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Posts Tagged ‘Invenções’

Os Raios X caraterizam-se por serem emissões electromagnéticas com um comprimento de onda reduzido e, portanto, com elevada frequência.

Foram descobertos em 1895 pelo físico alemão Wilhelm Conrad Röntgen quando, no interior de uma sala escura,  utilizou um tubo de Crookes – tubo onde os eletrões são excitados, de forma a produzir emissões eletromagnéticas – e à frente deste tubo colocou uma tela coberta com platinocianeto de bário (substância utilizada nas radiografias). Röntgen apercebeu-se que quando fornecia um determinado valor de energia aos eletrões que estavam no interior do tubo de Crookes estes emitiam uma radiação capaz de marcar a tela. Decidiu colocar entre o ponto de emissão desta radiação e a tela corpos opacos à luz – primeiro corpos inanimados e mais tarde resolveu expor a sua própria mão. Acabou por observar que os corpos não eliminavam a possibilidade da radiação chegar à tela. Concluiu que a radiação produzida tinha um alto poder de penetração nos corpos que testou.

Wilhelm Conrad Röntgen

Por terem um grande poder de atravessar a matéria, os Raios X são atualmente utilizados em diversas áreas, das quais podemos destacar a medicina e a segurança. Na medicina, os Raios X são utilizados como um método de diagnóstico, permitindo detetar anomalias que existam no interior do corpo humano. As partes mais claras que nós vemos, normalmente numa radiografia, correspondem às partes que não foram atravessadas pelos Raios X e por sua vez as partes mais escuras correspondem às partes que foram atravessadas pelos mesmos. A nível da segurança, os Raios X são, por sua vez, utilizados como modo de deteção de materiais perigosos ou substâncias ilícitas. Com este propósito, as máquinas de Raios X são bastante utilizadas nos aeroportos, contribuindo para a segurança dos  passageiros.

O uso dos Raios X tem de ser cuidadoso pois a exposição direta e excessiva a este tipo de radiação pode originar ulcerações, vermelhões na pele, neoplasias malignas (cancros) e até a morte.

Bruno Berrincha, 12ºC

imagens daqui e daqui

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Com  2011, iniciámos aqui no Bibli uma nova sondagem, já activa desde há algum tempo. Em vez de balanços de 2010, nestes tempos de crise, preferimos questionar os nossos leitores sobre o que de melhor nos pode trazer este ano, no campo da tecnologia e ciência ao serviço do bem estar, saúde e evolução do ser humano.

Assim, não em resultado de uma projecção mais própria da ficção científica, mas baseados nas inovações preconizadas já para este ano em artigos publicados no Jornal I e na Idea Connection, seleccionámos, das muitas descobertas e invenções elencadas, 9  que poderão vir a fazer a diferença e cuja importância deixamos ao critério dos nossos leitores. Não deixe então de participar nesta nova Sondagem do Mês, votando na caixa/widget do lado direito.

 

Quanto à sondagem que encerrámos – Qual o aspecto mais marcante das redes sociais, para o melhor e para o pior? os resultados deram uma ligeira primazia aos aspectos negativos desta nova forma de comunicação, que rapidamente se disseminou, constituindo um dos espelhos da globalização e que certamente produzirá forte  mudanças e novos padrões em quase todos os contextos de interacção humana.

Propusemos então aos nossos leitores que seleccionassem, dos seis propostos, o aspecto mais marcante, em três dimensões antagónicas, presentes na utilização das redes sociais:

  • capacidade de nos podermos exprimir publica e livremente vrs.  excessiva exposição da intimidade
  • quantidade e velocidade na partilha de informação vrs. ruído produzido pelo excesso de informação irrelevante
  • facilidade no contacto com pessoas de quem gostamos vrs. perigo de confusão entre a relação real e a virtual

Contabilizados os resultados, a excessiva exposição da intimidade foi escolhida como a característica mais marcante por 21% dos leitores, tendo 17% contraposto a capacidade de nos podermos exprimir publica e livremente. Igual percentagem se verificou noutra dimensão, pois mais 4% dos leitores acharam que as redes socias se distinguiam mais pelo ruído produzido pelo excesso de informação irrelevante do que pela quantidade e velocidade na partilha de informação. Finalmente, 14% dos leitores acharam que as redes induziam principalmente o perigo de confusão entre a relação real e a virtual, enquanto 10% preferiram destacar a facilidade no contacto com pessoas de quem gostamos.

Sem quaisquer pretensões de validade científica, estes resultados são apenas uma curiosidade e um pretexto para manter um espírito aberto mas crítico em relação ao tema, que constitui igualmente o tópico de discussão da actividade da parceria ICARUS da nossa escola (Programa Comenius actualmente em curso na ESDS) e, ao leitor interessado, recomendamos vivamente a leitura dos artigos e comentários que alguns dos nossos alunos e dos seus parceiros de outras escolas europeias produziram sobre o assunto.

Fernando Rebelo

imagens daqui e daqui

 

Ler mais:

“O papel das redes sociais na nossa sociedade” – 11ºB

“O papel das redes sociais na nossa sociedade” – feedback dos alunos participantes no intercâmbio Sobreda-Budapeste, Dezembro 2010

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