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Posts Tagged ‘Literatura Juvenil’

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9789722033336PATERSON, Katherine, Ponte para Terabithia, Lisboa, D. Quixote, 2007

Este livro é sobre um rapaz de 10 anos, chamado Jesse Aarons, que é um rapaz bastante pobre, mas ajuda a mãe a fazer as coisas na quinta, onde mora juntamente com as quatro irmãs: a Joyce Ann, Ellie e Brenda as mais velhas, e a mais nova, May Belle. Esta última era a única das irmãs que gostava dele. A sua grande paixão era desenhar, mas ninguém queria saber disso à exceção de uma professora de música de quem ele gostava muito.

Na escola de Jess havia corridas entre os rapazes de cada ano e ele queria ser o mais rápido do seu ano, por isso antes de começar a escola ele todos os dias acordava cedo para ir correr.

Um dia, enquanto Jess estava a fazer uma das suas tarefas, May Belle foi ter com ele e contou-lhe que alguém se estava a mudar para a quinta ao lado, cuja casa era muito velha e suja. Algum tempo mais tarde, numa das suas corridas matinais, alguém se dirigiu a ele. Jess parou para ver quem era e reparou que era a rapariga da quinta ao lado: chamava-se Leslie Burke; conversaram pouco tempo pois Jess tinha tarefas para fazer e depois desse dia não voltaram a falar até começar a escola.

Quando começou a escola, na hora do intervalo, todos os rapazes se reuniram para a corrida. Quando chegou a vez do ano de Jess, ele reparou que Leslie também lá estava para participar na corrida. Inicialmente houve problemas porque era uma rapariga, mas depois deixaram-na participar. Leslie ganhou seguida de Jess, que não ficou lá muito contente. Porém, a caminho de casa, começaram a dar-se bem e tornaram-se grandes amigos, estavam juntos todos os dias depois de acabarem as aulas.

Um dia, ao regressarem da escola, foram até ao caudal seco do riacho atrás da casa dos Perkins, onde havia uma velha macieira brava mesmo junto ao riacho e que tinha uma corda pendurada. Jess e Leslie decidiram baloiçar na corda à vez, até que Leslie disse que eles precisavam de um lugar secreto só deles, onde fossem reis. Decidiram então passar para a outra margem do riacho e foram andando pelo bosque dentro, até que encontraram uma casa na árvore, velha. Subiram e Leslie disse que aquele ia ser o castelo deles, só tinham era de melhorar algumas coisas. Decidiu também que aquele lugar só deles ia chamar-se Terabithia.

No início foi dificil para Jess acompanhar as ideias de Leslie, pois ela tinha uma imaginação muito grande. Leslie teve de emprestar a Jess todos os livros que tinha sobre os reinos mágicos que ajudaram Jess a perceber como é que os animais e as árvores deviam ser protegidos e como é que um rei se devia comportar. Todos os dias depois das aulas iam para Terabithia viver as suas aventuras e imaginar coisas novas para fazerem, como combater monstros e outras criaturas imaginárias.

Katherine Paterson

Katherine Paterson

Uma vez, ao vir da escola, Jess viu um senhor a oferecer uns cachorrinhos e lembrou-se que Leslie sempre quis ter um, então pediu ao motorista do autocarro para parar ali e disse a Leslie que se enontrariam em Terabithia. Ele foi a correr direito para Terabithia com o cachorro. Leslie ficou tão contente que não sabia como agradecer; deram ao cachorro o nome Principe Terrien e fizeram dele o guardião de Terabithia.

Uma manhã, quando começaram as férias da Páscoa e chovia muito, eles foram, como todos os dias, até ao riacho  mas desta vez a corrente já era muito forte e a cada dia de chuva que passava o riacho enchia mais e mais. Houve então um dia em que a professora de música do Jess ligou para casa dele a perguntar se ele queria ir ao museu e ele aceitou mas não convidou a Leslie. À noite, quando chegou a casa, recebeu a notícia da morte de Leslie, que tinha sido arrastada pela corrente, pois a corda onde costumavam baloiçar havia rebentado. Jess nem queria acreditar e foi dificil para ele ter que passar por aquilo.

Mais tarde, decidiu voltar ao riacho e construir uma ponte até Terabithia; fez então uma coroa de flores que deu a May Belle, pois não podia voltar a ser rei sem ter uma rainha.

Bárbara Viana, 12ºG

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Os_Jogos_da_FomeCOLLINS, Suzanne (2009), Jogos da Fome, coleção Via Láctea, Editorial Presença 

Esta história situa-se num futuro pós-apocalíptico, em que um regime totalitário governava a partir da megalópole, o Capitólio. Este governava os dozes distritos de Panem.

