Feeds:
Artigos
Comentários

Archive for the ‘Diário Gráfico’ Category

Enquanto o desenho ou a pintura proporciona, ao observador, apenas um ponto de vista, central, a escultura permite que o mesmo observador a contorne e tenha assim vários pontos de vista sobre ela.
Partindo da noção de tridimensionalidade e da multiplicidade de olhares inerente à escultura, os alunos criaram as suas composições reciclando materiais e tentando atribuir-lhes um sentido estético.
 
Ana Guerreiro
 

Este slideshow necessita de JavaScript.

Read Full Post »

Nesta edição do Diário Gráfico, publicamos alguns trabalhos de alunos do 7ºA e B, no âmbito da geometria plana, nomeadamente o traçado do óvulo e da oval, que são linhas curvas fechadas, constituídas por quatro arcos de circunferência concordantes. Diferem porque o óvulo tem dois arcos iguais e dois diferentes e um eixo de simetria, enquanto a oval tem os arcos iguais dois a dois e dois eixos de simetria. Após esse traçado, os alunos perceberam como as formas existentes contêm em si, implícitas, essas geometrias.

Ana Guerreiro

Read Full Post »

Read Full Post »

O Ponto e a Linha

São os primeiros elementos da gramática visual.

O ponto é o signo gráfico mais simples e a partir do qual nasce a forma.

Na arte, os pontos podem surgir de variadas formas: agrupados, dispersos, maiores ou menores e podem até constituir movimentos artísticos como o Pontilhismo que derivou do Impressionismo.

Decorrente das reflexões de Georges Seurat, cuja pintura passou a apresentar pinceladas muito pequenas, evoluindo depois para pontos de cores primárias (magenta, amarelo e azul ciano) que eram colocados separadamente ao lado uns dos outros para obter o máximo de luminosidade.

A uma certa distância, fundiam-se na nossa retina, sendo percecionados como manchas de cor e realizando assim a mistura ótica das cores.

Para obter, por exemplo, o verde das árvores ou da relva, o pintor aproximava pontos azuis e amarelos na tela para serem percecionados como verde, ou se quisesse um céu violáceo justapunha pontos azuis com magenta ou vermelho.

Além da arte, também os objetos, as pessoas ou as estrelas podem ser percecionados como pontos, se os virmos a uma grande distância.

Do ponto solta-se a linha, sinuosa, reta, quebrada, ora com uma expressão serena e contida, ora dinâmica, revelando uma expressividade de acordo com o material que a representa.

A linha é modeladora das formas. Pode estar presente e ser invisível ao mesmo tempo, quando subjaz à estrutura da composição e quando sugere ao olhar que se oriente em determinada direção, ou então quando julgamos ver linhas de contorno separando as formas dos fundos.

Criando composições simples com representação dos materiais escolares, os alunos do 7ºB experimentam dar a sua expressão aos pontos e às linhas.

Ana Guerreiro

Read Full Post »

Read Full Post »

Read Full Post »

Read Full Post »

Read Full Post »

Read Full Post »

Read Full Post »

Como resultado do desafio lançado pela BE para este Mês Internacional das Bibliotecas Escolares, os alunos do 7º e 8º da prof.ª Ana Guerreiro partilharam connosco algumas das suas “bibliotecas de sonho”.

Read Full Post »

Read Full Post »

Eunice Prazeres, 9ºC

Read Full Post »

Read Full Post »

Read Full Post »

O conjunto de desenhos, realizados por alunos de 7º e de 9º ano, aludem ao Halloween ou Dia das Bruxas, que se comemora no dia 31 de outubro.

Na escola, as máscaras de bruxas com chapéus pretos pontiagudos, a faca na cabeça como se a atravessasse e de onde jorra uma mancha de tinta vermelha, os esqueletos pintados em camisolas simulando cadáveres que se passeiam, as teias de aranha e os desenhos de abóboras com feições humanas preenchem o recinto escolar; e à noite, em casa, grupos de crianças e adolescentes não param de tocar nas campainhas procurando a doçura ou a travessura.

Tem sido assim nos últimos anos. Contudo, esta é uma prática recente entre nós, popular na cultura norte americana, e em todos os países anglo-saxónicos, remonta a uma antiga tradição celta – o Samhain –  que assinalava o fim do verão. Acreditava-se que o véu entre o mundo visível e o invisível se desvanecia, deixando que os mortos se passeassem por entre os vivos.

Em Portugal, as tradições mais antigas alusivas ao mundo dos mortos são o Dia de Finados, o dia de celebrar os mortos, habitualmente com visita às campas, onde se depositam flores e se exacerba a saudade, a tradição do Pão por Deus, que remonta ao séc. xv, a um ritual pagão, e depois implementado no dia 1 de novembro do ano a seguir ao terramoto de 1755, quando a população mais pobre de Lisboa saiu para pedir, aos mais abastados. Com o tempo, o peditório passou a ser feito por crianças e o pão foi substituído por guloseimas.

O Halloween, não só com o seu desfile de máscaras, de evocação dos mortos e do oculto, mas também através da representação por meio de desenhos, pode considerar-se um jogo onde se aprende a esconjurar e a lidar com os medos mais recônditos.

Ana Guerreiro

Read Full Post »

Read Full Post »

Older Posts »