Feeds:
Artigos
Comentários

Archive for Junho, 2010

Interessante pela frequência das actualizações, está associado a uma série homónima de programas transmitidos pela RDP no âmbito do centenário, embora divulgue todo o tipo de inciativas e materiais multimédia relacionados com o tema. Merece sem dúvida uma visita.

clique para aceder ao blog

Read Full Post »

Nós temos observado o declínio do ensino, nomeadamente do ensino público, com o Ministério da Educação homolongando leis que prejudicam o sistema de educação, ao invês de contribuir; vemos ainda, professores sem autoridade e alunos sem limites. Alguém sabe onde vamos parar?

Alunos com mais de 15 anos que tenham ficado retidos no 8º ano podem “pular” para o 10º ano, sem fazer o 9º ano, apenas têm que fazer o Exame Nacional de Português e Matemática, assim como as outras disciplinas da Escola; se o fizerem, chegam ao Secundário sem completar o básico. Quando ouvi esta notícia fiquei pasmo, e me perguntei: de que lado os politicos estão? E o que eles estão fazendo com o país? Por que prejudicam eles quem deveria lucrar?

O governo deve assegurar a todas as pessoas o direito a educação, mas obrigar os alunos a prosseguir os estudos até ao 12º ano, isto é demais. Se vivemos em uma democracia, os alunos não deveriam escolher se desejam ou não continuar os estudos, ou será que vivemos em uma falsa democracia?

Com isto, eles estão a banalizar o Ensino Secundário, pois o nome já diz tudo: o Ensino Básico é “básico”, que contém todas as disciplinas que todas as pessoas deveriam saber, mas o Secundário, é o que está em segundo lugar, o menos importante, ou seja, o regular, para os alunos que desejam seguir para a Unversidade e profissionalizante, para ter uma profissão com mais prática, sem tanta teoria. Mas o que vai ser do ensino se os alunos vão para o Secundário obrigados? Os alunos que vão apenas por obrigação, podem até desistir do curso, mas até desistirem, atrapalham o desenvolvimento dos outros alunos, e assim, prejudicam a aula.

Hoje na “Escola Moderna” os alunos não têm obrigações, responsabilidades, etc, enquanto os professores estão sobrecarregados com tanta burocracia. Será que esta escola realmente prepara os alunos para o futuro, ou seja, para a vida? Alunos passam de ano com duas negativas, entram para a Universidade com negativas.

Hoje temos muitas pessoas formadas, mas será que com qualidade? “Fabricamos” muito, mais com pouca qualidade, ao contrário de antigamente, pois quem  frequentava a escola, tinha uma ótima formação e com uma licenciatura, era impensável ficar no desemprego. Mas hoje a maioria dos licenciados estão lutando contra o desemprego, devido à crise e ao número de alunos que têm acesso ao ensino superior.

Seria injusto se dissesse que a culpa é do Ministério da Educação, dos professores ou só dos alunos, mas verdadeiramente a culpa é de todos, pois todos contribuem para a Educação do País. O Ministério, a cada dia, publica leis bizarras, ou seja, facilita a vida dos alunos e retira a autoridade aos professores; alguns professores não se impõem, com a autoridade que lhe é concedida; muitas vezes vêem os alunos fazendo “cabulas” e não fazem nada; os alunos com esta falha do sistema, aproveitam e muitos deles estão na escola obrigados, e a escola virou um lugar de convívio. Os alunos só vão até onde os deixam ir, e o governo os deixou chegar até aqui. Um dos exemplos dessas leis é: “Cada encarregado de educação individualmente vai fazer uma avaliação do trabalho dos professores que dão aulas aos seus filhos…”. A apreciação dos pais será depois tida em conta, na subida de escalão dos docentes.

Podemos dizer que antes do 25 de Abril, Portugal tinha um sistema de ensino público com melhor qualidade. Pois só estudava quem podia, quem era esforçado. Com isto também há um lado “negro”, pois só tinha acesso ao ensino a “elite”. Ao meu ver, Portugal deveria valorizar mais a profissão de professor, pois são eles que formam as pessoas que são o futuro desta nação, e a cada dia eles estão mais insatisfeitos com a profissão. Quando perguntei a alguns professores o que eles acham do ensino me disseram: “O ensino está uma desgraça, a cada dia está indo de mal a pior” e não aconselham ninguém a seguir esta profissão.

Desde dos anos 60, nota-se em Portugal, um crescimento no número de alunos que têm acesso ao ensino superior. De 30 mil em meados dos anos 60, para 400 mil no final do séc. XX. Apesar disso, o nível de estudo da população portuguesa ainda é baixo.

