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Alfred Nobel

medalha atribuída aos laureados

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os Prémios Nobel são atribuídos anualmente  no dia 10 de Dezembro, data de aniversário da morte de Alfred Nobel, químico e industrial sueco, inventor da dinamite. Desgostoso com o uso militar da sua invenção, deixou no seu testamento a vontade de premiar  personalidades que contribuíssem para o bem da Humanidade. A  Fundação Nobel,  criada em 1900,  deve controlar o respeito pelas regras na designação dos laureados. Este prémio pode ser atribuído individualmente ou repartido até um máximo de três pessoas assim como pode não ser concedido durante um ano, sendo o prémio atribuído a dois candidatos no ano seguinte.

Os nomes dos laureados são anunciados em Outubro pelos diferentes comités e instituições que realizam a escolha. O processo de selecção inicia-se em Setembro do ano anterior à divulgação dos laureados com o envio de convite a várias personalidades e instituições mundiais que enviam os candidatos procedendo-se posteriormente a uma votação para escolha do laureado.

É reconhecido como um dos prémios mais importantes do mundo, ao destacar investigadores, cientistas, escritores, entre outros, que realizam feitos importantes em áreas de conhecimento como a Física, Química, Medicina e Literatura. Por sua vez o Prémio Nobel da Paz é aquele que desperta mais interesse no público e nos media, sendo atribuído a pessoas que lutaram pela defesa dos Direitos Humanos, pela promoção da paz mundial e pelo desenvolvimento sustentável.

Cada premiado recebe uma medalha de ouro com a efígie de Alfred Nobel, um diploma  com a citação da condecoração e um determinado valor monetário, que depende do orçamento anual da Fundação Nobel. Desde 1902 são  formalmente  entregues pelo rei da Suécia com excepção do prémio Nobel da Paz que é entregue pelo rei da Noruega.

Os Prémios Nobel da Física, Química e Economia são decididos pela Academia Real das Ciências da Suécia, o da Medicina ou Fisiologia  pelo Karolinska Institutet, o da Literatura pela Academia Sueca. O Nobel  da Paz, por sua vez,  é concedido pelo Comité Nobel da Noruega, designado pelo parlamento norueguês, com a entrega  no Oslo City Hall. A cerimónia de entrega dos restantes  prémios realiza-se no Stockholm Concert Hall.

Prémio Nobel da Paz 2010

Liu Xiaobo

O Prémio Nobel da Paz 2010 foi atribuído ao  activista dos direitos humanos e intelectual chinês Liu Xiaobo . Nascido em 28 Dezembro 1955 foi distinguido  pela sua longa luta não violenta pelos direitos fundamentais na China.

Poeta e professor  universitário de literatura foi expulso do ensino oficial por defender reformas democráticas.  Está preso pela terceira vez  tendo sido condenado  a 11 anos de prisão em 2009, por ter incentivado, em 2008, uma manifestação contra o Estado Chinês, defendendo a liberdade de expressão e democracia na China.

A União Europeia e os E.U.A. têm exigido a sua libertação e um pouco por tudo o mundo se têm realizado  manifestações  nesse sentido,  o que não é aceite pelo governo da China.

Em 2010 registou-se um recorde no número de candidaturas para o Nobel da Paz. No total foram 237 propostas, incluindo 38 organizações, segundo informação veiculada pelo Instituto Nobel de Oslo. Em 2009, ano de atribuição do prémio Nobel da Paz a Barack Obama, presidente dos Estados Unidos da América, foram apresentadas 205 candidaturas.

O prémio de 1,6 milhões de dólares, cerca de 1 milhão de euros, foi atribuído pelo Comité do Nobel da Noruega em Oslo.

Prémio Nobel da Literatura 2010

Mário Vargas Llosa

O Prémio Nobel da Literatura 2010 foi atribuído ao escritor peruano Mario Vargas Llosa, pela cartografia das estruturas de poder e pelas suas imagens mordazes da resistência, revolta e derrota dos indivíduos nas suas obras.

Mario Vargas Llosa, nascido a 28 de Março de 1936, é licenciado em Letras e Direito.

É um dos mais premiados autores em língua espanhola e há muito que se encontrava na lista dos candidatos a este ambicionado prémio.  Tem uma intensa actividade desdobrando-se em inúmeras iniciativas como romancista, ensaísta, dramaturgo e professor universitário. É membro da Real Academia Espanhola da Língua e desde 1993 também tem nacionalidade espanhola.

Recebeu um prémio de 10 milhões de coroas suecas, cerca de 1 milhão de euros.

O único português que já recebeu o Prémio Nobel da Literatura foi o José Saramago, em 1998.

consulte a lista das obras de Mário Vargas Llosa publicadas em Portugal

Prémio Nobel da Medicina 2010

Robert Edwards

O Prémio Nobel da Medicina 2010 foi entregue ao embriologista Robert Edwards pelo trabalho realizado em prol da fertilização in vitro.

