Feeds:
Artigos
Comentários

Archive for Janeiro, 2011

TERÇAS A LER

Programação especial de incentivo à leitura e reencontro com autores portugueses do século XX .

Este projecto, concebido e coordenado pela actriz Maria do Céu Guerra, vai realizar-se durante todo o ano de 2011 no Teatro A BARRACA – CINEARTE (Lgº. de Santos, nº2), todas as primeiras terças-feiras de cada mês às 19h, entrada livre.

Próximas “Terças a Ler”:

Correspondência – Outras Cartas Portuguesas

Correspondência de personalidades da cultura portuguesa.

1 de Março

Sophia e Jorge de Sena

5 de Abril

Manuel e Maria João Bessa Múrias – selecção de cartas trocadas durante o período da Guerra Colonial

Correspondência de Guerra

3 de Maio

Cesariny,  Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes

7 de Junho

Adolfo Casais Monteiro

Correspondência Familiar

5 de Julho

Luís Pacheco e Cesariny

6 de Setembro

A indicar

4 de Outubro

A indicar

1 de Novembro

Piteira e Stela –  cartas de prisão e exílio

Correspondência Familiar

Anúncios

Read Full Post »

Atualmente, temos observado que as mudanças climáticas estão dando que falar. E se nós não nos preocuparmos agora com o futuro bem próximo, não estaremos colocando a vida dos nossos filhos e netos em perigo, mas a nossa própria vida. Este tema está na mira dos grandes filmes de Hollywood como: “O Dia Depois de Amanhã” e “2012”.

Existem muitas maneiras de ajudar a preservar o meio ambiente e colaborar para um mundo melhor, como a promoção das energias renováveis, da agricultura sustentável, da reciclagem do lixo, etc. No caso das energias renováveis, existe a energia hidráulica, que provém da energia produzida pelas barragens, construídas em cursos de água;  a energia solar, que advém da energia produzida pela luz do sol, e geralmente é transformada pelos paineis solares; a energia eólica e provém do vento, por outras palavras, energia produzida pelas correntes aéreas;  a Biomassa, energia que provém  da transformação de produtos vegetais ou animais, que são transformados em energia calorífica e eléctrica; etc. O Sol é outra grande grande fonte de energia para o planeta Terra. O Sol é a estrela mais próxima do nosso planeta, fica cerca de 150 milhões de Km. Hoje em dia, existem muitos processos tecnológicos para o aproveitamento da energia solar. A energia solar está englobada no grupo das energias renováveis, ou seja, que não esgotam e estão a disposição do homem, de forma gratuita.

Portugal é um país extremamente rico no que diz respeito às energias renováveis; o que falta é um melhor aproveitamento, dado que é uma fonte de energia  pura, inesgotável e gratuita. Porém há alguns “senãos”:

  • Os custos de investimento são muito altos;
  • A disponibilidade de áreas, pois ocupam muito espaço;
  • A proximidade das urbanizações a abastecer.

“As energias renováveis são um investimento necessário e urgente em Portugal. A sua elevada insolação deveria ser melhor aproveitada com recurso à radiação solar, por exemplo. Assim, o desenvolvimento sustentável torna-se uma realidade mais próxima, produzindo energia sem que esta tenha consequências negativas ou que comprometa futuras gerações. É importante que esta sociedade tenha uma maneira de pensar mais inovadora e consciente, pois o nosso presente não pode constituir um obstáculo ao futuro. Desenvolvidos, mas consciente” (Raquel Pires).

