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Posts Tagged ‘Solidariedade’

Durante os dias 29 de abril e 02 de maio, decorreu na Escola Secundária Daniel Sampaio a 2ª Mostra do Filme Solidário realizada, este ano lectivo, no nosso Agrupamento.

Tratou-se de uma atividade dinamizada pelas Bibliotecas (VR+DS), no âmbito da Educação para a Cidadania. A Mostra do Filme Solidário consiste na apresentação de curtas-metragens de carácter não comercial que visam a reflexão sobre comportamentos sociais e temáticas de impacto global: desenvolvimento sustentável (Norte global/ Sul Global), Objetivos do Milénio, ODS (Objectivos de Desenvolvimento Sustentável), igualdade de género, ambiente, exemplos positivos, comportamentos de risco, violência, fome, direitos de autor.

Nestas sessões, participaram alunos de turmas do 7º ao 12º ano, num total de nove turmas. Em cada uma das sessões, após a visualização das curtas, iniciou-se o debate que contou com a intervenção interessada e pertinente de muitos alunos e professores. Estes momentos foram mediados e dinamizados por Pedro Santos um dos voluntários da produtora independente HelpImages. O Pedro deu-nos a conhecer a missão desta ONG e o modo como filmes tão curtos carregam em si mensagens tão vastas. Nesta exploração, houve leituras polémicas, houve leituras consensuais. Houve debates mais entusiastas, outros menos empolgados, mas em todos eles esteve sempre presente a perceção do enriquecimento mútuo que estas horas de diálogo descontraído nos trouxeram.

Assim, saímos todos com uma certeza: se queremos um mundo melhor e mais sustentável, essa responsabilidade cabe a cada um de nós, sem exceção, pois não há Planeta B.

Dulce Sousa (professora-bilbiotecária da EBVR)

aceda à aos filmes exibidos na mostra

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Até 17 de dezembro a nossa BE está em campanha de promoção natalícia destinada a todos os que a frequentam: alunos, professores e funcionários – levem dois livros à vossa escolha e entreguem só depois das férias!

(Esta campanha não inclui manuais e obras de consulta)

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O nosso Galinheiro

O desenho é o resultado da nossa vontade em representar tudo aquilo que nos rodeia e o que nos sensibiliza, quando queremos transmitir algo, uma ideia ou uma mensagem. É a maneira de ver, de uma forma diferente, uma realidade. Saber desenhar é, principalmente, uma questão de prática e de observação.

Existem muitas técnicas para desenhar: desde o lápis de grafite, carvão, lápis de cor, lápis de cera, pastel, marcadores, esferográficas, canetas de aparo, pincel, etc.

No lápis de grafite, existe o material que faz o risco que é o grafite.

O grafite é graduado do tipo duro (designado por H) ao tipo macio (designado por B). As variações vão do 6H, passando por H HB F, até 6B.

A mina dura permite um traço leve e fino, bom para um desenho mais rigoroso.

A mina macia permite um traço escuro e largo, bom para um desenho expressivo.

O Círculo Cromático

O círculo indica:

  1. As cores primárias estão no centro em formato de triângulo e são o azul cien, o magenta e o amarelo;
  2. As cores secundárias estão dentro do formato de hexágono e são o violeta, o laranja e o verde;
  3. As cores terciárias estão no círculo externo e são todas as outras cores.

Então, misturar todas as cores dá branco ou dá preto?

Esta é uma pergunta mesmo difícil…

Podemos encontrar a explicação científica mas a resposta a esta pergunta não é uma só!

Depende se estamos a falar de uma mistura de luzes ou de uma mistura de pigmentos…

Resumindo, a explicação mais simples é:

– A adição de todas as luzes resulta na luz branca.

– A adição de todos os pigmentos coloridos resulta na cor preta.