Em suma, o sistema de ensino precisa de uma “revolução”, pois do jeito que está, não dá para continuar. Hoje estamos vivendo nos tempos modernos, com a escola moderna, facilitadora, com os professores quase sem nenhuma autoridade, alunos que  estão estudando por obrigação.


Portugal está numa situação parecida com a dos filhos de antigamente. Quando fui educado, lembro-me bem como me ensinaram a lutar por aquilo que queria e a compreender que nada caía do céu e tudo levava tempo.

Os pais treinavam os filhos a saber esperar, a saber persistir, a aguardar diligentemente a compensação do seu esforço.

Nos nossos dias, são poucos os pais que educam segundo este modelo.

A vida corre muito depressa, as solicitações precipitam-se em cascatas, o critério do ter imprime um ritmo frenético à vida.

Antes, havia tempo para o ritual do tempo, a vontade era formada na resistência.

Hoje, o tempo tem o ritual de cada momento, a vontade é formada na frenesim de cada satisfação.

Antes, o tempo era uma escola, hoje é um embaraço. Antes, a disciplina interior sabia a libertação, pela firmeza que conferia à nossa atitude, hoje, a disciplina interior sabe a escravidão, pelo custo que confere à realização imediata dos nossos objectivos.

Hoje, os pais desmesuram-se em ajudar os filhos, em apoios, em cursos, em oportunidades, como antes não sucedia.

(in Jornal Expresso, 2000).

Devo completar, que os pais se esforçam e os filhos nem sempre dão o devido valor.

Eu tô aqui Pra quê?

Será que é pra aprender?

Ou será que é pra sentar, me acomodar e obedecer?

(…)

Quase tudo que aprendi, amanhã eu já esqueci

Decorei, copiei, memorizei, mas não entendi

Decoreba: esse é o método de ensino

(…)

Encarem as crianças com mais seriedade

Pois na escola é onde formamos nossa personalidade

Vocês tratam a educação como um negócio onde a ganância, a exploração, e a

indiferença são sócios

Quem devia lucrar só é prejudicado…

(Estudo Errado – Gabriel O Pensador)

Luiz Felipe Monteiro, 10º E

Read Full Post »

Read Full Post »

Para quem necessita de informação sobre o acesso ao Ensino Superior em Portugal, uma página muito útil da Direcção Geral do Ensino Superior,  com índices de cursos disponíveis, pesquisas por áreas geográficas e temáticas; pesquisa parametrizada pelas condições do estudante, legislação existente e modificações introduzidas pelo Processo de Bolonha. A não perder para quem já pensa no período pós-exames.

clique para aceder aos site da DGES

Read Full Post »

Read Full Post »

O Centro de Formação de Escolas do Concelho de Almada – AlmadaForma, no âmbito do Projecto Língua, Cultura e Cidadania – AlRep (Almada Referencial do Ensino do Português) promove e inaugura a 1ª Feira AMAI, Almada Multicultural Anima Integração, no Museu da Cidade de Almada, durante os dias 25, 26 e 27 de Junho de 2010. AMAI visa envolver e mobilizar a Comunidade, para reconhecer, valorizar e dar a conhecer o património de Almada, na diversidade expressa de vivências e mundividências. Assim, a AMAI, convida à participação, no ciclo de conferências e debates, na mostra de artes e artesanato, nos espectáculos, animações e concursos, organizados e dinamizados, no sentido de promover a Comunidade de Almada.

Read Full Post »

"Nature Study", Gliptoteca NY Carlsberg,Copenhaga

A morte de Louise Bourgeois ressuscita a Morte da Estética. Não se podia deixar esta “passagem” sem uma palavra sobre a surpreendente artista, a sua obra íntima e universal. Surpreendente pela obra, pelo percurso, mais do que pela vida, pois essas já não há que surpreendam. Ao lado do mainstream, e apesar dele, construiu uma obra original, genuína, arrojada ao ponto de gerar escândalo, tão em desacordo com os padrões morais supostamente adequados a uma velha senhora, mãe de família, e mesmo para época já quase imune às provocações.

