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Querido 2020,

   Estaria a mentir se dissesse que não foi um bom ano. Estaria a mentir se dissesse que foi um ano como outro qualquer. Estaria a mentir se dissesse que não cresci neste ano. Estaria a mentir se dissesse que não fui feliz neste ano. Estaria a mentir se dissesse que não tive dos melhores dias da minha vida. Estaria a mentir se dissesse que não tive o melhor bronze de todos os anos. Estaria a mentir se dissesse que não conheci até então o meu desconhecido país. Estaria a mentir.

   Apesar de ter sido um ano caótico, foi dos melhores anos da minha vida. Aprendi a valorizar mais, a ter ainda mais respeito pelo próximo, a não ligar ao que não tinha importância, a amar, a saber ouvir, saber compreender, saber respeitar o meu corpo e a amá-lo, saber até onde podia sonhar de olhos abertos. Fui feliz neste 2020, e estou feliz por poder estar a escrever isto, com saúde, por estar aqui no meu canto a pensar nas minhas coisas. Não foi perfeito, mas qual é a definição de perfeito? Para ser perfeito teria de ser como um conto de fadas, ou um filme de princesas? Não, isso seria meramente fantasia.

    A realidade é que só sentimos falta de um mero abraço, quando não estamos “permitidos” a dá-lo; só sentimos falta das multidões, quando nos são obrigatoriamente retiradas; só sentimos falta das caminhadas pela natureza ou pela praia, quando a única caminhada que fazemos é do quarto para cozinha, cozinha para sala e sala para o quarto. Foram muitos meses a ter esta rotina, a ter estes hábitos, a refletir sobre cada momento que já tínhamos vivido no passado, mas nada que o tempo não mude, começámos a ver a pequena luz ao fim do túnel.

   Veio o verão e o bom tempo, vieram os convívios de 5 pessoas, o distanciamento e todas as regras impostas pela DGS. Não posso dizer que estive em casa o verão inteiro porque não é verdade, cada um de nós tentou voltar à normalidade nestes dias anormais. Aproveitei muito este verão: cada mergulho foi um motivo para viver, cada riso foi uma libertação, cada grito foi um sinal de que se temos voz temos de lhe dar uso. Cada pôr-do-sol foi observado como se estivesse representado numa tela exposta num museu, e cada sorriso que observei (com máscara ou sem ela) fez-me perceber que todos temos problemas, mas todos temos tempo para demonstrar um sorriso verdadeiro. Porque a vida é mesmo isso, todos os dias teremos novos problemas, mas temos de saber enfrentá-los ou se não conseguirmos, já diz o ditado, “se não os consegues vencer, junta-te a eles”. Aprender a lidar com as coisas da vida pode não ser fácil, mas não é impossível.

   Setembro chegou e as borboletas na barriga também, comecei o meu secundário e estou mesmo agradecida por estas pessoas que entraram na minha vida, os meus colegas e professores, pessoas genuinamente incríveis, sinto-me sortuda por esta mudança ter superado as minhas expectativas. Outubro e novembro passaram a correr e para a semana já é Natal. Como assim já é Natal?

   Este Natal vai ser diferente, mas diferente não significa que seja mau, pelo contrário, poderemos e deveremos aproveitar cada momento como se fosse o último porque o dia de amanhã é incerto. Poderei cantar e dançar com a minha família e é a mais pura felicidade que alguma vez poderemos viver. Não vou pedir nada ao Pai Natal, porque tudo o que quero este ano é o convívio com os meus, não preciso de mais nada.

   Se tivesse de definir o que é felicidade, diria que é a minha vida, encaro cada dia como mais uma oportunidade para poder mostrar ao mundo que podemos ser felizes com muito pouca coisa, quase nada, nada mais do que a possibilidade de poder estar perto da minha família e amigos.

   Por fim, 2020, obrigada por me ajudares no meu caminho, obrigada acima de tudo por me fazeres perceber o sentido da vida (poderei estar errada), obrigada por todos os momentos que me deste oportunidade de viver.

