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Posts Tagged ‘Religião’

Até 17 de dezembro a nossa BE está em campanha de promoção natalícia destinada a todos os que a frequentam: alunos, professores e funcionários – levem dois livros à vossa escolha e entreguem só depois das férias!

(Esta campanha não inclui manuais e obras de consulta)

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A vida de Colton Burpo começa mesmo antes de ele nascer! Pop – o seu bisavô – morre em 1976. Em 1990 Todd e Sonja casam-se e seis anos depois têm o primeiro filho, Cassie. Em 1998 Sonja sofre um aborto espontâneo, perdendo o bebé. Um ano depois, em 1999, nasce Colton Burpo. Aos três anos de idade é lhe diagnosticada erradamente uma gastroenterite. Toma a medicação para a curar  e melhora. Depois de um dia são, piora novamente e começa um processo de cirurgias contínuas, descobrindo-se que tinha uma apendicite e abcessos no intestino. É durante as operações que Colton visita o céu. Após as cirurgias, Colton melhora e com a família, estafados, regressa a casa. Durante as férias desse ano, já Colton tinha completado os seus quatro anos, relata – o primeiro de muitos –  a sua experiência no Céu. Em outubro de 2004 nasce o seu irmão mais novo: Colby Burpo. A 19 de maio de 2010, Colton completou os seus onze anos de idade. Contínua fisicamente saudável.

Colton Burpo afirma que esteve no Céu e faz a sua descrição. Diz que esteve ao colo de Jesus Cristo e que tinha um cavalo arco-íris. Ele diz que tinha asas tal como todos os habitantes do céu só que as dele eram pequeninas e também uma luzinha por cima da cabeça (aureola). A criança descreve também Jesus Cristo dizendo aliás que ele tinha uns “marcadores”, referindo-se às suas chagas. A sala do trono de Deus, para Colton, era grande, com um também grande trono onde Deus se sentava. Os pais da criança de quatro anos perante estas e outras afirmações e descrições ficam estupefactos (que pai ou mãe não ficaria?). Durante as operações Todd reza e implora a Deus, como pastor de uma congregação que é, chegando até a ficar zangado com Deus! Apesar de Colton pertencer a uma família cristã e de andar na catequese, tudo aquilo que ele descreve são coisas que nunca tinha ouvido falar na sua pequena Vida de quatro anos. Muito provavelmente, se ele não pertencesse a uma família de tradição muito cristã, nada disto lhe teria acontecido.

O engraçado nestes relatos é que Colton descreve o céu e todos os seus elementos com palavras simples. Quando o pai lhe pergunta como era o trono de Deus, Colton responde que não sabe o que é um trono. Depois da explicação do pai, Colton consegue descreve-lo. O menino de quatro anos também diz que viu a sua irmã que já morreu (referência ao aborto que Sonja tinha tido) e o seu avô Pop. A menção ao aborto para mim é deveras tocante. Colton descreve a sua irmã de uma maneira curiosa: Há um dia que diz à sua mãe “Mamã, eu tenho duas irmãs” (Note-se que Colton desconhecia a existência do aborto espontâneo de Sonja). A partir daí ele descreve a sua vivência com a sua irmã no céu. À pergunta quanto tempo esteve no céu, Colton responde “três minutos” sem hesitar. Ora, para ele descrever estas coisas todas que fez e viu em três minutos é pouco tempo. Todd fica muito pensativo em relação a esta questão mas não consegue arranjar solução.

Concluo o texto como habitualmente, com curiosidades: os pais de Colton queriam saber qual o aspeto de Jesus e sempre que passavam por uma imagem de Cristo perguntavam se era aquele o aspeto de Jesus. A resposta era sempre não. Uma noite Todd leu outra descrição do céu feita por Akiane, uma menina de 8 anos que visitou o Céu como Colton e desenhou Jesus. Todd chamou Colton e perguntou-lhe se era esta a imagem certa. A resposta de Colton foi: “Papá, este está certo”. O livro vendeu 2 milhões de exemplares em seis meses sendo o bestseller nº1 do New York Times. Em Portugal vendeu 65 mil exemplares e foi o livro mais vendido de 2011.

