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Posts Tagged ‘Exames Nacionais’

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À medida que se aproxima o mês de Junho, alunos do 9º, 11º e 12º anos começam a pensar, ainda não nas férias que se avizinham, mas nos exames. Assim, aqui fica uma Estante com algumas sugestões da nossa BE que os poderão ajudar, não só nas disciplinas específicas em que vão ser avaliados mas também no método e atitude mais adequada para terem sucesso.

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Deixamos igualmente a sugestão de dois sítios com informação relevante, particularmente para os finalistas do Ensino Secundário: o Guia Geral de Exames, do Ministério da Educação e Ciência, e o Guia do Estudante, disponibilizado com atualizações frequentes pelo Jornal Expresso.

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Finalmente, publicamos uma interessante proposta de uma ferramenta didática para a disciplina de Matemática do Ensino Básico feita pela psicóloga da nossa escola, Teresa Alves Soares.

Lições de MATEMÁTICA em casa – Uma ideia que vale a pena divulgar

O meu primeiro contacto com a Academia Khan foi há cerca de dois anos, através de uma TED Talk do próprio Salman Khan. Desde então, tenho usado a KhanA, como uma wiki, geralmente quando tenho alguma dúvida sobre história mundial ou economia.

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Mas a história desta Academia começa muito antes, em 2004, quando Salman Khan, o seu fundador, que vivia em Boston, decidiu dar explicações de Matemática aos seus primos que viviam em Nova Orleães. Perante os 2200 quilómetros que os separavam, decidiu produzir pequenos vídeos explicativos e muito acessíveis, sobre as matérias que eles não entendiam. Os primos gostaram e mais tarde Khan começou a colocar estes vídeos no YouTube. Muitas pessoas que “tropeçavam” nestes vídeos, enviaram-lhe comentários e cartas de vários locais de todo o mundo, o que o incentivou a prosseguir com esta atividade. Rapidamente, milhares de jovens começaram a visualizá-los e a partilhá-los, para aprender MATEMÁTICA e os vídeos de Salman Khan passaram a ser os explicadores de muitos jovens, na sua própria casa.

Atualmente, a Academia Khan, organização sem fins lucrativos, desenvolve conteúdos (em inglês) muito para além da Matemática: Economia, Ciências, História, Humanidades, Informática… Para o seu fundador, a Academia não é mais que um conjunto de vídeos explicativos que pretendem fornecer informação básica, acessível a todos, em qualquer ponto do globo (a free world-class education for anyone anywhere).

A Fundação Portugal Telecom disponibiliza agora as lições de MATEMÁTICA da Academia Khan, do 2º ao 9º ano, adaptadas e traduzidas em Português, em http://m.khanacademy.sapo.pt/disciplina/matematica

Penso que a Academia Khan, para além de uma grande ideia, é uma ferramenta interessante e muito útil para os alunos, pois permite rever matérias já deram há vários anos, esclarecer dúvidas ou aprender matérias novas. Os mapas concetuais e os esquemas apresentados são construídos de forma muito intuitiva, fácil de usar e fácil de reter e recordar. Aconselho, em primeiro lugar, aos alunos e também aos pais que querem ajudar os filhos a estudar em casa, ou aos avós ou primos…

Podem ver também na página da Escola, no sítio do Serviço de Psicologia e Orientação – ESTUDAR MELHOR.

Teresa Alves Soares

Psicóloga da ESDS

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Na Escola Daniel Sampaio, na Sobreda, Almada, houve cinco vintes, três dezanoves e três dezoitos no exame nacional de Matemática, num ano em que as negativas à disciplina dispararam. A receita, dizem os alunos, é simples: trabalho, trabalho, trabalho.

Passaram 20 minutos depois do toque que pôs fim a um exame de melhoria. A manhã acabou de acabar. Na biblioteca da Secundária Daniel Sampaio há dez alunos do 12.º ano prontos para falar. Sente-se orgulho e nervoso miudinho.

São todos excepção à regra. Este ano as negativas no exame de Matemática A, do 12.º ano, dispararam. A taxa de reprovação atingiu os 20 por cento na primeira fase, contra 13 por cento em 2010. Apesar de a disciplina ter mantido uma média positiva, desceu de 12,2 para 10,6 valores.

Para falar da receita para o vinte ficam apenas quatro dos dez alunos do início desta história. Um 20, um 13, um 15 e outro 20. Da esquerda para a direita: Ruben Leston, Mónica Mendes, Miguel Mouzinho e Patrícia Pires.

Concordam que o bom resultado não tem uma receita com muitos ingredientes. É preciso «trabalho, trabalho e trabalho». Dá jeito «gostar do que se está a fazer» e «acreditar que se vai conseguir».

Todos têm ocupações fora da escola, cursos mais ou menos escolhidos e férias alinhavadas. Garantem quase em coro que não há muitas coisas que deixem de fazer por terem de estudar.

Ruben Leston, 18 anos, o primeiro a contar da esquerda, vai estudar Medicina ou Engenharia Espacial, ainda não decidiu. Tem uma média de «18 ou 19, dependendo de como correrem as melhorias», joga futebol e pratica natação.

«Temos de aprender a dosear o esforço. Tudo o que é demais é exagero. Não deixo de fazer nada por ter de estudar. Quando acho que estou a trabalhar demais vou dar uma volta, apanhar ar», contou.

Muitas vezes, acrescentou, «a Matemática é uma forma de escapar ao resto»: «Quando começamos a fazer exercícios e a estudar nem damos pelo tempo passar».