As mudanças climáticas já estão causando impacto no nosso planeta: a subida da temperatura média, as alterações dos níveis de precipitação,  o espaço coberto de neve, o aumento do nível do mar, etc. O clima do nosso planeta está alterando-se, ano após ano. A subida média da temperatura global é de 0,76º C, contudo em alguns lugares o aumento é ainda maior. Estas mudanças climáticas têm algumas consequências como o descongelamento do árctico e da Gronelândia; a subida do nível do mar; o aumento das extensão dos desertos. Alguns países da América do Sul como o Brasil, até então com clima tropical, onde isto nunca tinha acontecido, entra na rota dos ciclones, e os furacões estão cada vez mais intensos. A OMS (Organização Mundial de Saúde) calcula que em 2030, as alterações climáticas levarão à morte de 300 mil pessoas por ano.

A atividade industrial está relacionada com uma certa degradação do meio ambiente, dado que não há processos de fabrico totalmente limpos. Há vários níves de perigosidade das indústrias, depende do tipo de indústria, processos e substâncias. Em Portugal ela desenvolveu-se sem planeamento, o que provoucou poluição, em alguns casos específicos. Assim, isto implica uma maior fiscalização ambiental  é melhor organização no controlo da poluição.

Tornou-se então  indispensável às autoridades, tomarem medidas que visam eliminar ou diminuir o nível de poluição, cujas principais origens são:

  • As tecnologias utilizadas, muitas vezes envelhecidas e fortemente poluentes, com elevados consumos energéticos e de água, sem tratamento adequado dos afluentes com rara valorização de resíduos;
  • Localização das unidades em zonas ecologicamente sensíveis, perturbando e prejudicando a fauna, a flora; etc.

Há muitas medidas que cada um de nós podemos tomar para tornar o mundo melhor:

  • Minimizar os gases da atmosfera;
  • Diminuir o uso de produtos químicos na agricultura, porque eles poluem e os solos e contaminam os lençóis de água;
  • Separar o lixo doméstico e fazer reciclagem;
  • Evitar o desperdício de água.

Enquanto os donos das indústrias só derem valor ao dinheiro, vai ser muito difícil o mundo conseguir vencer esse mal, porém, há muitas organizações para proteger a humanidade desses “monstros”, como a Greenpeace e a WWF. Mas a realidade, todo nós já sabemos, é que, enquanto houver muito dinheiro envolvido, é muito difícil de mudar a situação. Porém é certo que essas pessoas que ganham dinheiro fazendo isso, amanhã provavelmente irão gastar grande parte do que ganharam hoje, com os seus filhos e netos tentando sobreviver neste mundo que os seus pais e avós ajudaram a ficar doente. Vivemos num mundo em que o importante é ganhar, sem medir as consequências de tais actos.

Não podemos esperar mais para fazer a mudança, mesmo você que pensa que não pode fazer nada, você pode! Basta fazer pequenos gestos em casa, que você já estará contribuindo para um mundo melhor: reaproveitar a água da chuva para regar a relva, evitar o desperdício de água na hora do banho, de lavar a loiça, , usar produtos que sejam amigos do ambiente ou evitar o uso do carro em pequenas distâncias.

Ajude a salvar o planeta das mudanças climáticas, antes que elas mudem você e seu estilo de vida.

Luiz Monteiro, 11ºE

imagens seleccionadas pelo autor do post: daqui, daqui, daqui, daqui e daqui

Read Full Post »

Portugal continua a ser um tema divisório na Galiza: «Após solicitar a adaptação do horário ao do país vizinho e de pedir a recepção do seu sinal televisivo, agora os nacionalistas galegos querem que a Xunta (Governo Local) ofereça o português como segunda língua estrangeira nas escolas secundárias», noticiou a edição do Periodista Digital na segunda-feira.

Uma notícia contextualizada por este jornal digital como parte da «obsessão portuguesa» do Bloco Nacionalista Galego (BGN) e que surgiu na sequência de reivindicação por parte de uma deputada do BGN para que «não despreze» um idioma que pode «relacionar a população galega com mais de 200 milhões de pessoas». Como exemplo, o BGN lembrou que na região da Extremadura o número de crianças a aprender português é «dez vezes superior» ao da Galiza.