Tiago Bernardino, 10ºF

imagem daqui

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Cordeiro Pascal, Josefa de Óbidos

O que tem a ver algo tão  solene como a celebração da morte e ressurreição de um homem, dito filho de deus,  há mais de 2000 anos, com o cabrito assado, os ovos e as amêndoas coloridas, os coelhos a correrem pelos bosques?

É, ao fim e ao cabo, a mescla, mais do que a síntese, de diferentes tradições (à semelhança  do que acontece com o Natal)  que constitue os nossos rituais pascoais.

ícone da ressureição – Anastasis

 Páscoa, segundo muitos especialistas no assunto, provém assim, quer etimologicamente, quer como tradição, da festa judaica Pessach (“passagem”) que celebra a libertação do povo de Israel da servidão no Egipto. A “passagem” não se refere porém a essa libertação mas à passagem do Anjo da Morte que dizimou todos os primogénitos egípcios e convenceu por fim o faraó a deixar sair os judeus. Em agradecimento a deus, segundo era tradição na época, foi sacrificado um cordeiro, que curiosamente ainda é um dos nossos pratos tradicionais nesta época.

Também mais  antiga que a  festa litúrgica da ressurreição, é a celebração  da fertilidade nas religiões europeias pré-cristãs, associada à primavera, ao ovo e à lebre, que nos chegou até hoje como uma versão mais leve e doce desta quadra. A sua origem está  ligada à deusa do amanhecer ou da fertilidade Eostre (ou Ostera), o que fez com que em algumas línguas germânicas, como o inglês e o alemão (Easter e Ostern, respectivamente), tenham mantido essa etimologia para designar esta quadra, mesmo após a cristinianização.

Ovos de Páscoa, Igor Oleynikov (via Pinzelladas al món)

Mas, seja acreditando numa redenção universal através da morte e ressurreição de um homem-deus, celebrando uma libertação comendo um cabrito assado, ou simplesmente imaginando coelhos pintando ovos de fertilidade, o certo é que qualquer Easter, Pessach ou Páscoa acompanham a renovação colorida que cada primavera traz, lembrando-nos a capacidade que a natureza tem de produzir ciclicamente algo novo e pujante – o que, em tempos de crise, já não é mau.

Boa Páscoa!

Fernando Rebelo

fontes: Wikipédia

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Louise Bourgeois, Capela de Bonnieux

A história da relação da Igreja com a Arte não se enquadra no formato post, nem tão pouco nos objectivos desta rubrica. O mesmo se pode dizer sobre as relações entre a Religião e a Arte. A existência de uma ligação próxima entre estas duas manifestações é clara e remota, a comprová-la, lembremos as pinturas nas cavernas. Ambas as manifestações são universais, ainda que particularmente específicas. Há uma certa dimensão religiosa na arte, ou melhor, nas obras de arte, que tem a ver com aura, com beleza, com mistério. No Ocidente, desde que o império romano adoptou o cristianismo, as suas crenças, os seus ritos e narrativas tornaram-se na mais poderosa fonte de inspiração artística. A Igreja passou a ser, juntamente com a corte, o maior patrocinador dos artistas e das obras de arte. A ela se deve, sem dúvida, a riqueza patrimonial europeia e do Novo Mundo. Poucas religiões têm, como a católica, uma iconografia tão incisiva em termos visuais. Lembremo-nos que a maior parte das populações eram analfabetas, e a arte servia como veículo de divulgação e catequização, por isso se multiplicavam nas igrejas, nos conventos e nas iluminuras, as cenas da vida de Cristo, dos apóstolos e da Virgem, assim como os infinitos episódios bíblicos, os suplícios dos mártires, as hagiografias dos anjos e beatos. A História da arte ocidental ficou indelevelmente ligada ao cristianismo, pelo menos até à época contemporânea e à emergência do iluminismo e do laicismo. A partir de então, começa a ser mais esporádica a relação entre estas duas manifestações. Multiplicaram-se os “encomendadores”, e as fontes de inspiração diversificaram-se. Os museus, espécie de novos “templos”, adquiriram uma importância incontornável. “Ir a uma exposição” passou a ser uma liturgia, eventualmente com mais seguidores que a missa dominical.  Paradoxalmente, em ambiente de “descrença” e “profanização” generalizada, a arte e o artista prosseguem um percurso de sacralização, que embora não seja de agora, atinge na actualidade uma dimensão incalculável. Contudo a relação entre as duas manifestações – a arte e cristianismo – não se perdeu, mas transfigurou-se em função dos contextos actuais. Na linha de uma longa tradição, revelamos aqui algumas interpretações contemporâneas dos temas que continuam inspiradores, quer sublimados  em abstracções, como em Mark Rothko ou em Barrett Newman, ou dum realismo contundente, como em Paula Rego, ou ainda em obsessões materializadas, como em Louise Bourgeois.

