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Posts Tagged ‘Desenvolvimento sustentável’

Os alunos do 8ºB assinalaram o Dia Mundial da Água através de um curto vídeo, no qual se  podem encontrar algumas dicas para reduzir a nossa pegada da água.

A comemoração desta data visa sensibilizar a comunidade educativa para a utilização sustentável deste recurso natural e encontra-se inserida num trabalho interdisciplinar da turma, que pretende levar os alunos a praticar não só uma alimentação sustentável, nomeadamente através da redução do consumo de alimentos que implicam grandes quantidades de água na sua produção e do combate ao desperdício alimentar, como também levá-los a refletir sobre a necessidade de alterar um estilo de vida que cada vez mais assenta no consumo excessivo de bens que nem sempre são necessários.

O projeto da turma é apoiado pelo Ler, ver e fazer (n)o mundo da  BE.

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A minha experiência no workshop Repórter Local

No período compreendido entre os dias 6 e 16 de outubro de 2020, quatro alunos e a professora bibliotecária, da Escola Secundária Daniel Sampaio, participaram no workshop online denominado “Repórter Local” ministrado pela Help Images – uma organização sem fins lucrativos.

Após a conclusão do workshop, realizámos uma pequena reportagem com base em alguns dos 17  ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável).

Na minha opinião, este workshop permitiu-me adquirir conhecimentos acerca de um dos muitos ramos da área da comunicação, ajudando-me assim a ter uma noção mais realista de uma das minhas possíveis futuras áreas de trabalho.

Apesar de ter uma considerável carga horária diária, o instrutor Ricardo Nogueira e a outra escola participante, a Escola Básica Ferreira de Castro, fizeram com que valesse a pena.

Esta atividade permitiu-me também fazer novas amizades com pessoas incríveis, com quem irei sem dúvida manter contacto.

Aconselho vivamente a todos que gostem de comunicação, fotografia, som, etc. a participar num workshop como este.

Madalena Vitorino, 11ºE

(vídeo realizado no âmbito do workshop)

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Durante os dias 29 de abril e 02 de maio, decorreu na Escola Secundária Daniel Sampaio a 2ª Mostra do Filme Solidário realizada, este ano lectivo, no nosso Agrupamento.

Tratou-se de uma atividade dinamizada pelas Bibliotecas (VR+DS), no âmbito da Educação para a Cidadania. A Mostra do Filme Solidário consiste na apresentação de curtas-metragens de carácter não comercial que visam a reflexão sobre comportamentos sociais e temáticas de impacto global: desenvolvimento sustentável (Norte global/ Sul Global), Objetivos do Milénio, ODS (Objectivos de Desenvolvimento Sustentável), igualdade de género, ambiente, exemplos positivos, comportamentos de risco, violência, fome, direitos de autor.

Nestas sessões, participaram alunos de turmas do 7º ao 12º ano, num total de nove turmas. Em cada uma das sessões, após a visualização das curtas, iniciou-se o debate que contou com a intervenção interessada e pertinente de muitos alunos e professores. Estes momentos foram mediados e dinamizados por Pedro Santos um dos voluntários da produtora independente HelpImages. O Pedro deu-nos a conhecer a missão desta ONG e o modo como filmes tão curtos carregam em si mensagens tão vastas. Nesta exploração, houve leituras polémicas, houve leituras consensuais. Houve debates mais entusiastas, outros menos empolgados, mas em todos eles esteve sempre presente a perceção do enriquecimento mútuo que estas horas de diálogo descontraído nos trouxeram.

Assim, saímos todos com uma certeza: se queremos um mundo melhor e mais sustentável, essa responsabilidade cabe a cada um de nós, sem exceção, pois não há Planeta B.

Dulce Sousa (professora-bilbiotecária da EBVR)

aceda à aos filmes exibidos na mostra

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1º Prémio Julia Maurício, 9º B

1º Prémio – Julia Maurício, 9º B

Este ano, o Concurso de DESENHO da Escola Daniel Sampaio decorreu com o tema do Ano Internacional da Cooperação pela Água.

