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Posts Tagged ‘Futuro’

Nós, representantes dos jovens de toda a Europa, convidamos-te a dizer aos responsáveis ​​políticos e à indústria como deveria ser o futuro da Internet. Quais devem ser os teus direitos e oportunidades digitais? Diz -nos o que é importante para ti no que respeita ao teu futuro online.  

A página do website Youth Manifesto dedicada a Portugal pode ser encontrada clicando no banner abaixo: aí poderás postar as tuas ideias, debater os prós e os contras com outros jovens e votar em questões que aches que são as mais importantes.

Esta iniciativa faz parte de um processo de consulta que será realizada em duas fases: a primeira online usando esta plataforma para expressar e partilhar ideias e a tua visão de futuro (podes discutir este assunto também na escola juntamente com os teus colegas e professores e deixar no website os resultados dessa discussão). Na segunda fase os jovens que tiveram ideias mais votadas, serão convidados para irem a Bruxelas em Novembro de 2014 ao Safer Internet Fórum, para apresentarem as suas ideias aos decisores políticos e às pessoas da indústria. Esta é a tua oportunidade de teres a tua voz ouvida, e esperamos que a aceites e uses.

Leva o seu tempo que necessitas para pensar sobre as perguntas que se seguem e partilha depois os teus pensamentos online:

1. Qual seria a única coisa que mudarias para fazer uma internet melhor?

2. A internet tem 25 anos de idade. Como pensas que vai parecer a Internet daqui a 25 anos? O que devia garantir?

(mensagem enviada para divulgação por Internet Segura.pt)

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A decorrer este ano a 27 de Setembro, a Noite Europeia dos Investigadores (NEI) permite a cientistas e público geral conviverem num ambiente descontraído. A troca de ideias e experiências que a NEI proporciona pretende contribuir para a construção de uma imagem mais saudável dos investigadores junto do público e demonstrar que, afinal, a ciência não é tão complicada quanto se julga.

A primeira edição da NEI data de 2005. A Comissão Europeia, no âmbito do 7º Programa-Quadro para a Investigação e Desenvolvimento, promove e financia esta iniciativa, que ocorre no mesmo dia em diversos países europeus e Israel. Através da realização de atividades que constituem uma boa alternativa ao típico programa de noite de sexta-feira, procura-se criar um ambiente propício à interação entre a comunidade científica e o público, sejam jovens com interesse em seguir uma carreira na área, crianças e adultos curiosos, professores que procuram dinamizar as suas aulas, ou qualquer outra pessoa em busca de uma noite diferente.

Se nunca participou na NEI, 2013 é a oportunidade perfeita para explorar o seu lado racional e conhecer um pouco melhor os cientistas que trabalham para melhorar a sua qualidade de vida.

A NEI 2013, à semelhança de anos anteriores, assume-se como intermediária entre a comunidade científica e o público e é de entrada livre. Este ano, poderá ir além da possibilidade de falar com investigadores e conhecer o seu trabalho, vida, anseios e paixões. O Futuro em 2020 é o tema central e, através das várias atividades que temos preparadas para si, poderá antever o mundo que o espera dentro de sete anos. Vai perder esta oportunidade?

in nei2013.eu

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imagem editada daqui

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You can’t take the dance out of the dancer,  foi uma citação que ouvi recentemente e que ficou gravada na minha memória.

Isto vale para qualquer profissão. Espera-se que os veterinários sejam uns corações-moles e que não consigam resistir a uns anúncios de adoção de animais domésticos, assim como se espera que na casa de um chef seja sempre ele a cozinhar.

São amigos de alguém cuja profissão desconheçam? Duvido. A nossa profissão manifesta-se em tudo e muito se engana quem acha que o trabalho serve só para viver: ele faz parte da fracção mais profunda do nosso ser e da nossa personalidade.

Claro que agora isto é cada vez menos comum, porque as pessoas têm que aceitar um trabalho fora da sua área de estudos ou mesmo da sua vocação para conseguirem levar dinheiro para casa, mas até mesmo neste caso, esta profissão de segunda escolha acaba, de alguma maneira, por fazer parte de nós.

E tudo isto remonta à altura em que nos perguntavam “o que queres ser quando fores grande?” e, posteriormente, à lembrança de quando chegamos ao secundário e nos vimos obrigados a escolher uma área –  é o tic-tac de uma bomba à espera da nossa grande decisão – tudo o que fizermos irá ter efeito no nosso futuro.

Normalmente os bons alunos já têm uma ideia clara sobre o assunto, sobre como vai ser o futuro deles e não têm qualquer dificuldade em tomar esta decisão. E é tanta a sua certeza, como é a incerteza dos demais. Os alunos “menos bons”, por norma, têm alguma dificuldade em tomar esta decisão, pois têm problemas de auto-estima e confiança no seu trabalho.