Uma anterior revolta fracassada dos Distritos levou a um acordo de rendição, em que todos os distritos se comprometeram a enviar, anualmente, um rapaz e uma rapariga para os Jogos da Fome – espetáculo sangrento de combates mortais, que passava em todas as casas, de todos os distritos. No final destes jogos, só uma pessoa podia vencer em vinte e quatro. […]

Um dos muitos aspetos em que a Autora conseguiu surpreender-me, foi o facto de, no final de cada capítulo, deixar a história suspensa, criando no leitor a necessidade de querer saber mais e mais.

Barbara Bessa

BLYTON, Enid (2011), As Gémeas – O segundo ano em Santa Clara, coleção As Gémeas, Oficina do LivroAs Gémeas - o Segundo Ano em Santa Clara

Neste livro, as gémeas já estão no segundo ano, em Santa Clara. Já conhecem a escola e têm muitas amigas e estão desejosas de regressar ao colégio. Naquele ano, entraram quatro raparigas novas para a turma. No meio de espetáculos, estudos, partidas, maldades, ceias secretas e aniversários, as gémeas acabam por passar bons momentos e grandes aventuras em Santa Clara.

Nesta obra, podemos reter mais aspectos positivos do que negativos. O único aspecto negativo é o facto de ser pouco descritivo. Acho que podia ter mais descrição, para “mergulharmos” na história. Um dos aspectos positivos é o facto de a história estar repleta de aventura; há sempre algo a acontecer. Outro aspecto positivo é o facto de podermos retirar várias lições de moral: devemos conhecer bem as pessoas antes de as criticarmos; devemos dar sempre uma oportunidade e tentar sempre antes de desistir.

Telma Nabais

asterix

GOSCINNY, R. e UDERZO, A. (1996), Astérix gladiador, coleção Astérix, Meribérica

Certo dia, na aldeia gaulesa, Cacofonix foi passear pela floresta, para cantar. Um pouco depois, foi apanhado pelos romanos, para ser oferecido a Júlio César. Mais tarde, a mensagem do rapto de Cacofonix torna-se conhecida dos gauleses. Então, Obélix e Astérix prepararam-se para a aventura de salvar Cacofonix.

Ásterix e Obélix, a bordo de um navio Fenício, iniciaram a sua viagem, na qual enfrentaram vários perigos. Ao chegarem a Roma, não sabiam onde procurar Cacofonix, mas ao verem um cartaz que informava que um gaulês iria ser atirado aos leões, concluíram que era Cacofonix, e que só o poderiam libertar, se lutassem na arena, e assim o fizeram.

Este livro pode ser lido por pessoas de todas as idades, e as suas fantásticas ilustrações permitem, ao leitor, uma boa compreensão da história.

Mário Moimenta

BACH, Richard (2008), Fernão Capelo Gaivota, ed. Europa-América, 10ª edição, LisboaFernão

Esta história fala de uma gaivota diferente das outras, pois esta quer voar mais alto que todas as outras gaivotas e mais rapidamente que todas elas. Esta gaivota fazia parte de um bando, e nesse bando, as gaivotas não faziam mais nada do que voar, para apanhar peixe e comer. Este bando não evoluía mais do que isto: trabalhar para comer. Esta gaivota, mais conhecida por Fernão Capelo Gaivota, era muito mais evoluída e pensava muito mais além que todas as outras gaivotas, e por isso foi expulsa do bando.

Um dia, quando ela estava a voar a alta velocidade, apareceram das gaivotas que voavam à mesma velocidade que ela e que, depois, a levaram para uma comunidade onde todas pensavam como Fernão. Fernão pensava que estava no paraíso, mas não era.

Adorei a lição de vida de Fernão para com as outras gaivotas, pois acho que todos nós devíamos tentar ir para além dos nossos limites. Houve uma frase de que gostei muito, e que foi uma gaivota muito sábia que a disse: “Vê mais longe a gaivota que voa mais alto”.

Marta Candeias

Nota: textos recolhidos e editados pela professora Rosa Silva

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cherub symbol (2)James Adams nasceu a 23 de outubro de 1991, em Londres. Até aos 12 anos, viveu com Gwen Choke, sua mãe, que morre de insuficiência cardíaca, e sua irmã Lauren. Frequentou escolas do ensino normal, como qualquer outro miúdo, onde era irrequieto, problemático e desatento. No entanto, tinha facilidade em tirar notas média-altas. Nunca conheceu o seu pai, apenas sabia que era professor de matemática, o que pode ser uma justificação para a sua enorme facilidade com os números.