Também esta semana, o nacionalista José Manuel Barbosa assinou um texto escrito em português a defender a mudança de hora na Galiza para o horário de Portugal.

in  Sol, 23 Dez 2010

Notícia enviada por Rudolfo Pereira; imagem daqui

Read Full Post »

Louise Bourgeois, Capela de Bonnieux

A história da relação da Igreja com a Arte não se enquadra no formato post, nem tão pouco nos objectivos desta rubrica. O mesmo se pode dizer sobre as relações entre a Religião e a Arte. A existência de uma ligação próxima entre estas duas manifestações é clara e remota, a comprová-la, lembremos as pinturas nas cavernas. Ambas as manifestações são universais, ainda que particularmente específicas. Há uma certa dimensão religiosa na arte, ou melhor, nas obras de arte, que tem a ver com aura, com beleza, com mistério. No Ocidente, desde que o império romano adoptou o cristianismo, as suas crenças, os seus ritos e narrativas tornaram-se na mais poderosa fonte de inspiração artística. A Igreja passou a ser, juntamente com a corte, o maior patrocinador dos artistas e das obras de arte. A ela se deve, sem dúvida, a riqueza patrimonial europeia e do Novo Mundo. Poucas religiões têm, como a católica, uma iconografia tão incisiva em termos visuais. Lembremo-nos que a maior parte das populações eram analfabetas, e a arte servia como veículo de divulgação e catequização, por isso se multiplicavam nas igrejas, nos conventos e nas iluminuras, as cenas da vida de Cristo, dos apóstolos e da Virgem, assim como os infinitos episódios bíblicos, os suplícios dos mártires, as hagiografias dos anjos e beatos. A História da arte ocidental ficou indelevelmente ligada ao cristianismo, pelo menos até à época contemporânea e à emergência do iluminismo e do laicismo. A partir de então, começa a ser mais esporádica a relação entre estas duas manifestações. Multiplicaram-se os “encomendadores”, e as fontes de inspiração diversificaram-se. Os museus, espécie de novos “templos”, adquiriram uma importância incontornável. “Ir a uma exposição” passou a ser uma liturgia, eventualmente com mais seguidores que a missa dominical.  Paradoxalmente, em ambiente de “descrença” e “profanização” generalizada, a arte e o artista prosseguem um percurso de sacralização, que embora não seja de agora, atinge na actualidade uma dimensão incalculável. Contudo a relação entre as duas manifestações – a arte e cristianismo – não se perdeu, mas transfigurou-se em função dos contextos actuais. Na linha de uma longa tradição, revelamos aqui algumas interpretações contemporâneas dos temas que continuam inspiradores, quer sublimados  em abstracções, como em Mark Rothko ou em Barrett Newman, ou dum realismo contundente, como em Paula Rego, ou ainda em obsessões materializadas, como em Louise Bourgeois.

Capela Rothko

Mark Rothko e Barrett Newman são dois dos mais importantes artistas do expressionismo abstracto, escola americana do após-guerra, e ambos, na década de 60, executaram trabalhos de índole religiosa. Rothko pintou catorze quadros (Via Crucis, os catorze episódios de sofrimento da Paixão e Morte de Cristo), telas com campos de cor praticamente monocromáticos, uma encomenda para a Colecção Menil, a denominada Capela Rothko, construída de acordo com instruções do artista. Esta capela, perto da qual se encontra a campa de Rotko, pertence à Universidade de Rice, em Houston, no Texas, e foi consagrada já depois do suicídio do artista em 1971.