Robert Edwards foi investigador na Universidade de Cambridge e trabalhou no desenvolvimento da fertilização in vitro, que permitiu a milhões de casais terem filhos. A  técnica desenvolvida por Robert Edwards permite fertilizar os óvulos fora do corpo e depois recolocá-los no útero da mulher. A fertilização in vitro esteve na origem do nascimento, em 1978, do primeiro “bebé-proveta”, a britânica Louise Joy Brown, a 25 de Julho de 1978.

O prémio Nobel da Medicina, que já conta com um português – Egas Moniz – na lista dos laureados, receberá perto de 1,09 milhões de euros.

Prémio Nobel da Física 2010

Andrei Geim e Konstantin Novoselov

O Prémio Nobel da Física 2010 foi atribuído aos pesquisadores russos Andrei Geim e Konstantin Novoselov, da Universidade de Manchester, Reino Unido, pela descoberta do grafeno.

O grafeno, composto por átomos de carbono densamente agrupados numa malha cristalina com o formato de favos de mel, é o material mais forte e ao mesmo tempo mais fino descoberto até o momento. O grafeno foi utilizado para criação de novos materiais e ao favorito da electrónica inovadora. Os transístores do grafeno são considerados mais rápidos em relação aos do silício, o que permite fabricar produtos electrónicos mais eficientes.

Andrei Geim, nasceu em 1958 em Sochi, na Rússia, tendo dupla nacionalidade: russa e holandesa. Concluiu o doutoramento em Ciências Físicas em 1987, na Academia de Ciências de Chernogolovka.

Konstantin Novoselov nasceu em 1974, em Nizhny Tagil, na Rússia e  tem igualmente dupla nacionalidade:  russa e britânica. Desempenhou funções de docente na Universidade de Nijmegen, na Holanda.

Prémio Nobel da Economia 2010

Peter Diamond, Dale Mortensen e Cristopher Pissarides

O que se conhece por Nobel da Economia  é o Prémio de Ciências Económicas em memória de Alfred Nobel. Instituído e financiado pelo Sveriges Riksbank (Banco Central da Suécia)   foi concedido a partir de 1969 e não está relacionado com a Fundação Nobel . É atribuído pela  Academia Real das Ciências da Suécia que escolheu, este ano,   Peter Diamond, Dale Mortensen e Cristopher Pissarides, pelo  importante trabalho desenvolvido ao longo de décadas sobre o método de análise de mercados.

Os norte-americanos Peter Diamond e Dale Mortensen e o cipriota Cristopher  Pissarides desenvolveram uma teoria  designada por modelo DMP (combinação das iniciais dos seus apelidos) de Análise de Mercado que permite explicar o modo como o desemprego, as ofertas de trabalho disponíveis e os salários são afectados pelas políticas económicas. Como tal,  desenvolveram fórmulas matemáticas que permitem comprovar a influência das políticas económicas na sociedade.

Os três vão dividir o prémio de 10 milhões de coroas suecas, cerca de 1 milhão de euros.

Prémio Nobel da Química 2010

Richard F. Heck, Ei-ichi Negishi e Akira Suzuki

O Prémio Nobel da Química 2010 foi atribuído ao americano Richard F. Heck e aos japoneses Ei-ichi Negishi e Akira Suzuki pelo trabalho desenvolvido na área da síntese orgânica, mais concretamente em formas mais eficientes de ligações entre átomos de carbono, que é utilizada na produção farmacêutica e  na indústria electrónica.

O norte-americano Heck, de 79 anos e os japoneses Negishi, 75, e Suzuki, 80 anos receberam 10 milhões de coroas suecas, cerca de 1 milhão de euros, por terem descoberto uma substância conhecida como discodermolida, um importante inibidor tumoral, que só pode ser encontrado actualmente na natureza em pequenos animais marinhos. Essa substância vai ajudar na produção de medicamentos para doenças cancerígenas.

Luísa Oliveira

Fonte Online24

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CFCs em sistemas de refrigeração

Os clorofluorocarbonetos (CFC’s) são um grupo de compostos químicos produzidos pelo Homem, que têm na sua constituição átomos de cloro (Cl), flúor(F) e carbono (C).  São utilizados habitualmente em sistemas de refrigeração para frigoríficos e ar condicionado, sprays vaporizadores e gases de limpeza e esterilização.

Há alguns anos, estes compostos eram considerados vantajosos, por serem quimicamente estáveis, inodoros, não inflamáveis, não corrosivos e baratos em termos de produção. Mas a partir dos anos 70, descobriu-se que afinal estes compostos químicos não eram tão inofensivos como pareciam ser nos primeiros testes. Os cientistas chegaram à conclusão de que os compostos dos CFC’s não se degradam facilmente pelo que permanecem demasiado tempo na atmosfera, e uma vez atingindo a estratosfera contribuem para a destruição da camada de ozono.