“O progresso é impossível sem mudança; e aqueles que não conseguem mudar as suas mentes não conseguem mudar nada.” (George Bernard Shaw)

Ana Rita Duarte Silva, 10.º G

imagem daqui

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Portugal,

Estou há que séculos para te escrever. A primeira vez que dei por ti foi quando dei pela tua falta. Tinha 19 anos e estava na Inglaterra. De repente, deixei de me sentir um homem do mundo e percebi, com tristeza, que era apenas mais um dos teus desesperados pretendentes.

Apaixonaste-me sem que eu desse por isso. Deve ter sido durante os meus primeiros 18 anos de vida, quando estava em Portugal e só queria sair de ti. Insinuaste-te. Não fui eu que te escolhi. Quando descobri que te amava, já era tarde de mais.

Eu não queria ficar preso a ti; queria correr mundo. Passei a querer correr para ti – e foi para ti que corri, mal pude.

Teria preferido chegar à conclusão que te amava por uma lenta acumulação de razões, emoções e vantagens. Mas foi ao contrário. Apaixonei-me de um dia para o outro, sem qualquer espécie de aviso, e desde esse dia, que remédio, lá fui acumulando, lentamente, as razões por que te amo, retirando-as uma a uma dentre todas as outras razões, para não te amar, ou não querer saber de ti.

Custou-me justificar o meu amor por ti. És difícil. És muito bonito e és doce mas és pouco dado a retribuir o amor de quem te ama. Até dás a impressão que tanto te faz seres odiado como amado; que gostas de fingir que estás acima disso, olhando para os portugueses de agora como o céu olha para os passageiros nos aviões.

Já que estava apaixonado, sem maneira de me livrar – nem sequer voltando para ti e vivendo contigo mais trinta anos – que remédio tinha eu senão começar a convencer-me que havia razões para te amar.

Encontram-se sempre. E, a partir de certa altura, quando já são seis ou sete razões que se foram arranjando ao longo dos anos, deixamos de amaldiçoar este amor que nos prende a ti e, inevitavelmente, começamos a sentir-nos, muito estúpida e secretamente, vaidosos por te amarmos. Como se fôssemos nós que tivéssemos sido escolhidos.

Digo nós mas falo por mim. Digo eu sabendo que não sou só eu, que nós somos muitos. Possivelmente todos. Tragicamente todos, um bocadinho. Se calhar estamos todos, de vez em quando, um bocadinho apaixonados por ti.

A tua pergunta bocejada, de país farto de ser amado, amado de mais, aborrecido com tanto amor, apesar da merda que tens feito e da maneira como nos pagas, é sempre a mesma: «Diz-me lá, então, porque é que me amas…»

Pois hoje vou-te dizer. Não me interessa nada a tua reação. Estás a ver? Já comecei a mentir. É sinal que a minha carta de amor já começou.

Amo-te, primeiro, por não seres outro país. Amo-te por seres Portugal e estares cheio de portugueses a falar português. Não há nenhum outro país, por muito bom ou bonito, onde isso aconteça.

Mesmo que não achasse em ti senão defeitos e razões para deixar de te amar, preferia isso, mesmo deixando de te amar, a que não existisses.

Se deixasses de existir, o meu olhar ficava de luto e nunca mais podia olhar para o resto do mundo com os olhos inteiramente abertos ou secos ou interessados.

Para que continuasses a existir, mesmo fazendo cada vez mais merda, trocava imediatamente ir-me embora de ti e nunca mais poder voltar e nunca mais poder ver-te, e nunca mais encontrar um português ou uma portuguesa, e nunca mais poder ler ou ouvir a língua portuguesa.

E olha que este é um desejo que muitas vezes tenho.