Apesar de cerca de 70% do nosso planeta ser constituído por água, só uma pequena parte deste recurso (pouco mais de 2%) está disponível na superfície do planeta para ser usado pelo Homem. Cerca de 90% da população mundial vive em países que partilham os Recursos Hídricos, mas 11% da população mundial não tem acesso à água potável. Segundo a ONU – Organização das Nações Unidas, a quantidade de água existente seria mais do que suficiente para que toda a população vivesse de forma digna, se não houvesse desperdício e poluição. Para sensibilizar a Humanidade para a importância da correta gestão dos Recursos Hídricos à superfície da Terra e, assim, tentar melhorar os índices de acesso à água potável e ao saneamento básico, a ONU proclamou 2013 como o “Ano Internacional da Cooperação pela Água”.

É neste contexto que o Concurso de DESENHO da nossa escola se insere, aberto à participação dos alunos e com vista à reflexão sobre este problema. Ao promover as Artes na escola, este Concurso permite, igualmente, abordagens e iniciativas criativas, incentivando os alunos a desenvolver e a valorizar competências técnicas no âmbito do desenho.

Foram apresentados 31 trabalhos ao concurso, muitos dos quais individuais mas também alguns trabalhos realizados por grupos de alunos. O júri, constituído pelas professoras organizadoras do concurso, elegeu como vencedor o trabalho da aluna Júlia Maurício do 9º B.

Parabéns à Júlia!

Parabéns a todos os alunos participantes!

As professoras: Ana Guerreiro, Laila Ribeiro e Leonett Abrantes

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Como já tinha sido anunciado aqui no Bibli, foi levado a cabo um concurso de desenho no âmbito do programa anual Como a escola promove a as artes. A edição de 2012 teve como tema Energia sustentável para todos.

O concurso, com patrocínio da Texto Editora, foi organizado pelas professoras Laila Ribeiro, Ana Guerreiro e Leonett Abrantes e teve como júri os professores Sara Moura, Carlos Amaral e Fátima Campos.

Aqui ficam então, para apreciação dos nossos leitores, os 3 prémios e 3 menções honrosas atribuídas.

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WEISEMAN, Allan, O Mundo sem Nós,  Editor: Estrela Polar, 2007

Alan Weisman é antigo editor do Los Angeles Times Magazine, produtor de rádio e professor de jornalismo internacional na Universidade do Arizona. Ganhou o prémio Best American Science Writing 2006. O Mundo sem Nós, o seu bestseller, traduzido em 30 línguas, foi nomeado pela Times Magazine e pela Entertainment Weekly como o melhor livro de não-ficção de 2007, tendo um grande impacto mundial.

O livro, dividido em 4 partes, retrata o planeta Terra após o desaparecimento do Homem, e de como  se regeneraria após isso.

Na primeira parte faz-se referência a Bialowieza Puszcza a floresta primitiva da Polónia. Em seguida, o autor fala dos elevados níveis de CO₂, retrata a destruição de casas e infra-estruturas e a inundação dos metros de Manhattan.

Na segunda parte do livro o autor relata a história do aparecimento dos fertilizantes e suas consequências e também a problemática dos resíduos plásticos que criamos.

Na terceira parte o autor fala sobre as antigas e modernas maravilhas do mundo, como o canal do Panamá, e relata qual será o seu destino após o nosso desaparecimento. Referencia-se, igualmente, a Zona Desmilitarizada da Coreia e as centrais nucleares.

Por fim, na quarta parte, abordam-se todas as obras artísticas que perdurarão após a extinção da humanidade.

"Lisboa sem nós", Kenn Brown

No geral, gostei bastante desta obra. Considero que foi muito bem elaborada e estruturada, contendo referências a vários dos problemas que a humanidade causou na Terra. Estas referências, contudo, não são muito extensas e apresentam linguagem simples, pelo que podem ser entendidas por todas as pessoas em geral.

