Feeds:
Artigos
Comentários

Posts Tagged ‘Vídeo’

Nota: turmas dinamizadas pela professora Mª de Jesus Gaspar

Read Full Post »

clique para aceder

clique para aceder

Neste ano em que se celebram os 8 séculos da língua portuguesa aqui fica uma sugestão de um canal YouTube, uma lista de reprodução gerida por Carlos Alberto Didier, dedicado à língua portuguesa e à literatura da lusofonia. Nesta compilação de 175 documentos audiovisuais incluem-se documentários sobre grandes clássicos da literatura portuguesa (muitos deles curriculares, de Camões a Saramago), assim como de outros países da lusofonia, numa variedade de originais lidos e declamados, documentários e entrevistas – sem dúvida um espólio muito interessante quer para fins letivos, quer para  simples amantes desta nossa pátria-língua.

Read Full Post »

cartazvideo2013

clique para saber mais

Read Full Post »

O IAC-CEDI, Centro de Estudos, Documentação e Informação sobre a Criança do Instituto de Apoio à Criança é a entidade promotora e organizadora do concurso escolar SE O MEU TELEMÓVEL VOASSE (ideia original do escritor José Fanha)  que decorre a nível nacional entre 1 de fevereiro e 31 de maio de 2012.

Este concurso visa premiar os melhores projetos desenvolvidos no âmbito da temática DIREITO À DIFERENÇA – EU MAIS TU.

Apelando à criatividade das crianças e dos jovens, o projeto pretende contribuir para a defesa da não discriminação consignada no artigo 2º da Convenção Sobre os Direitos da Criança.

O concurso destina-se aos alunos dos estabelecimentos de ensino público e privado que frequentem o ensino básico, secundário e profissional, no ano letivo de 2011-2012.

Os grupos de alunos constituídos para o concurso devem desenvolver projetos criativos com recurso ao telemóvel (fotografia e/ou filme) ilustrando a temática DIREITO À DIFERENÇA – EU MAIS TU.

Saiba mais aqui

Read Full Post »

clique para mais informações

Read Full Post »

clique para mais informações

Os SMAS de Almada e o Projecto ImaginArte Almada lançaram um concurso de fotografia e vídeo que se destina à participação exclusiva dos alunos dos estabelecimentos de ensino do concelho de Almada e que se encontra a decorrer entre 28 de Abril e 3 de Outubro às 16h.
A inscrição mediante o preenchimento de uma ficha de inscrição e a entrega dos trabalhos devem ser efectuados de acordo com o regulamento do concurso, até ao dia 3 de Outubro de 2011 às 16h.

Read Full Post »

clique para aceder ao site

consulte o regulamento aqui

Read Full Post »

clique para saber mais

Read Full Post »

aceda ao site

O Plano Nacional de Leitura apoia, de novo, a realização do Festival Bibliofilmes, edição 2010/11 (4º Volume – Viva o Livro!), para as comemorações do Dia Mundial do Livro 2011.  […] O “desafio” é que, toda a comunidade que frequenta e utiliza a Biblioteca Escolar possa, utilizando as novas tecnologias, produzir um vídeo da sua Biblioteca e, no intuito de a promover, participar na Categoria Vídeo de Biblioteca Pública deste Festival Bibliofilmes. Das diversas Categorias a concurso são de destacar, como mais
adequadas à V. participação:

  • Vídeo da Biblioteca Móvel (se houver)
  • Vídeo de uma Crítica/Recomendação a livro (s)
  • Melhor Trailer de um Livro

O concurso está aberto até 15 de Abril de 2011 (têm de colocar os vídeos no YouTube e enviar a respectiva ligação para a Organização até essa data), sendo os vencedores nas respectivas categorias anunciados a 23 de Abril, Dia Mundial do Livro. Podem ver toda a informação e participações anteriores em BiblioFilmes.com ou contactar através do email BiblioFilmes@xariti.com.

O BiblioFilmes Festival conta com as Vossas participações para tornar
o Dia Mundial do Livro de 2011 ainda mais proveitoso!

Os melhores cumprimentos e votos de bom trabalho,

O Comissário do PNL

(excertos e sublinhados da responsabilidade do editor)

Read Full Post »

O Ler+Ciência é uma iniciativa conjunta do Plano Nacional de Leitura, da Fundação Calouste Gulbenkian e da Ciência Viva, que procura estimular a leitura de obras científicas (e de ficção científica) entre as crianças e os jovens.

clique para saber +

Read Full Post »

Jane e Louise Wilson

O que me fez escolher Tempo suspenso (Suspending time), de Jane e Louise Wilson, exposição inaugural da nova direcção do Centro de Arte Moderna (CAM) da Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), para a rubrica do Bibliblog, “Morte da estética?” Sobram razões: a estreia de Isabel Carlos* à frente da programação do CAM, o facto de se tratar de uma dupla de artistas, as gémeas britânicas Jane e Louise Wilson (n. 1967) que trabalham e expõem juntas desde dos anos 90, a utilização de vídeos, filmes e fotografias, suportes definidores da arte contemporânea, o sugestivo nome da mostra, “Tempo suspenso”, as alusões históricas aos horrores do século…

Bunker

O que perpassa no enorme espaço que o público percorre, através de objectos tão heteróclitos, é o tempo: o tempo da história, da história dos homens e da história de vida, ou melhor, fragmentos destas histórias, aqui devolvidos pelas memórias, em tempo suspenso, de percursos interrompidos, inflectidos. É esse tempo, e a sua suspensão, que Jane e Louise tentam explorar. As memórias das tragédias do século XX (será que alguma vez as conseguiremos exorcizar?), da II Guerra Mundial ao Holocausto, à Guerra Fria, são as representações mais presentes na obra desta dupla. O seu trabalho assume assim o duplo carácter de documento e de denúncia.