Capela Rothko

Mark Rothko e Barrett Newman são dois dos mais importantes artistas do expressionismo abstracto, escola americana do após-guerra, e ambos, na década de 60, executaram trabalhos de índole religiosa. Rothko pintou catorze quadros (Via Crucis, os catorze episódios de sofrimento da Paixão e Morte de Cristo), telas com campos de cor praticamente monocromáticos, uma encomenda para a Colecção Menil, a denominada Capela Rothko, construída de acordo com instruções do artista. Esta capela, perto da qual se encontra a campa de Rotko, pertence à Universidade de Rice, em Houston, no Texas, e foi consagrada já depois do suicídio do artista em 1971.

Barnett Newman,  Via Sacra

Barrett Newman depois de um ataque cardíaco produziu um conjunto de obras, as “Estações da Cruz – Lema Sabachthani*” (Salomon R. Guggenheim Museum, magma s/ tela, 1966, N.Y.), catorze telas, as catorze estações da Via Crucis, instalação que os críticos consideraram a Capela Sistina da actualidade. Em 1966 acrescentou uma Ressurreição ao conjunto, e numa declaração então proferida, apresenta a obra como uma via dolorosa com dimensão auto-biográfica: “Lema Sabachthani- Porque me abandonaste? (…) No clamor de Jesus é mais terrível a pergunta sem resposta, que a própria Via Dolorosa”

Louise Borgeois, a artista plástica francesa sobre quem já aqui se

Louise Bourgeois, Capela de Bonnieux

escreveu, morreu em 2010 com 98 anos, e algumas das suas derradeiras obras foram realizadas para a capela do Convento d’Ô, um convento do século XVII, em Bonnieux, na Provença, pertencente ao banqueiro coleccionador Jean Claude Meyer. A artista não se pronunciou sobre as suas convicções, no entanto a sua obra está recheada de referências próxima da religião, como o tema do pecado, do sofrimento, da verdade, da indulgência e do perdão. Para além de umas enormes mãos de bronze, em forma de cruz, que fazem a vez de altar, pequenas figuras de Cristo e da Virgem, esculpidas em mármore rosa ou em pano, tal como as bonecas da sua infância, e encerradas em campânulas, decoram o interior abobadado da capela, onde não faltam também as célebres aranhas protectoras e várias mãos crispadas.

Paula Rego, Anunciação,  Palácio de Belém

Em 2005 foram instaladas na capela do Palácio de Belém as 8 telas que Paula Rego, emérita artista portuguesa radicada em Londres, pintou para este espaço a convite do presidente Jorge Sampaio. As telas relatam cenas do Nascimento de Cristo, da Anunciação à Assunção, mas com o excesso de realismo que caracteriza a sua obra, – “e com caras bem portuguesas”, pronuncia-se o presidente Jorge Sampaio, referindo-se às imagens nada idealizadas da Virgem Maria. Também para esta artista o sofrimento, a angústia, a punição e a redenção são temática central na sua obra, pelo que estas narrativas lhe são familiares.