Os CFCs são utilizados como dispersores de sprays

A camada de ozono corresponde a uma grande concentração de ozono (O3) na estratosfera. Esta camada formou-se devido às condições de pressão e temperatura favoráveis na estratosfera. Este fenómeno é essencial à vida na Terra, porque tem a capacidade de filtrar as radiações solares nocivas para os seres vivos. Contudo, nos últimos anos, registou-se uma diminuição da espessura da camada de ozono na zona da Antárctida, fenómeno designado por “buraco” na camada de ozono”. Este acontecimento deve-se principalmente à poluição gerada pelos CFC’s que, ao decompor-se na estratosfera com a ajuda das radiações solares ultravioleta, liberta os seus átomos de cloro que são muito reactivos e capazes de decompor as moléculas de ozono. Um átomo de Cl, que absorve energia da radiação ultravioleta (radical livre cloro, Cl.), consegue destruir cerca de 1 000 000 moléculas de ozono num processo cíclico:


vaporizadores sem CFCs

A diminuição da espessura da camada de ozono resulta na redução da eficácia da filtração da radiação solar ultravioleta, o que pode provocar mudanças climáticas e doenças nos seres vivos. Actualmente, a produção de CFC’s tem sido evitada, graças também a leis estabelecidas em acordos como o Protocolo de Montreal, e a utilização de compostos alternativos.

José Carlos Castanheira, 10ºC

Fotos originais de Laila Ribeiro

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Um site brasileiro com uma síntese bem estruturada sobre a História da Língua Portuguesa e uma viagem pelo mundo lusófono actual – ideal para uma visão rápida do tema.

aceda ao site

…E um portal de e para professores de Ciências, patrocinado pela Fundação Caloste Gulbenkian, com acesso a materiais didácticos desde o 1º ciclo até ao 12º Ano para as disciplinas de Ciências Naturais, Biologia, Geologia, Química, Física e Matemática.

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Um curioso mapa conceptual da evolução científica do ser humano representada como  uma rede de metro com diversas linhas, com estações de origem, pontos de intersecção, vias em construção, etc., proposto pelo ojo científico.

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No Ano Internacional da Biodiversidade, que agora se comemora, decidimos tratar o tema Aromas e Biodiversidade Botânica, no âmbito do trabalho a desenvolver em Área de Projecto.

Sabemos que muitos dos aromas que a natureza nos oferece têm origem em plantas. Mas como é que percebemos os aromas? Os compostos do aroma são captados pelos órgãos olfactivos, estimulando o epitélio olfactivo que se localiza no cimo das cavidades nasais. Portanto, os compostos do aroma têm de ser suficientemente voláteis para se poderem desprender do produto e “viajar” até ao nosso sistema olfactivo para que os possamos detectar.

Os aromas são pois compostos químicos voláteis que podem desencadear uma sensação positiva ou negativa, provocando a aceitação ou rejeição de um determinado alimento. E podem estar associados a factores psicológicos.

Decidimos escolher o aroma de morangos para analisar e identificar os seus constituintes. Para tal realizaremos a análise no Laboratório de Espectrometria de Massa da FCT-UNL  (previsivelmente em Abril).

E porquê morangos? Porque parece que o aroma dos morangos é muito popular. Mas será mesmo assim? O aroma dos morangos é mesmo o preferido pela maioria das pessoas? Para responder a esta questão contamos com a tua participação – responde ao nosso inquérito disponível em:

Obrigado pela colaboração!

Mónica Correia, Luísa Repolho e Nico Almeida, 12º C

Orientação do projecto: Profª Laila Ribeiro

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O efeito de estufa é provocado pela presença de gases na atmosfera, como o dióxido de carbono, o vapor de água, o metano, entre outros – designados por ‘gases de estufa’- que evitam que o calor solar absorvido pela superfície terrestre, seja reflectido para o espaço, provocando um aquecimento a nível global do planeta.

Isto acontece porque as radiações solares do espectro do visível atravessam a atmosfera e são absorvidas pela superfície do globo, aquecendo-a; este calor é depois reemitido para o espaço sob a forma de radiações infra-vermelhas, que são parcialmente absorvidas pelos gases de estufa, retendo esta energia ‘calorífica’.

Desta forma, a temperatura do planeta é mantida dentro de uma gama de valores cerca de 30º C superior ao que seria se estes gases não existissem, o que torna possível a existência de vida no planeta (nomeadamente, impede que os rios, lagos e mares congelem). Os valores de temperatura que este fenómeno proporciona, permitiram a existência de vida na Terra, através da criação de uma atmosfera rica em oxigénio, azoto e outros gases que se encontram em pequenas quantidades, em especial o ozono.