Esta é a única verdadeira prova de amor: fazer tudo para que sobreviva quem se ama. Mesmo que nunca mais te víssemos, Portugal, saberíamos que continuavas a existir, que as nossas saudades teriam onde se agarrar. Por muito que mudasses, mal te deixássemos e nunca mais te víssemos, já não mudavas mais.

Mesmo que não houvesse em ti um único pormenor que não houvesse nos restantes países do mundo, que são muitos; mesmo que houvesse um país escondido que fosse igualzinho a Portugal em todos os pormenores; mesmo assim eu amar-te-ia como se fosses o único país do mundo, diferente em tudo.

Portanto, já viste, ó Portugal: não preciso de nenhuma razão para te amar. Amo-te sem razão. Amo-te às cegas, antes sequer de olhar para ti. Podes ser o pior país do mundo, ou o melhor, ou o mais monotonamente assim-assim. Não me interessa. Amo-te. Amo-te à mesma. Amo-te antes de falarmos nisso.

Amo-te tanto que, quando perguntas porque é que eu te amo, não fico nervoso nem irritado. Não preciso de tentar dar uma razão convincente. Amo-te à mesma, fiques ou não convencido.

E, mesmo que te aborreças de ouvir todas as razões que tenho para te amar, eu continuarei a dizê-las, porque gosto de dizê-las e porque, que diabo, também eu preciso, às vezes, de me lembrar e de me convencer do quanto eu te amo.

Amo-te mesmo que sejas impossível de conhecer ou de descrever. Isto é muito importante. O Portugal que eu conheço e descrevo é apenas o Portugal que eu julgo, se calhar, conhecer (pouco) e descrever (mal).

Cada pessoa apaixonada por ti está apaixonada por um Portugal diferente do meu. Até o meu Portugal é, conforme os climas, bastante diferente do meu – para não dizer estrangeiro.

Por exemplo, uma das razões por que te amo é o teu clima. Acho que tens um bom clima. Mas não julgues que há muitos portugueses apaixonados por ti que concordam comigo. Esses julgam o teu clima dia a dia e hora a hora e gostam dele, quando muito, vinte por cento do ano. Em cada cinco horas do teu clima, gostam de uma e odeiam quatro.

Pois eu amo-te sem saber sequer se o teu clima é bom ou mau. Não tenho a certeza, mas não interessa: amo-te mesmo ignorando tudo a teu respeito. Amo-te mesmo estando completamente enganado. A pessoa convencida sou eu. Quem está convencido que ama, quando fala do seu amor, não quer convencer ninguém. Quer declarar que ama. Se é bom ou mau nem secundário é. Fica noutro mundo, onde vivemos.

Como vês, não preciso de razões para te amar. Mas tenho muitas. E boas. A primeira delas é secreta e embaraça-me confessá-la: amo-te, Portugal porque, não sei como e contra todas as provas e possibilidades, acho que és o melhor país do mundo.

Pronto. Está dito. É uma vergonha pôr as coisas de uma maneira tão simples. Mas era isto que eu estava há que séculos para te dizer: amo-te, Portugal, por seres o melhor país do mundo.

Como vês não sou o romântico que estava a fingir ser, que te ama sem precisar de razões para isso. Tenho uma razão muito interesseira para te amar: acho que és o melhor país do mundo. Por muito relativista que eu seja noutras coisas, acho mesmo que tive sorte de nascer aqui. Em ti. Aqui, entre nós.

Desculpa.

Mesmo assim, insistes em perguntar: que tens tu de tão especial, que os outros países não têm?

Essa íntima vaidade, por exemplo. Tu não és orgulhoso. Mas, muito bem disfarçada, tens uma vaidade sem fim. Dizes-te feio e vestes-te mal mas, quando passas por um espelho, espreitas e achas-te giro. E se alguém te diz que és feio e estás mal vestido, não ficas ofendido – achas que aquela pessoa é obviamente estúpida e não tem olhos na cara.