Considero, contudo, que em certas partes do livro o autor pormenorizou demais certos aspectos, que provavelmente achou importantes, mas que acaba por tornar o livro algo enfadonho nessas passagens, como por exemplo quando fala da inundação dos metros de Manhattan.

Nesta obra, ao contrário de outras obras científicas, o autor não  tenta impor o seu ponto de vista, falando com objectividade dos problemas que criámos no mundo. Assim, o livro não é dirigido apenas às pessoas que concordam com a opinião do autor, mas a todas  que se interessem por esta temática.

Alan Weisman

Este livro teve então um grande impacto a nível mundial, não só pelo facto de relatar os problemas que causámos na Terra, mas também pelo facto de o fazer de uma forma “desinteressada”, não nos impondo uma ideia sobre esta problemática mas sim levando-nos a reflectir e a formularmos a nossa própria opinião sobre este assunto.

Aqui fica um dos meus excertos preferidos: Quando as Voyagers e Pioneers se transformarem em poeira de estrelas, as nossas ondas de rádio, transportando sons e imagens que registam pouco mais do que um simples século de existência humana, são tudo o que o universo conterá de nós. É apenas um instante, mesmo em termos humanos. Mas um instante notavelmente fecundo – apesar de conturbado. Quem quer que esteja à espera das nossas notícias nas fronteiras do tempo terá um punhado delas. Poderá não entender Lucy. Mas ouvirá as nossas gargalhadas.

Considero então que este é um livro de leitura agradável e que poderá ajudar-nos a perceber melhor o Planeta Terra e o que poderemos fazer para o salvar.

 Ana Catarina Costa, 11ºB

Nota do editor: 2º texto mais votado na actividade de leitura de obras de divulgação científica.

imagens daqui e daqui

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No âmbito da disciplina de Área de Projecto (AP), os alunos Mário Costa, Miguel Calado e Nuno Martinho do 12º C, propuseram-se a participar no projecto Faz Portugal melhor sob a temática das energias renováveis, desenvolvendo uma bóia sinalizadora com o objectivo de aproveitar energia solar e energia hídrica. Este projecto nasce da necessidade de aproveitarmos as energias renováveis de modo a torná-las mais eficientes e simultaneamente diminuir a dependência das energias fósseis (petróleo, carvão, gás natural).

As energias renováveis são “energias limpas”, cuja utilização é teoricamente infinita e consiste em convertê-las em energia útil, como por exemplo a conversão da luz solar em energia eléctrica. Por serem “limpas”, não poluem o planeta. Contudo ainda apresentam algumas limitações, tais como o custo do equipamento e o seu rendimento. Apesar das suas limitações, os países mais desenvolvidos apostam cada vez mais neste tipo de energia, com vista ao seu desenvolvimento. Incluído nesta lista de países, está Portugal. O projecto será desenvolvido a pensar na linha costeira portuguesa, mais precisamente, a Costa de Caparica.

É fulcral o investimento neste tipo de energia de forma a garantir que o planeta azul e verde não se torne num planeta cinzento.

Mário Costa e Nuno Martinho, 12º C

(projecto orientado pela Profª Laila Ribeiro em parceria com a BE)


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Pelo segundo ano consecutivo, a ESDS participa no projecto Escola Electrão para recolha de material eléctrico em fim de vida e que permite o seu reencaminhamento para centros de reciclagem e reaproveitamento de componentes. No ano anterior, conseguimos recolher 5 toneladas e, dado o sucesso dessa participação, os professores Rudolfo, César, Isabel, Felicidade, Lígia, Leonett e Elza dinamizam este ano esta 2ª edição da iniciativa.

Dê a sua contribuição para um mundo sustentável: promova a reutilização/reciclagem trazendo para a escola electrodomésticos que já não utiliza – e não se preocupe com o tamanho pois a Junta de Freguesia da Charneca e provavelmente a da Sobreda farão a recolha.

Para saber mais, dê uma espreitadela ao site:

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