Natal Comunidade Vida e Paz 2014

Para a decoração da 26ª Festa de Natal com as Pessoas sem Abrigo os alunos do 8º A, 8º B, 8º C, 8º D e 8º E da Escola Secundária Daniel Sampaio executaram círculos cromáticos subordinados ao tema da festa “365 Dias em Dádiva” onde a técnica plástica mais utilizada foi a pintura, com o mote dos conteúdos programáticos da cor. As cores dominantes foram as cores básicas e secundárias: Amarelo, Azul Cyen, Magenta, Verde, Laranja e Violeta. Os alunos do 8º F (Percursos Curriculares Alternativos) executaram a faixa do tema para o salão principal da festa.

Links da RTP com a cobertura televisiva da Festa de Natal 2014:

Soledade Estribio (professora)

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O Banco Alimentar tem uma nova campanha para ajudar a conseguir mais alimentos através da doação de papel usado. Entregue no Banco Alimentar mais próximo de si todo o papel que não precise: jornais, revistas, folhetos, cadernos, fotocópias. Por cada tonelada de papel o Banco consegue obter 100 euros em alimentos.

Aqui fica o desafio à ESDS e a todos os que quiserem aderir.

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Aconteceu no dia 2 de Dezembro de 2011, no auditório Fernando Lopes Graça, a entrega dos prémios Jovens Talentos 2011. Sob proposta da nossa escola, foi enviada à Camara Municipal de Almada, enquanto entidade promotora do concurso, uma candidatura para a categoria “Almada Solidária”.

A visada desta candidatura foi a nossa ex-aluna, Raquel Viegas, em resultado do trabalho, de natureza solidária, desenvolvido enquanto aluna do curso profissional de Técnico de Apoio à Infância, em funcionamento na nossa escola. Participou duas vezes em ações levadas a cabo pelo Banco Alimentar Contra a Fome, uma delas através da associação ACEDA e outra através da escola secundária Daniel Sampaio. Esta última participação teve como missão dinamizar um projeto mais ambicioso que passou pela mobilização de toda a comunidade educativa, desde alunos, professores, auxiliares, associação de pais, pais e encarregados de educação, até a auxiliares da instituição onde a aluna se encontrava a estagiar. Esta atividade inseria-se num projeto desenvolvido na escola, com a turma de sociologia do 12º ano, cujo tema era – “Vive para Ajudar e Ajuda a Viver” – com o objetivo de promover os valores da solidariedade e da entreajuda, bem como, sensibilizar a comunidade educativa para a importância de ser solidário.

Segundo a aluna Raquel, esta experiência foi muito gratificante e enriquecedora porque o resultado do projeto granjeou o apreço de todos e a Escola Secundária Daniel Sampaio foi considerada a instituição com mais participantes no Banco Alimentar contra a Fome.

Ainda no ano letivo de 2010/2011, no âmbito de ações levadas a cabo pela Cruz Vermelha, organizou e participou, com a sua turma, numa atividade de recolha de alimentos, junto de duas grandes superfícies comerciais, para apoio aos Sem-Abrigo. Também para a refeição de Natal para os Sem-Abrigo e em parceria com a Comunidade Vida e Paz, executou elementos decorativos e participou na atividade de decoração da Cantina da Cidade Universitária em Lisboa.

Participou e moderou um colóquio, subordinado ao tema: “Ser voluntário, ser solidário”, inserido nas comemorações do dia da escola e contou com a presença de representantes da Associação de Defesa dos Direitos Humanos, da Amnistia Internacional, do Corpo Nacional de Escutas e do Banco Alimentar contra a fome, todas elas ligadas ao voluntariado. O objetivo deste colóquio foi alertar toda a comunidade para a importância das atividades voluntárias, como expressão de uma cidadania ativa, sensibilizando os presentes para a necessidade de unir esforços, no sentido do fortalecimento do papel da sociedade civil, na promoção de uma sociedade mais justa, humana e solidária.

Participou na campanha Escola Alerta com o projeto “Eu Sou…”, juntamente com três colegas, onde cada elemento passou por quatro experiências diferentes, cada uma num dia diferente. Dessas quatro experiências, como a cegueira, imobilidade (cadeira de rodas), utilização de muletas e por fim surdez/mudez, tentaram viver a rotina diária, enfrentando as dificuldades dos que vivem a situação e a comunidade escolar ficou sensibilizada ao assistir aquela simulação. Também respondeu ao desafio da Associação Salvador, criando uma ideia de cartaz publicitário para sensibilizar a sociedade em relação ao tema Integração de pessoas com Deficiência Motora e/ou Acessibilidades, tendo como mote “Se todos fizermos a nossa parte é mais fácil ajudar quem precisa”. Além destas ações, também procedeu à recolha de roupas usadas para poder oferecer à associação ACEDA que, por sua vez, as distribuiu a pessoas necessitadas.

