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Archive for Maio, 2010

A 2ª edição da iniciativa Como a Escola promove as Artes – concurso de Desenho sobre Biodiversidade contou com a participação de 48 alunos, alguns deles com mais do que um trabalho (André Oliveira, Ângelo Amaral, Bárbara Viana, Bruno Costa, Carolina Pina, Catarina Ribeiro, Diogo Santos, Gonçalo Mousinho, Alexandre Trigo, Bruce Correia, Daniel Jacinto, Fábio Malheiro, Igor Semedo, Ana Correia, Andreia Sequeira, Carolina Monteiro, Catarina Serrano, Filipa Silvestre, Inês Ramos, Inês Mendes, Maria Alves, Sofia Trindade, Vera Duarte, Joana Marcolino, Joana Toco, Sofia Azevedo, Ana Silvestre, Ana Gonçalves, Cátia Ferreira, Eugeniu Bobil, Eva Nunes, Francisco Simões, Gonçalo Batista, Inês Coimbra, Irina Carvalho, João Sousa, João Amaro, Leonor Fernandes, Magda Narigueto, Marco Almeida, Miguel Possidónio, Ana Lopes, Renato Silva, Rúben Mendes, Yuriy Ishchuk, Fábio Lopes, José Castanheira e Daniela Rocha).

Os trabalhos apresentados pelos alunos  puderam ser apreciados por toda a ESDS numa exposição realizada no Pavilhão A.

A iniciativa contou ainda com o patrocínio da Câmara Municipal de Almada e da Texto Editores, tendo a divulgação dos premiados e a entrega dos prémios, atribuídos por um júri constituído pela nossa directora Eulália Alexandre e pelos professores Carlos Amaral e Ana Marques, decorrido no dia 21 de Maio – Dia do Encerramento do Ano Lectivo.

Professoras promotoras: Ana Guerreiro,  Laila Ribeiro e Leonett Abrantes

1º. Bárbara Viana, 7ºB

2º. Carolina Monteiro, 8º A

3º Rúben Mendes, 8º D

Menção Honrosa: José Castanheira, 10º C

Menção Honrosa: Marco Almeida, 8º C

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Já se encontra disponível em formato de papel na nossa biblioteca ou em pdf. aqui no Bibli (ver caixa lateral do JEDS) o nº 51 do JEDS, referente ao trimestre Março-Maio, assim como o respectivo suplemento do Dia da Escola.

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Escolhi ler o livro chamado Danças Malditas, que não contém apenas uma história, mas sim cinco histórias sob o mesmo tema. Cinco histórias escritas por diferentes autores, A filha do exterminador – Meg Cabot; O Buquê – Lauren Myracle; Madison Avery e a morte – Kim Harriso; Beijos e segredos – Michele Jaffe e O inferno na terra – Stephenie Meyer.Todas elas têm em comum a existência de seres sobrenaturais que amedrontam num baile de finalistas. O Buquê foi de todas a que me despertou um interesse maior para passar de uma página à página seguinte e, assim sendo, é sobre ela que falarei.
A história começa com 3 adolescentes, Will, Frankie e Yun Sun no consultório de Madame Zanzibar, uma vidente conhecida por prever o futuro das maneiras mais estranhas. Frankie está  apaixonada por Will desde o 1º ano e Yun Sun é a sua melhor amiga. Enquanto Madame Z escreve na sua secretária, Yun Sun tenta convencer Frankie a ser ela a convidar Will para o baile de finalistas que era dali a 2 semanas, mas em vão, pois Frankie era a pessoa mais casmurra que ela conhecera. Madame Z dirige-se a eles e, olhando-os nos olhos, nomeia tudo aquilo que consegue ver sem receios.
Usava frases estranhas como “se uma árvore cair na floresta e não estiver lá ninguém para a ouvir cair, faz, mesmo assim, algum som”. Os três ficaram mais confusos mas, quando iam embora, repararam num frasco que continha uma rosa dentro. Frankie, fascinada, questiona
Madame Z sobre tão estranho objecto, pedindo mesmo se o podia levar com ela. Madame Z tenta desviar a conversa, parecendo assustada, porém, perante a insistência de Frankie, conta que aquela rosa concede 3 desejos a cada pessoa mas que contém uma maldição, referindo também que já se tentou livrar dela mas que não consegue. Frankie não acredita que Madame Z se queria livrar de uma coisa tão bonita e, depois muita insistência, Madame Z deixa Frankie levar o frasco para casa, dizendo que não se responsabiliza por nada que possa acontecer e que tenha cuidado. Assim, Frankie, despreocupada, segue para casa de Yun Sun e Will para o treino de futebol.
A noite de domingo é sempre uma rotina para as meninas, que comem pizza e vêem televisão a noite toda. Frankie, lembrando-se então da rosa vai buscá-la e diz a Yun que vai pedir o seu primeiro desejo (que o Will a convide para o baile). Depois disso, deixam a rosa em cima da mesa e continuam o seu serão. Na outra manhã, as raparigas recebem a triste notícia de que Will morrera ao descer de um muro onde escrevera “Frankie queres vir ao baile comigo?”. Frankie sente-se culpada e revoltada com tudo, as amigas apoiam-se uma à outra mas na escola nada é facilitado, os colegas acusam Frankie de ser culpada.