Ou, pelo menos, não tem o discernimento e o bom gosto necessários para apreciar a tua oblíqua mas inegável formosura. A tua beleza, estás convencido, está reservada para os apreciadores. A ralé passa ao lado e não vê: deixá-la passar.

A tua vaidade é tanta que até te permites um grande desleixo. Sabes que, na terra onde nada plantaste, há de crescer um jardim preguiçoso que um dia será selvagem e bonito, sem qualquer esforço teu. Deus e o tempo trabalham por tua conta.

Sabes que a tinta fresca salta muito à vista e que é cansativa. Esperas, despreocupado, pela beleza que há de vir com a passagem dos tempos. E a vaidade que sussurra, preguiçosamente, a quem insista em aproximar-se: «Sim, eu sei que sou uma casa bonita e não, não me lembro da última vez que fui pintada. Eu cá não preciso de me abonecar.»

Graças ao desleixo que a tua vaidade consente, mudas menos do que os outros países. As pessoas acham que és conservador, que és contra a mudança. Mas não é isso. És vaidoso e preguiçoso porque achas que não precisas de grandes esforços ou mudanças: sabes que continuas encantador.

O teu desleixo também é causa de muito sofrimento mas não é numa carta de amor que vou falar dele. Também tem consequências agradáveis.

Por exemplo, dizes que queres ser um país de primeira categoria. Mas sabemos todos que não queres. Gostas de ser de segunda, como gostas de não ser de terceira. Gostas de ter países melhores do que tu, para visitar ou invocar, quando fazes aquela fita de lamentar que não seja possível teres tudo o que tens de bom, menos tudo o que tens de mau, trocado pelo melhor que houver nos outros países.

Tu não queres nada a não ser que gostem de ti. E não estás disposto a fazer nada por isso. Nem é preciso serem muitos a gostar. Se calhar, até te bastava um. Aposto que é essa a impressão que consegues dar a cada um dos desgraçados, como eu, que estão apaixonados por ti.

Eu poderia perder anos a fazer um cuidadoso retrato de ti. Por muito verosímil que fosse, davas uma olhadela e dizias com desdém, a fazer-te caro ao mesmo tempo: «Isso não sou eu. Isso é outro país qualquer que inventaste…»

É a tua maneira, Portugal amado, de garantir que continuaremos a tentar retratar-te. Tanto te faz que o retrato seja feio ou bonito, desde que seja de ti.

Quanto mais variados forem, mais gostas. Até tu, nas tuas paisagens, varias e hesitas tanto e recusas-te a decidir, como quem não tem pressa e, no fundo, não escolhe nem decide, porque quer tudo.

Preferias ser amado por quem tem razões para te odiar? Isso sei eu. Paciência. Eu amo-te porque mereces. Eu amo-te pelas tuas qualidades. Preferias não tê-las. Para que o amor fosse mais puro, mais contraditório, mais injustificável. Mas tens qualidades.
Desculpa lá dizer-te isto, Portugal, mas amar-te é uma coisa simples.

Amo-te, aconteça o que acontecer. Amo-te por causa de ti. Não é apesar de ti. É por causa de ti. Não há outra razão. Nem podia haver uma razão mais simples.

Por muito que te custe ouvir (apesar de eu saber que não só não te custa nada como gostas de ouvir), digo-te: é tão grande o meu amor por ti que até consigo amar-te sem dar por isso.

Já viste?

Miguel

Miguel Esteves Cardoso, in Público (10.06.11)

imagem daqui

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A Lua de Joana é sem dúvida, e desde há anos, um livro que tem impressionado muitos jovens leitores – aqui fica então um post duplo do Filipe e da Ana que, apesar de terem cada um “a sua vida”, escolheram, sem qualquer combinação prévia, esta história como tema do seu artigo.


O livro de que vou falar tem como título A Lua de Joana, escrito por Maria Teresa Maia Gonzalez. Este livro é sobre uma rapariga chamada Joana, que acabou de perder a sua melhor amiga, Marta, que morrera de overdose de drogas, e desde então, como Joana sente imensa falta da Marta, começa a escrever cartas, para a amiga que já morreu, sobre o seu dia-a-dia (o livro é constituído pelas cartas da Joana), pois sentia-se sempre muito sozinha.

