz-se que faz um “homerun”.

A equipa defensora, por sua vez, tenta eliminar este jogador que vai a correr e após ter conseguido eliminar três adversários (batedores), passa ao ataque.

O jogo é constituído por nove entradas (innings) para cada equipa, saindo vencedora a que conseguir maior número de pontos (runs). Não existem empates, prologando-se o número de entradas (innings) necessárias até uma das equipas sair vencedora.

João Cristo, 10ºB

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Até 4 de Abril no Museu da Electricidade – entrada gratuita.

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