Barnett Newman,  Via Sacra

Barrett Newman depois de um ataque cardíaco produziu um conjunto de obras, as “Estações da Cruz – Lema Sabachthani*” (Salomon R. Guggenheim Museum, magma s/ tela, 1966, N.Y.), catorze telas, as catorze estações da Via Crucis, instalação que os críticos consideraram a Capela Sistina da actualidade. Em 1966 acrescentou uma Ressurreição ao conjunto, e numa declaração então proferida, apresenta a obra como uma via dolorosa com dimensão auto-biográfica: “Lema Sabachthani- Porque me abandonaste? (…) No clamor de Jesus é mais terrível a pergunta sem resposta, que a própria Via Dolorosa”

Louise Borgeois, a artista plástica francesa sobre quem já aqui se

Louise Bourgeois, Capela de Bonnieux

escreveu, morreu em 2010 com 98 anos, e algumas das suas derradeiras obras foram realizadas para a capela do Convento d’Ô, um convento do século XVII, em Bonnieux, na Provença, pertencente ao banqueiro coleccionador Jean Claude Meyer. A artista não se pronunciou sobre as suas convicções, no entanto a sua obra está recheada de referências próxima da religião, como o tema do pecado, do sofrimento, da verdade, da indulgência e do perdão. Para além de umas enormes mãos de bronze, em forma de cruz, que fazem a vez de altar, pequenas figuras de Cristo e da Virgem, esculpidas em mármore rosa ou em pano, tal como as bonecas da sua infância, e encerradas em campânulas, decoram o interior abobadado da capela, onde não faltam também as célebres aranhas protectoras e várias mãos crispadas.

Paula Rego, Anunciação,  Palácio de Belém

Em 2005 foram instaladas na capela do Palácio de Belém as 8 telas que Paula Rego, emérita artista portuguesa radicada em Londres, pintou para este espaço a convite do presidente Jorge Sampaio. As telas relatam cenas do Nascimento de Cristo, da Anunciação à Assunção, mas com o excesso de realismo que caracteriza a sua obra, – “e com caras bem portuguesas”, pronuncia-se o presidente Jorge Sampaio, referindo-se às imagens nada idealizadas da Virgem Maria. Também para esta artista o sofrimento, a angústia, a punição e a redenção são temática central na sua obra, pelo que estas narrativas lhe são familiares.

São temas imemoriais e espiritualidades certamente diferentes, contudo é uma tradição que não perde actualidade.

* Eli, Eli, lama Sabachthani?Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste? Em aramaico, a frase que segundo São Mateus (Mateus 27:46) Cristo teria proferido na altura da Crucificação. Existem mais 6 versões diferentes da frase que Cristo teria pronunciado neste momento.

Cristina Teixeira

imagens: daqui, daqui, daqui, daqui e daqui

Read Full Post »

A Porta do Tempo, de Pierdomenico Baccalario, Editorial Presença

Jason e Júlia eram irmãos gémeos, e Rick era um amigo conhecido na escola.

Numa tarde, encontraram uma encomenda por levantar, da Vivenda Argo, em Inglaterra. Foram buscá-la e viram que eram as quatro chaves da porta que tinham encontrado atrás de um armário.

Depois de várias tentativas falhadas, para saberem a ordem das chaves nas quatro fechaduras, decidiram olhar para a quadra que tinham achado, e viram que estava lá a resposta. Entraram e, para grande surpresa, viram […]…

A parte de que mais gostei foi aquela em que descobriram o mistério da posição das quatro chaves, porque achei interessante a maneira como raciocinaram e, no final, verificaram que a resposta estava na quadra.

Bárbara Sá, 7.º F

O Outro Lado, uma Vida ao Contrário, de Gabrielle Zevin, Editorial Presença

O livro fala de uma rapariga de quinze anos chamada Elisabeth. Após ter acordado no camarote de um navio, descobre que morrera e se encontrava em ‘O Outro Lado’, um lugar belo e semelhante à Terra. Naquele sítio, ninguém adoecia nem envelhecia. As pessoas, pelo contrário, tornavam-se cada vez mais novas até serem novamente bebés e enviadas para a Terra.

Liz, que é como lhe chamam, fica muito confusa com tudo aquilo que acabara de descobrir e […]

Aconselho a leitura desta obra, porque é uma história comovente e, ao mesmo tempo, divertida, que obriga o leitor a reflectir sobre o verdadeiro significado da vida.