Joana é uma excelente aluna, muito admirada pelos seus colegas e professores, contudo esconde de todos a infelicidade que sente com a perda da sua melhor amiga a ausência da sua família, pois os seus pais não lhe dão atenção, e a única pessoa em quem Joana podia confiar e desabafar é com a sua avó, a avó Ju, pois ela era a única que lhe dava atenção e a compreendia.

Os pais de Joana raramente estavam “atentos” a ela porque a achavam  uma jovem responsável, e por isso não se preocupavam com ela, mas também não eram pais presentes nas acções dos filhos. O pai era um médico consagrado, dando mais importância ao seu trabalho e pacientes que à família; a mãe era dona de uma loja de vestuário, dando mais importância à loja e ao irmão de Joana, Jorge, a quem pelas roupas e aspecto chamava “Homem das Cavernas” e “Traumatizado”.

As coisas complicam-se quando a avó Ju morre, deixando Joana completamente infeliz e ainda mais isolada das pessoas: pois as mais importantes da sua vida tinham morrido. Com o passar dos dias, Joana vai-se sentindo fraca pela solidão que passa, até que conhece uma rapariga que era amiga da Marta, a Rita. Estas começam a conhecer-se melhor e foi através da Rita que a Joana começou a consumir droga (a Marta também começou a consumir através da Rita), para ter uma sensação diferente do que a solidão lhe permitia.

Acho importante referir que a origem do título do livro é um baloiço que a Joana tinha no quarto, pois tinha a forma de uma lua que, de acordo com a posição, representava o estado de espírito da Joana (se tivesse em quarto minguante estava triste, se tivesse em quarto crescente estava feliz).

Escolhi este livro pois fala sobre a triste realidade das drogas e a sua influência negativa na  própria pessoa, na família e nos amigos, afectando toda a nossa sociedade. O livro também chama a atenção para os pais desatentos, para aqueles que colocam a profissão em primeiro lugar, deixando a família para trás.

Filipe Hanson 10ºB


A Lua de Joana é o livro da minha vida, até agora.

Escolhi este livro pois adorei lê-lo: é bastante cativante e mostra-nos uma realidade na vida de vários adolescentes: o mundo das drogas.

A protagonista do livro é a Joana, uma rapariga de 17 anos,que perdeu a sua melhor amiga, a Marta. Marta, também de 17 anos, começou a enveredar pelo caminho das drogas, ficando assim viciada e acabando por falecer.

Mª Teresa Gonzalez

Após a morte de Marta, Joana começou a escrever um diário como se fosse dirigido a Marta. Nele, Joana desabafava sobre os probelemas com os pais e não só. Um tempo depois de Marta ter falecido, Joana começou a falar com o irmão dela, tendo mesmo começado a namorar. Como qualquer casal, tiveram algumas discussões mas o pior estava para chegar: tal como Marta, o irmão também seguiu o mesmo caminho. Talvez para tentar perceber porque é que a irmã tinha escolhido aquele caminho, ou até mesmo por estar revoltado com o que tinha acontecido com ela. Quando Joana se apercebeu do que se passava com o namorado, já era tarde demais, pois ele já estava demasiado “dentro” do mundo da droga e quase não havia volta a dar. Revoltada com tudo o que se passava, Joana acabou por entrar também nesse mundo, um pouco pressionada pelo namorado. Porém, no fim, os dois decidem fazer reabilitação para deixarem as drogas.

Gostei imenso do livro, contudo não gostei do final pois a Joana não se consegue curar e acaba por morrer. Eu penso que é interessante pessoas da minha idade lerem este livro pois ele ilustra uma realidade bem verdadeira e ilustra também o perigo das drogas.

Ana Silva, 10ºB

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