Louise Bourgeois, nascida em Paris em 1911, morreu agora em Nova Iorque, onde vivia há mais de três décadas, com 98 anos. Alcançando a projecção internacional apenas aos 71 anos, graças aos movimentos feministas, que fizeram dela a sua bandeira, e a uma retrospectiva do MoMa em 1982, a sua obra e carreira “renascem” então literalmente. Escultora de carreira, casa com o historiador de arte norte-americano Robert Goldwalter, e em 1938 emigra para o país de origem do marido, tendo em 1951 adquirido a nacionalidade americana. Aí relaciona-se com os grandes artistas da época, muitos dos quais europeus que se refugiaram da guerra no outro lado do Atlântico. Só depois de ultrapassado o domínio minimalista da cena artística, a sua obra pode ser devidamente valorizada.

Os seus trabalhos, sempre marcados pela transgressão, têm como fonte inspiradora os traumas infantis, sobretudo os que marcam as relações complicadas dos géneros, o Édipo e o homólogo Electra, o universo confidencial e profundo das emoções, as feridas do ego. Assumiu mesmo, em várias entrevistas, ter sido um drama doméstico da sua infância, protagonizado pelo pai, a sua maior fonte de inspiração: este, restaurador de tapete antigos, teria posto ao serviço da família, como governanta e professora de inglês da filha, a sua amante, mulher odiada por Louise. Os dramas pessoais da sua infância foram transformados em suportes diversos, desde os mais tradicionais e nobres, como o bronze, aos mais banais, como os sintéticos, os têxteis.

«Maman», Tate Modern, Londres

Assumidamente com fins terapêutico – “cauterizar e queimar com oobjectivo de curar”- mas também com enorme dose de ironia, deixou-nos a sua autobiografia traumática, em formas orgânicas e grotescas: aranhiços gigantescos, como os que estão defronte do Guggenheim de Bilbao, a que chama «Maman», esculturas em forma fálica, ternamente baptizadas de «Fillette» e outros mimos como instalações em forma de jaula, povoadas de objectos heteróclitos, relacionados com o universo feminino e com as difíceis relações do casal. Para Louise Bourgeois eram “totens”, “recriações de um passado de que nunca nos conseguimos libertar”.

A sua vida e a sua arte, indissociáveis, marcam indelevelmente a arte moderna e contemporânea.

Profª. Cristina Teixeira

Read Full Post »

1922-2010

Morreu hoje às 12:30, rodeado pela família, segundo os jornais, na terra onde escolheu viver. Não sabemos se  em paz com o resto dos homens e, como Caim, zangado com algum deus.

Homem, entre homens, terminou o seu percurso natural aos 87 anos de idade, mas parte do que era continuará a Ser.

Assim, glosando uma frase de um seus romances mais conhecidos, despreendeu-se a voz de José Saramago, mas  não subiu para as estrelas,  se à terra pertencia e a todos os seus leitores.

Fernando Rebelo

Read Full Post »

Enquanto decorrem os exames nacionais do 9º e 12º Anos, o Jornal Público mantém um blog sobre o tema, com informação e materiais relevantes em actualização constante para quem se quer manter a par do que se vai passando. O Blog contém notícias, pareceres de especialistas, regras e calendários assim como as provas que vão sendo realizadas e as respectivas correcções.

aceda ao blog

Ainda associado a este blog, surge um outro constituído por contribuições de alunos em época de exames. Os alunos são assim convidados a escrever sobre as suas experiências, antes e depois das provas, o modo como vivem melhor ou pior esta fase da sua vida escolar. De leitura interessante para todos os agentes educativos, mas seguramente a não perder para quem, sozinho, na solidão do estudo lhe apetecer  conhecer ou partilhar opiniões e emoções com outros que estão no mesmo barco.

aceda ao blog

Read Full Post »

O desenvolvimento do projecto Experiências de Física com LEGOMindstorm da nossa Escola encontra-se já concluído. O projecto, de âmbito científico-tecnológico, teve como principal objectivo motivar o estudo de conteúdos de Física através da implementação de aprendizagens de robótica, construção de sistemas físicos com peças Lego e programação com a plataforma LegoMindStorms. Contou com o apoio do Ciência Viva cujo financiamento permitiu a aquisição de materiais e equipamentos para o Laboratório de Física da Escola.

As actividades desenvolvidas no âmbito deste projecto foram apresentadas à comunidade escolar no Dia da Escola, podendo ser acedidas aqui.

Orientação do projecto: Professora Laila Ribeiro

Patrocínio:


Read Full Post »

Iara Soares, Madalena Pisco e Mariana Aires, 7ºD

Read Full Post »

No passado 15 de Maio e no dia 21, na Festa de Encerramento do Ano lectivo da Escola, o grupo de teatro Escola d’ Actores, apresentou em Almada, no Fórum Municipal Romeu Correia, participando do XVII Festival Interescolas de Teatro, uma adaptação do Auto da Índia, pelo profº Jerónimo Gil.