Francisca Paz, 7.º F

O Segredo do Rio, de Miguel Sousa Tavares, Oficina do Livro

Este livro conta-nos a história de um rapaz que vivia com a sua família no campo. Ao pé da sua casa havia muitas árvores de vários frutos e um lago, onde o rapaz tomava banho, nos dias quentes de Verão.

Certo dia, o rapaz estava a brincar ao pé do lago, quando apareceu uma carpa, que falou. O rapaz e a carpa combinaram ser amigos. […]

Passado algum tempo, a comida começou a escassear, e o rapaz ouviu uma conversa entre os pais, sobre pescarem a carpa. De seguida, o rapaz foi avisar a carpa, e ela fugiu. […]

Aconselho a leitura desta obra, porque é muito interessante e transmite, ao leitor, que devemos ajudar os outros.

Mário Moimenta, 7.º F

O Velho e o Mar, de Ernest Hemingway, Livros do Brasil

Um velho pescador vai para o mar, com o objectivo de ter sucesso, mas para isso, teve que se estender mais para o largo.

Ele esperava que o seu peixe de sonho aparecesse. Quando, finalmente, o seu peixe aparece, dando grandes puxadas, o Velho e o seu inimigo começaram uma grande batalha. O Velho, já não sendo o que era, sofreu muito, pois o peixe tinha muita força. […]

Aconselho a leitura desta obra, porque é interessante. Parece que a estamos a viver e que sentimos a dor e a alegria da personagem.

Margarida Santos, 7.º D

Nota: Textos resultantes de uma actividade de leitura lúdica promovida  por Rosa Silva,  professora de Português da turma

Read Full Post »

Duas turmas do 11ºAno de Humanidades da nossa escola, acompanhados por diversos professores, nomeadamente a directora do JEDS, Teresa Reisvisitaram o DN no dia 10 do corrente mês. Aqui fica a reportagem publicada no mesmo jornal (Edição online de 11-1-11) sobre essa experiência.

“Fazer a primeira página foi muito interessante”

por ANA MAIA  11 Janeiro 2011

Alunos de Almada escolhem temas e aprendem a fazer a manchete de um jornal nacional.

Filipa Bule, de 16 anos, e Luiz Filipe Monteiro, de 19 anos, deixaram ontem o edifício do Diário de Notícias com uma noção completamente diferente do que é fazer jornalismo. Antes de participarem na iniciativa Media Lab, pela Escola Secundária Daniel Sampaio, em Almada, não tinham sentido o peso da responsabilidade de escolher as notícias que marcam o dia.

“Fazer a primeira página foi muito interessante. Mais do que estava à espera. Destacar o que as pessoas vão poder ler, ter em conta o tipo de jornal e o público a que quer chegar foi muito interessante. Mostra o peso da responsabilidade que é a escolha”, disse ao DN Filipa Bule, que pensa em ser jornalista no futuro.

Um desejo partilhado por Luiz Filipe Monteiro, que chegou do Brasil há dois anos. Ambos fazem parte da equipa que escreve o jornal da escola, o que lhes permite ver como as coisas são diferentes. “Foi uma experiência muito boa. Os jornais têm um papel social, e esta experiência permitiu-me ter maior noção desse papel”, afirmou ao DN.

Rosa Silva e Carlos Amaral são dois dos professores que acompanharam os 33 alunos do 11.º ano nesta iniciativa. “A temática da comunicação social é quase sempre escolhida pelos alunos para debate. Esta iniciativa pode servir para despertar maior interesse pelos jornais”, disse o professor que lecciona filosofia.

Read Full Post »

Inês Almeida, 7º B

Sofia Marques, 7º B

Diogo Sousa, 7º B

veja também:

clique para aceder

Read Full Post »

Older Posts »