À noite, Yun vai com o namorado ao baile e Frankie fica em casa devastada, mas lembrando-se que tem mais 2 desejos, corre para a rosa pedindo-lhe que traga Will de volta. Segundos depois, inesperadamente, batem à porta. É Will. Frankie olha pela janela e nem consegue acreditar: Will está lá fora mas em muito mau estado – afinal de contas cairade um muro de 3 metros. Ela não sabe o que fazer: quer que ele esteja vivo mas ao mesmo tempo sente-se mal pelo que lhe está a fazer. Ele está cheio de dores, e depois o que irá ela dizer lá na escola? Que Will ressuscitou?

Frankie fecha os olhos e, ao mesmo tempo que as lágrimas lhe escorrem pelo  rosto,  pede o seu último desejo.  Após fazê-lo, todos os sons terminam e, ao olhar pela janela, vê apenas um pálido raio de luar que brilhava na rua deserta.

Joana Pinto, 10ºB
Nota do editor: esta obra está disponível na biblioteca da ESDS

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Eu escolhi este tema porque é um assunto bastante polémico e delicado na sociedade, principalmente com lei do casamento gay e a visita do Papa a Portugal, que no seu discurso falou sobre o casamento homossexual.

Muitas vezes, quando as pessoas fazem alguma coisa que dentro dos nossos valores consideramos incorrecto temos a tendência para acharmos que temos o direito de julgá-las e exclui-las da sociedade. Eu admiro algumas pessoas que lutaram para um mundo melhor, como Milk, o primeiro político gay assumido nos Estados Unidos (San Francisco) e que provocou uma verdadeira revolução no movimento. Mesmo pertencendo a uma sociedade que achava que a homossexualidade era uma doença, ele foi contra tudo e todos e contribui para um mundo melhor, onde graças, não só a ele, mas ainda a muitas outras pessoas como ele, que tiveram coragem de enfrentar suas famílias, amigos e a sociedade, podemosm agora começar a desfrutar dessa liberdade. Quantas vidas terão de se sacrificar para gozarmos de uma verdadeira liberdade? Porque no mundo em que vivemos podemos dizer que existe um falso conceito de liberdade: o mundo ainda tem de percorrer um caminho para se libertar do machismo, racismo, homofobia, xenofobia, entre outras coisas – mas, apesar de ser um processo muito lento, vamos chegar lá!

Todos somos cidadãos e temos direito de liberdade de escolha. Os artigos 18º e 19º da Declaração Universal dos Direitos do Homem, assegura que todas as pessoas têm direito à liberdade de pensamento, opinião e expressão. Isso não se aplica só à homofobia. Ninguem pode dizer que uma pessoa é mais ou menos cidadão pela sua cor, etnia, raça, opção sexual, pensamentos, religião, etc.  Embora muitas vezes nós não concordemos com o que essas pessoas fazem ou com seu estilo de vida, temos de respeitá-las.

Muita gente sofreu e morreu às mãos da Inquisição, ou do Nazismo acusada de homossexualidade. No século XX a homossexualidade era considerada uma doença, distúrbio ou perversão. Em 1973, a homossexualidade deixou de ser classificada como tal pela Associação Americana de Psiquiatria e, na mesma altura, foi retirada da classificação internacional de doenças. Em 1991, a Amnistia Internacional passou a considerar a discriminação contra homossexuais uma violação aos direitos humanos.

A Holanda foi o primeiro país na Europa a legalizar o casamento homossexual em 2001, depois foi a Bélgica (2003), a Espanha (2005), o Canadá (2006), a Noruega (2009), a Suécia (2009) e nos EUA só alguns dos estados aceitam o casamento homossexual (New Hampshire, Connecticut, Vermont, Maine, Lowa e Massachusetts). A África do Sul foi o único país a legitimar o casamento gay (2006), num continente em que a maioria dos países tem leis que penalizam a homossexualidade.