Para concluir e em jeito de balanço, diremos que o seu objetivo é, através de pequenos gestos, poder contribuir para uma vida melhor dos mais necessitados e despertar a consciência da sociedade em geral para os valores humanos. Como resultado deste seu trabalho em prol dos outros, foi atribuída, pelo júri do concurso, uma menção honrosa à ex-aluna Raquel Viegas com a entrega de um diploma de participação.

Os nossos parabéns, Raquel.

Texto: Soledade Estribio e Fátima Oliveira    Fotos: Armanda Mendes

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Dando continuidade ao projeto – Somos Solidários – iniciado no ano letivo anterior pelos alunos desta escola, iremos realizar uma campanha solidária com o objetivo de sensibilizar a comunidade educativa para colaborar com o Banco Alimentar Contra a Fome, procedendo à triagem e armazenamento dos alimentos recolhidos nas suas instalações de Setúbal.

Como tal, os alunos do 12º I irão estar nos armazéns de Palmela, dia 26 de Novembro de 2011 (Sábado) entre as 18.00 e as 00.00 e estão convidados a participar todos os restantes alunos da ESDS interessados em agregarem-se neste ato de solidariedade e partilha.

Para mais pormenores, contactar os organizadores: Ana Rita Silva, Corina Colaço, Edi Couto, Joana Sommer, Marisa Fonseca, Soraia Sebastião e Prof. Fátima Oliveira

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    Biblioteca Municipal José Saramago

Projecto “DAR DE VOLTA”

Reutilização de manuais escolares

 

O projecto “Dar de Volta” caracteriza-se por ser um projecto colectivo, intermunicipal, que se baseia nos conceitos de solidariedade e rentabilização de recursos. A Câmara Municipal de Almada pretende, em cooperação com as famílias e as escolas, encorajar e proporcionar aos munícipes a reutilização dos manuais escolares. Tendo em conta o actual contexto socioeconómico e as carências sociais que caracterizam muitas famílias do concelho, com crianças em idade escolar, a Câmara Municipal de Almada aderiu ao Projecto Dar de Volta da Associação dos Municípios da Região de Setúbal, concretizado através das bibliotecas municipais dos concelhos aderentes.

O Dar de Volta é uma rede social de partilha que permite:

  •   Facilitar a todos alguns dos meios essenciais ao processo individual de acesso às vantagens do ensino e da aprendizagem, valores fundamentais para a construção das pessoas e afirmação social da democracia;

  •   Aproveitar melhor os rendimentos familiares, por via de uma prática de racionalização e reaproveitamento de recursos;

  •   Afirmar perspectivas ecológicas, contribuindo para a promoção do ambiente, combate ao desperdício e protecção dos recursos florestais;

  •   Envolver pessoas e instituições num projecto de empreendedorismo social.

Público-alvo

O programa pretende abranger famílias com filhos em idade escolar (do 5º ao 12º ano de escolaridade). A aceitação dos manuais escolares será feita de acordo com os seguintes critérios: estado físico dos livros – não serão aceites livros danificados, e ano de edição – só serão aceites manuais em vigor nos estabelecimentos de ensino do concelho a partir do ano lectivo 2009/2010.

Recepção dos manuais escolares na Biblioteca Municipal José Saramago, no Feijó

Os manuais poderão ser entregues a partir de 1 de Julho de 2011 na Biblioteca Municipal José Saramago, no Feijó, no horário de funcionamento do serviço, 3ªf a Sábado, das 10h às 18h.

Entrega dos Manuais às famílias

A entrega dos manuais aos munícipes que os solicitem decorrerá a partir de 1 de Setembro.