A peça pretendia satirizar a sociedade do século XVI, pois, enquanto os maridos heroicamente viajavam para a Índia, as mulheres não se mantinham fiéis, nem eles. O Auto tem a narração do irónico Gil Vicente e o nacionalista Luís de Camões. Os personagens são: a Moça, com uma ironia incomparável; a Ama interesseira e falsa; o seu marido viajante e os amantes. “Enquanto o seu marido navegava heroicamente pelos mares como o nobre Vasco da Gama, ela navegava entre os seus amantes, na cama”.

Esta foi a minha primeira colaboração com o clube e a representar, foi uma experiência magnífica e até uma pouco assustadora, no começo. Como em Almada foi a primeira apresentação e os ingressos estavam esgotados, fiquei com um “friozinho na barriga”, pois foi a primeira vez que representei e também fui o primeiro a começar na peça, com um personagem um pouco diferente, pois eu era o Gil Vicente, com um sotaque brasileiro, e com isto eu fiquei preocupado com a receptividade do público, mas foi maravilhosa! Durante a peça, Gil Vicente e Camões estavam no meio do público, discutindo o que são os portugueses, o que foi inovador.

Com esta peça, eu pude perceber como o teatro é fantástico, com tanta emoção, agitação e adrenalina, principalmente nos bastidores com uma implacável correria. Com isto, eu pude observar e chegar à conclusão que é imprescindível, ao teatro, uma excelente coordenação, toda uma infra-estrutura e uma equipa unida. Os atores são apenas uma parte do show.

Luiz Felipe Monteiro, 10ºE

Este slideshow necessita de JavaScript.


Read Full Post »

Foi no dia 12 de Junho de 1985 que o 1º ministro Mário Soares, nos Jerónimos, assinou o tratado de adesão à então C.E.E. Desde esse dia muita coisa mudou e, respeitando a salutar divergência de opiniões, desde as mais euro-cépticas, que falam de perda de soberania, de “clube dos ricos”, até às mais euro-entusiásticas, que continuam a ver a UE como a “terra prometida”, duas ideias atravessam todo este percurso, com a maturidade que 25 anos já conferem a uma vida: “não há almoços grátis” e, como tal, tudo tem o seu preço; por outro lado, em termos de abertura à Europa e ao mundo, o país é hoje definitivamente outro.

Para muitos jovens, que nem sequer haviam nascido nesse dia 12 de Junho de 1985, a ideia de ter de usar passaporte, de trocar de moeda em cada fronteira, de estar confinado a este espaço nacional em termos de horizontes, é perfeitamente incompreensível.

Para todos os efeitos, com todos os defeitos, a percepção do espaço geopolítico e cultural é hoje outra: podemos festejar com esperança e afecto o nosso “10 de Junho”, mas ao mesmo tempo saudar os novos horizontes que este evento, há 25 anos, trouxe a todos, especialmente aos mais jovens.

É por isso que, à nossa escala, na ESDS, promovemos o contacto cultural no espaço europeu, acreditando que uma educação integral não se faz apenas nas aulas de geografia,  de formação cívica ou de língua estrangeira. E um dos nossos melhores cartões de visita são as 190 mobilidades de alunos que o nosso Clube Europeu já promoveu desde 2004, ao abrigo de programas como as parcerias multilaterais Comenius e os intercâmbios de estudantes.

É por isso que nesta efeméride recomendamos vivamente uma visita ao website deste nosso projecto.

clique para aceder ao site

Read Full Post »

Há 5 Séculos atrás Portugal atravessou fronteiras que estavam para lá da imaginação humana. O nosso passado inspira o nosso presente e futuro. A nossa história ensina-nos que a chave para o progresso implica criatividade e coragem.

Hugo de Almeida, in http://ht.ly/1VcRJ

Read Full Post »

aceda ao site do evento (em inglês)

E não deixe de dar uma vista de olhos ao que se vai passando na ESDS…

aceda ao blog do Biomuseu da ESDS

Read Full Post »

Os fornos solares e os colectores solares térmicos são exemplos de sistemas que transformam energia luminosa proveniente do Sol em calor. Estes têm uma área que, quando exposta à radiação solar, absorvem esta radiação a transformam-na em calor que é aproveitado de diversas formas pelo Homem.