Começa a exposição pelas gigantescas fotografias do que resta das fortificações que integraram a Muralha do Atlântico, estrutura defensiva construída pelos alemães na Normandia (Sealander, 2006); seguem-se as instalações vídeo Stasi City (1997), que nos mostram o interior das instalações da sinistra polícia secreta da RDA.

Em Unfolding The Aryan Papers, a obra mais recente da dupla, reencontramos o cineasta Stanley Kubrick, já desaparecido, através de material recolhido nos seus arquivos pessoais. Projectam-se imagens, guardadas por Kubrick, para um filme passado na II Guerra Mundial. O argumento era sobre uma família de judeus que se salvou forjando um “Ahnenpass”, documentos que atestavam a arianidade. Do arquivo Kubrick projectam-se também imagens originais dos guetos de Varsóvia e Cracóvia durante a guerra, e ainda testes da actriz escolhida para protagonista, Joahnna Steege, há 30 anos atrás. Alternando com estes, surgem ainda registos com depoimentos da actriz hoje em dia, sobre a brusca decisão então tomada por Kubrick, de desistir do filme (o tema causou-lhe uma depressão, a que não terá sido alheio o facto de ter perdido parte da família em Auschwitz, e também porque acabava de estrear a Lista de Schindler, de Spielberg, e, para os produtores, o êxito alcançado por este filme comprometia o sucesso do filme de Kubrick, uma vez que era sobre o mesmo tema) e da decepção que sentiu, pois esperava com este filme alcançar a fama, que, de facto, nunca veio a alcançar.

O tempo passado materializa-se também nas séries fotográficas Oddments (2008/09), na sequência de imagens de portas, ladeadas dos livros antigos e valiosos do célebre livreiro londrino, Maggs. Bros. Ldt, local de grande apreço do nosso rei bibliófilo, D. Manuel II, pois aqui passava longas horas, agora que o tempo em que deveria ser rei lhe tinha sido devolvido e se podia dedicar por inteiro à sua paixão.

Spiteful of Dream

O tempo suspenso, ainda que por minutos, é representado por uma experiência vivida pelas gémeas quando em 1993 estiveram no Porto, onde integraram uma exposição colectiva em Serralves. A série Hypnotic Suggestion 505 é o registo filmado da sessão de hipnose a que então se submeteram, às mãos de dois hipnotizadores, um inglês e um português; 505  era a frase que as restituiria ao estado vigilante.

Noutra sonora instalação vídeo (a introdução de som, música e ruídos quotidianos é outra das possibilidades da video-arte), Spiteful of Dream, 2008, ouvem-se conversas entre homens e mulheres num Centro Comunitário da Bósnia-Herzegovina, relatando experiências traumáticas como refugiados no Reino Unido, enquanto dentro de um gigantesco cubo de rede, um engenhosíssimo jogo de paralelepípedos espelhados reflecte imagens de turbinas em incessante movimento. O conjunto das imagem projectados sobre planos que as sequencializam, e a respectiva banda sonora, confere à instalação uma dimensão escultórica de grande efeito cénico.

Como fio condutor, e ponto de partida da exposição, surgem, pontuando todo o espaço, tanto em esculturas suspensas, como nas fotografias, ou ainda integradas nas instalações, réguas em madeira, com a obsoleta medida Yard (jarda), Yardsticks, testemunhos de um tempo que não volta mais, mas que simultaneamente vai dando a medida e as diferentes escalas de cada peça em exposição.

O sentido desta aparente dispersão (e não descrevi tudo) é dada por uma montagem clarificadora e também pela leitura do catálogo, que inclui uma esclarecedora entrevista às autoras sobre o seu percurso e sobre esta retrospectiva.

Filmes, vídeos, fotografias, arquitecturas e esculturas, fazem emergir as ruínas de um século e de vidas marcadas pela tragédia; a sua percepção (tridimensional), não deixa de ser vivida pelo visitante com alguma emoção, também estética.

* Isabel Carlos, 46 anos, licenciada em filosofia e mestre em comunicação social pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, conseguiu uma projecção internacional notável, pertencendo aos júris internacionais das principais bienais de arte, Veneza e São Paulo, estando até agora a dirigir a bienal de Sarjah, nos Emiratos Árabes Unidos, posto que deixou para vir dirigir o CAM., tendo sido recentemente nomeada membro do júri do Turner Prize, um dos prémios de arte mais prestigiados do mundo.

Profª Cristina Teixeira

Read Full Post »

Read Full Post »