James, aos 12 anos (quando a mãe morre), vai viver para um lar de crianças onde a psicóloga do sítio lhe reconhece características especiais. Desta forma, ele é levado sem saber para o campus da CHERUB onde lhe fazem testes de aptidão. Como ele passa todos os testes, é convidado a juntar-se à CHERUB, convite que logo aceita.

Todos os potenciais agentes têm de ser levados às escondidas. É lhes dada uma injeção que lhes provoca sonolência. No dia seguinte, acordam num dos quartos da CHERUB deitados, despidos, tendo para vestir na beira da cama uma camisola laranja (a dos visitantes), umas calças da tropa e roupa interior. Devem dirigir-se ao gabinete do diretor que os reencaminha para fazer testes de ingresso e lhes mostra como é o campus. O candidato nunca é obrigado a aceitar ficar, mesmo que seja o melhor! Normalmente aceitam porque têm tudo: quarto com casa-de-banho, refeitório com 3 ementas, um dojo, mesadas grandes, entre outras coisas…

A CHERUB é uma agência secreta britânica. É um ramo dos serviços secretos (MI5) que tem como agentes crianças em vez de adultos. Mais facilmente um criminoso deixa uma criança entrar na sua casa do que um adulto para lhe revistar as coisas. É essa a base da CHERUB. Há 50 anos que existe e apenas morreram quatro agentes. Para se entrar na organização tem de se cumprir requisitos exigentes. Além da inteligência (James tem um QI de 153), os candidatos têm de ter apetência para a missão, serem fisicamente fortes, e serem órfãos.

James é caracterizado como tendo um 1.80m, olhos azuis, cabelo loiro, ser encorpado com uma morfologia física que lhe permite ganhar peso com facilidade. Ele é o “garanhão” do sítio. No campus, a não ser no início, sempre teve uma namorada além das muitas que conseguiu ter durante as missões em que tomou parte. Ele possui uma t-shirt preta (a mais elevada na hierarquia da CHERUB), domina a matemática, tendo acabado um ano mais cedo do que a maioria dos estudantes (a ensino é por níveis ou seja pode-se estar mais à frente na Matemática, mas mais atrás no russo, p.e.) e é fluente em russo (apesar de não dominar o sotaque).

James tem muitos amigo cada qual com as suas características, mas o com quem passa a maior parte do tempo quando não está em missão é Kyle Blueman, que é homossexual e é mais velho, Kerry, com quem namorou e é de descendência asiática, os gémeos Callum e Connor, Bruce, um apaixonado por artes marciais e Gabriela, a voz da razão do grupo.

Robert Muchamore

Robert Muchamore

A Coleção CHERUB já vendeu livros por todo o mundo sendo uma das favoritas dos jovens adolescentes. Tem diversos prémios e criticas positivas que aparecem registadas nas capas dos livros. A origem do nome CHERUB é uma incógnita. É revelado que antes que o fundador pudesse explicar o nome foi assassinado e, como era o tempo da II Guerra Mundial e, como já haviam sido impressos montes de folhas com essa sigla, ela foi assim mantida. O autor, Robert Muchamore, revelou que as duas primeiras letras são as iniciais do fundador – Charles Henderson – no entanto, o resto das letras são um mistério e apenas será revelado noutra coleção posterior.

 Tiago Bernardino, 11º F

imagens daqui e daqui

Nota do editor: quase todas as obras desta coleção estão disponíveis para requisição na tua BE

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clique para aceder ao regulamento e à ficha de inscrição

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Para dar as boas-vindas aos alunos recém chegados à escola, resolvemos fazer um escaparate com algumas das obras de maior êxito da nossa biblioteca, que tem “coisas” de amor, aventura, misteriosas e mesmo… horríveis. Aqui fica a primeira Estante deste ano letivo, já com resultados no terreno: mais de metade dos livros do escaparate já estão na companhia dos nossos leitores :).

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É com agrado que temos registado um aumento significativo da procura e requisição de leitura lúdica (especialmente de literatura dita juvenil) na nossa BE nos últimos 2 meses. Deste modo, esperamos que esta primeira remessa de aquisições (muitas delas por sugestão dos nossos leitores), que agora publicitamos, saia rapidamente  das estantes para as mãos de cada vez mais jovens entusiastas leitores da ESDS.

Em breve estarão disponíveis para requisição muitas outras em fase de catalogação. Estejam atentos ao painel de novidades e à Estante aqui no Bibli 🙂

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