Em Portugal, no dia 8 de Janeiro de 2010 a Assembleia da República ratificou, com 126 votos a favor, 97 contra e 7 abstenções, o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, com exclusão da adopção. No dia 17 de Maio o presidente da república promulgou a lei.

O Papa Bento XVI apontou nesta semana que esteve em Portugal, o casamento homossexual como uma ameaça “insidiosa” à sociedade, pedindo implicitamente que os portugueses se mobilizem contra o projecto de lei que legaliza o casamento gay no país.

Nós queremos contribuir para um mundo melhor? Num mundo globalizado, em que cada vez mas temos contactos com mais pessoas provenientes de diversos contextos e nacinalidades, temos que apreender a respeitar todos os tipos de pessoas, com suas religiões, orientação sexual, forma de pensamento, etc. Se nós desrespeitarmos essas pessoas não estamos contribuindo para um mundo melhor, por que estamos contribuindo cada vez mais para a segregação das minorias.

Hoje já temos grandes personalidades que “sairam do ármario”, sendo o caso mais recente é o do cantor latino-americano: Rick Martin, que mesmo depois disso continuam  sendo um fenômeno de popularidade.

Geralmente, a sociedade discrimina algumas pessoas que exercem um determinado tipo de profissão, como por exemplo os cabeleireiros, maquilhadores e outras profissões. A sociedade pré-determina a opção sexual das pessoas pela sua profissão – porém, existem muitos cabeleireiros que são heterossexuais, e existem muitos outros profissionais que são homossexuais, independentemente da profissão que desempenham. Um coisa todos  têm em comum: todos  são cidadãos, independentemente da sua opção sexual ou profissão;  têm os mesmos direitos e dignidade que qualquer outro cidadão.

Então, podemos chegar à conclusão que não podemos julgar as pessoas pela sua opção sexual:  só porque uma pessoa é homossexual, não significa que ela tenha uma vida promíscua ou que não tenha carácter. Por que existem pessoas boas e más em todos os lugares do mundo e em todas as castas da sociedade.


Luiz Monteiro, 10º E

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Apesar de se celebrar este ano o 80º aniversário da sua morte, a sua poesia continua  viva,  mesmo para aqueles que normalmente não apreciam poesia pois, de alguma forma, a  intensa emoção, ou a beleza verbal (ou ambas a uma só voz) encontram maneira de continuar a seduzir jovens leitores. Aqui fica então a efeméride com direito a Estante.

QUANDO TUDO ACONTECEU…

1894: A 8 de Dezembro, nasce Florbela Espanca em Vila Viçosa. – 1915: Casa com Alberto Moutinho. – 1919: Entra na Faculdade de Direito, em Lisboa. – 1919: Primeira obra, Livro de Mágoas. 1923: Publica o Livro de Soror Saudade. – 1927: A 6 de Junho, morre Apeles, irmão da escritora, causando-lhe desgosto profundo. – 1930: Em Matosinhos, Florbela põe fim à vida. – 1931: Edição póstuma de Charneca em Flor, Reliquiae e Juvenilia e ainda das colectâneas de contos Dominó Negro e Máscara do Destino. Reedições dos dois primeiros livros editados. Verdadeiro começo da sua visibilidade generalizada.

in http://www.vidaslusofonas.pt/florbela_espanca.htm

Lágrimas ocultas

Se me ponho a cismar em outras eras
Em que ri e cantei, em que era querida,
Parece-me que foi noutras esferas,
Parece-me que foi numa outra vida…

E a minha triste boca dolorida,
Que dantes tinha o rir das primaveras,
Esbate as linhas graves e severas
E cai num abandono de esquecida!

E fico, pensativa, olhando o vago…
Tomo a brandura plácida dum lago
O meu rosto de monja de marfim…

E as lágrimas que choro, branca e calma,
Ninguém as vê brotar dentro da alma!
Ninguém as vê cair dentro de mim!

Florbela Espanca

(Poema escolhido por Mafalda Teixeira, 10ºB)

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nota: as imagens de manuscritos são provenientes da cópia pública do espólio de FE na BN e as a da “Homenagem a Florbela Espanca” foram recolhidas no âmbito da participação de alguns alunos do 10ºB na Festa de Encerramento do Ano Lectivo na ESDS

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