São temas imemoriais e espiritualidades certamente diferentes, contudo é uma tradição que não perde actualidade.

* Eli, Eli, lama Sabachthani?Meu Deus, meu Deus, porque me abandonaste? Em aramaico, a frase que segundo São Mateus (Mateus 27:46) Cristo teria proferido na altura da Crucificação. Existem mais 6 versões diferentes da frase que Cristo teria pronunciado neste momento.

Cristina Teixeira

imagens: daqui, daqui, daqui, daqui e daqui

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Estamos diante de uma das maiores festas do mundo, em que nos reunimos com a família e compramos muitos presentes. No entanto, será que é este o real significado do Natal ou estamos a esquecer-nos do principal, a origem dessa festa? É que esta festa tem uma origem religiosa. Na igreja Cristã Ocidental, o Natal é comemorado no dia 25 e na Igreja Ortodoxa Oriental é comemorado no dia 6 de Janeiro.

Qual será então a história dessa data tão ansiada pelas crianças e por vezes nem tanto pelo bolso dos pais? Embora, originalmente, o Natal seja um feriado cristão, muitos não crentes também comemoram este evento. Actualmente, o Natal deixou de ter uma vertente religiosa e passou a ter uma vertente puramente comercial, perdendo a sua verdadeira essência. Para muitos, o Natal é sinônimo de compras. Mas quando na sua história,  ficou assim tão reduzido aos presentes? Isto parece-me ser mais uma ideia burguesa para aumentar as vendas. E de facto é-o.

Bem, o verdadeiro motivo para o comemorarmos é este: O Natal é o dia  do nascimento de Jesus, embora não possamos ter certezas sobre quando isso terá ocorrido. Segundo a Bíblia,  magos do Oriente estavam à procura daquele que seria o rei dos Judeus, porque tinham visto uma estrela no Oriente e iam adorá-Lo. Herodes (rei da Judéia, na época) ouviu-os e perguntou onde  iria este rei nascer, ao que eles responderam:  – Em Belém da Judéia; “Então, Herodes, chamando secretamente os magos, inquiriu-os directamente acerca do tempo em que a estrela lhes aparecera. E enviando-os a Belém, disse: Ide e perguntai diligentemente pelo menino e, quando o achardes, participai-mo, para que também eu vá e o adore.” (Mt. 2; 7-8) Acabaram de falar com o rei e seguiram viagem, mas perceberam que a estrela ia com eles,  acabando por encontar o lugar onde estava Jesus. “E, entrando  na casa, acharam o menino com Maria, sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e, abrindo os seus tesouros, lhe ofertaram dádivas: ouro, incenso e mirra. E sendo por divina revelação avisados em sonhos para que não voltassem para junto de Herodes, partiram para sua terra por outro caminho.” (MT. 2; 11-12). Herodes, vendo que tinha sido enganado pelos reis magos, ficou furioso, mandou fazer um recenseamento, matando todas as crianças até os dois anos de idade, em Belém e suas províncias. Quando José ficou sabendo disso, a partir de uma revelação de um anjo, fugiu com a sua família para o Egito, até à morte do rei Herodes.

O Natal é comemorado no dia 25 porque, na Roma Antiga, era neste dia  que se celebrava “o início do Inverno”; presume-se então que haja alguma relação em entre esses dois factos. O dia 25 é festejado desde o século IV pela Igreja Ocidental e desde o V pela Igreja Oriental. A Igreja Ortodoxa comemora-o 13 dias depois dos cristãos ocidentais, por causa da diferença do Calendário Gregoriano. Geralmente, estes últimos respeitam 40 dias de jejum  e consideram este período como um tempo de reflexão.