       Mais informação em:

Dr.ª Maria João Ferro

mferro@cma.m-almada.pt

        www.m-almada.pt/bibliotecas

        21 250 83 01

 

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No âmbito das comemorações do Ano Europeu do Voluntariado, a equipa da Biblioteca da ESDS promoveu, no dia 7 Fevereiro, um debate com um representante do Conselho Português para os Refugiados (CPR), única organização que trabalha com esta população em Portugal, ligada ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR).

A Drª Mónica Frechaut apresentou, de forma objectiva e cativante, esta Organização Não Governamental para o Desenvolvimento aos jovens estudantes do 10º e 12º anos da área de Línguas e Humanidades que, desta forma, tiveram oportunidade de contactar com uma realidade que abrange milhões de pessoas em todos os continentes – realidade esta muito distante do conforto e das comodidades em que vivem e que, frequentemente, não valorizam.

O C.P.R. defende a tolerância e respeito pela dignidade dos povos e tem como

Mónica Frechaut

objectivo principal promover uma política de asilo mais humana e liberal tanto a nível nacional como internacional. Desde a análise dos pedidos de asilo até à integração no país de acolhimento, a preocupação constante é que o refugiado seja tratado com dignidade.

No seguimento da apresentação, foram realçados os motivos políticos, religiosos, étnicos que levam pessoas de qualquer idade a fugirem dos seus países de origem e a procurarem refúgio e segurança em outros locais. É preciso uma coragem extraordinária para ser refugiado e as várias histórias de vida nos campos de refugiados e nos países de acolhimento são testemunhos dos inúmeros obstáculos que enfrentam todos os que fogem de guerras e perseguições que representam ameaças à vida ou segurança. A coragem continua nos países de acolhimento pois a integração é um processo complexo  em vários aspectos, sobretudo no que respeita à situação jurídica e inserção no mercado de trabalho.

Sensibilizados com a temática, os alunos solicitaram esclarecimentos sobre a forma como se processa a integração nas sociedades de acolhimento, nomeadamente nas questões relacionadas com alojamento, refeições, assistência na saúde, deslocações, aprendizagem da língua e formação profissional. A Drª Mónica esclareceu prontamente todas as questões, integrando-as nas várias valências do Centro de Acolhimento para Refugiados na Bobadela, concelho de Loures.

O debate serviu, também, de sensibilização para o valor e importância das actividades de voluntariado nas várias áreas, especialmente cívica, cultural e social . O papel do voluntário é importante para suprir carências que existem em todas as organizações, por razões económicas. No caso específico do C.P.R.,  há inúmeras tarefas que o voluntário pode executar disponibilizando o seu tempo e empenho, mas vivendo igualmente experiências enriquecedoras no contacto com pessoas de proveniências diversas, ao sentir-se útil contribuindo para reconstruir vidas e esperança.

Cada um é responsável não só pelo que faz mas também pelo que deixa de fazer e, como tal, a dedicação do voluntário como expressão de uma cidadania activa contribui para uma sociedade mais solidária. E este é um dos objectivos do Ano Europeu do Voluntariado.

Texto: Luísa Oliveira

Fotos: Cristina Teixeira

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No âmbito da celebração dos 600 anos do Cabo Espichel, um grupo de voluntários organizou o festival Músicas pelo Espichel com o objectivo de alertar para a recuperação daquele local no concelho de Sesimbra. Os concertos terão lugar no próximo dia 10 de Setembro.

ler o resto da notícia em: Sol, 25.08.10

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O Instituto Português de Oncologia (IPO)  está a angariar filmes em VHS ou DVD para os doentes da unidade de transplantes que estão em isolamento. São crianças e adultos que precisam de um transplante de medula e de estar ocupados durante o tempo de internamento. O IPO aceita todo o género de filmes, mas a preferência vai para a comédia.

Por isso, se tens filmes que já estás cansado de ver, SÊ SOLIDÁRIO e traz um filme! Desta forma, ajudarás estas crianças e adultos a sorrir, nos longos dias que passam numa cama de hospital.

Podes entregar o(s) teu(s) filme(s) directamente na BE da nossa escola. As crianças e adultos agradecem (e a tua escola também)!

Profª Ana Noválio

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