Na outra ponta da mesa, Patrícia Pires, 17 anos, vai estudar Medicina. A média de secundário passa dos 18. Este ano praticou atletismo e também sente o tempo a fugir quando faz exercícios de matemática. No dia do exame, diz, é importante que se «controlem os nervos».

«Acho que o melhor que temos a fazer antes de entrar para a sala de exames é controlar os nervos, a ansiedade e aquele turbilhão de emoções [por] sabermos que [o exame] é aquilo que nos distancia de conseguirmos atingir o nosso objectivo, que aquelas duas horas são o tudo ou nada», disse.

Miguel Mouzinho, 18 anos, o da cadeira número três, quer ser engenheiro mecânico. Tem uma banda e participa num programa de rádio. Teve 15 no exame e vai tentar fazer melhor na segunda fase. Diz que as explicações o ajudaram a consolidar a matéria e a combater a preguiça, e dá parte do mérito da nota à professora. Depois ouve-se um coro, elogios vezes quatro.

Que é dedicada, amiga, exigente, que é também responsável pelas notas. Fátima Delgado está há três anos com as três turmas de Ciências da escola. À Lusa disse considerar que, «mais importante do que contar os vintes, é olhar para o percurso fabuloso que muitos alunos tiveram».

Mónica Mendes, 18 anos, sentada na cadeira número dois, teve 13 valores no exame de Matemática. É atleta de alta competição e sai do Secundário com uma média de 15. «No primeiro teste, no 10.º ano, tive negativa. Não estava habituada ao ritmo da professora. Tive de me esforçar, trabalhar mais», contou.

A juntar a isto, acrescenta, com todos a assentir, pesa a favor o facto de funcionarem «como uma espécie de família»: «Somos todos amigos, ajudamo-nos e quem sabe mais ensina a quem sabe menos».

Dos 38.391 alunos que realizaram o exame de Matemática A na primeira fase, 135 obtiveram 20 valores.

por Joana Carvalho Fernandes, da agência Lusa, publicada no Sol de 23.07.11

Nota do editor: foi corrigido o nome da nossa colega de Matemática e o número de dezoitos obtidos pelos alunos citados na notícia

imagem daqui

clique para aceder à reportagem da RTP

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A propósito da aproximação da época de exames nacionais, Nuno Crato no jornal Expresso de 28 de maio, lançava sete ideias úteis para os jovens que vão a exame. Deixamos aqui um resumo desses  hábitos dos estudantes altamente eficazes:

  • Programar o estudo e controlar a execução desse plano: Traçar objectivos é meio caminho andado para os atingir. Gastar algum tempo a pensar e organizar os dias de trabalho até ao exame, ou seja, fazer uma listagem das matérias prioritárias e planear dominá-las, com horários e objectivos traçados, semana a semana e dia a dia. No final de cada dia, gastar cinco minutos a verificar o que se fez e o que não se fez e o que é preciso fazer para recuperar. Estudar bem exige disciplina.
  • Testar o que se sabe: a avaliação, através de exercícios e de testes, é um auxiliar importantissimo do estudo. Pensar sobre como responder e saber o que se errou, são fundamentais para aprendizagem.
  • Voltar atrás quando não se percebeu uma parte da matéria.  Fingir que se podem saltar obstáculos, não resulta, é um erro tremendo!
  • Decorar e perceber, perceber e decorar: a memorização ajuda à compreensão e a compreensão facilita a memorização.
  • Optar pela estratégia mais fácil, nem sempre é o melhor: saber, dominar as matérias dá trabalho e nem sempre é fácil.
  • Perante o exame, não desanimar, nem desistir: Perante a dificuldade, persistir! Quando a resposta não é óbvia, reler a pergunta e pensar um pouco mais sobre a resposta. Às vezes é preciso algum tempo entre ler a pergunta e ter uma ideia da resposta. Quando vos parecer que a resposta é demasiado fácil, não deixem de responder ou não pensem que é um truque. Acontece que algumas respostas até são simples.
  • Acrescentamos que ajuda muito, dormir bem na noite anterior e ter uma alimentação adequada, durante o período de estudo.

BOM TRABALHO!

Teresa Alves Soares
Psicóloga
SPO ESDS

imagem daqui

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Para quem necessita de informação sobre o acesso ao Ensino Superior em Portugal, uma página muito útil da Direcção Geral do Ensino Superior,  com índices de cursos disponíveis, pesquisas por áreas geográficas e temáticas; pesquisa parametrizada pelas condições do estudante, legislação existente e modificações introduzidas pelo Processo de Bolonha. A não perder para quem já pensa no período pós-exames.

clique para aceder aos site da DGES

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Enquanto decorrem os exames nacionais do 9º e 12º Anos, o Jornal Público mantém um blog sobre o tema, com informação e materiais relevantes em actualização constante para quem se quer manter a par do que se vai passando. O Blog contém notícias, pareceres de especialistas, regras e calendários assim como as provas que vão sendo realizadas e as respectivas correcções.

aceda ao blog

Ainda associado a este blog, surge um outro constituído por contribuições de alunos em época de exames. Os alunos são assim convidados a escrever sobre as suas experiências, antes e depois das provas, o modo como vivem melhor ou pior esta fase da sua vida escolar. De leitura interessante para todos os agentes educativos, mas seguramente a não perder para quem, sozinho, na solidão do estudo lhe apetecer  conhecer ou partilhar opiniões e emoções com outros que estão no mesmo barco.

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