Enquanto que os colectores solares são essencialmente utilizados para aquecer a água da rede, necessária para as tarefas do dia-a-dia, como tomar banho, os fornos solares são equipamentos que, concentram os raios solares numa zona, permitindo aquecer os alimentos nele depositados, cozinhar ou produzir água destilada (por exemplo na dessalinização da água do mar). A eficiência de qualquer um destes sistemas depende da escolha dos materiais utilizados na sua construção. Devem ter uma cobertura transparente e um sistema de caixa-de-ar. O material transparente pode ser pyrex, vidro isolado ou, em sistemas mais simples, plástico, que deixa passar a luz visível para o interior. Por outro lado, o material transparente não deve deixar passar a radiação da região dos infravermelho para o exterior, criando assim um efeito de estufa, o qual contribui significativamente para aumentar o rendimento.

Como sabemos, a radiação que incide num corpo pode ser absorvida, reflectida e/ou transmitida. Se a fracção de energia de radiação incidente que for absorvida por um corpo for superior à fracção que o corpo emite, este aquece e podemos dizer que o corpo é um bom absorsor.

A reflexão, transferência e concentração de energia térmica, no interior de um sistema, pode ser conseguida através de uma placa reflectora, constituída por metais como alumínio ou cobre. Em sistemas mais simples, como nos fornos artesanais, é utilizada folha de alumínio. Nos colectores de alto rendimento é utilizado dióxido de cobre (II), silício, dióxido de silício, aço banhado a ouro ou ainda cobre banhado a níquel. Claro que estes materiais são caros e, por isso, menos utilizados.

A caixa isolada, ou seja, o exterior do colector, é isolada termicamente para minimizar as perdas, e também deve ser bastante resistente, já que é esta que irá proteger o colector dos agentes externos.

Normalmente, num forno solar para cozinhar, a superfície absorsora é um recipiente que contém os alimentos. Podem ser escolhidos preferencialmente recipientes de metal com esmalte escuro mas os recipientes de alumínio descartáveis que se encontram no mercado também servem.

A temperatura atingida no interior do recipiente (absorsor) depende da radiação solar que entra no forno (para ser máxima, a cobertura deve estar na perpendicular à radiação solar incidente), e também do tipo de protecção térmica que deverá evitar as perdas de calor para o exterior.

Os fornos solares que actualmente são comercializados já apresentam grande eficiência. Mas pode construir o seu próprio forno: a construção de um forno solar para cozinhar, com materiais que se podem adquirir facilmente, é bastante simples. Experimente construir um para, por exemplo, estrelar ovos na sua varanda sem necessidade de recorrer ao gás ou à electricidade!

António Relvas, 10ºC

Read Full Post »

Com tantas coisas que se diz que o nosso país precisa, provavelmente a muita gente não lhe ocorrerá que é de um novo acordo ortográfico. Talvez por isso, o acordo de 1990 que tantas anedotas provocou na altura (lembram-se do fato, do cágado?) tenha passado desapercebido ao entrar em vigor em Janeiro de 2010 em Portugal (já está em vigor no Brasil desde 2009 e espera-se que se generalize brevemente nos restantes países da CPLP).

na caixa lateral direita: Sondagem do Mês

Mas entrou, e em alguns orgãos de comunicação social escrita já se vai notando alguma ação em vez de acção, e por aí adiante…  Convém porém ter em conta  que “ortográfico” apenas se refere à norma que define as letras  e a acentuação gráfica das palavras, e que em nada altera a construção das frases, a definição do vocabulário e, muito menos, a pronúncia (como se tal fosse possível por alguma norma).

Assim, decidiu a edição do Bibli que merecia ser tema de uma Sondagem do Mês, em que lhe perguntamos se acha bem, mal, tanto lhe faz, ou  se nem sequer sabia desta recente mudança ortográfica.

Mesmo  não sendo um assunto da sua especialidade, não deixe de colaborar na nossa sondagem dando-nos a sua opinião, o seu voto (ver caixa/widget lateral à direita) pois, de uma forma ou de outra, o acordo irá afectar-nos (ou será afetar-nos?) a todos.

Pode ainda, se o assunto for do seu interesse, dar uma  rápida vista de olhos  a este sítio da Porto Editora, que de um modo sucinto aborda o tema, apresentando um conversor ortográfico e as linhas gerais da mudança que se preconiza.

Ou, se quiser o assunto tratado de uma forma mais exaustiva, aconselhamos uma visita ao Portal da Língua Portuguesa, clicando na imagem abaixo.

Fernando Rebelo

Read Full Post »

Older Posts »