Bem, tudo isto para vos dizer que, se estão a passar por uma situação semelhante, ouçam o vosso coração. Não se arrependerão. Eu não me arrependi.

Inês Costa, 10ºE

You can take the dancer out of the dance, but you can’t take the dance out of the dancer – citação integral que quer dizer: pode-se retirar o dançarino da dança, mas não a dança ao dançarino

(nota do editor)

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WEISEMAN, Allan, O Mundo sem Nós,  Editor: Estrela Polar, 2007

Alan Weisman é antigo editor do Los Angeles Times Magazine, produtor de rádio e professor de jornalismo internacional na Universidade do Arizona. Ganhou o prémio Best American Science Writing 2006. O Mundo sem Nós, o seu bestseller, traduzido em 30 línguas, foi nomeado pela Times Magazine e pela Entertainment Weekly como o melhor livro de não-ficção de 2007, tendo um grande impacto mundial.

O livro, dividido em 4 partes, retrata o planeta Terra após o desaparecimento do Homem, e de como  se regeneraria após isso.

Na primeira parte faz-se referência a Bialowieza Puszcza a floresta primitiva da Polónia. Em seguida, o autor fala dos elevados níveis de CO₂, retrata a destruição de casas e infra-estruturas e a inundação dos metros de Manhattan.

Na segunda parte do livro o autor relata a história do aparecimento dos fertilizantes e suas consequências e também a problemática dos resíduos plásticos que criamos.

Na terceira parte o autor fala sobre as antigas e modernas maravilhas do mundo, como o canal do Panamá, e relata qual será o seu destino após o nosso desaparecimento. Referencia-se, igualmente, a Zona Desmilitarizada da Coreia e as centrais nucleares.

Por fim, na quarta parte, abordam-se todas as obras artísticas que perdurarão após a extinção da humanidade.

"Lisboa sem nós", Kenn Brown

No geral, gostei bastante desta obra. Considero que foi muito bem elaborada e estruturada, contendo referências a vários dos problemas que a humanidade causou na Terra. Estas referências, contudo, não são muito extensas e apresentam linguagem simples, pelo que podem ser entendidas por todas as pessoas em geral.

Considero, contudo, que em certas partes do livro o autor pormenorizou demais certos aspectos, que provavelmente achou importantes, mas que acaba por tornar o livro algo enfadonho nessas passagens, como por exemplo quando fala da inundação dos metros de Manhattan.

Nesta obra, ao contrário de outras obras científicas, o autor não  tenta impor o seu ponto de vista, falando com objectividade dos problemas que criámos no mundo. Assim, o livro não é dirigido apenas às pessoas que concordam com a opinião do autor, mas a todas  que se interessem por esta temática.

Alan Weisman

Este livro teve então um grande impacto a nível mundial, não só pelo facto de relatar os problemas que causámos na Terra, mas também pelo facto de o fazer de uma forma “desinteressada”, não nos impondo uma ideia sobre esta problemática mas sim levando-nos a reflectir e a formularmos a nossa própria opinião sobre este assunto.

Aqui fica um dos meus excertos preferidos: Quando as Voyagers e Pioneers se transformarem em poeira de estrelas, as nossas ondas de rádio, transportando sons e imagens que registam pouco mais do que um simples século de existência humana, são tudo o que o universo conterá de nós. É apenas um instante, mesmo em termos humanos. Mas um instante notavelmente fecundo – apesar de conturbado. Quem quer que esteja à espera das nossas notícias nas fronteiras do tempo terá um punhado delas. Poderá não entender Lucy. Mas ouvirá as nossas gargalhadas.

Considero então que este é um livro de leitura agradável e que poderá ajudar-nos a perceber melhor o Planeta Terra e o que poderemos fazer para o salvar.

 Ana Catarina Costa, 11ºB

Nota do editor: 2º texto mais votado na actividade de leitura de obras de divulgação científica.

imagens daqui e daqui

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Uma colecção de postais do arquivo da Biblioteca Nacional de França revela como em 1910 as pessoas imaginavam o ano 2000. Curiosa, particularmente, a ideia das novas tecnologias aplicadas à perspectiva de escola da época. Como é difícil prever o futuro…

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Fonte das imagens: daqui e daqui


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A revista de divulgação científica Muy Interesante propôs a 14 personalidades, especialistas nas mais diversas áreas do conhecimento, desde a Tecnologia de Comunicações, à Medicina, passando até pela Gastronomia, o desafio de escolherem algo de realmente importante que a humanidade deveria concretizar até 2030. Merece uma visita.

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Este projecto, divulgado no YouTube, de gestão de design com cadeiras que se dispõem imediatamente de acordo com as necessidades e tipos de utilização de uma biblioteca, a partir da leitura óptica de um cartão de utilizador/gestor, deixa-nos a pensar o que nos reservará o futuro.

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