No entanto, as actividades humanas, em especial a queima de combustíveis fósseis, tem aumentado substancialmente este efeito, levando a um aquecimento muito acentuado do globo terrestre.

O principal poluente que contribui para o efeito de estufa é o dióxido de carbono.

Este efeito, além de provocar efeitos a longo prazo ainda não muito bem conhecidos em todo o planeta, modifica o clima, contribui para o desaparecimento dos glaciares, altera a distribuição das doenças infecciosas como a malária e provoca danos respiratórios.

António Relvas, 10ºC

imagem acedida em:
http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/cienciasnaturais/ciencias_trab/recursosenergeticos/recursosenergeticos04.jpg

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Os fogos de artifício são explosões que envolvem, basicamente, pólvora (mistura de enxofre, carvão e nitrato de potássio) e um determinado elemento químico. Os elementos químicos é que determinam a cor da luz produzida na explosão, ou seja, cada uma das cores provém de uma substância diferente que depois é misturada à pólvora dos foguetes.

Como sabemos, os electrões de um átomo dispõem-se por níveis de energia. Quando a pólvora queima, a temperatura aumenta e os electrões dos átomos do elemento químico ganham uma energia extra, transitando para um nível de energia superior. Estes electrões, que se encontram num estado excitado, quando regressam para um nível inferior, libertam a energia na forma de luz. Essa luz é representada por cores. As diferentes cores devem-se ao uso de diferentes elementos químicos, a que correspondem diferentes valores de comprimento de onda, que nós vemos sob a forma de cor. Como podemos ver na tabela abaixo:

Elemento químico adicionado

Cor dos fogos
Sódio Amarelo
Lítio Vermelho
Bário Verde
Potássio Azul ou Púrpura
Magnésio Branco ou Prata
Cobre Verde
Estrôncio Vermelho
Cálcio Amarelo
Alumínio Branco
Ferro Dourado

Fernando Cascão, 10ºC

(fotos originais pela Profª Laila Ribeiro)

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A Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2009, também chamada de Cimeira de Copenhaga (COP15), realiza-se entre os dias 7 e 18 de Dezembro de 2009, em Copenhaga, capital da Dinamarca. Esta cimeira, organizada pelas Nações Unidas, pretende reunir vários líderes mundiais para discutir como reagir à aceleração das mudanças climáticas actuais. É a 15ª conferência realizada e cento e noventa e duas nações serão representadas, tornando-se a maior conferência da ONU sobre mudanças climáticas.

A cimeira tem como principal objectivo a celebração de um acordo internacional global que permita substituir o Protocolo de Quioto, reduzindo as emissões de gases poluentes nos países desenvolvidos, limitando o aumento das emissões nos países em desenvolvimento e financiando as acções destinadas a diminuir essas emissões e, consequentemente os efeitos das alterações climáticas, pelos países pobres.

A camada atmosférica que envolve a Terra é geralmente composta por azoto (N2), oxigénio (O2) e dióxido de carbono (CO2). Pode conter ainda, em maior ou menor grau, gases que têm efeitos nocivos e, portanto, são considerados poluentes. Se bem que a presença de substâncias tóxicas na atmosfera possa dever-se a fenómenos naturais, é a acção do Homem que mais tem contribuído para este tipo de poluição. São exemplos de fenómenos naturais que emitem constituintes tóxicos para a atmosfera os vulcões, fogos e tempestades de areia. No entanto, a biosfera possui mecanismos que removem, assimilam e reciclam estes poluentes naturais. A influência da actividade humana na concentração anormal de certos elementos químicos na atmosfera resulta essencialmente de veículos motorizados, cuja densidade nas regiões fortemente urbanizadas determina uma elevadíssima poluição atmosférica, mas também provém de combustões industriais e domésticas (agentes antropogénicos), principalmente de combustíveis sólidos (carvão) e líquidos (petróleo e seus derivados, entre outros), que além de produzirem fumos, poeiras e chumbo, emitem também óxidos de carbono (CO2) e (CO), óxidos de enxofre (SO2) e (SO3), óxidos de azoto (NO), (NO2) e (N2O) e ainda diversos compostos orgânicos voláteis (CH4), (C2H6), (C6H6), (CHCl3) e outros clorofluorocarbonetos.

As substâncias responsáveis pela poluição da atmosfera concentram-se em suspensão na atmosfera em elevadas quantidades. Estas substâncias podem-se encontrar no estado sólido, líquido e gasoso, não fazendo parte da normal composição do ar.

A poluição causada por cada um dos poluentes está relacionada com a sua natureza química, com o tempo que permanecem na atmosfera sem serem destruídos, mas principalmente pela sua concentração, resultando numa maior ou menor contaminação atmosférica, que provoca alterações climáticas.

Tiago Afonso, 10ºC

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