A figura que hoje conhecemos como Pai Natal, não tem nada a ver com o verdadeiro Natal que  provém da  história de São Nicolau (séc. IV), que era bispo na Ásia Menor. Ele era conhecido por ser uma pessoa austera, generosa e que praticava o bem: ajudava os pobres, colocando sacos de moedas nas chaminés, sem ninguém saber. Ao contrário do que muitos pensam, não foi a Coca-Cola que lançou este look do Pai Natal, mas sim o cartoonista Thomas Nast, na revista Harper’s Weekly, no ano de 1886. É evidente que a Coca-Cola ajudou a difundir esta ideia, pois em 1931 lançou uma  campanha de publicidade com o Pai Natal, com as cores vermelha e branca, as mesmas cores do rótulo da sua bebida.

São Francisco de Assis, por seu turno, foi quem introduziu na tradição natalícia o presépio, com o intuito de tornar esta comemoração mais empolgante e dar-lhe mais vida.

Há muitas versões sobre a origem da Árvore de Natal: a mais aceite é a que envolve Martinho Lutero. Em um belo dia, Martinho estava voltando para casa e  olhando para o céu, maravilhou-se com a visão das estrelas, através de pinheiros que estavam em volta da estrada. Encantado com isto,  levou uns ramos de  pinheiro para casa, colocou-os em um vaso com terra e enfeitou-os, dispondo velas acesas e papéis coloridos na ponta dos galhos.  Martinho tinha como objectivo ensinar aos seus filhos a grandeza do céu, na noite em que Jesus tinha nascido. Algumas pessoas também afirmam que a Árvore de Natal fazia parte de uma tradição pagã e que foi transformada posteriormente em símbolo natalício. Porém, mais uma vez, não sabemos ao certo como esta árvore veio a fazer parte do conjunto dos rituais e tradições do Natal.

No Natal, as crianças esperam o último vídeo-jogo e os adultos não ficam atrás: aproveitam esta época de tentações, com baixos preços, e correm para comprar o presente mais caro, para se afirmar nesta sociedade consumista. Nesta época do ano surgem imensas promoções: as editoras lançam CD, DVD especiais… e neste ponto eu dou um conselho: neste Natal, não compre o que você não pode pagar, mas dê o maior presente de todos: a sua presença e o seu amor às pessoas.

“O que compraria Jesus?” Frase provocatória, coloca o dedo na ferida dos cristãos que enchem as superfícies comerciais para celebrar o aniversário do nascimento de Cristo com uma espectacular troca de presentes. A frase deambula pelas lojas de um centro comercial de Michigan, Estados Unidos da América, numa das acções da campanha “Dia sem compras” que o movimento Adbusters conseguiu instalar em pontos estratégicos do planeta. (…)” 

in Jornal de Notícias

Em 2009, o GAIA (Grupo de Acção e Intervenção Ambiental) organizou o “Dia sem compras” e deu sugestões para as compras de Natal com consciência, tais como:  evitar compras de marcas ou de países que supostamente utilizam o trabalho infantil; optar por comprar produtos locais,  evitando-se assim o recurso aos transportes e dando-se preferência a produtos mais “naturais”.

Porém, será que  nos lembramos que, enquanto estamos na nossa confortável casa, ceando com a nossa família e trocando presentes, há pessoas na rua, sem ter  que comer ou sem família?  Neste Natal dê às pessoas  o presente que Jesus gostaria de receber. Afinal, Ele é o aniversariante. Ame o próximo, ajude as pessoas, dê um presente, mesmo sem valor monetário, mas que poderá marcar a vida de uma família, apenas por tê-lo feito. E não faça isto só no Natal, mantenha este “espírito natalício” todo o ano todo. Não se deixe levar pelo tsunami da publicidade festiva, pense mais na verdadeira essência do Natal e não se esqueça do principal nesta grande noite:  Jesus!

Feliz Natal e um ótimo 2011.

Luiz Monteiro, 11ºE

imagens seleccionadas pelo autor do post: daqui, daqui, daqui, daqui e daqui

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